Tanta coisa para fazer, tanta coisa para pensar, tanta vez a acordar a meio da noite, tanta falta. Tanta ocupação, mas a primeira coisa... Tanta falta, tanta raiva, tanto nojo. Tanto amor, tanta vontade de conseguir. Tanta emoção. Tanta atenção, tanto sentido, tanta paixão. Tanta palavra, tanto silêncio, tanta ignorância. Tanta confusão, tanta dúvida, tanta incerteza. Tanta merda. Tanta felicidade, tanta tristeza. Tanto coração. Tanto medo, tanta coragem, tanta alma. Tanto tudo e tanto nada...
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sábado, 24 de setembro de 2011
quarta-feira, 3 de março de 2010
Divórcio
Hoje ouvi pela primeira vez (isto se não tiver reprimido nenhum acontecimento ou frase no meu inconsciente) a palavra divórcio. Penso muito sinceramente que não vai acontecer, mas assustei-me. Ando francamente impossível e começo a chorar por tudo e por nada (hoje até chorei porque acordei com o sol. Acontecimento este que, em estados psicológicos e mentais naturais na minha pessoa seria muito bem-vindo, hoje fez-me ficar exageradamente infeliz.).
Engordei imenso num curtíssimo espaço de tempo (acho que é daquelas gorduras que no Inverno só se notam se andarmos com a barriga à mostra, coisa que eu não faço.), estou com barriga de grávida e nasceram-me três borbulhas! Há imenso tempo que não tinha borbulhas...
Logo agora que já me consegui lembrar do porquê de ter ido para Psicologia, e que decidi pedir musicas bonitas ao João para pôr no mp4 para aguentar melhor a viagem... Ai de mim! Quero não ter preocupações para a minha única prioridade ser o curso de Psicologia! Xiça! Quero silêncio, por favor.
P.s. - A faculdade anda melhor, muito melhor... Mas há imenso tempo que não vou ver a minha avózinha e dar o jantar ao meu avô... Isto traduzido em psico-miúdos significa que estou em conflito interno... na minha opinião é um enorme conflito! E depois claro, os pais, os irmão, as amigas, o homem... está tudo muito, muito estranho. Porquê?
terça-feira, 16 de junho de 2009
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Toca-te.
Vens, dizes-te sincero, e bazas.
Estou tão presente em ti como tu estás em mim; mas tens medo – de quê?
Dizes: «vai que eu não vou atrás de ti», mas vens – porque pensas tanto em mim, quanto eu penso em ti; porque me queres, tal e qual como eu te quero a ti; porque te sentes preso, impotente, sem me «poder» ter, e isso está-te a foder o juízo; porque te arrependeste de não ter ido mais longe quando «podias»; porque me queres, porque me queres, porque me queres!
Preferes a cobardia do silêncio – foges, deixas-me sufocar em palavras, uma vez, e outra, e ainda outra... Devia ter falado contigo quando tivemos juntos, mas como? Se eu estava tão concentrada no teu corpo, que as outras quatro almas que nos rodeavam estavam desfocadas – não faziam sentido. Eras tu – eras tu que eu queria abraçar, beijar, tocar… ERAS TU! Continuas a ser tu, vais ser tu… Ficamos tanto tempo com a puta do computador à frente dos olhos que quase me esqueço que existe um corpo – eu esqueço que existe algo material nos poucos momentos em que me fazes sorrir; tu não, tu esqueces-te que existe uma alma, para além das brincadeiras e das conversas de miúda - eu tenho sentimentos; fortes e poderosos sentimentos. Mas tu não queres saber… Tu estás confuso, porque estás habituado a outro beijo, a outro abraço, a outro sentimento… E eu? Eu que me foda, não é? … Fodo-me – FODO-ME POR TI vezes sem conta e continuo a ser eu quem vai falar, continuo a ser eu quem começa as poucas frases em que falamos do «nós». Sou eu que estou a ser a eticamente incorrecta, quando nunca o fui antes… POR TI – pelas TUAS incertezas, pelos TEUS medos, pela TUA insegurança – POR TI P.!
O olhar P., o olhar diz tudo… Ainda tens dúvidas? Então deixa-me olhar para os teus olhos outra vez! Deixa… Deixa-me dizer o que ficou por dizer… PÁRA de fugir de mim – PÁRA de me evitar – PÁRA de fingir… Pára…
Estou a ficar cansada… Vais-me corroer a alma.
Já chega, P. … Por favor.
Vem, sê sincero, e fica.
Aconchega-me nos teus braços.
Contorna os meus lábios com os teus.
Diz-me o que quero ouvir – com sentimento.
Estou tão presente em ti como tu estás em mim; mas tens medo – de quê?
Dizes: «vai que eu não vou atrás de ti», mas vens – porque pensas tanto em mim, quanto eu penso em ti; porque me queres, tal e qual como eu te quero a ti; porque te sentes preso, impotente, sem me «poder» ter, e isso está-te a foder o juízo; porque te arrependeste de não ter ido mais longe quando «podias»; porque me queres, porque me queres, porque me queres!
Preferes a cobardia do silêncio – foges, deixas-me sufocar em palavras, uma vez, e outra, e ainda outra... Devia ter falado contigo quando tivemos juntos, mas como? Se eu estava tão concentrada no teu corpo, que as outras quatro almas que nos rodeavam estavam desfocadas – não faziam sentido. Eras tu – eras tu que eu queria abraçar, beijar, tocar… ERAS TU! Continuas a ser tu, vais ser tu… Ficamos tanto tempo com a puta do computador à frente dos olhos que quase me esqueço que existe um corpo – eu esqueço que existe algo material nos poucos momentos em que me fazes sorrir; tu não, tu esqueces-te que existe uma alma, para além das brincadeiras e das conversas de miúda - eu tenho sentimentos; fortes e poderosos sentimentos. Mas tu não queres saber… Tu estás confuso, porque estás habituado a outro beijo, a outro abraço, a outro sentimento… E eu? Eu que me foda, não é? … Fodo-me – FODO-ME POR TI vezes sem conta e continuo a ser eu quem vai falar, continuo a ser eu quem começa as poucas frases em que falamos do «nós». Sou eu que estou a ser a eticamente incorrecta, quando nunca o fui antes… POR TI – pelas TUAS incertezas, pelos TEUS medos, pela TUA insegurança – POR TI P.!
O olhar P., o olhar diz tudo… Ainda tens dúvidas? Então deixa-me olhar para os teus olhos outra vez! Deixa… Deixa-me dizer o que ficou por dizer… PÁRA de fugir de mim – PÁRA de me evitar – PÁRA de fingir… Pára…
Estou a ficar cansada… Vais-me corroer a alma.
Já chega, P. … Por favor.
Vem, sê sincero, e fica.
Aconchega-me nos teus braços.
Contorna os meus lábios com os teus.
Diz-me o que quero ouvir – com sentimento.
Atalhos:
Confusão,
Gritos de Revolta,
Lágrimas silenciosas
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Outra vez ..
Vi-o a entrar por aquela porta e ser o filho da puta mais (...) !
Vi-o a sair por aquela mesma porta e fiquei estérica !
Senti (...) – Quero!
--
Vi o mundo enevoado por causa das lágrimas, e nem chorei por mim - NA PUTA DO MEU DIA DE ANOS ! Apregoei aos sete ventos o que muito poucos sabiam.. É fudido.. Vi o mundo girar à minha volta, com ela, e não tivemos de fazer um caralho! Sentei-me, ela sentou-se, ficou tudo bem, porque mesmo depois do pior (...) --
Falei com quem não falava há um ano - fiz mal? É fudido.. Não beijei, abracei, não disse coisinhas do diabo.. Fiz mal? Nope.. Eu gosto do rapazinho, damo-nos bem, porque é que não havia de ter a cabeça na perna dele? –
Gente normal, que nunca tinha visto, deram-me «melhor» os parabéns que a puta dos meus «amigos». So what? - «Gente normal» é mais civilizada que gente minha conhecida.
Foi noite boa!
--
Liguei, e ele estava com ela.. Fiz mal? Muito mal -- É fudido! Peço desculpa..
Tu sabes que queres, e se não sabias antes, ontem ficaste a saber! Se gostasses mesmo dela não dizias as cenas que dizes – não fazias as cenas que fazes.
Eu quero-te, e tu? YOU AND I WERE MEANT TO BE… Eu sou melhor que ela. Qual é a tua? Ela não tem nada que eu não tenha… Eu tenho mais que ela! É fudido…
EU é que tenho aquele nome.
EU é que moro aqui.
EU é que te vi primeiro.
EU é que faço anos naquele dia!
EU é que merecia a tua prenda.
YA?
Atalhos:
Barbaridades,
Gritos de Revolta,
Ironias,
Lágrimas silenciosas
quarta-feira, 14 de maio de 2008
A força de um olhar..
Quando um olhar é capaz de transportar sentimentos - quando um olhar penetra os olhos de outra alma, inofensiva e desprotegida, com tal intensidade, que deixa escapar um sentimento ou outro, assim, como se do sol irradiassem raios de luz, que penetram a Terra, aquecendo-a, amolecendo-a, enfraquecendo-a, até a conseguir controlar - fácil e serenamente, tomando partido de todo um corpo, que se entrega.
É assim a força de um olhar penetrante - enfraquecer, controlar.
É assim a força que tens sobre mim - enfraqueces-me, controlas-me.
Acabaste de me enfraquecer - enchi e esvaziei - encheste-me de esperança, de poder estar mais do que rápidos minutos contigo, encheste-me tão bem, que as minhas costas ficaram mais direitas, o meu sorriso alargou, como se também a minha cara se enchesse de felicidade - e agora – com a força de uma frase – esvaziei mais rápido do que as leis da inútil ciência permitem.
Sinto-me vazia, sem forças, sem motivos, sem objectivos. Roubas-me tudo. Como consegues? Como tens coragem para tal? Não te pesa a alma? Ainda não percebeste, foi? QUERO-TE F. Quero estar contigo, quero poder dizer que gosto de ti… «Está quase a fazer um ano» - eu lembro-me mais vezes, eu sinto mais, porque eu sou a sentimentalista’zinha de merda! Eu é que continuo com sonhos acordados – ridículos, mas que me sabem tão bem. Eu é que continuo a dizer que te quero, a escrever textos – ridículos – que tu não lês. Com que objectivo? Nenhum.
Tu és o olhar, e eu, a alma esquecida no espaço e no tempo, que tu violas, uma e outra vez – ninguém ouve os meus gritos, ninguém me salva – eu podia fugir, mas não quero. Viola-me a alma, arranca-me de mim, faz-te senhor do meu corpo – mas fica comigo.
Como é que eu conseguiria suportar estar contigo se, quando te despedisses, eu ficaria o resto do dia a pensar no que estavas a fazer – tu sabes o que vai acontecer e eu também saberia. «Saber» é uma palavra horrível. Odeio o «saber». Queres-me deixar miserável no mesmo dia, passado um ano, em que me fizeste «sentir» com tão pouco? Queres? Então vem – enfrenta o meu permanente olhar, a violar a tua alma, a deixar escapar segredos escondidos no meu íntimo.
Vem, fica, e vai.
Dá-me minutos, e deixa-me horas, dias…
É assim a força de um olhar penetrante - enfraquecer, controlar.
É assim a força que tens sobre mim - enfraqueces-me, controlas-me.
Acabaste de me enfraquecer - enchi e esvaziei - encheste-me de esperança, de poder estar mais do que rápidos minutos contigo, encheste-me tão bem, que as minhas costas ficaram mais direitas, o meu sorriso alargou, como se também a minha cara se enchesse de felicidade - e agora – com a força de uma frase – esvaziei mais rápido do que as leis da inútil ciência permitem.
Sinto-me vazia, sem forças, sem motivos, sem objectivos. Roubas-me tudo. Como consegues? Como tens coragem para tal? Não te pesa a alma? Ainda não percebeste, foi? QUERO-TE F. Quero estar contigo, quero poder dizer que gosto de ti… «Está quase a fazer um ano» - eu lembro-me mais vezes, eu sinto mais, porque eu sou a sentimentalista’zinha de merda! Eu é que continuo com sonhos acordados – ridículos, mas que me sabem tão bem. Eu é que continuo a dizer que te quero, a escrever textos – ridículos – que tu não lês. Com que objectivo? Nenhum.
Tu és o olhar, e eu, a alma esquecida no espaço e no tempo, que tu violas, uma e outra vez – ninguém ouve os meus gritos, ninguém me salva – eu podia fugir, mas não quero. Viola-me a alma, arranca-me de mim, faz-te senhor do meu corpo – mas fica comigo.
Como é que eu conseguiria suportar estar contigo se, quando te despedisses, eu ficaria o resto do dia a pensar no que estavas a fazer – tu sabes o que vai acontecer e eu também saberia. «Saber» é uma palavra horrível. Odeio o «saber». Queres-me deixar miserável no mesmo dia, passado um ano, em que me fizeste «sentir» com tão pouco? Queres? Então vem – enfrenta o meu permanente olhar, a violar a tua alma, a deixar escapar segredos escondidos no meu íntimo.
Vem, fica, e vai.
Dá-me minutos, e deixa-me horas, dias…
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