quinta-feira, 1 de abril de 2010
Grrrrr
segunda-feira, 22 de março de 2010
O beijinho antes...
domingo, 21 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Um dia...
terça-feira, 9 de março de 2010
SOL! SOL! SOL!
domingo, 7 de março de 2010
Há um ano atrás...
quarta-feira, 3 de março de 2010
Divórcio
Logo agora que já me consegui lembrar do porquê de ter ido para Psicologia, e que decidi pedir musicas bonitas ao João para pôr no mp4 para aguentar melhor a viagem... Ai de mim! Quero não ter preocupações para a minha única prioridade ser o curso de Psicologia! Xiça! Quero silêncio, por favor.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
c a t a r i n a

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Suspiro.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
E depois?
sábado, 23 de janeiro de 2010
Para o ano?!?!?!?!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Agora não pá!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Ensino Superior
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Lanterna.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Awsome!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
I wish
domingo, 27 de dezembro de 2009
Catarina A.M.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Elástico.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
?
sábado, 12 de dezembro de 2009
You're the only one *
domingo, 6 de dezembro de 2009
Christmas
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Fim-de-Semana # 2
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Pós-Colocações
1) A FPCE começa a mostrar sinais da sua graça. Agora o único problema (se mencionar a enorme pilha de trabalho que se acumula à frente dos meus olhos) é que as minhas pálpebras ficam pesadas, e eu resisto, mas quando dou por mim já tenho os olhos fechados e, passados os dois rápidos minutos em que os consigo controlar, dou por mim de olhos fechados… outra vez. A cafeína é óptima, se não quiser dormir à noite.
2) Parece que o carro vem para a semana – Vou ter um belo menino, com o pequeno inconveniente de ser a gasolina, mas serve – afinal de contas, eu não sou uma menina limitada, por isso, lá me entenderei com a embraiagem extremamente delicada.
3) O Mickey deu-me um fim-de-semana dos que se esperam dos namoros à distância – decidi não lhe dar nas orelhinhas redondinhas e pretinhas devido à falta de mensagens e updates, e, tal como o Prof. Wolfgang disse, quando só pensamos no lado bom das pessoas (muito difícil de conseguir), essas tais pessoas são mais que perfeitas. Seja: o rapazito esteve extremamente amoroso – não esquecendo dos não-updates – vejam lá que até passeamos como os namorados dos filmes, naqueles sítios que mais sabemos nós que não são 100% verdadeiros. E apetece-me escrever muito sobre ele, mas prefiro guardar para mim (ah ah!) – deixem-me só dizer que a Minnie está em Leiria (: (e esta Minnie aqui que vos escreve também há-de estar – é um objectivo em estudo).
Portanto, pode-se dizer que estou feliz. Na passada sexta-feira estive com as meninas, o que contribuiu muito para o meu positivismo. Foi uma tarde muito bem passada – mas claro, as compras também tiveram o lugar merecido no meu humor – tenho as botas mais WOW! Ah, ah! Parece que a minha mudança de estilo veio com este positivismo todo – diz-se que agora estou índia – não índia das arábias, índia das Pocahontas – elas chamaram-me Hippie, eu chamo-me Étnica.
sábado, 31 de outubro de 2009
Damn #3
1) Notas para ir para a faculdade que quer
2) Carta de condução
3) Um rapazinho que a faça sentir-se menos problematica
Broken-Hearted Girl
“I don't wanna be without you, babe. I don't want a broken heart, don't wanna take a breath without you, babe, I don't wanna play that part. I know that I love you, but let me just say: I don't wanna love you in no kind of way, no no! I don't want a broken heart. I don't wanna play the broken-hearted girl (...).
“You say you've got the most respect for me, but sometimes I feel you're not deserving of me and still, you're in my heart, but you're the only one and yes, there are times when I hate you, but I don't complain 'cause I've been afraid that you would walk away. Oh, but now I don't hate you - I'm happy to say that I will be there at the end of the day(...).”
domingo, 18 de outubro de 2009
-
Is it enough?
sábado, 17 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
FPCE - ESGT
Vou sentir a tua falta todos os dias Mickey :)
Adoro-te.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
FPCE - UL
sábado, 3 de outubro de 2009
Means Nothing
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Profecy #1
domingo, 27 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
UpDate do DGES
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Divulgação dos resultado da 1ª fase
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
F
Candidatura
0706 – Universidade de Lisboa – Faculdade de Psicologia
9555 – Psicologia
2ª Opção: 159,6 valores
0507 – Universidade de Coimbra – Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
9555 – Psicologia
3ª Opção: 141,6 valores
1000 – Universidade do Minho
9555 – Psicologia
4ª Opção: 159,0 valores
1109 – Universidade do Porto – Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
9555 – Psicologia
5ª Opção: 143,5 valores
0804 - Universidade Técnica de Lisboa – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
9023 – Ciências da Comunicação
6ª Opção: 159,6 valores
1000 – Universidade do Minho
9023 – Ciências da Comunicação
terça-feira, 28 de julho de 2009
Criaturas
Se nós temos de aceitar o facto de não sermos a principal coisa na vossa preenchidíssima agenda de eventos sociais, porque é que vocês não conseguem compreender que tudo o que nós precisamos – note-se que é o que precisamos, não futilmente o que queremos – é um bom bocadinho de conto de fadas, com aquelas coisinhas todas amorosas que não vos custam um car**** a fazer! Mas não! Não, não, não. Não nos podem mimar, porque ficamos mal habituadas e isso jamais pode acontecer.
O que é que isto leva as criaturas do sexo feminino a fazer? Umas mandam-vos, queridas criaturas do sexo masculino, ir passear, assim, sem se chatearem mais, outras aguentam e vão aguentando e ainda existem outras que se fazem muito apaixonadas e perfeitas mas que depois vos embelezam a testa e vos enchem de mentiras e traições… Eu cá acho que a primeira namorada de todas as criaturas do sexo masculino devia ser do tipo que engana e mente. Porquê? Assim eles davam-nos, criaturas do sexo feminino perfeitamente transparentes, o devido valor que nos devia ser atribuído e, ainda mais importante, o respeito exigido pela nossa condição.
Não deviam as que aguentam levar com um grande balde de água para acordarem? Não deviam as que aguentam levar uma vacina que as fizesse ser umas perfeitas cabras para os rapazes que as massacram? Obviamente que não, pois assim deixariam de ser decentes…
Vos aguentar tudo o que fizeres, até tu não me quiseres. Gostaria imenso que tornasses a minha tarefa um bocadinho menos pesada e que me fizesses uma menina feliz. Não quero que sejas perfeito, só quero que me acompanhes.
sábado, 25 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Paper Gangsta
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
20 de Junho de 2009
Tu deste-me um beijo.
Vamos beber sete shots amanhã e jogar ao jogo da verdade?
Sentas-te comigo no banco, precisamente à uma da manhã?
terça-feira, 16 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Alergiaaaa
Pegas no teu telemóvel, vais ao Menu, entras nas Mensagens, carregas no botão para ir aos Itens gravados, escolhes os Modelos e vais encontrar um “Também de amo.”.
terça-feira, 5 de maio de 2009
You can't possibly think that 'bout me
Não me compares.
Continua a pensar que sou diferente, porque sou.
domingo, 3 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Bom dia

sexta-feira, 27 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Pela 777777ª vez
Mundo – és uma imensidão de pessoas, edifícios, ideias, palavras e personalidades: afinal o que é que tu és? Sempre, sem fases? Eu ainda não percebi se és o que és para mim, se és o que és para a tua família, se és o que és para os teus amigos ou se és para o público. És o quê?
Não quero que mudes por mim, não quero que sejas o que não és – porque afinal, foi por ti que me apaixonei, não pelo meu ideal do sexo masculino; só queria, do fundo do meu saquinho de desejos mais precisos, que fosses constante… que fosses sempre como és quando és amoroso, quando me tocas porque sim, quando me dás beijinhos paniscas na mão, quando me apareces à porta aos sábados e domingos à tarde, quando não tenho de puxar por ti para seres meu namorado…
Lembras-te daquele dia em que choveu e nós estávamos no nosso sítio de resolução de problemas e eu me fui abaixo? Lembras-te do que me disseste? Lembras-te de como te sentiste? Lembras-te de como eu me sentia? Agora sinto-me assim. Sinto que voltaste a ser a mesma coisa do que eras – lembras-te? Não te esqueças, apesar de não gostares de te sentir assim, é mesmo assim que te deves sentir – tudo o que me disseste – porque me estás a magoar outra vez.
Não preciso de desprezo, nem de te ouvir a dizer todos os meus defeitos, eu sei quais são, e garanto-te que tenho mudado muita coisa por ti, para te fazer um bocadinho mais feliz, para arranjar maneiras de te perceber melhor, as neste estado, não consigo.
Não é drama, não são lamentações.
Isto não passa de um desabafo, para ver se metes na cabeça duma vez por todas que quando estás assim, não tens razão em nada – só me fazes pensar em coisas estúpidas, fantasiar sete mil hipóteses que justificassem, mas nada justifica... nada de nada – não agora, que já estamos tão longe da partida. Não agora que eu ando a fazer decisões para ir para onde tu fores, não agora que já te tenho cá dentro.
Ouve-me.
P.s. – Não sei o que te vai na cabeça, mas garanto-te que até a tua vida me podias confiar. Se sei guardar segredos delas, muito melhor sei guardar os teus… não me entra na cabeça que ainda não sintas isto.
sábado, 21 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Ironic
Free
"Half Alive" by Secondhand Serenade
It's four AM, I'm waking up to your perfume
Don't get up, I'll get through on my own
I don't know if I'm home
Or if I lost the way into your room
I'm spiraling into my doom
I'm feeling half alive but I know one day
You and I will be free,
To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.
I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.
Well excuse me while I get killed softly,
Heart slows down and I can hardly tell you I'm okay
At least 'til yesterday,
You know you got me off my highest guard,
Believe me when I say it's hard.
We'll get through this tonight
And I know one day you and I will be free
To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.
I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.
And you touch my hand ever so slightly
(Girl we're not ready for this yet)
And the deadly look she cast upon me
I won't regret, I won't regret
I won't regret. I won't regret...
And I was trying to disappear,
But you got me wrapped around you
I can hardly breathe without you
I was trying to disappear
But I got lost in your eyes now,
You brought me down to size now.
I'm almost alive
And I need you to try and save me.
It's okay that we're dying
But I need to survive tonight, tonight
Tonight...
I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.
I need to survive tonight, tonight
sexta-feira, 6 de março de 2009
Ana Catarina Monteiro Alves
Nunca escrevi um texto sobre a tua importância. Sempre te disse o quão ligada me sinto a ti na nossa correspondência, mas sinto que tenho de dizer quem tu és.
O motivo da nossa correspondência começou por ser o Harry Potter – lembras-te? Depois tornou-se numa mistura de fantasia com realidade – de fictício e verdadeiro – de leitura e de vida. Ficámos amigas.
Ainda te lembras da primeira carta que me enviaste? Não sabias muito bem o que dizer, o que é perfeitamente normal, senti-te hesitante e fechada, mas nada que achasse menos natural. Respondi-te, talvez com palavras mais abertas que as tuas, mas isso mudou logo na segunda carta. Foi fantástica – adorei-a! Era tudo o que eu queria, tudo o que eu ansiava conhecer de ti – tu, um ser do sexo feminino tão semelhante a mim, tão “sem forma”, sem rosto, mas com tanta, tanta paixão. Senti, e continuo a sentir as tuas emoções enquanto escreves (ou parece-me sentir que sinto, mas gosto de acreditar que sim).
É verdade que nunca nos vimos. É verdade que não nos conhecemos fisicamente. É verdade que ainda há muito por descobrir. É verdade que podem pensar que somos doidas por revelarmos tanto uma da outra. Mas… não é igualmente que eu confio tanto em ti quanto possível?
Acredito-te!
Acredito no teu coração.
Acredito nas tuas crenças.
Acredito nos teus desejos.
Acredito na tua alma.
Acredito na tua raiva.
Acredito na tua frustração.
Acredito na tua lealdade.
Acredito no teu amor.
Acredito na tua amizade.
Acredito-te!
Não é TÃO verdade que te confio muito mais do que a todas as minhas outras amigas? As minhas amigas físicas, que me limpam as lágrimas? É verdade! Confio-te Catarina! Confio muito na nossa amizade. Acredito muito no nosso encontro. Anseio muito o dia em que vou poder olhar para a imensidade dos teus lindos olhos verdes – vou fixá-los durante muito tempo – o tempo todo que conseguir – vou olhá-los e descobrir tudo o que falta descobrir; vamos falar sem parar, mesmo que já tenhamos falado desse assunto nas cartas.
As cartas! Oh! Adoro as tuas cartas – Oh! Como Elas me fazem sentir leve e compreendida! Adoro, adoro! Adoro quando tenho uma encomenda de Guimarães à minha espera, a saltar de excitação para que eu lhe rasgue o corpo até lhe penetrar a alma – a alma, que é o que está por detrás de tudo o que me dizes: a confiança, a amizade, a cumplicidade, a lealdade! Não consigo acreditar, nem por um segundo, que alguém percebe a nossa ligação como eu e tu a sentimos!
Adoro. Adoro. Adoro.
Para a MINHA Catherine of Aragon !!!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Dia 5
Oito e quase meia da manhã - O caminho parece muito mais longo e triste por saber que não tinha a minha luzinha a meio caminho da escola. Atravesso a estrada, sem esperar muito; percorro a floresta e chego à tua casa. Parei um bocadinho para olhar para ela: estava fechada e estranha, via-se que estava vazia, o carro do teu pai estava na rampa, o que também me pareceu estranho, apesar de já ter pensado que estaria… Desejei ficar uma eternidade à espera de ouvir o som da tua porta a abrir, de te ver… desejei muito que me deixasses à espera, coisa que eu odeio em ti… não apareceste. Não me deste um beijo.
Por volta das oito e meia da manhã – Horrível. A escola parece mil vezes pior sem a tua mão para agarrar/sem saber que vais lá estar comigo. Acho que este ano ainda não tinha olhado para o que nos rodeia todos os dias com atenção. É tudo escuro e pobre. Cheira a não-lavado. Não gosto. Não gosto mesmo nada.
Na aula de Física o barulho não era tão intenso sem ti, faltavas tu. Faltavas tu para eu me pendurar. Faltava a tua boca para me dar um beijo. Faltavas tu para eu fazer cara feia porque o Henrique continua a embirrar comigo! Marquei dois golos no futebol, mas golos a sério, e mesmo assim ele reclamou comigo. Fui com elas para o balneário: estava irritada por causa do ‘Stor, olhei para o telemóvel e não estava lá nenhuma janelinha a dizer “Paquico Mio @”, deu-me uma quebra. Senti a garganta a apertar, um estranho calor à volta do nariz e olhei para cima…
Porra! Aula de Psicologia! Não estavas lá também. Passou-se melhor. Temos mais um trabalho, ficamos no mesmo grupo (:, o nosso tema são as emoções. A Lurdes esteve a falar connosco. Claro que falou em ti, mas depois lá me distraiu… passou-se.
Cada vez que via uma mulher loira, via a tua mãe com a pasta numa mão, a ir para o bloco dela. Mas não era. Não havia Isabel, não havia Francisco, não havia beijo. Parece que todos se lembraram de falar em ti. Até a professora de Inglês me disse: “Tira essa cara. Está quase a voltar”; mas ela disse outra coisa que é verdade: assim percebo a tua importância na minha vida; assim percebo a falta que me fazes; assim percebo o quanto gosto de ti.
Não imaginas o que é, ao fim de oito meses, ter de me separar de ti desta maneira… Mas agora vou passar o tempo todo no site do Live Cam para te ver!
Amanhã de manhãzinha vou para o Algarve… Não devo escrever no blog, não sei se lá vou ter net ou não…
Sei, sim, que me vou sentir ainda mais longe de ti, impotente e sozinha.
Não adianta rodear-me de pessoas, ninguém me completa como tu.
És tu amor, és tu a minha outra metade: sempre achei esta frase a coisa mais pirosa, ridícula e absurda para se dizer, mas é verdade! És a minha outra metade. Pertenço-te. E quero pertencer-te.
Adoro-te muito José Francisco da Silva Bastos Gonçalinho Gomes.
Adoro-te.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Dia 4
Como sabes voltei à rotina da explicação. Amanhã vêm as aulas, e aquela ficha de Matemática para a qual não estudei a ponta de um corno, mas não interessa.
Passei a tarde toda à espera que aparecesses, mas nada. Fiz panquecas do amor com gelado e esperei mais um bocadinho. Tantanana! Francisco Gomes entra no MSN, finalmente!
Hoje vou para a cama contente. Hoje vou sonhar contigo e vou ver tudo a cor-de-rosa e branco. Hoje vou-me agarrar à Minnie como se me tivesse a agarrar a ti.
Adoro-te muito meu amor.
Bons sonhos (:
P.s. – Acabei de escrever “Dia 4” – quatro? Como é que só pode ser o quarto dia sem te tocar? Impossível! Parece que te foste embora o Verão passado e ainda não voltaste. Poça meda!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Dia 3
Agora estou à espera que seja horas para ir para a Velhinha. A energia que a confusão de cores e coreografias que ninguém percebe (que é o Carnaval) e a conversa contigo ontem me deu, está-se a evaporar. Hoje andei melhorzinha, mais distraída, mas nada consegue preencher o vazio que me deixaste.
A Minnie dá-me miminhos, hoje dormi no ombro dela, com o meu nariz junto à bochecha dela. Hoje dorme comigo outra vez, apesar de a Ana vir cá dormir, dorme comigo à mesma.
Adoro-te F. (L)
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Dia 2
Foi um dia preguiçoso e sorna, mesmo enquanto estive com a minha fonte de energia, a Sílvia. A luz do sol queimou-me os olhos e bloqueou-me a alma. Não tinha vontade de andar, de estar sentada ou de falar… mas tinha vontade de correr e estar confortavelmente sentada a ter uma conversa de Homogémea.
Já tiveste a sensação de querer sair e, quando estás na rua, quereres voltar para a nostalgia do teu quarto escuro que te trás recordações e liberdade para pensar?
Já tiveste o desejo infinito de falar com alguém sobre tudo menos nada e, quando finalmente abres a boca, preferias estar no silêncio quebrado pelas vozes da televisão ou pelo suave som do computador?
Exacto!
Apetece-me tudo e não me apetece nada.
Hoje, que devias ter escrito novidades sem parar, contaste-me duas ou três porque eram demasiadas para te lembrares de uma em especial. Animei-me tanto com a mensagem do Caldeira: «Teu Homem está à tua espera na net», uma força qualquer que exerces sobre mim deu-me energia, enquanto já estava a ligar avidamente o computador, rezando para que a rede pública estivesse a funcionar. Funcionou! Consegui falar contigo e fiquei logo mais alegre. Depois fui sair com os meus progenitores e desabou tudo outra vez. Estragaram a felicidade toda que tinha! Queriam-me tirar o computador, vê lá. Como é que eu matava saudades e ganhava força e motivação sem computador para falar contigo??? Não conseguia. Morria triste e sozinha, monótona e sem interesse!
Disseram-me para não ligar ao facto de não estares cá; para me divertir e ser feliz. Mas eu prefiro pensar no que estás a fazer, e no que vamos fazer quando voltares… e prefiro ficar na minha a pensar na melhor hipótese da nossa viagem a Barcelona.
Adoro-te meu Mickey.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Dia 1
Que cantem os passarinhos num concerto sedutor e desesperado, que as flores nasçam no meio de todo um verde, que corram os brilhantes rios ao sol, que se veja o céu mais azul e puro.
Que venham as manhãs sem companhia, sem espera, sem má disposição matinal, sem mimos e sem beijos.
Que venham os meios-dias sem abraços, sem vícios, sem brincadeiras, sem mimos e sem beijos.
Que venham as tardes sem esperar, sem café, sem Coca-Cola, sem mimos e sem beijos.
Que venham as noites sem mensagens, sem brincar ao 10º ano, sem declarações, sem mimos e sem beijos.
Que venham as meias-noites sem esperar pela mensagem do “Já estou em casa.”, sem adormecer a escrever uma mensagem, sem fantasias do Algarve e da Covilhã, sem mimos e sem beijos.
Que venham os dias tristes e vazios (tão, tão vazios). Que venha o aperto na garganta e as lágrimas silenciosas, pesadas e ridículas. Que venha a vontade de te dar a mão, de olhar para ti, de discutir contigo, de me enervares e de te enervar. Que venha o desejo de te ter, de te beijar, de te apertar com tanta, tanta força contra mim. Que venham os e-mails, por favor.
É tudo tão desinteressante e tão monótono sem ti.
Quem me dera ter bebido 30 cafés para não ter adormecido. Desculpa, desculpa, desculpa.
Não estou, nem quero estar, habituada a não te ter.
Adoro-te Francisco.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
If I was a Boy
Even just for a day
I’d roll outta bed in the morning
And throw on what I wanted then go
Drink beer with the guys
And chase after girls
I’d kick it with who I wanted
And I’d never get confronted for it.
Cause they’d stick up for me.
If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted
Cause he’s taken you for granted
And everything you had got destroyed
If I were a boy
I would turn off my phone
Tell everyone it’s broken
So they’d think that I was sleepin’ alone
I’d put myself first
And make the rules as I go
Cause I know that she’d be faithful
Waitin’ for me to come home (to come home)
If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted (wanted)
Cause he’s taken you for granted (granted)
And everything you had got destroyed
It’s a little too late for you to come back
Say its just a mistake
Think I’d forgive you like that
If you thought I would wait for you
You thought wrong
But you’re just a boy
You don’t understand
Yeah you don’t understand
How it feels to love a girl someday
You wish you were a better man
You don’t listen to her
You don’t care how it hurts
Until you lose the one you wanted
Cause you’ve taken her for granted
And everything you have got destroyed
But you’re just a boy
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Homo, Homo, Homo !
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Don't!
Don’t! Because I love you.
Don’t! Because I’m trusting you.
Don’t! Because it is a bunch f lies.
Don’t! Because you know I believed.
Don’t! Because I can’t take this for much longer.
Don’t. Because you’re hurting me much more than you can imagine.
Don’t! Because I am “unconditionally and irrevocably in love with” you.
Não, não tenho vida. Entreguei-a a ti de boa vontade, mas tu não a queres. Ou queres, quando não tens mais nada para fazer. Se gostasses tanto de mim, como às vezes te dá para dizer, não fazias o que eu odeio que faças. Mas não queres saber. És dono e senhor do teu nariz, e não te interessa uma letra do que eu digo. Não percebo o que é que te passa pela cabeça. Azar, não é? Problema meu, porque tu continuas a viver a tua vidinha como queres, sem problemas… Azar o meu. Muito azar, porque, por uma questão de acaso, eu adoro-te.
Tu não deves ter noção do quanto eu te adoro, e do quanto me afeiçoei a ti, e do quando preciso de ti. Na sexta, fui ter contigo, mesmo depois daquele dia de merda que tivemos. Tive um problema, foi a ti que liguei. És a pessoa em quem mais confio, mas mesmo assim não confio, porque sei que inventas desculpas estúpidas, para coisas ainda mais estúpidas. És a pessoa em quem mais confio para contar o que não quero que os outros saibam. É em ti que vejo o Melhor Amigo, o Companheiro, o Confidente. Tu conheces-me, tanto que falaste do Twilight porque sabias que me ia animar… Não percebo. Não te percebo. Tu não me percebes?
As conversas são sempre as mesmas, as respostas nunca mudam… e o prazo de validade das nossas conversas termina sempre contigo. Eu não digo que não gostas de mim… só digo que não sabes o quanto gostas, e que não tens noção do que eu vejo em ti.
O que eu não consigo perceber, é como é que podes ser tão perfeito, e tão diabolicamente idiota dia sim, dia não. Não sei como é que consegues, mas tão depressa te adoro, como odeio.
Sabes o que me passou pela cabeça? (Ah, a minha cabeça, cheia de filmes realizados por ti. Ups) – Talvez estejas mesmo a fazer de propósito para eu me fartar de ti, porque és fraco de mais para acabar comigo. Azar. Arranja coragem. Não percebo como é que me podes responder tão mal, e depois ser tão cordeirinho para os outros. Também não é para perceber, não é? Também odeio quando não sabes dizer não. És estúpido como o caraças quando não sabes dizer não. Mostras o teu lado fraco.
Nunca percebi o que nos passa pela cabeça para gostarmos mais das pessoas que nos fazem mal, e desprezarmos a que nos fazem bem. Também não é para perceber, porque se fosse, já existiriam montes de livros sobre isso.
Andas a gozar comigo, ou então não queres que eu pense que te tenho. Eu não gosto deste jogo. Não sou boa a jogá-lo, por isso, não gosto. E o que é que isto te interessa? Nada. Estás-te completamente nas tintas, porque sabes que me tens. E tens, tens-me muito. Quero-te, no teu pólo positivo, que me fez ficar tão apaixonada por ti.
Adoro-te.
P.S. – Eu tentei falar contigo, mas não deixaste. A culpa não é minha Bichinho. Tinha de ser hoje, porque amanhã, a tua polaridade seria positiva, e eu recalcava tudo…
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Gostaria de
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
T-U-D-O. Tudo.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
7 things I hate about You
But at times I get so scared
When I think about the previous
Relationship we've shared
It was awesome but we lost it
It's not possible for me not to care
Now we're standing in the rain
But nothing's ever gonna change until you hear, my dear
The 7 things I hate about you (oh you)
You're vain, your games, you're insecure
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you
It's awkward and it's silent
As I wait for you to say
What I need to hear now
Your sincere apology
And when you mean it, I'll believe it
If you text it, I'll delete it
Let's be clear
Oh I'm not coming back
You're taking 7 steps here
The 7 things I hate about you
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you
And compared to all the great things
That would take too long to write
I probably should mention
The 7 that I like
The 7 things I like about you
Your hair, your eyes, your old Levi's
And when we kiss, I'm hypnotized
You make me laugh, you make me cry
But I guess that's both I'll have to buy
Your hand in mine
When we're intertwined everything's alright
I want to be
With the one I know
And the 7th thing I like the most that you do
You make me love you
You do (oh)

























