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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Valor.

Logo vos conto uma história. É muito triste quando os pais querem limitar um filha. Muito triste mesmo... Se nem uma conversa podemos ter, para que é que me servem afinal? Para me dar dinheiro, e uma casa e roupas bonitas? Isso são tudo regalias, que, mais ou menos bem, eu ia conseguir sozinha. Ai de vocês se não me tivessem a mim. Pobres coitados, explorados todos os dias... Muito pobres mesmo. É como disse, logo vos conto uma história. Essa história vai ter um final muito feliz, pelo menos para mim. Abram a pestana. (Será que vou passar a vida a dizer esta última frase ás pessoas que mais me são queridas? Hum..) Será que quando eu for grande e sair de casa vou querer, mas mesmo querer voltar a ver-vos? Vou não é, claro que sim, mas é pela "obrigação" social ou pelas saudades? É que acho mesmo que não vou sentir falta de muita coisa... Está tudo errado.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Divórcio

Hoje ouvi pela primeira vez (isto se não tiver reprimido nenhum acontecimento ou frase no meu inconsciente) a palavra divórcio. Penso muito sinceramente que não vai acontecer, mas assustei-me. Ando francamente impossível e começo a chorar por tudo e por nada (hoje até chorei porque acordei com o sol. Acontecimento este que, em estados psicológicos e mentais naturais na minha pessoa seria muito bem-vindo, hoje fez-me ficar exageradamente infeliz.).

Engordei imenso num curtíssimo espaço de tempo (acho que é daquelas gorduras que no Inverno só se notam se andarmos com a barriga à mostra, coisa que eu não faço.), estou com barriga de grávida e nasceram-me três borbulhas! Há imenso tempo que não tinha borbulhas...

Logo agora que já me consegui lembrar do porquê de ter ido para Psicologia, e que decidi pedir musicas bonitas ao João para pôr no mp4 para aguentar melhor a viagem... Ai de mim! Quero não ter preocupações para a minha única prioridade ser o curso de Psicologia! Xiça! Quero silêncio, por favor.

P.s. - A faculdade anda melhor, muito melhor... Mas há imenso tempo que não vou ver a minha avózinha e dar o jantar ao meu avô... Isto traduzido em psico-miúdos significa que estou em conflito interno... na minha opinião é um enorme conflito! E depois claro, os pais, os irmão, as amigas, o homem... está tudo muito, muito estranho. Porquê?

terça-feira, 15 de julho de 2008

BlaBlaBla

Blablabla – é o que eu oiço vindo da tua boca, por onde saem gritos sem sentido: gritos de frustração, gritos de ódio, gritos de amargura, gritos de criança – sim, porque tu tens corpo de mulher, idade de mulher, vida de mulher, mas e a cabeça? A cabeça que devias ter ganho perdeu-se no meio de tanta fraqueza; gritos de fraqueza – és fraca, choras, choras, choras; adianta? As lágrimas que te caem sem cessar pela cara abaixo resolvem todos os teus problemas, proporcionando-te um mundo perfeitamente cor-de-rosa? Não! Não, não, não!!! És fraca, o que me fortalece (discussões, conflitos, gritos incessantes, torturas psicológicas, etc., etc. ...), a ti enfraquece. Deixas-te consumir por tudo o que devias ignorar, dás tanta importância a coisinhas mesquinhas (sim, namorados – O meu namorado), que te esqueces do que devias fazer – tratar da tua família, do teu marido, dos teus pais, da tua casa – não estou a falar de limpezas, alimentação e vestuário, estou a falar de carinho, amor e atenção. Quando é que cresces? Quando é que me deixas ser feliz? Queres o quê? Que eu seja como tu?


NÃO vou fazer o que tu pensas ser melhor para mim!
NÃO vou passar a vida fechada em casa!
NÃO me vou resumir ao teu mundinho!
NÃO vou passar a vida a chorar!
NÃO vou ser como tu!


Estou tão fartinha de assistir à tua queda – tão, tão farta. Precisas de um abanão, precisas de sair, precisas que te abram os olhos. TU existes, mas é como se não existisses. Vives fechada num aquário de aberrações – tu és a atracção da «Estupidez». Tu e a tua mentalidade retrógrada, que vem muito antes dos teus pais serem projecto.

O teu refugio são os gritos, gritas, gritas e gritas. Adianta? Não. Então pára! Deixa-me viver, eu sei que a maior parte das vezes tens razão, se não sempre, mas eu gosto de errar, gosto de levar bofetadas da vida, gosto de ser FORTE. Tu e o outro enriqueceram-me a alma, sofri tanto nestas sombrias quatro paredes, que agora – agora – aguento quase tudo.

Gosto de ti, gosto dele, mas vocês não me percebem, e eu cansei de responder, de gritar, de discutir, de explicar. Queria poder falar, mas não me deixam. Gostava de poder conversar, mas não me deixam. Adorava poder ser vossa amiga, mas não me deixam.

DESISTO!

É provável que caia, e então? Eu caio, mas levanto-me. E tu??? - Tu cais e ficas lá, a lamuriar e a rastejar na merda. Depois cais num sonho cheio de floreados e cor-de-rosa, onde o mundo é perfeito e tu és uma criancinha a brincar com o que conseguiste na vida… E então?

ACORDA !

sábado, 31 de maio de 2008

ABC

A. de amiguinhos

B. de beza

C. de c*******

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Toca-te.

Vens, dizes-te sincero, e bazas.
Estou tão presente em ti como tu estás em mim; mas tens medo – de quê?

Dizes: «vai que eu não vou atrás de ti», mas vens – porque pensas tanto em mim, quanto eu penso em ti; porque me queres, tal e qual como eu te quero a ti; porque te sentes preso, impotente, sem me «poder» ter, e isso está-te a foder o juízo; porque te arrependeste de não ter ido mais longe quando «podias»; porque me queres, porque me queres, porque me queres!

Preferes a cobardia do silêncio – foges, deixas-me sufocar em palavras, uma vez, e outra, e ainda outra... Devia ter falado contigo quando tivemos juntos, mas como? Se eu estava tão concentrada no teu corpo, que as outras quatro almas que nos rodeavam estavam desfocadas – não faziam sentido. Eras tu – eras tu que eu queria abraçar, beijar, tocar… ERAS TU! Continuas a ser tu, vais ser tu… Ficamos tanto tempo com a puta do computador à frente dos olhos que quase me esqueço que existe um corpo – eu esqueço que existe algo material nos poucos momentos em que me fazes sorrir; tu não, tu esqueces-te que existe uma alma, para além das brincadeiras e das conversas de miúda - eu tenho sentimentos; fortes e poderosos sentimentos. Mas tu não queres saber… Tu estás confuso, porque estás habituado a outro beijo, a outro abraço, a outro sentimento… E eu? Eu que me foda, não é? … Fodo-me – FODO-ME POR TI vezes sem conta e continuo a ser eu quem vai falar, continuo a ser eu quem começa as poucas frases em que falamos do «nós». Sou eu que estou a ser a eticamente incorrecta, quando nunca o fui antes… POR TI – pelas TUAS incertezas, pelos TEUS medos, pela TUA insegurança – POR TI P.!

O olhar P., o olhar diz tudo… Ainda tens dúvidas? Então deixa-me olhar para os teus olhos outra vez! Deixa… Deixa-me dizer o que ficou por dizer… PÁRA de fugir de mim – PÁRA de me evitar – PÁRA de fingir… Pára…

Estou a ficar cansada… Vais-me corroer a alma.
Já chega, P. … Por favor.

Vem, sê sincero, e fica.
Aconchega-me nos teus braços.
Contorna os meus lábios com os teus.
Diz-me o que quero ouvir – com sentimento.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Outra vez ..


Vi-o a entrar por aquela porta e ser o filho da puta mais (...) !
Vi-o a sair por aquela mesma porta e fiquei estérica !
Senti (...) – Quero!

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Vi o mundo enevoado por causa das lágrimas, e nem chorei por mim - NA PUTA DO MEU DIA DE ANOS ! Apregoei aos sete ventos o que muito poucos sabiam.. É fudido.. Vi o mundo girar à minha volta, com ela, e não tivemos de fazer um caralho! Sentei-me, ela sentou-se, ficou tudo bem, porque mesmo depois do pior (...) --

Falei com quem não falava há um ano - fiz mal? É fudido.. Não beijei, abracei, não disse coisinhas do diabo.. Fiz mal? Nope.. Eu gosto do rapazinho, damo-nos bem, porque é que não havia de ter a cabeça na perna dele? –

Gente normal, que nunca tinha visto, deram-me «melhor» os parabéns que a puta dos meus «amigos». So what? - «Gente normal» é mais civilizada que gente minha conhecida.
Foi noite boa!

--

Liguei, e ele estava com ela.. Fiz mal? Muito mal -- É fudido! Peço desculpa..
Tu sabes que queres, e se não sabias antes, ontem ficaste a saber! Se gostasses mesmo dela não dizias as cenas que dizes – não fazias as cenas que fazes.

Eu quero-te, e tu? YOU AND I WERE MEANT TO BE… Eu sou melhor que ela. Qual é a tua? Ela não tem nada que eu não tenha… Eu tenho mais que ela! É fudido…

EU é que tenho aquele nome.
EU é que moro aqui.
EU é que te vi primeiro.
EU é que faço anos naquele dia!
EU é que merecia a tua prenda.

YA?

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Enough is enough !

Chega!

Vem e não me chames. Não te quero aqui. Não vou estar aqui. Tu escolheste... E eu, eu vou encontrar o meu Príncipe Encantado com ar de Cavaleiro da Renascença!

Chega de textos para ti.
Chega de sonhos para ti.
Chega de fantasias para ti.

CHEGA!