Gostava de ter vontade. Vontade para escrever, para mimar, para surpreender, para inventar, para criar. Gostava de ter vontade, a vontade que um dia tive. Sinto-me que ma roubaram, como se quisessem a exclusividade do que eu um dia fui e hoje deixei de ser. Antes pensava que era falta de tempo, mas não é. Tenho imenso tempo para investir no amor e nas amizades, mas não me apetece... Não me apetece fazer prendinhas bonitas para ninguém, nem fazer mil planos para nos juntarmos. Tiraram-me a vontade. Já nem para escrever tenho vontade... Antes tinha tanta... A vontade é a paixão que se foi. Era apaixonada por tudo, e agora estou cada vez menos. Se calhar é por saber que não vale a pena, ou então por ter medo que não valha a pena. Estou estragada. Estragaram-me e eu acho que nunca mais me volto a arranjar. Estou feliz, muito feliz, mas gostava de ser como um dia fui. Não é falta de tempo. O tempo foi passando e eu deixei de acreditar... Preciso da minha inocência de volta, mas essa ninguém ma pode devolver...
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
tu
Tu eras fácil. Era fácil falar contigo, estar contigo, discutir contigo, fazer as pazes contigo, ser contigo... Era fácil pertencer-te, mesmo que não tenha sido no mais puro sentido da palavra. Sempre disse que eu e tu éramos mais amigos que outra coisa e, apesar do que nós fomos, isto que somos agora só me prova que afinal eras mesmo meu amigo. Tinhas muitos benefícios em ser meu amigo naquela altura, mas agora, nem por isso... e mesmo assim continuas a estar quando te chamo. Porquê? Preocupas-te, queres saber, interessas-te, mas agora não ganhas realmente nada "palpável" com isso, acho que afinal gostaste mesmo de mim! Antes estávamos tão sintonizados, foram histórias tão semelhantes... hoje estamos completamente em (des)sintonia, foi um péssimo timing. Que merda! «Sinto a tua falta». Senti sempre que as coisas se complicavam - antes não era falta de ti, era falta do que nós tínhamos, da (des)complicação... Agora sinto falta de ti.
Claro que não te vou dizer nada disto, acho que não tenho direito nenhum para tal, mas por aqui posso dizer, até porque isto tudo pode não ser para ti.
Atalhos:
:),
?,
Barbaridades,
Palermices,
Refúgios
sábado, 24 de setembro de 2011
vazio - cheio
Tanta coisa para fazer, tanta coisa para pensar, tanta vez a acordar a meio da noite, tanta falta. Tanta ocupação, mas a primeira coisa... Tanta falta, tanta raiva, tanto nojo. Tanto amor, tanta vontade de conseguir. Tanta emoção. Tanta atenção, tanto sentido, tanta paixão. Tanta palavra, tanto silêncio, tanta ignorância. Tanta confusão, tanta dúvida, tanta incerteza. Tanta merda. Tanta felicidade, tanta tristeza. Tanto coração. Tanto medo, tanta coragem, tanta alma. Tanto tudo e tanto nada...
sábado, 10 de setembro de 2011
Estás louco.
Força é fazer teatro para as pessoas que te viram a chorar por minha causa? É fingires que vens falar porque tem de ser em frente a pessoas que tiveram de te aturar uma noite inteira a ouvir-te dizer que ainda gostavas de mim e a ouvir infinitas perguntas que diziam todas o mesmo: "Achas que ela ainda gosta de mim?" Quem é que tu achas que enganas? Enganas-te a ti? Achas que esta atitude te vai levar a algum lado? Andas a arranjar maneira de eu perder a calma toda. Não entendo, essa cabecinha deve estar quase em papa... Para te armares em forte? A sério? Nós depois falamos sobre isto, lol, dá piada. Tão, tão fraco. Tão, tão enganado. Tão, tão infantil... Estás louco, completamente louco!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Resposta: não sei
Parece que o não sei tem mais sentido do que eu ou tu imaginámos. Eu também não sei, mas vou saber depois de conversar contigo, vai-me tirar as duvidas todas e acho que vai acontecer o mesmo contigo. A falar é que as pessoas se entendem, e tu já devias ter entendido isso... Da última vez foi tanta distorção, tanta passagem de informação que nos manteve separados tanto tempo. Como é que voltas ao mesmo erro? Conversa comigo para sair este peso. Não sei...
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Sufoco
A espera está a dar cabo de mim. Tenho duas ideias muito definidas do que vai acontecer. Não há meios-termos. Ou é ou não é. Estou decidida, mas a vontade não muda.. Ficar. Quero ficar, apesar de não acreditar em mudanças. Quero-te a ti, apesar... Quero mas também posso não querer. Quero, mas não assim. Depende tudo de ti, isso irrita-me. Só que que chegues, sentar-me contigo em qualquer lado e dizer tudo, sem paninhos mansos e sem dramas, sem discussões. Precisamos de conversar, quero tanto conversar, mas esta espera.. esta espera dá cabo de mim, tu dás cabo de mim. Sinto-me pesada como nunca, não sei o que se passa desse lado, e é uma frustração enorme. Tenho medo que não venhas e não queiras, mas eu não quero saber de ti agora, só preciso de conversar para me livrar disto tudo. Colabora. Isto está-me a sufocar, não gosto.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Fran
Não quero nada que acabe. Não quero desistir outra vez. Não quero ficar sem ti outra vez. Não te esforças, não mostras o mínimo interesse mas eu continuo a "saber" que gostas de mim. Não sei se vale a pena continuar a insistir, não sei até que ponto consigo aguentar e muito menos sei se isto tudo vale a pena, eu só sei que não quero ficar sem ti. Erro muito, eu sei que sim. Critico-te muito, demais... só queria que tu também que criticasses a mim, que mostrasses que te preocupas... Que te importas connosco... Se calhar estou enganada e nada disto continua a ser verdade...
Dê no que isto der, só sei que te amo e quero ficar contigo. Faz-me feliz, faz-me sentir bem, faz-me ser tua namorada outra vez. Adoro-te - muito, tanto, é difícil... Não nos entendemos de maneira nenhuma, mas eu quero muito, muito ficar contigo. Vou ter muita pena se desistires, mas não te vou tentar puxar mais para mim... Quero tanto que nos deixes tentar, que tu tentes... Quando eu fui dormir contigo a primeira vez em L disseste-me que também querias muito que desse certo, então faz dar certo Francisco. Essa noite foi tão boa, foste tão meu namorado, senti tanto que gostavas de mim... Nós juntos somos... :)
Têm acontecido coisas que me têm deixado feliz e gostava tanto que tu fizesses parte da fase boa que está a passar por aqui... Não me sinto chateada contigo, fico irritada, depois passa. É amor.. Vem falar comigo, vem..
Gosto de você, como macaco gosta de banana.
Não entendo...
segunda-feira, 25 de julho de 2011
póixe..
Passado pouco mais de um mês, continuo sem saber. Sabes-me bem, mas também me cais tão mal... Eu estou a cumprir, ai se estou a cumprir!!! Mas e tu?
Atalhos:
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Comichão,
F,
Fairy Tale,
Puro Amor,
Uma Espécie d'Amor
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
O Amor é Ridículo
Deixar de falar com o homem é ridículo. Mas é preciso.. É como o amor. O amor é ridículo, as pessoas ficam ridículas, completamente fora de si! O amor é ridículo mas é preciso.
- Só gostava de o poder esquecer.
- Então esquece.
- Não consigo, tinha de esquecer que alguma vez gostei dele.
- Então acaba com ele e esquece.
- Isso assim não resulta. Eu não o quero esquecer!
- Acabaste de dizer que gostavas de o esquecer.
- Gostava. Mas era esquecer que namorei com ele, e que gostei dele.. Agora assim não o quero esquecer. Eu gosto muito dele.
Apagar-te, a ti e ás tuas coisinhas de bipolar. Apagar-te. Era o que eu queria. Agora assim, esquecer-te? Nem pensar! Gosto muito de ti, só que hoje não. Nem ontem, nem hoje, nem amanhã. Isto porque já sei que isto se vai arrastar. És mesmo estúpido! Tu também gostas de mim meu grande falso! Tens a mania, é o que é. Paizinho... meu amorzinho... :) NÃO! És um idiota! Havia de te dar a maior azia que alguma vez alguém teve! E uma grande caganeira também, tão grande que tinhas de passar horas seguidas com o rabinho de fora a trazer mau cheio ao mundo. O teu rabinho.. Pfff, és mesmo idiota!
Estúpido todos os dias! Mas sabes? Ontem fiquei contente, porque não tive a mínima vontade de ti, e a culpa é tua, por isso até me sinto bem com isto. Fica para aí que eu fico aqui, e muito bem! BANG!
Feliz dia dos namorados idiotas. És o maior namorado idiota do mundo.
E não, hoje não gosto de ti.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Psicologia?!?
Sempre achei que, em certos casos, a ignorância é uma coisa muita boa! Saber o que são falsas memórias e perceber a facilidade com que elas se formam é assustador. Saber a vulnerabilidade da mente humana, coisa complexa, face à influência social é francamente assustador... Saber que os juízes dos estados americanos conseguem evitar a etnia do acusado, mas não conseguem deixar de ser influenciados pelas características africanas da face das pessoas (damn), é... Nem sei o que é... Saber tanta coisa sobre mim, sobre ele, sobre elas... É deveras assustador. Eu até sei o que fazer para adormecer mais depressa, mas nem isso resulta comigo.
Manutenção das relações? C'uns diabos, para que te quero eu? É giro saber... Mas saber e não conseguir evitar? Sim self-handicapping, conheço-te tão bem... sim procrastinação, sei como te evitar... Mas e fazer? Porra, é mesmo complicado. Eu gosto de saber, não gosto é de não saber...
Será que é por todos os estudantes de Psicologia um dia sentirem isto que acabamos todos maluquinhos? Ahhh, uma futurissima Doutora Psicóloga a dizer maluquinhos... mas é verdade... antes de ser estudante de Psicologia, sou pessoa, e como pessoa não vou estar a debitar matéria de livros aos outros, nem vou estar a evitar palavras só porque "fica mal"... Uma vez uma senhora disse-me que esta é uma profissão isoladora... Olham para nós, e falam connosco como se tivéssemos os pózinhos-pri-lim-pim-pins para a felicidade. NÃO TEMOS! Se não, fazíamos do mundo um lugar cheio de cores "algodão-doce", não era? Ninguém aqui tem gosto em manter a infelicidade dos outros... muito menos a nossa.
Se calhar, saber estas coisas (por tão pouco que seja) torna-me resistente a todos os métodos, estratégias, terapias e afins... Talvez, por saber, não me deixo influenciar... Porra pá, eu que sempre quis ser hipnotizada, fazer regressão... PORRA!!!
Ai Psicologia, para que te quero? E para que raio me queres a mim?
Atalhos:
?,
Ensino Superior,
Grrrrrrrr,
Psicologia
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
2011

O primeiro de 2011 tinha de ser qualquer coisa.
E aqui está! Só a fotografia bastava mas... Aqui vamos nós:
Dois mil e dez foi um ano estranho. Foi um ano mesmo muito, muito estranho. Tão estranho que só me consigo aperceber mesmo do que aconteceu quando revejo textos, ou fotos, ou publicações no Facebook. É que parecendo que não, (...).
(...)* O primeiro de 2011 tem de ser realmente qualquer coisa, por isso não vamos falar de coisas más. Nem de más, nem de boas, porque todas as boas que vieram, foram derivadas das más. Quero só deixar aqui registado que conheci pessoas fantásticas ao longo deste ano. Fiz AMIGAS para a vida, e aprendi mais em seis meses do que, pensava eu, seria humanamente impossível. Andei, andei, e lá consegui voltar a um estádio aceitável...
E cá estou eu! BOM 2011. Principalmente para mim!
Atalhos:
:),
:\,
:$,
:D,
?,
Amizade,
Epílogo,
F,
Fairy Tale,
Força,
Gargalhadas,
Grrrrrrrr,
L.O.L.,
Lágrima ao Canto do Olho,
Lalala,
Os Sete Mundos Que Nos Separam,
Paixão,
Palermices,
Passos,
Sorriso
segunda-feira, 7 de junho de 2010
In and out of love
Se tu tivesses coragem para me dizeres as coisas como elas são, já nos tínhamos resolvido há muito tempo. Se tu tivesses coragem para me perguntar o que queres saber, já te tinha respondido, sem estar a gozar com a tua cara. Se tu tivesses vindo logo falar comigo, as coisas não eram como são agora. Se tivesses coragem para conversar comigo, já te podia chamar quando precisasse, sem medo que não viesses. Se tu fosses uma pessoa menos fraca, já eramos amigos e eu já não sentia que te podia mentir. Se tu um dia me explicares, vou deixar de acreditar que não te conheço, porque não consigo acreditar em ti, agora. Se tu falasses comigo a sério, eu ia dar razão a mim mesma quanto ao que tu sentes. Se tu um dia ganhares força para nos resolver… it’ll be easier to let go what is hauting you now, and it’ll be much easier to fall out of love. É fodido, não é? lool

Atalhos:
?,
F,
Os Sete Mundos Que Nos Separam
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Força
Muita, muita força para mim, que bem preciso... Hoje esteve menos frio, é uma coisa positiva. Ainda respiro e só me dói um bocado a cabeça, é outra coisa positiva. Amanhã não posso trajar, que coisa tão negativa! Preciso de muito, muito mimo neste momento...
segunda-feira, 19 de abril de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Divórcio
Hoje ouvi pela primeira vez (isto se não tiver reprimido nenhum acontecimento ou frase no meu inconsciente) a palavra divórcio. Penso muito sinceramente que não vai acontecer, mas assustei-me. Ando francamente impossível e começo a chorar por tudo e por nada (hoje até chorei porque acordei com o sol. Acontecimento este que, em estados psicológicos e mentais naturais na minha pessoa seria muito bem-vindo, hoje fez-me ficar exageradamente infeliz.).
Engordei imenso num curtíssimo espaço de tempo (acho que é daquelas gorduras que no Inverno só se notam se andarmos com a barriga à mostra, coisa que eu não faço.), estou com barriga de grávida e nasceram-me três borbulhas! Há imenso tempo que não tinha borbulhas...
Logo agora que já me consegui lembrar do porquê de ter ido para Psicologia, e que decidi pedir musicas bonitas ao João para pôr no mp4 para aguentar melhor a viagem... Ai de mim! Quero não ter preocupações para a minha única prioridade ser o curso de Psicologia! Xiça! Quero silêncio, por favor.
P.s. - A faculdade anda melhor, muito melhor... Mas há imenso tempo que não vou ver a minha avózinha e dar o jantar ao meu avô... Isto traduzido em psico-miúdos significa que estou em conflito interno... na minha opinião é um enorme conflito! E depois claro, os pais, os irmão, as amigas, o homem... está tudo muito, muito estranho. Porquê?
sábado, 23 de janeiro de 2010
Para o ano?!?!?!?!
Hoje apercebi-me que para o ano faço vinte anos - repito VINTE anos!!! Como é que é possível? Duas décadas... Que horror! Seja: este é o meu último ano com DEZ(...) anos :o Para o ano passo a ter VINTE (e qualquer coisa) até começar a ter TRINTA (e qualquer coisa)...
HOLLY CRAP!
domingo, 18 de outubro de 2009
Is it enough?
"It's not how good you are, it's how good you want to be."
Atalhos:
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Amizade,
Ensino Superior,
F,
Psicologia,
Soul Mate
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
FPCE - ESGT
Um dia destes saio da minha faculdade, meto-me no carro e vou directa para a tua...
Isto quando tiver a certeza que não me perco, claro... *
Vou sentir a tua falta todos os dias Mickey :)
Adoro-te.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Criaturas
Se nós, criaturas do sexo feminino, nos abstraímos do nosso imenso mundo de afectos, sentimentos e necessidades para compreender e satisfazer as vossas mais que muitas necessidades, irritantes criaturas do sexo masculino, porque motivo não nos satisfazem a nós?
Se nós temos de aceitar o facto de não sermos a principal coisa na vossa preenchidíssima agenda de eventos sociais, porque é que vocês não conseguem compreender que tudo o que nós precisamos – note-se que é o que precisamos, não futilmente o que queremos – é um bom bocadinho de conto de fadas, com aquelas coisinhas todas amorosas que não vos custam um car**** a fazer! Mas não! Não, não, não. Não nos podem mimar, porque ficamos mal habituadas e isso jamais pode acontecer.
O que é que isto leva as criaturas do sexo feminino a fazer? Umas mandam-vos, queridas criaturas do sexo masculino, ir passear, assim, sem se chatearem mais, outras aguentam e vão aguentando e ainda existem outras que se fazem muito apaixonadas e perfeitas mas que depois vos embelezam a testa e vos enchem de mentiras e traições… Eu cá acho que a primeira namorada de todas as criaturas do sexo masculino devia ser do tipo que engana e mente. Porquê? Assim eles davam-nos, criaturas do sexo feminino perfeitamente transparentes, o devido valor que nos devia ser atribuído e, ainda mais importante, o respeito exigido pela nossa condição.
Não deviam as que aguentam levar com um grande balde de água para acordarem? Não deviam as que aguentam levar uma vacina que as fizesse ser umas perfeitas cabras para os rapazes que as massacram? Obviamente que não, pois assim deixariam de ser decentes…
Vos aguentar tudo o que fizeres, até tu não me quiseres. Gostaria imenso que tornasses a minha tarefa um bocadinho menos pesada e que me fizesses uma menina feliz. Não quero que sejas perfeito, só quero que me acompanhes.
Se nós temos de aceitar o facto de não sermos a principal coisa na vossa preenchidíssima agenda de eventos sociais, porque é que vocês não conseguem compreender que tudo o que nós precisamos – note-se que é o que precisamos, não futilmente o que queremos – é um bom bocadinho de conto de fadas, com aquelas coisinhas todas amorosas que não vos custam um car**** a fazer! Mas não! Não, não, não. Não nos podem mimar, porque ficamos mal habituadas e isso jamais pode acontecer.
O que é que isto leva as criaturas do sexo feminino a fazer? Umas mandam-vos, queridas criaturas do sexo masculino, ir passear, assim, sem se chatearem mais, outras aguentam e vão aguentando e ainda existem outras que se fazem muito apaixonadas e perfeitas mas que depois vos embelezam a testa e vos enchem de mentiras e traições… Eu cá acho que a primeira namorada de todas as criaturas do sexo masculino devia ser do tipo que engana e mente. Porquê? Assim eles davam-nos, criaturas do sexo feminino perfeitamente transparentes, o devido valor que nos devia ser atribuído e, ainda mais importante, o respeito exigido pela nossa condição.
Não deviam as que aguentam levar com um grande balde de água para acordarem? Não deviam as que aguentam levar uma vacina que as fizesse ser umas perfeitas cabras para os rapazes que as massacram? Obviamente que não, pois assim deixariam de ser decentes…
Vos aguentar tudo o que fizeres, até tu não me quiseres. Gostaria imenso que tornasses a minha tarefa um bocadinho menos pesada e que me fizesses uma menina feliz. Não quero que sejas perfeito, só quero que me acompanhes.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Paper Gangsta
«You should been rapping to the beat of my song Mr. California, PAPER GANGSTA and I’m lookin’ for love, not an empty page full of stuff that means nothing but “you’ve been played”»
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