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sábado, 24 de setembro de 2011

vazio - cheio

Tanta coisa para fazer, tanta coisa para pensar, tanta vez a acordar a meio da noite, tanta falta. Tanta ocupação, mas a primeira coisa... Tanta falta, tanta raiva, tanto nojo. Tanto amor, tanta vontade de conseguir. Tanta emoção. Tanta atenção, tanto sentido, tanta paixão. Tanta palavra, tanto silêncio, tanta ignorância. Tanta confusão, tanta dúvida, tanta incerteza. Tanta merda. Tanta felicidade, tanta tristeza. Tanto coração. Tanto medo, tanta coragem, tanta alma. Tanto tudo e tanto nada... 

sábado, 11 de junho de 2011

Obstáculos

Parece que melhorei. Hoje, dia em que me aventuro mais no estudo para o exame de PDCA, sinto-me melhor. Melhor no estudo, melhor na dedicação - esta ainda precisa de muito trabalho, não tanto no sentido de ter vontade, mas mais no sentido de não desistir aos primeiros obstáculos. Penso que é tudo uma questão de medo, de falhar, de me esforçar até não poder mais e esse esforço ter "sido em vão" - sei que nada é em vão, que tudo serve como aprendizagem e esses blá-blá-blás do costume, mas também sei que eu não sou perfeita.

A Psicologia é o que me fascina, o curso em si, nem tanto.. mas o que tem de ser, tem muita força. Gosto muito, mesmo muito, mas queria mais prática, queria que as teorias passassem da teoria, no fundo, queria começar. O voluntariado. Eu sei... Veio-me um cair nas mãos, mas... o obstáculo. Não sou uma menina de livros, artigos, o que for... Não sou! Adoro certas aulas, aprendo, mas quando chega à hora de estudar, ... eh!

Parece que dos poucos obstáculos que consigo ultrapassar com gosto são os nossos. Continuo sem ter a certeza de nada, mas cheira-me que vales a pena. Cheira-me que precisas de uns abanões de vez em quando... mas quem é que não precisa? Cheira-me que um dia nos vamos rir destas parvoices todas. Cheira-me que um dia vamos perceber que o nosso objectivo tem de ser trabalhado - e falo aqui no plural, porque apesar de eu o trabalhar, sei que também nisto não sou perfeita e que tenho muita coisa para melhorar. Mais tens tu, com toda a certeza, mas temos tempo. Sei, com toda a certeza do mundo, que gosto de ti. Sei que tu também gostas de mim, e é por isso que continuo. Se já devia ter desistido? Talvez, mas a verdade é que vai tudo melhorando... Tudo. E eu, como te disse, não me sinto preparada para outra separação. Se fosses perfeito, era de desconfiar!


Sei hoje, dia em que me estou a dedicar a isto, dia em que me estou a tentar abstrair de ti, que sou melhor. Hoje sou melhor, não só por ter mudado, mas principalmente por conseguir reconhecer essa mudança. Espero, do fundo do meu coração, que tu, Psicologia e que tu, Mickey sejam meus, apesar de todas as dificuldades que me trazem - espero que sejam meus enquanto eu vos quiser agarrar.



quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Valor.

Logo vos conto uma história. É muito triste quando os pais querem limitar um filha. Muito triste mesmo... Se nem uma conversa podemos ter, para que é que me servem afinal? Para me dar dinheiro, e uma casa e roupas bonitas? Isso são tudo regalias, que, mais ou menos bem, eu ia conseguir sozinha. Ai de vocês se não me tivessem a mim. Pobres coitados, explorados todos os dias... Muito pobres mesmo. É como disse, logo vos conto uma história. Essa história vai ter um final muito feliz, pelo menos para mim. Abram a pestana. (Será que vou passar a vida a dizer esta última frase ás pessoas que mais me são queridas? Hum..) Será que quando eu for grande e sair de casa vou querer, mas mesmo querer voltar a ver-vos? Vou não é, claro que sim, mas é pela "obrigação" social ou pelas saudades? É que acho mesmo que não vou sentir falta de muita coisa... Está tudo errado.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Awsome!

... E quando tenho vontade de estudar, quando é crucial agarrar-me ao Gleitman não me deixam estudar! Awsomeeeee! O que faço? Vou-me embora e enfio-me no carro a estudar? Não me parece.

terça-feira, 5 de maio de 2009

You can't possibly think that 'bout me

Minto por ti, por nós, o que seja, nunca a ti.

Tenho segredos contigo, não para ti.

Falo contigo, não de ti.

Não me compares.

Continua a pensar que sou diferente, porque sou.

Não te esqueças que tu já me mentiste.
Eu não, sou um livro aberto para tu leres.

Estás a ser R I D I C U L O!
Nem em ti encontras alguém tão "clear as water".

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Fairy Tale

Príncipes.
Sonhos realizados.
Flores e chocolates.
Olhares apaixonados.
Promessa cumpridas.
Telepatia de sentimentos.
Abraços que doem só de pensar.
Amores completamente correspondidos.



Estas coisas não existem… ou já não existem. Miguel Esteves Cardoso tem razão, já não há casais como antigamente. Contam-se os minutos até sermos expulsos pela força do poder dos pais. Já ninguém corre o risco de chegar tardíssimo só por mais um beijo. Já não há príncipes, ou nunca houve - daqueles que se vêm nos filmes em cima de um cavalo branco. Já não há histórias de Amor. Mandam-se frases para o ar, que acabam por cair no chão. As promessas acabam por não ser cumpridas. Já não se fazem esforços.


Existem, sim, momentos – pouquíssimos – em que algo parecido a uma página de um romance acontece: o antes da hora. O brincar às escondidas. O dizer mentirinhas. A meia hora de atraso. O abraço mais forte. As mãos debaixo da mesa. Os verdadeiros «Adoro-te» (quando sentimos que sim). O corpo a corpo. Os segredos. As palavras bonitas. O sentir. O apetecer dizer “Gosto de ti”. O amar. O querer. O beijo que arrepia.

Existem demasiados rapazes com o superego elevado. Depois dizem que é feitio. Mentira. Tudo tretas. Se sentem, querem dizer, não é? Não consigo compreender como é que alguém gosta de uma pessoa sem querer estar sempre a dizer – estupidez a minha? Capaz…

Há casamentos porque tem de ser. Casamentos por interesse. Casamentos de meses. Casamentos de infidelidade. Mas também há de amor, fidelidade, que chegam às bodas de ouro, não há? Por favor, digam-me que sim. (P.S. – Eu quero, sim.).

Já não há surpresas. Já não há paciência. Já não há compreensão. Já não há motivação. Já não há esforço. Mas eu vou continuar a tentar… (Who cares? I do.)


Já ninguém diz, pelo menos, adoro-te, durante um “bom momento”? Já ninguém oferece flores com o único motivo do: «Porque gosto de ti.»? Eu sou a única que diz “gosto de ti” só por sim? (estúpida). E, pelo amor da santa, já ninguém faz o que devia? Ai, mundo. Mundo estúpido. Vai-te f****.

Habituei-me, mas não gosto deste hábito.

Já chega. Fim.









(Adoro-te. Adoro-te tanto que dói. Dói quando temos um dia menos óptimo. Adoro-te. Adoro-te tanto que não largo o Fluvi durante a noite, só porque o meu inconsciente o deve associar a ti. Adoro-te. Adoro-te tanto que já nem me importo de ceder – mas deixa-me insegura. Adoro-te. Adoro-te tanto que me habituei aos teus «quero lá saber». Adoro-te. Adoro-te tanto que podia ser tua. Sim, hoje, amanhã e sempre. Adoro-te. Adoro-te tanto que tenho escrito em papeis que acabam queimados. Adoro-te. Adoro-te tanto que fico choninhas e escrevo textos mete-nojo. Adoro-te Francisco. Adoro-te tanto...)

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sílvia,

tu sabes, eu sei, eles sabem - todos sabem - que nunca nos demos bem. Houve sempre rivalidade (talvez isto já veio dos tempos dos nossos irmãos), sempre fomos comparádas, sempre nos comparámos - sempre quiseste ser melhor que eu; e eu sempre quis ser melhor que tu. Sabes o que é que eu acho agora? O que tu tens de «mau», tenho eu de «bom». E o que tu tens de «bom», tenho eu de «mau». E sabes que mais? É por isso que te dei O título - MELHOR AMIGA - queres mais? Nunca tive uma Melhor Amiga a sério - tinham sempre defeitos que não podiam ser desprezados - ou não sabiam ouvir, ou não sabiam falar. Ou eram frias, ou demasiado melosas. Ou eram diferentes de mais, ou demasiado parecidas. Tu não! Tu és a minha «outra metade» feminina. Contigo sinto. SINTO, SINTO, SINTO! Sinto que confio. Sinto que Amo. Sinto que sim. Sinto que ouves. Sinto que falas. Sinto que sinto e PONTO (.)
Querias uma declaração de amor? Aqui tens. Estás feliz?
Tu afastaste-te. Tu puzeste as culpas em cima Dele, dizendo que EU me afastei. Não, não me afastei, por isso deixa-te de merdas e fica normal. Sê a Melhor Amiga que tens sido e PÁRA de pôr as culpas em cima de mim!
Estás confortavél agora? Não estejas... Eu também preciso de declarações de Amor de Amiga. Eu também espero que mandes messagens durante um dia inteiro. Não, eu não me afastei. Vê se falas comigo. A CULPA NÃO FOI MINHA.
O que é que eu SUPOSTAMENTE devia fazer?
Em que aspecto é que tenho de abrir os olhos ?
Melhor Amiga.




terça-feira, 15 de julho de 2008

BlaBlaBla

Blablabla – é o que eu oiço vindo da tua boca, por onde saem gritos sem sentido: gritos de frustração, gritos de ódio, gritos de amargura, gritos de criança – sim, porque tu tens corpo de mulher, idade de mulher, vida de mulher, mas e a cabeça? A cabeça que devias ter ganho perdeu-se no meio de tanta fraqueza; gritos de fraqueza – és fraca, choras, choras, choras; adianta? As lágrimas que te caem sem cessar pela cara abaixo resolvem todos os teus problemas, proporcionando-te um mundo perfeitamente cor-de-rosa? Não! Não, não, não!!! És fraca, o que me fortalece (discussões, conflitos, gritos incessantes, torturas psicológicas, etc., etc. ...), a ti enfraquece. Deixas-te consumir por tudo o que devias ignorar, dás tanta importância a coisinhas mesquinhas (sim, namorados – O meu namorado), que te esqueces do que devias fazer – tratar da tua família, do teu marido, dos teus pais, da tua casa – não estou a falar de limpezas, alimentação e vestuário, estou a falar de carinho, amor e atenção. Quando é que cresces? Quando é que me deixas ser feliz? Queres o quê? Que eu seja como tu?


NÃO vou fazer o que tu pensas ser melhor para mim!
NÃO vou passar a vida fechada em casa!
NÃO me vou resumir ao teu mundinho!
NÃO vou passar a vida a chorar!
NÃO vou ser como tu!


Estou tão fartinha de assistir à tua queda – tão, tão farta. Precisas de um abanão, precisas de sair, precisas que te abram os olhos. TU existes, mas é como se não existisses. Vives fechada num aquário de aberrações – tu és a atracção da «Estupidez». Tu e a tua mentalidade retrógrada, que vem muito antes dos teus pais serem projecto.

O teu refugio são os gritos, gritas, gritas e gritas. Adianta? Não. Então pára! Deixa-me viver, eu sei que a maior parte das vezes tens razão, se não sempre, mas eu gosto de errar, gosto de levar bofetadas da vida, gosto de ser FORTE. Tu e o outro enriqueceram-me a alma, sofri tanto nestas sombrias quatro paredes, que agora – agora – aguento quase tudo.

Gosto de ti, gosto dele, mas vocês não me percebem, e eu cansei de responder, de gritar, de discutir, de explicar. Queria poder falar, mas não me deixam. Gostava de poder conversar, mas não me deixam. Adorava poder ser vossa amiga, mas não me deixam.

DESISTO!

É provável que caia, e então? Eu caio, mas levanto-me. E tu??? - Tu cais e ficas lá, a lamuriar e a rastejar na merda. Depois cais num sonho cheio de floreados e cor-de-rosa, onde o mundo é perfeito e tu és uma criancinha a brincar com o que conseguiste na vida… E então?

ACORDA !

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Sentir

Sinto que não sentes.
Sinto que não me sentes.