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sábado, 8 de outubro de 2011

tu

Tu eras fácil. Era fácil falar contigo, estar contigo, discutir contigo, fazer as pazes contigo, ser contigo... Era fácil pertencer-te, mesmo que não tenha sido no mais puro sentido da palavra. Sempre disse que eu e tu éramos mais amigos que outra coisa e, apesar do que nós fomos, isto que somos agora só me prova que afinal eras mesmo meu amigo. Tinhas muitos benefícios em ser meu amigo naquela altura, mas agora, nem por isso... e mesmo assim continuas a estar quando te chamo. Porquê? Preocupas-te, queres saber, interessas-te, mas agora não ganhas realmente nada "palpável" com isso, acho que afinal gostaste mesmo de mim! Antes estávamos tão sintonizados, foram histórias tão semelhantes... hoje estamos completamente em (des)sintonia, foi um péssimo timing. Que merda! «Sinto a tua falta». Senti sempre que as coisas se complicavam - antes não era falta de ti, era falta do que nós tínhamos, da (des)complicação... Agora sinto falta de ti. 

Claro que não te vou dizer nada disto, acho que não tenho direito nenhum para tal, mas por aqui posso dizer, até porque isto tudo pode não ser para ti. 

sábado, 24 de setembro de 2011

vazio - cheio

Tanta coisa para fazer, tanta coisa para pensar, tanta vez a acordar a meio da noite, tanta falta. Tanta ocupação, mas a primeira coisa... Tanta falta, tanta raiva, tanto nojo. Tanto amor, tanta vontade de conseguir. Tanta emoção. Tanta atenção, tanto sentido, tanta paixão. Tanta palavra, tanto silêncio, tanta ignorância. Tanta confusão, tanta dúvida, tanta incerteza. Tanta merda. Tanta felicidade, tanta tristeza. Tanto coração. Tanto medo, tanta coragem, tanta alma. Tanto tudo e tanto nada... 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Valor.

Logo vos conto uma história. É muito triste quando os pais querem limitar um filha. Muito triste mesmo... Se nem uma conversa podemos ter, para que é que me servem afinal? Para me dar dinheiro, e uma casa e roupas bonitas? Isso são tudo regalias, que, mais ou menos bem, eu ia conseguir sozinha. Ai de vocês se não me tivessem a mim. Pobres coitados, explorados todos os dias... Muito pobres mesmo. É como disse, logo vos conto uma história. Essa história vai ter um final muito feliz, pelo menos para mim. Abram a pestana. (Será que vou passar a vida a dizer esta última frase ás pessoas que mais me são queridas? Hum..) Será que quando eu for grande e sair de casa vou querer, mas mesmo querer voltar a ver-vos? Vou não é, claro que sim, mas é pela "obrigação" social ou pelas saudades? É que acho mesmo que não vou sentir falta de muita coisa... Está tudo errado.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Divórcio

Hoje ouvi pela primeira vez (isto se não tiver reprimido nenhum acontecimento ou frase no meu inconsciente) a palavra divórcio. Penso muito sinceramente que não vai acontecer, mas assustei-me. Ando francamente impossível e começo a chorar por tudo e por nada (hoje até chorei porque acordei com o sol. Acontecimento este que, em estados psicológicos e mentais naturais na minha pessoa seria muito bem-vindo, hoje fez-me ficar exageradamente infeliz.).

Engordei imenso num curtíssimo espaço de tempo (acho que é daquelas gorduras que no Inverno só se notam se andarmos com a barriga à mostra, coisa que eu não faço.), estou com barriga de grávida e nasceram-me três borbulhas! Há imenso tempo que não tinha borbulhas...

Logo agora que já me consegui lembrar do porquê de ter ido para Psicologia, e que decidi pedir musicas bonitas ao João para pôr no mp4 para aguentar melhor a viagem... Ai de mim! Quero não ter preocupações para a minha única prioridade ser o curso de Psicologia! Xiça! Quero silêncio, por favor.

P.s. - A faculdade anda melhor, muito melhor... Mas há imenso tempo que não vou ver a minha avózinha e dar o jantar ao meu avô... Isto traduzido em psico-miúdos significa que estou em conflito interno... na minha opinião é um enorme conflito! E depois claro, os pais, os irmão, as amigas, o homem... está tudo muito, muito estranho. Porquê?

sábado, 23 de janeiro de 2010

Para o ano?!?!?!?!

Hoje apercebi-me que para o ano faço vinte anos - repito VINTE anos!!! Como é que é possível? Duas décadas... Que horror! Seja: este é o meu último ano com DEZ(...) anos :o Para o ano passo a ter VINTE (e qualquer coisa) até começar a ter TRINTA (e qualquer coisa)...
HOLLY CRAP!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Awsome!

... E quando tenho vontade de estudar, quando é crucial agarrar-me ao Gleitman não me deixam estudar! Awsomeeeee! O que faço? Vou-me embora e enfio-me no carro a estudar? Não me parece.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Alergiaaaa

Isto está-me a fazer comichão desde que comprei o telemóvel.


Pegas no teu telemóvel, vais ao Menu, entras nas Mensagens, carregas no botão para ir aos Itens gravados, escolhes os Modelos e vais encontrar um “Também de amo.”.

Fácil, rápido e sem custos adicionais para quem usufrui de mensagens grátis.
Que amor é este o do século XXI?

terça-feira, 5 de maio de 2009

You can't possibly think that 'bout me

Minto por ti, por nós, o que seja, nunca a ti.

Tenho segredos contigo, não para ti.

Falo contigo, não de ti.

Não me compares.

Continua a pensar que sou diferente, porque sou.

Não te esqueças que tu já me mentiste.
Eu não, sou um livro aberto para tu leres.

Estás a ser R I D I C U L O!
Nem em ti encontras alguém tão "clear as water".

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sílvia,

tu sabes, eu sei, eles sabem - todos sabem - que nunca nos demos bem. Houve sempre rivalidade (talvez isto já veio dos tempos dos nossos irmãos), sempre fomos comparádas, sempre nos comparámos - sempre quiseste ser melhor que eu; e eu sempre quis ser melhor que tu. Sabes o que é que eu acho agora? O que tu tens de «mau», tenho eu de «bom». E o que tu tens de «bom», tenho eu de «mau». E sabes que mais? É por isso que te dei O título - MELHOR AMIGA - queres mais? Nunca tive uma Melhor Amiga a sério - tinham sempre defeitos que não podiam ser desprezados - ou não sabiam ouvir, ou não sabiam falar. Ou eram frias, ou demasiado melosas. Ou eram diferentes de mais, ou demasiado parecidas. Tu não! Tu és a minha «outra metade» feminina. Contigo sinto. SINTO, SINTO, SINTO! Sinto que confio. Sinto que Amo. Sinto que sim. Sinto que ouves. Sinto que falas. Sinto que sinto e PONTO (.)
Querias uma declaração de amor? Aqui tens. Estás feliz?
Tu afastaste-te. Tu puzeste as culpas em cima Dele, dizendo que EU me afastei. Não, não me afastei, por isso deixa-te de merdas e fica normal. Sê a Melhor Amiga que tens sido e PÁRA de pôr as culpas em cima de mim!
Estás confortavél agora? Não estejas... Eu também preciso de declarações de Amor de Amiga. Eu também espero que mandes messagens durante um dia inteiro. Não, eu não me afastei. Vê se falas comigo. A CULPA NÃO FOI MINHA.
O que é que eu SUPOSTAMENTE devia fazer?
Em que aspecto é que tenho de abrir os olhos ?
Melhor Amiga.




terça-feira, 15 de julho de 2008

BlaBlaBla

Blablabla – é o que eu oiço vindo da tua boca, por onde saem gritos sem sentido: gritos de frustração, gritos de ódio, gritos de amargura, gritos de criança – sim, porque tu tens corpo de mulher, idade de mulher, vida de mulher, mas e a cabeça? A cabeça que devias ter ganho perdeu-se no meio de tanta fraqueza; gritos de fraqueza – és fraca, choras, choras, choras; adianta? As lágrimas que te caem sem cessar pela cara abaixo resolvem todos os teus problemas, proporcionando-te um mundo perfeitamente cor-de-rosa? Não! Não, não, não!!! És fraca, o que me fortalece (discussões, conflitos, gritos incessantes, torturas psicológicas, etc., etc. ...), a ti enfraquece. Deixas-te consumir por tudo o que devias ignorar, dás tanta importância a coisinhas mesquinhas (sim, namorados – O meu namorado), que te esqueces do que devias fazer – tratar da tua família, do teu marido, dos teus pais, da tua casa – não estou a falar de limpezas, alimentação e vestuário, estou a falar de carinho, amor e atenção. Quando é que cresces? Quando é que me deixas ser feliz? Queres o quê? Que eu seja como tu?


NÃO vou fazer o que tu pensas ser melhor para mim!
NÃO vou passar a vida fechada em casa!
NÃO me vou resumir ao teu mundinho!
NÃO vou passar a vida a chorar!
NÃO vou ser como tu!


Estou tão fartinha de assistir à tua queda – tão, tão farta. Precisas de um abanão, precisas de sair, precisas que te abram os olhos. TU existes, mas é como se não existisses. Vives fechada num aquário de aberrações – tu és a atracção da «Estupidez». Tu e a tua mentalidade retrógrada, que vem muito antes dos teus pais serem projecto.

O teu refugio são os gritos, gritas, gritas e gritas. Adianta? Não. Então pára! Deixa-me viver, eu sei que a maior parte das vezes tens razão, se não sempre, mas eu gosto de errar, gosto de levar bofetadas da vida, gosto de ser FORTE. Tu e o outro enriqueceram-me a alma, sofri tanto nestas sombrias quatro paredes, que agora – agora – aguento quase tudo.

Gosto de ti, gosto dele, mas vocês não me percebem, e eu cansei de responder, de gritar, de discutir, de explicar. Queria poder falar, mas não me deixam. Gostava de poder conversar, mas não me deixam. Adorava poder ser vossa amiga, mas não me deixam.

DESISTO!

É provável que caia, e então? Eu caio, mas levanto-me. E tu??? - Tu cais e ficas lá, a lamuriar e a rastejar na merda. Depois cais num sonho cheio de floreados e cor-de-rosa, onde o mundo é perfeito e tu és uma criancinha a brincar com o que conseguiste na vida… E então?

ACORDA !

sexta-feira, 20 de junho de 2008

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Cair !

De um momento para o outro, numa sexta-feira treze dão-se quedas de muitos, muitos andares! Eu caí, logo de manhã – na manhã em que até estava motivada para fazer alguma coisa de jeito! E agora? Agora levanto-me como uma menina grande, e volto a subir cada andar, um de cada vez – mas desta vez, subo mais alto – subo para a estabilidade.


Só falta uma semana...

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sábado, 7 de junho de 2008

WTF :S

All these thoughts - they make no fucking sense !!!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Gatafunhos

Gatafunhos - é a única coisa que consigo escrever.

Já falei tanto, que não consigo falar mais.
Já gritei tanto, que não consigo gritar mais.
Já andei tanto, que não consigo andar mais.
Já chorei tanto, que não consigo chorar mais.
Já pensei tanto, que não consigo pensar mais.
Já estudei tanto, que não consigo estudar mais.
Já escrevi tanto, que não consigo escrever mais.
Já suportei tanto, que não consigo suportar mais.

Já me revoltei tanto, que não me consigo revoltar mais.
Já me preocupei tanto, que não me consigo preocupar mais.

Preciso de férias – preciso de descansar a cabeça, a voz, o corpo, os sentimentos, os olhos, as lágrimas, as preocupações e os desatinos dos outros. Preciso de me descansar..

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Outra vez ..


Vi-o a entrar por aquela porta e ser o filho da puta mais (...) !
Vi-o a sair por aquela mesma porta e fiquei estérica !
Senti (...) – Quero!

--

Vi o mundo enevoado por causa das lágrimas, e nem chorei por mim - NA PUTA DO MEU DIA DE ANOS ! Apregoei aos sete ventos o que muito poucos sabiam.. É fudido.. Vi o mundo girar à minha volta, com ela, e não tivemos de fazer um caralho! Sentei-me, ela sentou-se, ficou tudo bem, porque mesmo depois do pior (...) --

Falei com quem não falava há um ano - fiz mal? É fudido.. Não beijei, abracei, não disse coisinhas do diabo.. Fiz mal? Nope.. Eu gosto do rapazinho, damo-nos bem, porque é que não havia de ter a cabeça na perna dele? –

Gente normal, que nunca tinha visto, deram-me «melhor» os parabéns que a puta dos meus «amigos». So what? - «Gente normal» é mais civilizada que gente minha conhecida.
Foi noite boa!

--

Liguei, e ele estava com ela.. Fiz mal? Muito mal -- É fudido! Peço desculpa..
Tu sabes que queres, e se não sabias antes, ontem ficaste a saber! Se gostasses mesmo dela não dizias as cenas que dizes – não fazias as cenas que fazes.

Eu quero-te, e tu? YOU AND I WERE MEANT TO BE… Eu sou melhor que ela. Qual é a tua? Ela não tem nada que eu não tenha… Eu tenho mais que ela! É fudido…

EU é que tenho aquele nome.
EU é que moro aqui.
EU é que te vi primeiro.
EU é que faço anos naquele dia!
EU é que merecia a tua prenda.

YA?

terça-feira, 20 de maio de 2008

Amanhã, Dezassete !

TIC, TAC. TIC, TAC. TIC, TAC.

O tempo passa, qual brisa silenciosa!
Passou um ano. O pior ano - O pior! Mas já passou!
Bora ser feliz para variar? =D

Vai ser um bom ano.
Vai ser um óptimo ano.
Vai ser um soberbo ano.


ESTÉRICA !

domingo, 18 de maio de 2008

A Carta

É mais difícil juntar palavras e frases para vestir um texto quando sei que o os teus olhos o vão percorrer, despir, para tentar perceber o que está por baixo de tanta beleza... Estou a tentar escrever alguma coisa que ficará entre nós, mas ainda não passei do «Querido...,». Não sei bem o que te hei de dizer, e a tua ausência está deveras a afectar a minha capacidade literária. Era bom que, agora, me saíssem tantas palavras da cabeça como no teste sobre «Os Maias»... Mas pelos vistos, isso não vai acontecer.
Que ironia... dei o nome de «Cartas d'Amor» ao blog, e agora que chegou o momento de escrever uma carta (não de amor - na realidade não sei bem de quê), deixo-me cair na poça dos analfabetos e nada me alaga o pensamento.
O que é que te devo dizer? Se calhar devia escrever sobre o nosso passado, e tentar explicar tudo o que fiz... Ou então devia apenas dizer-te que penso em ti... Não sei. Não te conheço - talvez aches tudo uma estupidez, uma mentira grande e feia.