quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mª Constança, a gata

Não havia melhor motivo para voltar a escrever aqui do que a recente aquisição cá de casa. A Maria Constança escolheu-me(-nos) na noite de aniversário do pai. Veio ter comigo, com a maior meiguice de sempre, eu ganhei coragem (muita coragem) e fechei-a uma noite inteira no meu quarto. A mãe não queria mas, depois de uma noite mal dormida, acordei ao final da manhã para a encontrar no chão a brincar com a gatinha. Ficou. Somos muito felizes com ela e queremos acreditar que ela é muito feliz connosco - pois assim parece. Gosta muito de brincar com bolinhas de papel feitas de talões do multibanco e tanto é uma fera a morder (principalmente os braços da avó) como vem acordar-me a meio da noite só para receber festinhas antes de adormecer outra vez :) Este verão teve direito a férias de campo e de praia! Sim... é capaz de ser a gatinha mais mimada das redondezas!





Esta é a Maria Constança, o membro mais novo da família Chaveiro-Martins. Ela agora está a recuperar de uma cirurgia de esterilização realizada ontem no HVST, mas se ela estivesse nas suas plenas capacidades físicas e mentais, tenho a certeza que viria aqui dizer «olá!».

Obrigada por me(nos) teres escolhido.
 

domingo, 27 de maio de 2012

amigas-lindas-que-eu-tenho



Muito obrigada minhas meninas, fecharam as comemorações dos meus 21 da melhor maneira possível, foi muito bonito, a vossa amiga mais linda ADOROU (litrali) e ficou muito feliz. Aqueceram-me o coração, assim vale a pena ganhar rugas :) Um beijinho muito, muito especial (e cheio de classe Chanel) para vocês, Amigas. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

histórias de encantar

O problemas das histórias é que foram feitas para serem contadas. 

Todas as histórias têm de ter um fim, se não deixam de ter significado. O problema é que, quando acabam mal, tendem a não terem acabado. O problema de não terem acabado, é que por muito que quem as viveu as queira contar, contar dói. O problema de doer, é que mesmo que doa, as histórias têm de ser contadas e quem as viveu é que as sabe contar, como elas merecem ser contadas, e então contam. O problema de quem as viveu contar é que, ao contá-las, voltam a viver tudo outra vez. O problema de viver tudo outra vez é que dói. O segundo problema de doer é que, com a dor, vem a vontade de deixar de doer, e costuma deixar de doer se quem as viveu se comece a lembrar do bom e ponha o mau num cantinho muito pequenino e insignificante. O problema de pôr o mau num cantinho muito pequenino e insignificante, é que passa a raiva e o ressentimento. O problema de passar a raiva e o ressentimento, é que vem a saudade. O problema de vir a saudade, é que com ela vem a vontade. O problema de vir a vontade... - esse sim, é um enorme problema.  

A parte boa disto tudo é que esta nostalgia de quem viveu as histórias que valem a pena serem contadas passa. Passa tão depressa como veio... não passa? Já passou, agora voltou, por isso vai passar outra vez. Porque é que as histórias não passam de mal-resolvidas para resolvidissimas? Porque quem viveu estas histórias, no fim, joga jogos de poder. Do que é que serve? Nada. Então porque é que não se resolvem? Porque as grandes histórias nunca são simples. 

O problema das histórias é que foram feitas para serem contadas. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

hoje é um daqueles dias em que podia escrever tudo, mas escolho não escrever nada.

sábado, 21 de janeiro de 2012

o livro

"Sou como um livro. Há quem me interprete pela capa. Há quem me ame apenas por ela. Há quem viaje em mim. Há quem viaje comigo. Há quem não me entende. Há quem nunca tentou. Há quem sempre quis ler-me. Há quem nunca se interessou. Há quem leu e não gostou. Há quem leu e se apaixonou. Há quem apenas busca em mim palavras de consolo. Há quem só perceba teoria e objectividade.

- Autor desconhecido. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

assim vale a pena

Nesta área, que tem muito mais a ver com as pessoas que todas as outras, é muito mais gratificante aprender com um professor que inspira do que com um professor que ensina o que posso encontrar em livros. É depois de ouvir/ler professores assim que subo mais um degrau da infinita escada que sou eu, enquanto pessoa e enquanto futura psicóloga. Nada é melhor do que, depois de dois dias e 307 páginas, sentir que a leitura me fez evoluir e perceber melhor. Digam o que disserem, muito especificamente neste curso, estes professores são indispensáveis porque nos fazem pensar e reflectir sobre o que somos e, como aprendi, sem saber o que somos e como funcionamos, nunca vamos saber como funcionam os outros e, consequentemente, não os vamos conseguir ajudar, pelo menos ao nível que, penso eu, todos queremos atingir. Assim vale a pena ouvir falar de mil assuntos que vão todos de encontro ao mesmo, assim vale a pena ficar sentada numa cadeira desconfortável duas horas seguidas. Assim vale muito a pena andar a estudar para ser Psicóloga, porque de vez em quando, lá aparecem os professores dos quais me vou lembrar como os que ajudaram a construir a profissional que vou ser, e não os que davam longos discursos sobre teorias que, no fundo, vão ser o que menos interessam em intervenção. Assim vale a pena, mesmo muito a pena!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

time

Gostava de ter vontade. Vontade para escrever, para mimar, para surpreender, para inventar, para criar. Gostava de ter vontade, a vontade que um dia tive. Sinto-me que ma roubaram, como se quisessem a exclusividade do que eu um dia fui e hoje deixei de ser. Antes pensava que era falta de tempo, mas não é. Tenho imenso tempo para investir no amor e nas amizades, mas não me apetece... Não me apetece fazer prendinhas bonitas para ninguém, nem fazer mil planos para nos juntarmos. Tiraram-me a vontade. Já nem para escrever tenho vontade... Antes tinha tanta... A vontade é a paixão que se foi. Era apaixonada por tudo, e agora estou cada vez menos. Se calhar é por saber que não vale a pena, ou então por ter medo que não valha a pena. Estou estragada. Estragaram-me e eu acho que nunca mais me volto a arranjar. Estou feliz, muito feliz, mas gostava de ser como um dia fui. Não é falta de tempo. O tempo foi passando e eu deixei de acreditar... Preciso da minha inocência de volta, mas essa ninguém ma pode devolver...