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segunda-feira, 25 de julho de 2011

póixe..

Passado pouco mais de um mês, continuo sem saber. Sabes-me bem, mas também me cais tão mal... Eu estou a cumprir, ai se estou a cumprir!!! Mas e tu?

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

2011




O primeiro de 2011 tinha de ser qualquer coisa.
E aqui está! Só a fotografia bastava mas... Aqui vamos nós:

Dois mil e dez foi um ano estranho. Foi um ano mesmo muito, muito estranho. Tão estranho que só me consigo aperceber mesmo do que aconteceu quando revejo textos, ou fotos, ou publicações no Facebook. É que parecendo que não, (...).

(...)* O primeiro de 2011 tem de ser realmente qualquer coisa, por isso não vamos falar de coisas más. Nem de más, nem de boas, porque todas as boas que vieram, foram derivadas das más. Quero só deixar aqui registado que conheci pessoas fantásticas ao longo deste ano. Fiz AMIGAS para a vida, e aprendi mais em seis meses do que, pensava eu, seria humanamente impossível. Andei, andei, e lá consegui voltar a um estádio aceitável...

E cá estou eu! BOM 2011. Principalmente para mim!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Fim-de-Semana # 2

... Foi bastante agradável. Possivelmente mais agradável do que o Fim-de-Semana # 1, mas tal comparação seria injusta visto que o Fim-de-Semana # 1 não chegou a dois dias completos e este Fim-de-Semana # 2 teve uma noite de Sexta-Feira, um Sábado, um Domingo, uma Segunda-Feira, uma Terça-Feira, uma manhã de Quarta-Feira e muitos acontecimentos marcantes (mais literalmente do que seria desejável) para partilharmos.
"Eu acho que sim... Tu achas que não?"
"Acho que sim... mas já pensava que não."
(: Pu(n)to Multijet volta já daqui a um dia :)
Adoro-te Piqueno Grande (meu) Homem

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Pós-Colocações

(...) E as coisas lá começaram a entrar nos eixos.
Depois de tudo o que não foi publicado neste blog e se encontra
neste momento espalhado por aí em folhas soltas,
lá consegui dar o mínimo de ordem à minha mais recente fase.

1) A FPCE começa a mostrar sinais da sua graça. Agora o único problema (se mencionar a enorme pilha de trabalho que se acumula à frente dos meus olhos) é que as minhas pálpebras ficam pesadas, e eu resisto, mas quando dou por mim já tenho os olhos fechados e, passados os dois rápidos minutos em que os consigo controlar, dou por mim de olhos fechados… outra vez. A cafeína é óptima, se não quiser dormir à noite.

2) Parece que o carro vem para a semana – Vou ter um belo menino, com o pequeno inconveniente de ser a gasolina, mas serve – afinal de contas, eu não sou uma menina limitada, por isso, lá me entenderei com a embraiagem extremamente delicada.

3) O Mickey deu-me um fim-de-semana dos que se esperam dos namoros à distância – decidi não lhe dar nas orelhinhas redondinhas e pretinhas devido à falta de mensagens e updates, e, tal como o Prof. Wolfgang disse, quando só pensamos no lado bom das pessoas (muito difícil de conseguir), essas tais pessoas são mais que perfeitas. Seja: o rapazito esteve extremamente amoroso – não esquecendo dos não-updates – vejam lá que até passeamos como os namorados dos filmes, naqueles sítios que mais sabemos nós que não são 100% verdadeiros. E apetece-me escrever muito sobre ele, mas prefiro guardar para mim (ah ah!) – deixem-me só dizer que a Minnie está em Leiria (: (e esta Minnie aqui que vos escreve também há-de estar – é um objectivo em estudo).


Portanto, pode-se dizer que estou feliz. Na passada sexta-feira estive com as meninas, o que contribuiu muito para o meu positivismo. Foi uma tarde muito bem passada – mas claro, as compras também tiveram o lugar merecido no meu humor – tenho as botas mais WOW! Ah, ah! Parece que a minha mudança de estilo veio com este positivismo todo – diz-se que agora estou índia – não índia das arábias, índia das Pocahontas – elas chamaram-me Hippie, eu chamo-me Étnica.

sábado, 31 de outubro de 2009

Broken-Hearted Girl

“You’re everything I thought you never were and nothing like I thought you could have been - But still, you live inside of me, so tell me how is that? You're the only one I wish I could forget, the only one I love to not forgive and though you break my heart, you're the only one. And (...) there are times when I hate you - 'cause I can't erase the times that you hurt me and put tears on my face – (...) even now, while I hate you, it pains me to say «I know I'll be there at the end of the day».

“I don't wanna be without you, babe. I don't want a broken heart, don't wanna take a breath without you, babe, I don't wanna play that part. I know that I love you, but let me just say: I don't wanna love you in no kind of way, no no! I don't want a broken heart. I don't wanna play the broken-hearted girl (...).

“You say you've got the most respect for me, but sometimes I feel you're not deserving of me and still, you're in my heart, but you're the only one and yes, there are times when I hate you, but I don't complain 'cause I've been afraid that you would walk away. Oh, but now I don't hate you - I'm happy to say that I will be there at the end of the day(...).”
Beyoncé Knowles - Broken-Hearted Girl

domingo, 10 de maio de 2009

domingo, 19 de abril de 2009

Cath's Update





+



=



sábado, 21 de março de 2009

9


sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Gostaria de

Gostava muito de te escrever um texto bonito, mas não tenho nada para dizer.
Gostava muito de te dar um beijinho (muito inho), mas não estás aqui.
Gostava de te poder dizer que te adoro, mas não ias ouvir.
Por isso, digo daqui nada.

sábado, 8 de novembro de 2008

T-U-D-O. Tudo.

És-me. És-me muito, amor. És-me tudo, meu amor.
Não gosto de estar sem ti. Custa. Custa muito não te poder ter sempre que quero, não te poder abraçar, não poder dizer.
Custa tanto não olhar para ti. És-me.
És-me Francisco.
Tudo.
És tudo.
És tudo o que eu quero.
Tens tudo o que eu quero.
Quero o teu amor.
Quero o teu olhar.
Quero o teu abraço.
Quero tudo.
Sempre...
Um sempre muito grande.
Num para sempre que não acaba.
Adoro-te. Adoro-te muito.
Francisco.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Yupi ! Yupi ! Yupi ! :D



Sílvia. Francisco.
Francisco. Sílvia.



Sou feliz. Sou feliz porque vos tenho.
Devo ser a pessoa mais sortuda do mundo.
São vocês. Tu e tu. Vocês!


terça-feira, 21 de outubro de 2008

Puro Sorriso.




Adoro-te Francisco.
Juro que ÉS tu.
Hoje, amanhã e sempre.






(Foste a bestinha mais querida. Obrigada amor.)






Quatro.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Fairy Tale

Príncipes.
Sonhos realizados.
Flores e chocolates.
Olhares apaixonados.
Promessa cumpridas.
Telepatia de sentimentos.
Abraços que doem só de pensar.
Amores completamente correspondidos.



Estas coisas não existem… ou já não existem. Miguel Esteves Cardoso tem razão, já não há casais como antigamente. Contam-se os minutos até sermos expulsos pela força do poder dos pais. Já ninguém corre o risco de chegar tardíssimo só por mais um beijo. Já não há príncipes, ou nunca houve - daqueles que se vêm nos filmes em cima de um cavalo branco. Já não há histórias de Amor. Mandam-se frases para o ar, que acabam por cair no chão. As promessas acabam por não ser cumpridas. Já não se fazem esforços.


Existem, sim, momentos – pouquíssimos – em que algo parecido a uma página de um romance acontece: o antes da hora. O brincar às escondidas. O dizer mentirinhas. A meia hora de atraso. O abraço mais forte. As mãos debaixo da mesa. Os verdadeiros «Adoro-te» (quando sentimos que sim). O corpo a corpo. Os segredos. As palavras bonitas. O sentir. O apetecer dizer “Gosto de ti”. O amar. O querer. O beijo que arrepia.

Existem demasiados rapazes com o superego elevado. Depois dizem que é feitio. Mentira. Tudo tretas. Se sentem, querem dizer, não é? Não consigo compreender como é que alguém gosta de uma pessoa sem querer estar sempre a dizer – estupidez a minha? Capaz…

Há casamentos porque tem de ser. Casamentos por interesse. Casamentos de meses. Casamentos de infidelidade. Mas também há de amor, fidelidade, que chegam às bodas de ouro, não há? Por favor, digam-me que sim. (P.S. – Eu quero, sim.).

Já não há surpresas. Já não há paciência. Já não há compreensão. Já não há motivação. Já não há esforço. Mas eu vou continuar a tentar… (Who cares? I do.)


Já ninguém diz, pelo menos, adoro-te, durante um “bom momento”? Já ninguém oferece flores com o único motivo do: «Porque gosto de ti.»? Eu sou a única que diz “gosto de ti” só por sim? (estúpida). E, pelo amor da santa, já ninguém faz o que devia? Ai, mundo. Mundo estúpido. Vai-te f****.

Habituei-me, mas não gosto deste hábito.

Já chega. Fim.









(Adoro-te. Adoro-te tanto que dói. Dói quando temos um dia menos óptimo. Adoro-te. Adoro-te tanto que não largo o Fluvi durante a noite, só porque o meu inconsciente o deve associar a ti. Adoro-te. Adoro-te tanto que já nem me importo de ceder – mas deixa-me insegura. Adoro-te. Adoro-te tanto que me habituei aos teus «quero lá saber». Adoro-te. Adoro-te tanto que podia ser tua. Sim, hoje, amanhã e sempre. Adoro-te. Adoro-te tanto que tenho escrito em papeis que acabam queimados. Adoro-te. Adoro-te tanto que fico choninhas e escrevo textos mete-nojo. Adoro-te Francisco. Adoro-te tanto...)