És um nome no ecrã de um computador! É isso mesmo que tu és. Esse nome é um atalho para uma conversa contigo... Se pelo menos conversasses – porque tu tens uma capacidade incrível para me ignorar. E então? E então «queres» que fiquei presa a ti, sem uma palavra tua, sem uma visão do teu corpo, sem um toque teu. Não consigo, não quero e já não tenho paciência para as tuas cenas… Querias? Queres?
Não, não me passou a «panca» - e não, não me dá com força e depois passa depressa… Tu é que matas o que sinto por ti… Não – não consegues matar; pões este sentimento doente, adormecido, mas ainda não morreu…
Por agora, só quero que me deixes rir um bocado sim?
Sem comentários:
Enviar um comentário