sábado, 24 de setembro de 2011
vazio - cheio
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
2011

terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Quente e frio
terça-feira, 16 de novembro de 2010
hardly believe..
segunda-feira, 7 de junho de 2010
In and out of love

segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
hum...
segunda-feira, 22 de março de 2010
O beijinho antes...
quinta-feira, 18 de março de 2010
Um dia...
terça-feira, 9 de março de 2010
SOL! SOL! SOL!
domingo, 7 de março de 2010
Há um ano atrás...
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
c a t a r i n a

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Suspiro.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
E depois?
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Fim-de-Semana # 2
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Pós-Colocações
1) A FPCE começa a mostrar sinais da sua graça. Agora o único problema (se mencionar a enorme pilha de trabalho que se acumula à frente dos meus olhos) é que as minhas pálpebras ficam pesadas, e eu resisto, mas quando dou por mim já tenho os olhos fechados e, passados os dois rápidos minutos em que os consigo controlar, dou por mim de olhos fechados… outra vez. A cafeína é óptima, se não quiser dormir à noite.
2) Parece que o carro vem para a semana – Vou ter um belo menino, com o pequeno inconveniente de ser a gasolina, mas serve – afinal de contas, eu não sou uma menina limitada, por isso, lá me entenderei com a embraiagem extremamente delicada.
3) O Mickey deu-me um fim-de-semana dos que se esperam dos namoros à distância – decidi não lhe dar nas orelhinhas redondinhas e pretinhas devido à falta de mensagens e updates, e, tal como o Prof. Wolfgang disse, quando só pensamos no lado bom das pessoas (muito difícil de conseguir), essas tais pessoas são mais que perfeitas. Seja: o rapazito esteve extremamente amoroso – não esquecendo dos não-updates – vejam lá que até passeamos como os namorados dos filmes, naqueles sítios que mais sabemos nós que não são 100% verdadeiros. E apetece-me escrever muito sobre ele, mas prefiro guardar para mim (ah ah!) – deixem-me só dizer que a Minnie está em Leiria (: (e esta Minnie aqui que vos escreve também há-de estar – é um objectivo em estudo).
Portanto, pode-se dizer que estou feliz. Na passada sexta-feira estive com as meninas, o que contribuiu muito para o meu positivismo. Foi uma tarde muito bem passada – mas claro, as compras também tiveram o lugar merecido no meu humor – tenho as botas mais WOW! Ah, ah! Parece que a minha mudança de estilo veio com este positivismo todo – diz-se que agora estou índia – não índia das arábias, índia das Pocahontas – elas chamaram-me Hippie, eu chamo-me Étnica.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
F
sexta-feira, 13 de março de 2009
Ironic
sexta-feira, 6 de março de 2009
Ana Catarina Monteiro Alves
Nunca escrevi um texto sobre a tua importância. Sempre te disse o quão ligada me sinto a ti na nossa correspondência, mas sinto que tenho de dizer quem tu és.
O motivo da nossa correspondência começou por ser o Harry Potter – lembras-te? Depois tornou-se numa mistura de fantasia com realidade – de fictício e verdadeiro – de leitura e de vida. Ficámos amigas.
Ainda te lembras da primeira carta que me enviaste? Não sabias muito bem o que dizer, o que é perfeitamente normal, senti-te hesitante e fechada, mas nada que achasse menos natural. Respondi-te, talvez com palavras mais abertas que as tuas, mas isso mudou logo na segunda carta. Foi fantástica – adorei-a! Era tudo o que eu queria, tudo o que eu ansiava conhecer de ti – tu, um ser do sexo feminino tão semelhante a mim, tão “sem forma”, sem rosto, mas com tanta, tanta paixão. Senti, e continuo a sentir as tuas emoções enquanto escreves (ou parece-me sentir que sinto, mas gosto de acreditar que sim).
É verdade que nunca nos vimos. É verdade que não nos conhecemos fisicamente. É verdade que ainda há muito por descobrir. É verdade que podem pensar que somos doidas por revelarmos tanto uma da outra. Mas… não é igualmente que eu confio tanto em ti quanto possível?
Acredito-te!
Acredito no teu coração.
Acredito nas tuas crenças.
Acredito nos teus desejos.
Acredito na tua alma.
Acredito na tua raiva.
Acredito na tua frustração.
Acredito na tua lealdade.
Acredito no teu amor.
Acredito na tua amizade.
Acredito-te!
Não é TÃO verdade que te confio muito mais do que a todas as minhas outras amigas? As minhas amigas físicas, que me limpam as lágrimas? É verdade! Confio-te Catarina! Confio muito na nossa amizade. Acredito muito no nosso encontro. Anseio muito o dia em que vou poder olhar para a imensidade dos teus lindos olhos verdes – vou fixá-los durante muito tempo – o tempo todo que conseguir – vou olhá-los e descobrir tudo o que falta descobrir; vamos falar sem parar, mesmo que já tenhamos falado desse assunto nas cartas.
As cartas! Oh! Adoro as tuas cartas – Oh! Como Elas me fazem sentir leve e compreendida! Adoro, adoro! Adoro quando tenho uma encomenda de Guimarães à minha espera, a saltar de excitação para que eu lhe rasgue o corpo até lhe penetrar a alma – a alma, que é o que está por detrás de tudo o que me dizes: a confiança, a amizade, a cumplicidade, a lealdade! Não consigo acreditar, nem por um segundo, que alguém percebe a nossa ligação como eu e tu a sentimos!
Adoro. Adoro. Adoro.
Para a MINHA Catherine of Aragon !!!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Dia 5
Oito e quase meia da manhã - O caminho parece muito mais longo e triste por saber que não tinha a minha luzinha a meio caminho da escola. Atravesso a estrada, sem esperar muito; percorro a floresta e chego à tua casa. Parei um bocadinho para olhar para ela: estava fechada e estranha, via-se que estava vazia, o carro do teu pai estava na rampa, o que também me pareceu estranho, apesar de já ter pensado que estaria… Desejei ficar uma eternidade à espera de ouvir o som da tua porta a abrir, de te ver… desejei muito que me deixasses à espera, coisa que eu odeio em ti… não apareceste. Não me deste um beijo.
Por volta das oito e meia da manhã – Horrível. A escola parece mil vezes pior sem a tua mão para agarrar/sem saber que vais lá estar comigo. Acho que este ano ainda não tinha olhado para o que nos rodeia todos os dias com atenção. É tudo escuro e pobre. Cheira a não-lavado. Não gosto. Não gosto mesmo nada.
Na aula de Física o barulho não era tão intenso sem ti, faltavas tu. Faltavas tu para eu me pendurar. Faltava a tua boca para me dar um beijo. Faltavas tu para eu fazer cara feia porque o Henrique continua a embirrar comigo! Marquei dois golos no futebol, mas golos a sério, e mesmo assim ele reclamou comigo. Fui com elas para o balneário: estava irritada por causa do ‘Stor, olhei para o telemóvel e não estava lá nenhuma janelinha a dizer “Paquico Mio @”, deu-me uma quebra. Senti a garganta a apertar, um estranho calor à volta do nariz e olhei para cima…
Porra! Aula de Psicologia! Não estavas lá também. Passou-se melhor. Temos mais um trabalho, ficamos no mesmo grupo (:, o nosso tema são as emoções. A Lurdes esteve a falar connosco. Claro que falou em ti, mas depois lá me distraiu… passou-se.
Cada vez que via uma mulher loira, via a tua mãe com a pasta numa mão, a ir para o bloco dela. Mas não era. Não havia Isabel, não havia Francisco, não havia beijo. Parece que todos se lembraram de falar em ti. Até a professora de Inglês me disse: “Tira essa cara. Está quase a voltar”; mas ela disse outra coisa que é verdade: assim percebo a tua importância na minha vida; assim percebo a falta que me fazes; assim percebo o quanto gosto de ti.
Não imaginas o que é, ao fim de oito meses, ter de me separar de ti desta maneira… Mas agora vou passar o tempo todo no site do Live Cam para te ver!
Amanhã de manhãzinha vou para o Algarve… Não devo escrever no blog, não sei se lá vou ter net ou não…
Sei, sim, que me vou sentir ainda mais longe de ti, impotente e sozinha.
Não adianta rodear-me de pessoas, ninguém me completa como tu.
És tu amor, és tu a minha outra metade: sempre achei esta frase a coisa mais pirosa, ridícula e absurda para se dizer, mas é verdade! És a minha outra metade. Pertenço-te. E quero pertencer-te.
Adoro-te muito José Francisco da Silva Bastos Gonçalinho Gomes.
Adoro-te.

