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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

assim vale a pena

Nesta área, que tem muito mais a ver com as pessoas que todas as outras, é muito mais gratificante aprender com um professor que inspira do que com um professor que ensina o que posso encontrar em livros. É depois de ouvir/ler professores assim que subo mais um degrau da infinita escada que sou eu, enquanto pessoa e enquanto futura psicóloga. Nada é melhor do que, depois de dois dias e 307 páginas, sentir que a leitura me fez evoluir e perceber melhor. Digam o que disserem, muito especificamente neste curso, estes professores são indispensáveis porque nos fazem pensar e reflectir sobre o que somos e, como aprendi, sem saber o que somos e como funcionamos, nunca vamos saber como funcionam os outros e, consequentemente, não os vamos conseguir ajudar, pelo menos ao nível que, penso eu, todos queremos atingir. Assim vale a pena ouvir falar de mil assuntos que vão todos de encontro ao mesmo, assim vale a pena ficar sentada numa cadeira desconfortável duas horas seguidas. Assim vale muito a pena andar a estudar para ser Psicóloga, porque de vez em quando, lá aparecem os professores dos quais me vou lembrar como os que ajudaram a construir a profissional que vou ser, e não os que davam longos discursos sobre teorias que, no fundo, vão ser o que menos interessam em intervenção. Assim vale a pena, mesmo muito a pena!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

2011




O primeiro de 2011 tinha de ser qualquer coisa.
E aqui está! Só a fotografia bastava mas... Aqui vamos nós:

Dois mil e dez foi um ano estranho. Foi um ano mesmo muito, muito estranho. Tão estranho que só me consigo aperceber mesmo do que aconteceu quando revejo textos, ou fotos, ou publicações no Facebook. É que parecendo que não, (...).

(...)* O primeiro de 2011 tem de ser realmente qualquer coisa, por isso não vamos falar de coisas más. Nem de más, nem de boas, porque todas as boas que vieram, foram derivadas das más. Quero só deixar aqui registado que conheci pessoas fantásticas ao longo deste ano. Fiz AMIGAS para a vida, e aprendi mais em seis meses do que, pensava eu, seria humanamente impossível. Andei, andei, e lá consegui voltar a um estádio aceitável...

E cá estou eu! BOM 2011. Principalmente para mim!

sábado, 31 de outubro de 2009

Broken-Hearted Girl

“You’re everything I thought you never were and nothing like I thought you could have been - But still, you live inside of me, so tell me how is that? You're the only one I wish I could forget, the only one I love to not forgive and though you break my heart, you're the only one. And (...) there are times when I hate you - 'cause I can't erase the times that you hurt me and put tears on my face – (...) even now, while I hate you, it pains me to say «I know I'll be there at the end of the day».

“I don't wanna be without you, babe. I don't want a broken heart, don't wanna take a breath without you, babe, I don't wanna play that part. I know that I love you, but let me just say: I don't wanna love you in no kind of way, no no! I don't want a broken heart. I don't wanna play the broken-hearted girl (...).

“You say you've got the most respect for me, but sometimes I feel you're not deserving of me and still, you're in my heart, but you're the only one and yes, there are times when I hate you, but I don't complain 'cause I've been afraid that you would walk away. Oh, but now I don't hate you - I'm happy to say that I will be there at the end of the day(...).”
Beyoncé Knowles - Broken-Hearted Girl

sábado, 21 de março de 2009

9


domingo, 15 de março de 2009

Too much reading

VAMPIRE INSTINCT

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Yupi ! Yupi ! Yupi ! :D



Sílvia. Francisco.
Francisco. Sílvia.



Sou feliz. Sou feliz porque vos tenho.
Devo ser a pessoa mais sortuda do mundo.
São vocês. Tu e tu. Vocês!


terça-feira, 21 de outubro de 2008

Puro Sorriso.




Adoro-te Francisco.
Juro que ÉS tu.
Hoje, amanhã e sempre.






(Foste a bestinha mais querida. Obrigada amor.)






Quatro.

domingo, 12 de outubro de 2008

1/2 do nosso (meu) Amor

Quando te fiz aquela pergunta estava à espera de uma resposta. Tu, que me julgas tanto por não saber falar, por só dizer as coisas por mensagens e por guardar tudo o que devia dizer logo, não me soubeste responder. Disseste qualquer coisa a ver com «mimada». Será possível que ainda não tenhas percebido que fico assim quando fazes o que eu gostava que tu mudasses? Não, não percebes porque nem pensas nisso – duvido que penses que a culpa é tua quando temos algum problema (ao menos não é isso que mostras), porque na tua cabecinha eu sou a mimada, eu é que arranjo problemas, eu é que amuo, eu é que sou a pita. Estás tão seguro de ti que é completamente inconcebível pensares que andas a fazer alguma coisa mal. Não fazes. É isso que fazes mal: não fazes. Não me mandaste uma mensagem porque não estava lá e depois não te deu jeito. Não me foste buscar porque era longe e estavas confortavelmente sentado a fumar um cigarro, e porque não apeteceu. Não vieste ter comigo porque estavas no café. E hoje nem me disseste nada porque estavas ocupado. És um amor, mas não para mim. Quando eu te perguntei se era a sério riste-te. E eu, feita estúpida, continuei agarrada a ti. Palerma sim, mesmo palerma. Não vejo onde é que está a inteligência em gostar de alguém que não nos dá o que queremos, que se está completamente a cagar - estas-te a cagar, sim. A verdade é que és tudo o que eu não queria que fosses, e porque é que gosto de ti? Não sei, mas já nem é «gostar» – tu? Tu gostas de mim como eu gosto de vestidos, sapatos e malas, e de ir beber um cafezinho (faz-te lembrar alguma coisa?) – é fodido. O Amor é mesmo fodido. Mas quem o fode somos nós. Sabes quando é que o amor é mesmo fodido? Quando só há 1/2 d'Amor, que é o que acontece connosco. Dizes que não é medo, mas é. Se calhar és assim porque tens medo de sofrer outra vez – pelo que sei, da outra vez não te passou depressa. Tenho de pagar por isso durante quanto tempo? … Estou farta de ser sempre eu. (Não, hoje já nem era para mandares mensagem, só queria que me tivesses dito para irmos sair, mas não, palermice a minha, tens uma vida tão ocupada, mas não por minha causa.) Penso. Penso muitas, muitas vezes o que é que posso fazer para nos melhorar, e tenho conseguido, mas não me deixas continuar, fazes sempre qualquer coisa que me deixa com o pé atrás. Pormenores. Tem tudo a ver com pequeninos pormenores que te passam ao lado. Passa-se alguma coisa? Não, nada. Estou a fazer um esforço para ser como tu. A diferença é que me custa fazer isto e a ti não. Esqueceste-te das promessas que fazes. E já nem deves dar importância quando eu digo que te adoro – digo-o demais. Gostava que gostasses de mim. Gostava de sentir que gostavas de mim sem ser «às vezes», mas tu não deixas. Ou porque não gostas, ou porque não percebes o que fazes (porque eu nunca to fiz), ou porque te queres defender. Mas defender de quê? – Tudo o que te disse – tudo – era a sério, mesmo quando me rir, e quando brinquei – quis dizer todas as palavras que te disse. Mas não importa, pelo menos para ti. O pior disto tudo, é que já não me vejo sem ti. Aquela quarta-feira custou-me, enquanto que tu estavas na boa, sem querer saber. Ao princípio podia perceber o porquê de te afastares, mas agora? Agora não. Depois do que já me disseste, não. Ou és um grande actor ou puseste a tua protecção de lado uns minutos. És frio comigo. És péssimo para mim. Digo-te a brincar, mas é verdade. Queres que não tenha medo? Tenho sim, morro de medo, mas com motivos. Ao contrário de ti, que te pavoneavas ao dizer que não deixavas que os teus medos atrapalhassem a nossa relação. Mais uma treta. Nunca te dei motivos para teres medo de nada. Desde o principio que te dei tudo o que queria que me desses a mim, mas nunca percebeste. Tudo o que há entre nós és tu que metes – medos, pessoas, duvidas, inseguranças. Tudo tu. Eu tento ser compreensiva. Eu até de pergunto se queres ir ter com eles em vez de estar comigo, arranja lá uma namorada que faça isso e que goste de ti como eu gosto. Eu até deixei de pôr o que escrevo aqui – por ti, só porque não gostavas. Tão palerma… É amor, é tudo culpa do amor que sinto por ti, se não estava-me a cagar para as tuas mensagens, para a tua companhia, basicamente para ti... Não gozes comigo José Francisco, vê se ganhas juízo e começas a reparar em mim.
(Vês? Não dá... Não dá porque não queres.)

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Até já, Adoro-te.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

terça-feira, 22 de julho de 2008

segunda-feira, 21 de julho de 2008

#1

Conversámos. Lembraste? Lembras-te da minha cabeça na tua perna esquerda, da minha voz (que me soava tão distante) a contar-te tudo – tudo o que havia para saber sobre o ano que tinha passado sem nos falarmos? Lembraste de termos ficado tão próximos que chegaste a pensar que ia acontecer qualquer coisa naquela noite? Lembro-me de ter ficado com a cabeça junto da tua. Lembro-me de não perceber o porquê de estar ao pé de ti (logo de ti), a falar de coisas que me parecem tão insignificantes agora, mas não me importei. Ouvia-te longe, mas ouvi-te, ouvi-te e bebi cada palavra que disseste... Lembro-me de sentir a minha mão agarrada à tua, outro acontecimento estranho, mas continuei a não querer saber. Lembro-me, lembro-me.

Passou um mês. Um mês teu. Um mês de café. Um mês de incertezas. Um mês de dúvidas. Passei tanto tempo perto de ti, sem perceber, sem te ler… Mas estavas desfocado – tão desfocado. E eu, eu estava numa luta interna, a lutar contra o que sentia (ainda bem que não a ganhei): pensava que não gostavas de mim, que passavas tanto tempo comigo por alguma razão que não fosse a que eu desejava (ainda bem que me enganei). Passou um mês inteirinho, um mês em que esqueci; esqueci o que não me fazia falta ter. Foste o meu salvador, e agradeço-te tanto por isso!


Beijámo-nos. Do que antecedeu essa noite, lembro-me de ter pensado «não passa de hoje», mas acho que não pensei a sério. Não sabia o que querias, nem se querias alguma coisa. Passei a noite encostada a ti, involuntariamente, mas passei. Já tinha acontecido tanta coisa entre terceiros, que deixei de pensar, mas aconteceu. Nós e os banquinhos, os banquinhos e nós. Beijaste-me, beijei-te, beijámo-nos. Foi um bom começo de Verão; um óptimo começo de Verão. Mas no dia a seguir ainda não sabia o que querias… Isso são histórias do íris. Lembras-te?

Desde isso, passou mais um mês. E que mês… Já aconteceu tanta coisa, que por vezes me parece muito mais que um mês; mas tem passado tão depressa, que das outras vezes me parece muito menos que um mês.

Estás C R E S C I D I N H O. Às vezes (muito de vez em quando) sinto-te mais maduro que eu, com mais cabecinha, com opiniões mais definidas que as minhas, com atitude. E agora, que me fizeste acreditar, sinto-te como te quero, sinto-te como o melhor de ti deve ser, porque não te consigo ver melhor do que estás agora. [Meu puto :$] Envolves-me em ti. Vicias-me em ti. Tu, tu, tu. Gosto! Gosto até do teu jeitinho de bruto-querido com a mania que manda. :$ Adoro-te!

PRESENTE. Já percebi Amor !
Confio, sim.


Sinto-me!

Tens-me feito bem - muito bem. Estás-me a fazer evoluir, estás-me a fazer crescer.
Já não me sinto insegura. Já não tenho dúvidas… E já não vou dizer que não.
Quero tempo, quero muito tempo contigo.
Quero-te, quero-te, quero-te.
É PAIXÃO !





Adoro-te F r a n c i s c o.