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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Valor.

Logo vos conto uma história. É muito triste quando os pais querem limitar um filha. Muito triste mesmo... Se nem uma conversa podemos ter, para que é que me servem afinal? Para me dar dinheiro, e uma casa e roupas bonitas? Isso são tudo regalias, que, mais ou menos bem, eu ia conseguir sozinha. Ai de vocês se não me tivessem a mim. Pobres coitados, explorados todos os dias... Muito pobres mesmo. É como disse, logo vos conto uma história. Essa história vai ter um final muito feliz, pelo menos para mim. Abram a pestana. (Será que vou passar a vida a dizer esta última frase ás pessoas que mais me são queridas? Hum..) Será que quando eu for grande e sair de casa vou querer, mas mesmo querer voltar a ver-vos? Vou não é, claro que sim, mas é pela "obrigação" social ou pelas saudades? É que acho mesmo que não vou sentir falta de muita coisa... Está tudo errado.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

ai, ai..

Então, vais ter de andar à rasca durante mais uns meses para perceberes que tens de estudar a sério? Tu gostas daquilo, tudo bem que é longe e é uma seca, e as pessoas, enfim, mas gostas daquilo - é bonito, e interessante.. Mas o que é que isso interessa? É o resto da tua vida que depende daquilo.. Tens a sorte de ter lá algumas das tuas melhores amigas perto, só tens de atravessar o metro, o estacionamento e uma estrada.. Vá lá, anima-me, e ganha colhões para voltares a ir buscar uma cadeira à cozinha e escrever coisas úteis para os exames que se aproximam.. Se aprendes tão depressa matérias futuramente úteis, porque é que não fazes um esforço para aprender as que te interessam agora? You silly, silly girl!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Avaliações.

Quanto menos falta, menos vontade tenho. Diz que é por não me sentir bem naquela Faculdade, por não gostar de ir para lá... por estar contrariada (duh). Também se chama percepção de controlo... Opááááá! A Psicologia que se vá f****, quando há amor, acaba por haver ódio, e eu agora odeio-te minha querida Psicologia... Nem imaginas a vontade que tenho de tirar férias de ti. Faltam: 1 frequência, 1 trabalho, 3/4 exames, 3 semanas. Pouquíssimo! E eu aqui, desmotivada... Também com este sol, e a Caparica, onde estão eles todos agora... Que raiooooo!
PÓ C****** PSICOLOGIA!
PÓ C****** ENSINO SUPERIOR!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Divórcio

Hoje ouvi pela primeira vez (isto se não tiver reprimido nenhum acontecimento ou frase no meu inconsciente) a palavra divórcio. Penso muito sinceramente que não vai acontecer, mas assustei-me. Ando francamente impossível e começo a chorar por tudo e por nada (hoje até chorei porque acordei com o sol. Acontecimento este que, em estados psicológicos e mentais naturais na minha pessoa seria muito bem-vindo, hoje fez-me ficar exageradamente infeliz.).

Engordei imenso num curtíssimo espaço de tempo (acho que é daquelas gorduras que no Inverno só se notam se andarmos com a barriga à mostra, coisa que eu não faço.), estou com barriga de grávida e nasceram-me três borbulhas! Há imenso tempo que não tinha borbulhas...

Logo agora que já me consegui lembrar do porquê de ter ido para Psicologia, e que decidi pedir musicas bonitas ao João para pôr no mp4 para aguentar melhor a viagem... Ai de mim! Quero não ter preocupações para a minha única prioridade ser o curso de Psicologia! Xiça! Quero silêncio, por favor.

P.s. - A faculdade anda melhor, muito melhor... Mas há imenso tempo que não vou ver a minha avózinha e dar o jantar ao meu avô... Isto traduzido em psico-miúdos significa que estou em conflito interno... na minha opinião é um enorme conflito! E depois claro, os pais, os irmão, as amigas, o homem... está tudo muito, muito estranho. Porquê?

domingo, 10 de janeiro de 2010

Awsome!

... E quando tenho vontade de estudar, quando é crucial agarrar-me ao Gleitman não me deixam estudar! Awsomeeeee! O que faço? Vou-me embora e enfio-me no carro a estudar? Não me parece.

terça-feira, 16 de junho de 2009

terça-feira, 15 de julho de 2008

BlaBlaBla

Blablabla – é o que eu oiço vindo da tua boca, por onde saem gritos sem sentido: gritos de frustração, gritos de ódio, gritos de amargura, gritos de criança – sim, porque tu tens corpo de mulher, idade de mulher, vida de mulher, mas e a cabeça? A cabeça que devias ter ganho perdeu-se no meio de tanta fraqueza; gritos de fraqueza – és fraca, choras, choras, choras; adianta? As lágrimas que te caem sem cessar pela cara abaixo resolvem todos os teus problemas, proporcionando-te um mundo perfeitamente cor-de-rosa? Não! Não, não, não!!! És fraca, o que me fortalece (discussões, conflitos, gritos incessantes, torturas psicológicas, etc., etc. ...), a ti enfraquece. Deixas-te consumir por tudo o que devias ignorar, dás tanta importância a coisinhas mesquinhas (sim, namorados – O meu namorado), que te esqueces do que devias fazer – tratar da tua família, do teu marido, dos teus pais, da tua casa – não estou a falar de limpezas, alimentação e vestuário, estou a falar de carinho, amor e atenção. Quando é que cresces? Quando é que me deixas ser feliz? Queres o quê? Que eu seja como tu?


NÃO vou fazer o que tu pensas ser melhor para mim!
NÃO vou passar a vida fechada em casa!
NÃO me vou resumir ao teu mundinho!
NÃO vou passar a vida a chorar!
NÃO vou ser como tu!


Estou tão fartinha de assistir à tua queda – tão, tão farta. Precisas de um abanão, precisas de sair, precisas que te abram os olhos. TU existes, mas é como se não existisses. Vives fechada num aquário de aberrações – tu és a atracção da «Estupidez». Tu e a tua mentalidade retrógrada, que vem muito antes dos teus pais serem projecto.

O teu refugio são os gritos, gritas, gritas e gritas. Adianta? Não. Então pára! Deixa-me viver, eu sei que a maior parte das vezes tens razão, se não sempre, mas eu gosto de errar, gosto de levar bofetadas da vida, gosto de ser FORTE. Tu e o outro enriqueceram-me a alma, sofri tanto nestas sombrias quatro paredes, que agora – agora – aguento quase tudo.

Gosto de ti, gosto dele, mas vocês não me percebem, e eu cansei de responder, de gritar, de discutir, de explicar. Queria poder falar, mas não me deixam. Gostava de poder conversar, mas não me deixam. Adorava poder ser vossa amiga, mas não me deixam.

DESISTO!

É provável que caia, e então? Eu caio, mas levanto-me. E tu??? - Tu cais e ficas lá, a lamuriar e a rastejar na merda. Depois cais num sonho cheio de floreados e cor-de-rosa, onde o mundo é perfeito e tu és uma criancinha a brincar com o que conseguiste na vida… E então?

ACORDA !

quinta-feira, 19 de junho de 2008

20

AMANHÃ

AMANHÃ

AMANHÃ

AMANHÃ

AMANHÃ

AMANHÃ

AMANHÃ

domingo, 8 de junho de 2008

Um nome !


És um nome no ecrã de um computador! É isso mesmo que tu és. Esse nome é um atalho para uma conversa contigo... Se pelo menos conversasses – porque tu tens uma capacidade incrível para me ignorar. E então? E então «queres» que fiquei presa a ti, sem uma palavra tua, sem uma visão do teu corpo, sem um toque teu. Não consigo, não quero e já não tenho paciência para as tuas cenas… Querias? Queres?


Não, não me passou a «panca» - e não, não me dá com força e depois passa depressa… Tu é que matas o que sinto por ti… Não – não consegues matar; pões este sentimento doente, adormecido, mas ainda não morreu…

Por agora, só quero que me deixes rir um bocado sim?

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Gatafunhos

Gatafunhos - é a única coisa que consigo escrever.

Já falei tanto, que não consigo falar mais.
Já gritei tanto, que não consigo gritar mais.
Já andei tanto, que não consigo andar mais.
Já chorei tanto, que não consigo chorar mais.
Já pensei tanto, que não consigo pensar mais.
Já estudei tanto, que não consigo estudar mais.
Já escrevi tanto, que não consigo escrever mais.
Já suportei tanto, que não consigo suportar mais.

Já me revoltei tanto, que não me consigo revoltar mais.
Já me preocupei tanto, que não me consigo preocupar mais.

Preciso de férias – preciso de descansar a cabeça, a voz, o corpo, os sentimentos, os olhos, as lágrimas, as preocupações e os desatinos dos outros. Preciso de me descansar..