Mostrar mensagens com a etiqueta Perfeições. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Perfeições. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Yupi ! Yupi ! Yupi ! :D



Sílvia. Francisco.
Francisco. Sílvia.



Sou feliz. Sou feliz porque vos tenho.
Devo ser a pessoa mais sortuda do mundo.
São vocês. Tu e tu. Vocês!


segunda-feira, 18 de agosto de 2008

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sílvia,

tu sabes, eu sei, eles sabem - todos sabem - que nunca nos demos bem. Houve sempre rivalidade (talvez isto já veio dos tempos dos nossos irmãos), sempre fomos comparádas, sempre nos comparámos - sempre quiseste ser melhor que eu; e eu sempre quis ser melhor que tu. Sabes o que é que eu acho agora? O que tu tens de «mau», tenho eu de «bom». E o que tu tens de «bom», tenho eu de «mau». E sabes que mais? É por isso que te dei O título - MELHOR AMIGA - queres mais? Nunca tive uma Melhor Amiga a sério - tinham sempre defeitos que não podiam ser desprezados - ou não sabiam ouvir, ou não sabiam falar. Ou eram frias, ou demasiado melosas. Ou eram diferentes de mais, ou demasiado parecidas. Tu não! Tu és a minha «outra metade» feminina. Contigo sinto. SINTO, SINTO, SINTO! Sinto que confio. Sinto que Amo. Sinto que sim. Sinto que ouves. Sinto que falas. Sinto que sinto e PONTO (.)
Querias uma declaração de amor? Aqui tens. Estás feliz?
Tu afastaste-te. Tu puzeste as culpas em cima Dele, dizendo que EU me afastei. Não, não me afastei, por isso deixa-te de merdas e fica normal. Sê a Melhor Amiga que tens sido e PÁRA de pôr as culpas em cima de mim!
Estás confortavél agora? Não estejas... Eu também preciso de declarações de Amor de Amiga. Eu também espero que mandes messagens durante um dia inteiro. Não, eu não me afastei. Vê se falas comigo. A CULPA NÃO FOI MINHA.
O que é que eu SUPOSTAMENTE devia fazer?
Em que aspecto é que tenho de abrir os olhos ?
Melhor Amiga.




segunda-feira, 21 de julho de 2008

#1

Conversámos. Lembraste? Lembras-te da minha cabeça na tua perna esquerda, da minha voz (que me soava tão distante) a contar-te tudo – tudo o que havia para saber sobre o ano que tinha passado sem nos falarmos? Lembraste de termos ficado tão próximos que chegaste a pensar que ia acontecer qualquer coisa naquela noite? Lembro-me de ter ficado com a cabeça junto da tua. Lembro-me de não perceber o porquê de estar ao pé de ti (logo de ti), a falar de coisas que me parecem tão insignificantes agora, mas não me importei. Ouvia-te longe, mas ouvi-te, ouvi-te e bebi cada palavra que disseste... Lembro-me de sentir a minha mão agarrada à tua, outro acontecimento estranho, mas continuei a não querer saber. Lembro-me, lembro-me.

Passou um mês. Um mês teu. Um mês de café. Um mês de incertezas. Um mês de dúvidas. Passei tanto tempo perto de ti, sem perceber, sem te ler… Mas estavas desfocado – tão desfocado. E eu, eu estava numa luta interna, a lutar contra o que sentia (ainda bem que não a ganhei): pensava que não gostavas de mim, que passavas tanto tempo comigo por alguma razão que não fosse a que eu desejava (ainda bem que me enganei). Passou um mês inteirinho, um mês em que esqueci; esqueci o que não me fazia falta ter. Foste o meu salvador, e agradeço-te tanto por isso!


Beijámo-nos. Do que antecedeu essa noite, lembro-me de ter pensado «não passa de hoje», mas acho que não pensei a sério. Não sabia o que querias, nem se querias alguma coisa. Passei a noite encostada a ti, involuntariamente, mas passei. Já tinha acontecido tanta coisa entre terceiros, que deixei de pensar, mas aconteceu. Nós e os banquinhos, os banquinhos e nós. Beijaste-me, beijei-te, beijámo-nos. Foi um bom começo de Verão; um óptimo começo de Verão. Mas no dia a seguir ainda não sabia o que querias… Isso são histórias do íris. Lembras-te?

Desde isso, passou mais um mês. E que mês… Já aconteceu tanta coisa, que por vezes me parece muito mais que um mês; mas tem passado tão depressa, que das outras vezes me parece muito menos que um mês.

Estás C R E S C I D I N H O. Às vezes (muito de vez em quando) sinto-te mais maduro que eu, com mais cabecinha, com opiniões mais definidas que as minhas, com atitude. E agora, que me fizeste acreditar, sinto-te como te quero, sinto-te como o melhor de ti deve ser, porque não te consigo ver melhor do que estás agora. [Meu puto :$] Envolves-me em ti. Vicias-me em ti. Tu, tu, tu. Gosto! Gosto até do teu jeitinho de bruto-querido com a mania que manda. :$ Adoro-te!

PRESENTE. Já percebi Amor !
Confio, sim.


Sinto-me!

Tens-me feito bem - muito bem. Estás-me a fazer evoluir, estás-me a fazer crescer.
Já não me sinto insegura. Já não tenho dúvidas… E já não vou dizer que não.
Quero tempo, quero muito tempo contigo.
Quero-te, quero-te, quero-te.
É PAIXÃO !





Adoro-te F r a n c i s c o.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

YOU make me..


Já estava habituada a passar tardes inteiras contigo, fins de noite contigo... Cada vez gosto mais de ti, do teu toque, do teu beijo. Cada vez estou mais habituada a ter-te a meu lado, estou cada vez mais habituada a andar pela rua guiada pela tua mão.
.
.
.
.
.
.
.
Fazes-me feliz!
.
.
.
.
.
.
.
Quero que resulte.
Francisco (:

terça-feira, 24 de junho de 2008

Desta vez..

Desta vez estamos (muito) menos putos

Desta vez quero-te com mais força

Desta vez estamos mais à vontade

Desta vez vamos ter mais calma

Desta vez estamos mais unidos

Desta vez sinto mais a tua falta

Desta vez preciso mais de ti

Desta vez falo mais contigo


Meu FRANCISCO *

domingo, 22 de junho de 2008

Perfeita

É perfeita, e está a ser partilhada com o trio que eu precisava para ser Feliz. É perfeita, e eu não a queria ter com outro grupo de amigos – perfeita, perfeita, perfeita.

Tenho a que não me deixa chorar ao pé dela, assim como eu não a deixo chorar ao pé de mim (exceptuando as noites de beza, porque aí chora sempre) – não te sei dizer o que significas para mim – «amiga», «irmã», «melhor amiga» - parece-me pouco, muito pouco para definir o que tu me és – Homogémea – afinal o que significa? Amizade, amor, dependência, necessidade? Porque sim, Sílvia, eu dependo de ti para ser feliz – foste tu que começaste a construir a minha felicidade, quando começámos a ir ao café, quando começámos a falar outra vez… Vamos ter o melhor Verão de sempre – melhor que o do ano passado – lembras-te? Escuteiros – café – casa – festas – túneis – café – casa – café. Este ano não (Dirty Little Secrets).
Tenho a que me aturou o ano inteiro, assim como a aturei a ela – só nos tínhamos uma à outra naquele sítio desprezível, falávamos com alguns, mas nunca andávamos felizes – agora? Agora ela vai conseguir o que quer, e vai ficar tão feliz como. – Tens razão, falta um ano, mas quando esse ano passar eu vou continuar a pensar em ti e no bem que me fizeste durante «a pior» fase da minha adolescência – Ana Catarina – vamos deixar de ser lamechas e aproveitar o que este Verão tem para nos dar – eu sei que vais conseguir, e aí assim!
Tenho o que não me falou durante o ano, assim como eu não falei com ele - agora? Agora preciso de estar com ele para ir «retocando» o meu sorriso, como alguém que retoca maquilhagem num dia quente de Verão. Tentei acreditar que estava coisinha porque tínhamos começado a falar outra vez, mas pensava em ti… pensava tanto em ti. Desta vez é diferente, desta vez vai ser diferente – tu estás diferente, e eu estou diferente - Francisco – ainda bem que (re)apareceste naquela altura. Fazes-me bem – sinto-me segura ao teu lado. Desta vez, fica.



É perfeita – é a felicidade perfeita (:

sábado, 21 de junho de 2008

F.G.


I can't wait to fall in love with you.
You can't wait to fall in love with me.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

sábado, 14 de junho de 2008






SEM PALAVRAS !






domingo, 1 de junho de 2008

=D





É a única coisa que posso ter agora na cara!


UM SORRISO.



Café Sagrado !


Amigos Sagrados !


(Quase) Férias Sagradas !


Puta de Felicidade Sagradíssima !

=D



domingo, 25 de maio de 2008

S. / H.

Eu? Eu não sou perfeita. Eu não tenho o melhor corpo e muito menos a melhor alma.

Eu sou uma deplorável amiga, porque a maior parte das vezes não sei o que dizer – fico parada com o tormento de lágrimas a cair pela tua cara, e não faço nada – porque não sei o que fazer ou dizer – tu sempre foste a mais ousada, tu sempre foste a mais corajosa, tu sempre foste a mais atrevida, tu sempre foste a mais forte. Eu não consigo ser forte – consegui uma vez e não gostei da parte em que as palavras «mentira», «arrogância» e «estupidez» entravam… Admiro-te por isso, por conseguires ser forte e não cederes; por estares visivelmente despedaçada, mas não cederes; por o mundo se estar a desmoronar a teus pés, mas não cedes - Admiro-te S.

É isso! Tive orgulho em ti porque não cedeste. Ficaste na tua e isso só te trouxe benefícios. Orgulho-me de ti por ser tão forte – por o teu pequenino corpo aguentar tanto; por dizeres sempre as coisas certas, como se fosses uma distinta actriz que representa bem o seu papel. Consegues sempre ser a mais forte. E eu… eu gosto cada vez mais de ti pela tua força.

Amor de Melhor Amiga,
H. *

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Os teus olhos nos meus.

Andei a saltar por toda a casa antes de chegarem. Parecia uma criança, com os olhinhos a brilhar porque a melhor coisa do mundo estava prestes a acontecer. Tudo me pareceu insignificante, o mundo resumia-se ao momento em que te ia ver, passado tanto tempo. Olhei pela janela, mas não vos vi chegar. Tocaram... Ela foi a primeira, e metade do meu abraço foi de gratidão por ela te ter trazido até mim. Depois foi ele, que eu abracei, e lembrei-me do dia em que ele te trouxe até mim... E finalmente, tu.

Nem olhei bem para ti, e já estava nos teus braços, não me lembro de pensar em nada – quiçá pensei em tanta coisa ao mesmo tempo que tudo se misturou num sentimento de desejo inconsciente. Ouvi-te a dizer «parabéns» e «estás muito bonita», eu devo ter murmurado um «obrigado» com cara de estúpida, não? – Deixei de ser racional…

Trocámos poucas palavras, mas nada é melhor que o teu olhar a segredar ao meu… Eu sabia o que estavas a pensar – e tu mais facilmente conseguias perceber – queria os teus braços outra vez; queria poder sentar-me contigo e conversar, só conversar, durante horas e horas; queria o teu beijo, onde os meus lábios encontravam os teus, numa conversa muda; queria-te a ti.

Quando nos abraçámos outra vez, quando ficámos sozinhos, eu senti uma pressão na minha pele nua – eram eles, os teus lábios. Nesse momento pensei – foi preciso um extraordinário auto-controle para não te beijar – tu querias, e eu também. O conforto dos teus braços fez-me cair num poço vazio, sem fim – e caia… caia… caia…

Se fosse tudo tão fácil para nós como era o ano passado… Se eu te pudesse beijar, sem nada entre nós… Se eu me pudesse tornar dona e senhora dos teus braços – tê-los para me abraçarem… Aí sim, eu podia dizer: PUTA DE FELICIDADE.

Agora tenho a certeza, porque o teu olhar mo disse – sentes o que eu sinto.
Afinal não és assim tão cabrão e arrogante como queres ser.

Um ano…

:)

«You and I were meant to be» - he said.
«Just let me be yours» - I said.