quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Elástico.

(...) Os nossos limites foram encontrados muito cedo - demasiado cedo atrevo-me a dizer - e a nossa linha é uma espécie de elástico... como se fosse o elástico de uma fisga, em que aquelas duas coisinhas que o seguram sou eu e tu, sabes? Agora visualiza: O elástico está a ser puxado demasiado depressa, com demasiada força e até ao limite. A extremidade R deixa de ter força, começa a curvar para aguentar a pressão, mas de repende decide que não quer fazer mais força e que não aguenta mais - PUM! - A extremidade R pára de lutar para ajudar a extremidade F. O elástico solta-se e bate com toda a força na cara da extremidade F. Dói, não dói amor? ... Mereceste todos os bocadinhos da dor proporcionada pelo elástico que eu soltei. Natal? Prenda do namorado debaixo da árvore? Pft, o que é que isso interessa? Ele não teve paciência e decidiu ir para uma tasca.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

?

E é agora que se sinto estupida por andar preocupada com a tua prenda. É por esta altura, outra vez, que me arrependo do tempo que gastei a pensar em coisinhas para ti. É também por esta altura que voltas a matar o que sinto por ti, e para acabar, é nesta altura que desejo mais e mais e mais não estar contigo. Se calhar a conversa de brincadeira do "vamos acabar" não é só conversa, mas sem a parte do "só para ao chegarmos ao ano e meio, depois voltamos". Sinceramente, do que me lembro mais desta merda de ano e meio são as porcarias que me fazes, da maneira como me tiras o que tenho, do teu egoísmo... E é agora que me pergunto porque é que ainda tenho esperanças em ti, quando tu só mostras ser um puto mimado e egoísta que precisa de se sentir superior... Tenho mesmo muita muita pena de ti. O pior disto tudo é que tu gostas de mim, e vais acabar por me ouvir dizer "nunca mais te quero ver", o que é uma pena, porque quando ages como uma pessoa decente, eu e tu somos extremamente perfeitos. Dito isto, daqui a 49 minutos fazemos 18 meses de namoro, e eu penso que nunca tive tanta aversão a ti.
Feliz Natal

sábado, 12 de dezembro de 2009

You're the only one *

... And then you made me smile - all the bloody bad things desapear. I just wanted to hold your hand and say that I love you. It looked like 1 year ago... And I'm still so in love with you :)
I love you, I love you, I love you.
My Sweetheart, my buddy, my partner, my friend *

domingo, 6 de dezembro de 2009

Christmas

Este Natal só peço para ser um bocadinho mais feliz...
E envelopes amorosos recheados de notinhas, menos que pequeninas.
E, por ultimo, mas muito principalmente, peço muito muito que não hajam funerais em breve.
:(

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Fim-de-Semana # 2

... Foi bastante agradável. Possivelmente mais agradável do que o Fim-de-Semana # 1, mas tal comparação seria injusta visto que o Fim-de-Semana # 1 não chegou a dois dias completos e este Fim-de-Semana # 2 teve uma noite de Sexta-Feira, um Sábado, um Domingo, uma Segunda-Feira, uma Terça-Feira, uma manhã de Quarta-Feira e muitos acontecimentos marcantes (mais literalmente do que seria desejável) para partilharmos.
"Eu acho que sim... Tu achas que não?"
"Acho que sim... mas já pensava que não."
(: Pu(n)to Multijet volta já daqui a um dia :)
Adoro-te Piqueno Grande (meu) Homem

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Causa-Efeito

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Pós-Colocações

(...) E as coisas lá começaram a entrar nos eixos.
Depois de tudo o que não foi publicado neste blog e se encontra
neste momento espalhado por aí em folhas soltas,
lá consegui dar o mínimo de ordem à minha mais recente fase.

1) A FPCE começa a mostrar sinais da sua graça. Agora o único problema (se mencionar a enorme pilha de trabalho que se acumula à frente dos meus olhos) é que as minhas pálpebras ficam pesadas, e eu resisto, mas quando dou por mim já tenho os olhos fechados e, passados os dois rápidos minutos em que os consigo controlar, dou por mim de olhos fechados… outra vez. A cafeína é óptima, se não quiser dormir à noite.

2) Parece que o carro vem para a semana – Vou ter um belo menino, com o pequeno inconveniente de ser a gasolina, mas serve – afinal de contas, eu não sou uma menina limitada, por isso, lá me entenderei com a embraiagem extremamente delicada.

3) O Mickey deu-me um fim-de-semana dos que se esperam dos namoros à distância – decidi não lhe dar nas orelhinhas redondinhas e pretinhas devido à falta de mensagens e updates, e, tal como o Prof. Wolfgang disse, quando só pensamos no lado bom das pessoas (muito difícil de conseguir), essas tais pessoas são mais que perfeitas. Seja: o rapazito esteve extremamente amoroso – não esquecendo dos não-updates – vejam lá que até passeamos como os namorados dos filmes, naqueles sítios que mais sabemos nós que não são 100% verdadeiros. E apetece-me escrever muito sobre ele, mas prefiro guardar para mim (ah ah!) – deixem-me só dizer que a Minnie está em Leiria (: (e esta Minnie aqui que vos escreve também há-de estar – é um objectivo em estudo).


Portanto, pode-se dizer que estou feliz. Na passada sexta-feira estive com as meninas, o que contribuiu muito para o meu positivismo. Foi uma tarde muito bem passada – mas claro, as compras também tiveram o lugar merecido no meu humor – tenho as botas mais WOW! Ah, ah! Parece que a minha mudança de estilo veio com este positivismo todo – diz-se que agora estou índia – não índia das arábias, índia das Pocahontas – elas chamaram-me Hippie, eu chamo-me Étnica.

sábado, 31 de outubro de 2009

Damn #3

Há três coisas que qualquer rapariga de 18 anos que ambicione ser alguém na vida quer ter:

1) Notas para ir para a faculdade que quer
2) Carta de condução
3) Um rapazinho que a faça sentir-se menos problematica

Acontece que eu lá conseguir ter estas três coisas, acontece também que me sinto mais que frustrada por não poder usufruir de nenhum destes três prazeres essenciais.
Ora vejamos:
Prazer #1 : Meio-Fracassado - estou no curso que quero, não tanto na faculdade.
Prazer #2 : Passei no código à primeira e no exame de condução com a observação "és demasido cuidadosa" - não me deixam conduzir.
Prazer #3 : Homem amado em Leiria, contacto físico ao fim-de-semana (não me consigo habituar).
Rita Chaveiro Martins,
futura grande psicóloga,
jovem de 18 anos extremamente frustrada!

Broken-Hearted Girl

“You’re everything I thought you never were and nothing like I thought you could have been - But still, you live inside of me, so tell me how is that? You're the only one I wish I could forget, the only one I love to not forgive and though you break my heart, you're the only one. And (...) there are times when I hate you - 'cause I can't erase the times that you hurt me and put tears on my face – (...) even now, while I hate you, it pains me to say «I know I'll be there at the end of the day».

“I don't wanna be without you, babe. I don't want a broken heart, don't wanna take a breath without you, babe, I don't wanna play that part. I know that I love you, but let me just say: I don't wanna love you in no kind of way, no no! I don't want a broken heart. I don't wanna play the broken-hearted girl (...).

“You say you've got the most respect for me, but sometimes I feel you're not deserving of me and still, you're in my heart, but you're the only one and yes, there are times when I hate you, but I don't complain 'cause I've been afraid that you would walk away. Oh, but now I don't hate you - I'm happy to say that I will be there at the end of the day(...).”
Beyoncé Knowles - Broken-Hearted Girl

domingo, 18 de outubro de 2009

-

" Did you say it? "I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life." Did you say it? Make a plan. Set a goal. Work toward it. And every now and then: look around; drink it in. 'Cause this is it. It might be all gone tomorrow."

Is it enough?

"It's not how good you are, it's how good you want to be."

sábado, 17 de outubro de 2009

Psi





Ψ





sexta-feira, 9 de outubro de 2009

FPCE - ESGT

Um dia destes saio da minha faculdade, meto-me no carro e vou directa para a tua...
Isto quando tiver a certeza que não me perco, claro... *

Vou sentir a tua falta todos os dias Mickey :)

Adoro-te.






terça-feira, 6 de outubro de 2009

FPCE - UL

Cara RITA MARTINS,
Concluída a 2ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, vimos informar que o resultado da tua candidatura foi o seguinte:
Resultado: Colocada
Estabelecimento: [0706] Universidade de Lisboa - Faculdade de PsicologiaCurso: [9555] Psicologia
Poderás consultar os detalhes do resultado da tua candidatura em www.dges.mctes.pt/coloc/2009 a partir das 9h de 3ª feira. Caso a instituição onde ficaste colocado já disponha de um sistema de matrícula on-line deves utilizar a seguinte senha para te autenticares: ************
Aproveitamos para agradecer a tua utilização do sistema de Candidatura Online ao Ensino Superior.
Obrigado e Felicidades, Direcção Geral do Ensino Superior

sábado, 3 de outubro de 2009

Means Nothing

Bem disse que as tuas palavras não significavam nada, pois não foram sentidas... Tenho muita pena, erras uma a outra vez. Para quê ficar? Como te disse, não preciso de ti para nada, dadas a circunstâncias... O que faço eu contigo, José?

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Profecy #1

“You won’t realize you’re destroying your true pal and yourself (…) and the one who love you will disappear because he/she won’t bear to see you being used and abused by the ones you call “your people”. You will waist sincere love and end up regretting your mistakes.”
- Take care sweetheart.

domingo, 27 de setembro de 2009

BFF - CATHERINE



"
Love of my life,
My Soul Mate,
Your're my Best Friend
"

terça-feira, 22 de setembro de 2009

UpDate do DGES



Ora bem, e no passado dia 11 lá passei no exame de código e lá não entrei para a faculdade... Enfim x) Hoje descobri o número de vagas para Psicologia na 2ª fase e, contando com todas as opções que coloquei, concluí que tenho 69 hipoteses de entrar :D Lá perdi as belas das praxes, mas alguma coisa deve vir de bom.. Não é? :\


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Divulgação dos resultado da 1ª fase

É hoje peepez! :o
Lá para as oito comecem a pensar em entrar no site e vão actualizando e hora à hora ou assim...
Boa sorte futura Caloirada :x


XoXo

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

September '09



" Cause I see sun set in your eyes"

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Rock in Rio 2010

Ajudem a Marta a tornar este mundo num mundo melhor ;p
MARTA BELBUT !!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

quinta-feira, 30 de julho de 2009

F

Preciso de ti. Preciso seriamente de ti, agora mais do que nunca. Preciso de ti e de mais uma catrefada de gente que, como tu, não está aqui. Preciso mais de ti do que dos outros porque tu fazes parte do amanhã, e, já que o amanhã não vai ser como eu quero, este amanhã tem de te incluir a ti, para eu não odiar ainda mais o amanhã. Por isso, por favor, comparece perante mim, porque é de ti que eu preciso.

Candidatura

1ª Opção: 151,3 valores
0706 – Universidade de Lisboa – Faculdade de Psicologia
9555 – Psicologia

2ª Opção: 159,6 valores
0507 – Universidade de Coimbra – Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
9555 – Psicologia

3ª Opção: 141,6 valores
1000 – Universidade do Minho
9555 – Psicologia

4ª Opção: 159,0 valores
1109 – Universidade do Porto – Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
9555 – Psicologia

5ª Opção: 143,5 valores
0804 - Universidade Técnica de Lisboa – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
9023 – Ciências da Comunicação

6ª Opção: 159,6 valores
1000 – Universidade do Minho
9023 – Ciências da Comunicação





I'm so sorry Catherine...
You know it's not my falt :\
I love you so *

terça-feira, 28 de julho de 2009

Criaturas

Se nós, criaturas do sexo feminino, nos abstraímos do nosso imenso mundo de afectos, sentimentos e necessidades para compreender e satisfazer as vossas mais que muitas necessidades, irritantes criaturas do sexo masculino, porque motivo não nos satisfazem a nós?

Se nós temos de aceitar o facto de não sermos a principal coisa na vossa preenchidíssima agenda de eventos sociais, porque é que vocês não conseguem compreender que tudo o que nós precisamos – note-se que é o que precisamos, não futilmente o que queremos – é um bom bocadinho de conto de fadas, com aquelas coisinhas todas amorosas que não vos custam um car**** a fazer! Mas não! Não, não, não. Não nos podem mimar, porque ficamos mal habituadas e isso jamais pode acontecer.

O que é que isto leva as criaturas do sexo feminino a fazer? Umas mandam-vos, queridas criaturas do sexo masculino, ir passear, assim, sem se chatearem mais, outras aguentam e vão aguentando e ainda existem outras que se fazem muito apaixonadas e perfeitas mas que depois vos embelezam a testa e vos enchem de mentiras e traições… Eu cá acho que a primeira namorada de todas as criaturas do sexo masculino devia ser do tipo que engana e mente. Porquê? Assim eles davam-nos, criaturas do sexo feminino perfeitamente transparentes, o devido valor que nos devia ser atribuído e, ainda mais importante, o respeito exigido pela nossa condição.

Não deviam as que aguentam levar com um grande balde de água para acordarem? Não deviam as que aguentam levar uma vacina que as fizesse ser umas perfeitas cabras para os rapazes que as massacram? Obviamente que não, pois assim deixariam de ser decentes…

Vos aguentar tudo o que fizeres, até tu não me quiseres. Gostaria imenso que tornasses a minha tarefa um bocadinho menos pesada e que me fizesses uma menina feliz. Não quero que sejas perfeito, só quero que me acompanhes.

sábado, 25 de julho de 2009

Want

I want my Catherine.
Catherine, I want you..

Please?

quinta-feira, 16 de julho de 2009

The End



Poque é que estragaram\estragaste o fim, que seria a melhor parte??


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Paper Gangsta

«You should been rapping to the beat of my song Mr. California, PAPER GANGSTA and I’m lookin’ for love, not an empty page full of stuff that means nothing but “you’ve been played”»

domingo, 21 de junho de 2009

Damn !

Cento e Oitenta Graus.

sábado, 20 de junho de 2009

20 de Junho de 2009

Eu dei-te a mão.
Tu deste-me um beijo.

Vamos beber sete shots amanhã e jogar ao jogo da verdade?
Sentas-te comigo no banco, precisamente à uma da manhã?

terça-feira, 16 de junho de 2009

sábado, 13 de junho de 2009

Parvinho !


Mas eu gosto muito de ti..

sábado, 6 de junho de 2009

Possivel


(...) porque é P O S S I V E L

quinta-feira, 21 de maio de 2009

18

domingo, 17 de maio de 2009

domingo, 10 de maio de 2009

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Alergiaaaa

Isto está-me a fazer comichão desde que comprei o telemóvel.


Pegas no teu telemóvel, vais ao Menu, entras nas Mensagens, carregas no botão para ir aos Itens gravados, escolhes os Modelos e vais encontrar um “Também de amo.”.

Fácil, rápido e sem custos adicionais para quem usufrui de mensagens grátis.
Que amor é este o do século XXI?

Say what?


terça-feira, 5 de maio de 2009

You can't possibly think that 'bout me

Minto por ti, por nós, o que seja, nunca a ti.

Tenho segredos contigo, não para ti.

Falo contigo, não de ti.

Não me compares.

Continua a pensar que sou diferente, porque sou.

Não te esqueças que tu já me mentiste.
Eu não, sou um livro aberto para tu leres.

Estás a ser R I D I C U L O!
Nem em ti encontras alguém tão "clear as water".

domingo, 3 de maio de 2009

Halo








sábado, 2 de maio de 2009

Promise you won't leave me behind


I love you.

domingo, 19 de abril de 2009

Cath's Update





+



=



sábado, 18 de abril de 2009

Sou completamente louca por ti.
I love you.

sábado, 4 de abril de 2009

Bom dia



Agarra. Agarra a minha mão comforça. Agarra a minha mão com muita força para que não existam espaços entre nós. Agarra a minha mão com muita força para que não exista vazio, distância e silêncio.
Agora, dá-me um beijo na testa, e dá o primeiro passo. Dá o primeiro passo para a caminhada que temos de fazer. Mas nunca, nunca me largues.
Adoro-te. Bom dia :)

sexta-feira, 27 de março de 2009

V.F.B.



BARCELONA


quarta-feira, 25 de março de 2009

Pela 777777ª vez

O silêncio não faz sentido. A bola dos problemas de comunicação que criticavas tanto quando era eu a jogar agora está do teu lado do campo. Eu não falava, nado dizia, não mostrava, mas escrevia, e tu sabias e sabes mais do que devias aquilo que espero de ti, o que quero (que és tu), o quão bom e superior eu te acho em relação a tudo e todos, e tu meu grandessíssimo parolo pensas que tens de te guiar por cenas que te deviam ficar de fora, no raio com milhas de chá e cultura que te separa do outro mundo.

Mundo – és uma imensidão de pessoas, edifícios, ideias, palavras e personalidades: afinal o que é que tu és? Sempre, sem fases? Eu ainda não percebi se és o que és para mim, se és o que és para a tua família, se és o que és para os teus amigos ou se és para o público. És o quê?

Não quero que mudes por mim, não quero que sejas o que não és – porque afinal, foi por ti que me apaixonei, não pelo meu ideal do sexo masculino; só queria, do fundo do meu saquinho de desejos mais precisos, que fosses constante… que fosses sempre como és quando és amoroso, quando me tocas porque sim, quando me dás beijinhos paniscas na mão, quando me apareces à porta aos sábados e domingos à tarde, quando não tenho de puxar por ti para seres meu namorado…

Lembras-te daquele dia em que choveu e nós estávamos no nosso sítio de resolução de problemas e eu me fui abaixo? Lembras-te do que me disseste? Lembras-te de como te sentiste? Lembras-te de como eu me sentia? Agora sinto-me assim. Sinto que voltaste a ser a mesma coisa do que eras – lembras-te? Não te esqueças, apesar de não gostares de te sentir assim, é mesmo assim que te deves sentir – tudo o que me disseste – porque me estás a magoar outra vez.

Não preciso de desprezo, nem de te ouvir a dizer todos os meus defeitos, eu sei quais são, e garanto-te que tenho mudado muita coisa por ti, para te fazer um bocadinho mais feliz, para arranjar maneiras de te perceber melhor, as neste estado, não consigo.

Não é drama, não são lamentações.
Isto não passa de um desabafo, para ver se metes na cabeça duma vez por todas que quando estás assim, não tens razão em nada – só me fazes pensar em coisas estúpidas, fantasiar sete mil hipóteses que justificassem, mas nada justifica... nada de nada – não agora, que já estamos tão longe da partida. Não agora que eu ando a fazer decisões para ir para onde tu fores, não agora que já te tenho cá dentro.

Ouve-me.

P.s. – Não sei o que te vai na cabeça, mas garanto-te que até a tua vida me podias confiar. Se sei guardar segredos delas, muito melhor sei guardar os teus… não me entra na cabeça que ainda não sintas isto.
What the fuck ?!

sábado, 21 de março de 2009

9


domingo, 15 de março de 2009

Too much reading

VAMPIRE INSTINCT

sexta-feira, 13 de março de 2009

Ironic

Guess I'm right 'bout every little detail, am I wrong?
No, I'm so not wrong - never had and never will.

Free

"Half Alive" by Secondhand Serenade

It's four AM, I'm waking up to your perfume
Don't get up, I'll get through on my own
I don't know if I'm home
Or if I lost the way into your room
I'm spiraling into my doom
I'm feeling half alive but I know one day
You and I will be free,

To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.

I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.

Well excuse me while I get killed softly,
Heart slows down and I can hardly tell you I'm okay
At least 'til yesterday,
You know you got me off my highest guard,
Believe me when I say it's hard.
We'll get through this tonight
And I know one day you and I will be free

To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.

I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.

And you touch my hand ever so slightly
(Girl we're not ready for this yet)
And the deadly look she cast upon me
I won't regret, I won't regret
I won't regret. I won't regret...

And I was trying to disappear,
But you got me wrapped around you
I can hardly breathe without you
I was trying to disappear
But I got lost in your eyes now,
You brought me down to size now.

I'm almost alive
And I need you to try and save me.
It's okay that we're dying
But I need to survive tonight, tonight
Tonight...

I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.
I need to survive tonight, tonight

sexta-feira, 6 de março de 2009

Ana Catarina Monteiro Alves

Nunca escrevi um texto sobre a tua importância. Sempre te disse o quão ligada me sinto a ti na nossa correspondência, mas sinto que tenho de dizer quem tu és.

O motivo da nossa correspondência começou por ser o Harry Potter – lembras-te? Depois tornou-se numa mistura de fantasia com realidade – de fictício e verdadeiro – de leitura e de vida. Ficámos amigas.

Ainda te lembras da primeira carta que me enviaste? Não sabias muito bem o que dizer, o que é perfeitamente normal, senti-te hesitante e fechada, mas nada que achasse menos natural. Respondi-te, talvez com palavras mais abertas que as tuas, mas isso mudou logo na segunda carta. Foi fantástica – adorei-a! Era tudo o que eu queria, tudo o que eu ansiava conhecer de ti – tu, um ser do sexo feminino tão semelhante a mim, tão “sem forma”, sem rosto, mas com tanta, tanta paixão. Senti, e continuo a sentir as tuas emoções enquanto escreves (ou parece-me sentir que sinto, mas gosto de acreditar que sim).

É verdade que nunca nos vimos. É verdade que não nos conhecemos fisicamente. É verdade que ainda há muito por descobrir. É verdade que podem pensar que somos doidas por revelarmos tanto uma da outra. Mas… não é igualmente que eu confio tanto em ti quanto possível?

Acredito-te!



Acredito no teu coração.



Acredito nas tuas crenças.


Acredito nos teus desejos.


Acredito na tua alma.


Acredito na tua raiva.


Acredito na tua frustração.


Acredito na tua lealdade.


Acredito no teu amor.


Acredito na tua amizade.



Acredito-te!



Não é TÃO verdade que te confio muito mais do que a todas as minhas outras amigas? As minhas amigas físicas, que me limpam as lágrimas? É verdade! Confio-te Catarina! Confio muito na nossa amizade. Acredito muito no nosso encontro. Anseio muito o dia em que vou poder olhar para a imensidade dos teus lindos olhos verdes – vou fixá-los durante muito tempo – o tempo todo que conseguir – vou olhá-los e descobrir tudo o que falta descobrir; vamos falar sem parar, mesmo que já tenhamos falado desse assunto nas cartas.

As cartas! Oh! Adoro as tuas cartas – Oh! Como Elas me fazem sentir leve e compreendida! Adoro, adoro! Adoro quando tenho uma encomenda de Guimarães à minha espera, a saltar de excitação para que eu lhe rasgue o corpo até lhe penetrar a alma – a alma, que é o que está por detrás de tudo o que me dizes: a confiança, a amizade, a cumplicidade, a lealdade! Não consigo acreditar, nem por um segundo, que alguém percebe a nossa ligação como eu e tu a sentimos!


Adoro. Adoro. Adoro.

Para a MINHA Catherine of Aragon !!!



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Dia 5

Oito da manhã – toca o despertador, abro os olhos e a primeira coisa que vejo é a Minnie. Lembro-me. Lembro-me que hoje não te vou chamar. Fecho os olhos outra vez. Não tenho vontade de me levantar e deixo-me estar. Não, não quero estar parada. Levanto-me e ligo o computador. Vou-me preparar e, quando volto ao quarto mando-te uma mensagem. Desligo o computador, calço os ténis e vou saio de casa.

Oito e quase meia da manhã - O caminho parece muito mais longo e triste por saber que não tinha a minha luzinha a meio caminho da escola. Atravesso a estrada, sem esperar muito; percorro a floresta e chego à tua casa. Parei um bocadinho para olhar para ela: estava fechada e estranha, via-se que estava vazia, o carro do teu pai estava na rampa, o que também me pareceu estranho, apesar de já ter pensado que estaria… Desejei ficar uma eternidade à espera de ouvir o som da tua porta a abrir, de te ver… desejei muito que me deixasses à espera, coisa que eu odeio em ti… não apareceste. Não me deste um beijo.

Por volta das oito e meia da manhã – Horrível. A escola parece mil vezes pior sem a tua mão para agarrar/sem saber que vais lá estar comigo. Acho que este ano ainda não tinha olhado para o que nos rodeia todos os dias com atenção. É tudo escuro e pobre. Cheira a não-lavado. Não gosto. Não gosto mesmo nada.

Na aula de Física o barulho não era tão intenso sem ti, faltavas tu. Faltavas tu para eu me pendurar. Faltava a tua boca para me dar um beijo. Faltavas tu para eu fazer cara feia porque o Henrique continua a embirrar comigo! Marquei dois golos no futebol, mas golos a sério, e mesmo assim ele reclamou comigo. Fui com elas para o balneário: estava irritada por causa do ‘Stor, olhei para o telemóvel e não estava lá nenhuma janelinha a dizer “Paquico Mio @”, deu-me uma quebra. Senti a garganta a apertar, um estranho calor à volta do nariz e olhei para cima…

Porra! Aula de Psicologia! Não estavas lá também. Passou-se melhor. Temos mais um trabalho, ficamos no mesmo grupo (:, o nosso tema são as emoções. A Lurdes esteve a falar connosco. Claro que falou em ti, mas depois lá me distraiu… passou-se.

Cada vez que via uma mulher loira, via a tua mãe com a pasta numa mão, a ir para o bloco dela. Mas não era. Não havia Isabel, não havia Francisco, não havia beijo. Parece que todos se lembraram de falar em ti. Até a professora de Inglês me disse: “Tira essa cara. Está quase a voltar”; mas ela disse outra coisa que é verdade: assim percebo a tua importância na minha vida; assim percebo a falta que me fazes; assim percebo o quanto gosto de ti.

Não imaginas o que é, ao fim de oito meses, ter de me separar de ti desta maneira… Mas agora vou passar o tempo todo no site do Live Cam para te ver!

Amanhã de manhãzinha vou para o Algarve… Não devo escrever no blog, não sei se lá vou ter net ou não…
Sei, sim, que me vou sentir ainda mais longe de ti, impotente e sozinha.
Não adianta rodear-me de pessoas, ninguém me completa como tu.
És tu amor, és tu a minha outra metade: sempre achei esta frase a coisa mais pirosa, ridícula e absurda para se dizer, mas é verdade! És a minha outra metade. Pertenço-te. E quero pertencer-te.




Adoro-te muito José Francisco da Silva Bastos Gonçalinho Gomes.
Adoro-te muito.
Adoro-te.




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Dia 4

Acordei tarde, com a sensação de uma noitada de Verão. Mas não, nada disso, andei às voltas a noite toda com mais sete pessoas à procura de um sítio aberto! A Minnie hoje foi ao chão, mas depois cuidei bem dela, a sério, não fiques preocupado.

Como sabes voltei à rotina da explicação. Amanhã vêm as aulas, e aquela ficha de Matemática para a qual não estudei a ponta de um corno, mas não interessa.
Passei a tarde toda à espera que aparecesses, mas nada. Fiz panquecas do amor com gelado e esperei mais um bocadinho. Tantanana! Francisco Gomes entra no MSN, finalmente!

Hoje vou para a cama contente. Hoje vou sonhar contigo e vou ver tudo a cor-de-rosa e branco. Hoje vou-me agarrar à Minnie como se me tivesse a agarrar a ti.


Adoro-te muito meu amor.
Bons sonhos (:


P.s. – Acabei de escrever “Dia 4” – quatro? Como é que só pode ser o quarto dia sem te tocar? Impossível! Parece que te foste embora o Verão passado e ainda não voltaste. Poça meda!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Dia 3

Mandar-te um e-mail. Arrumar o quarto. Visita de família. Banho para despertar. Almoço inesperado de família. Esperar pela Sílvia. Ir para Alhos Vedros. Encontrar com o Caldeira, João e David, mais tarde, Ana. Ver o corso. Ver a Luísa. Encontrar a Catarina, Bergonço, Rui e André. Ficar com Catarina, Bergonço, Rui e André. Levar um grupo para ao pé do outro. Ver outra vez o corso. Levar com balões de água. Voltar para casa. Jantar.

Agora estou à espera que seja horas para ir para a Velhinha. A energia que a confusão de cores e coreografias que ninguém percebe (que é o Carnaval) e a conversa contigo ontem me deu, está-se a evaporar. Hoje andei melhorzinha, mais distraída, mas nada consegue preencher o vazio que me deixaste.

A Minnie dá-me miminhos, hoje dormi no ombro dela, com o meu nariz junto à bochecha dela. Hoje dorme comigo outra vez, apesar de a Ana vir cá dormir, dorme comigo à mesma.

Adoro-te F. (L)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Dia 2

Foi tão bom acordar com uma mensagem tua. Tão, tão inesperado e agradável.

Foi um dia preguiçoso e sorna, mesmo enquanto estive com a minha fonte de energia, a Sílvia. A luz do sol queimou-me os olhos e bloqueou-me a alma. Não tinha vontade de andar, de estar sentada ou de falar… mas tinha vontade de correr e estar confortavelmente sentada a ter uma conversa de Homogémea.


Já tiveste a sensação de querer sair e, quando estás na rua, quereres voltar para a nostalgia do teu quarto escuro que te trás recordações e liberdade para pensar?

Já tiveste o desejo infinito de falar com alguém sobre tudo menos nada e, quando finalmente abres a boca, preferias estar no silêncio quebrado pelas vozes da televisão ou pelo suave som do computador?


Exacto!
Apetece-me tudo e não me apetece nada.


Hoje, que devias ter escrito novidades sem parar, contaste-me duas ou três porque eram demasiadas para te lembrares de uma em especial. Animei-me tanto com a mensagem do Caldeira: «Teu Homem está à tua espera na net», uma força qualquer que exerces sobre mim deu-me energia, enquanto já estava a ligar avidamente o computador, rezando para que a rede pública estivesse a funcionar. Funcionou! Consegui falar contigo e fiquei logo mais alegre. Depois fui sair com os meus progenitores e desabou tudo outra vez. Estragaram a felicidade toda que tinha! Queriam-me tirar o computador, vê lá. Como é que eu matava saudades e ganhava força e motivação sem computador para falar contigo??? Não conseguia. Morria triste e sozinha, monótona e sem interesse!

Disseram-me para não ligar ao facto de não estares cá; para me divertir e ser feliz. Mas eu prefiro pensar no que estás a fazer, e no que vamos fazer quando voltares… e prefiro ficar na minha a pensar na melhor hipótese da nossa viagem a Barcelona.

Adoro-te meu Mickey.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Dia 1

Que venham todos os casais que passam por mim de mão dada, com as gargalhadinhas irritantes das meninas apaixonadas, com os sons peganhentos das trocas de saliva e os melodiosos olhares, numa sinfonia perfeitamente ensaiada de monotonia.

Que cantem os passarinhos num concerto sedutor e desesperado, que as flores nasçam no meio de todo um verde, que corram os brilhantes rios ao sol, que se veja o céu mais azul e puro.

Que venham as manhãs sem companhia, sem espera, sem má disposição matinal, sem mimos e sem beijos.
Que venham os meios-dias sem abraços, sem vícios, sem brincadeiras, sem mimos e sem beijos.
Que venham as tardes sem esperar, sem café, sem Coca-Cola, sem mimos e sem beijos.
Que venham as noites sem mensagens, sem brincar ao 10º ano, sem declarações, sem mimos e sem beijos.
Que venham as meias-noites sem esperar pela mensagem do “Já estou em casa.”, sem adormecer a escrever uma mensagem, sem fantasias do Algarve e da Covilhã, sem mimos e sem beijos.

Que venham os dias tristes e vazios (tão, tão vazios). Que venha o aperto na garganta e as lágrimas silenciosas, pesadas e ridículas. Que venha a vontade de te dar a mão, de olhar para ti, de discutir contigo, de me enervares e de te enervar. Que venha o desejo de te ter, de te beijar, de te apertar com tanta, tanta força contra mim. Que venham os e-mails, por favor.

É tudo tão desinteressante e tão monótono sem ti.
Quem me dera ter bebido 30 cafés para não ter adormecido. Desculpa, desculpa, desculpa.
Não estou, nem quero estar, habituada a não te ter.


Adoro-te Francisco.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

If I was a Boy

If I were a boy
Even just for a day
I’d roll outta bed in the morning
And throw on what I wanted then go
Drink beer with the guys
And chase after girls
I’d kick it with who I wanted
And I’d never get confronted for it.
Cause they’d stick up for me.

If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted
Cause he’s taken you for granted
And everything you had got destroyed

If I were a boy
I would turn off my phone
Tell everyone it’s broken
So they’d think that I was sleepin’ alone
I’d put myself first
And make the rules as I go
Cause I know that she’d be faithful
Waitin’ for me to come home (to come home)

If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted (wanted)
Cause he’s taken you for granted (granted)
And everything you had got destroyed

It’s a little too late for you to come back
Say its just a mistake
Think I’d forgive you like that
If you thought I would wait for you
You thought wrong

But you’re just a boy
You don’t understand
Yeah you don’t understand
How it feels to love a girl someday
You wish you were a better man
You don’t listen to her
You don’t care how it hurts
Until you lose the one you wanted
Cause you’ve taken her for granted
And everything you have got destroyed
But you’re just a boy

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Sweetheart




I love you.

















domingo, 11 de janeiro de 2009


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Homo, Homo, Homo !

Sílvia de Santa Bárbara Narciso Martins.
Tenho dito!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Don't!

Don’t! Não me digas que já não te vês sem mim. Don’t! Não me digas que não me mentes. Don’t! Não me digas que me adoras. Don’t! Não me digas que eu sou a mimada. Don’t! Não me digas que sou eu que amuo. Don’t! Não me digas que sou difícil. Don’t! Não me faças acreditar em mentiras. Don’t! Não me prometas coisas que não queres. Don’t! Não me venhas com histórias do «não sabes falar em ser por sms\blog». Don’t! Não me dês tangas. Don’t! Não me voltes a prometer que mudas. Don’t! Não me faças passar por idiota. Don’t! Não me tomes como o teu último recurso para as horas livres. Don’t! Não penses que estás a agir bem. Don’t!


Don’t! Because I love you.
Don’t! Because I’m trusting you.
Don’t! Because it is a bunch f lies.
Don’t! Because you know I believed.
Don’t! Because I can’t take this for much longer.
Don’t. Because you’re hurting me much more than you can imagine.
Don’t! Because I am “unconditionally and irrevocably in love with” you.



Não, não tenho vida. Entreguei-a a ti de boa vontade, mas tu não a queres. Ou queres, quando não tens mais nada para fazer. Se gostasses tanto de mim, como às vezes te dá para dizer, não fazias o que eu odeio que faças. Mas não queres saber. És dono e senhor do teu nariz, e não te interessa uma letra do que eu digo. Não percebo o que é que te passa pela cabeça. Azar, não é? Problema meu, porque tu continuas a viver a tua vidinha como queres, sem problemas… Azar o meu. Muito azar, porque, por uma questão de acaso, eu adoro-te.

Tu não deves ter noção do quanto eu te adoro, e do quanto me afeiçoei a ti, e do quando preciso de ti. Na sexta, fui ter contigo, mesmo depois daquele dia de merda que tivemos. Tive um problema, foi a ti que liguei. És a pessoa em quem mais confio, mas mesmo assim não confio, porque sei que inventas desculpas estúpidas, para coisas ainda mais estúpidas. És a pessoa em quem mais confio para contar o que não quero que os outros saibam. É em ti que vejo o Melhor Amigo, o Companheiro, o Confidente. Tu conheces-me, tanto que falaste do Twilight porque sabias que me ia animar… Não percebo. Não te percebo. Tu não me percebes?

As conversas são sempre as mesmas, as respostas nunca mudam… e o prazo de validade das nossas conversas termina sempre contigo. Eu não digo que não gostas de mim… só digo que não sabes o quanto gostas, e que não tens noção do que eu vejo em ti.

O que eu não consigo perceber, é como é que podes ser tão perfeito, e tão diabolicamente idiota dia sim, dia não. Não sei como é que consegues, mas tão depressa te adoro, como odeio.
Sabes o que me passou pela cabeça? (Ah, a minha cabeça, cheia de filmes realizados por ti. Ups) – Talvez estejas mesmo a fazer de propósito para eu me fartar de ti, porque és fraco de mais para acabar comigo. Azar. Arranja coragem. Não percebo como é que me podes responder tão mal, e depois ser tão cordeirinho para os outros. Também não é para perceber, não é? Também odeio quando não sabes dizer não. És estúpido como o caraças quando não sabes dizer não. Mostras o teu lado fraco.

Nunca percebi o que nos passa pela cabeça para gostarmos mais das pessoas que nos fazem mal, e desprezarmos a que nos fazem bem. Também não é para perceber, porque se fosse, já existiriam montes de livros sobre isso.

Andas a gozar comigo, ou então não queres que eu pense que te tenho. Eu não gosto deste jogo. Não sou boa a jogá-lo, por isso, não gosto. E o que é que isto te interessa? Nada. Estás-te completamente nas tintas, porque sabes que me tens. E tens, tens-me muito. Quero-te, no teu pólo positivo, que me fez ficar tão apaixonada por ti.

Adoro-te.




P.S. – Eu tentei falar contigo, mas não deixaste. A culpa não é minha Bichinho. Tinha de ser hoje, porque amanhã, a tua polaridade seria positiva, e eu recalcava tudo…

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Stephanie Meyer


Twilight.




Just READ it!
You got to be insane not to LOVE it.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Gostaria de

Gostava muito de te escrever um texto bonito, mas não tenho nada para dizer.
Gostava muito de te dar um beijinho (muito inho), mas não estás aqui.
Gostava de te poder dizer que te adoro, mas não ias ouvir.
Por isso, digo daqui nada.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

sábado, 22 de novembro de 2008

Cinco, meu Zicco @


Gosto muito de ti :)

sábado, 8 de novembro de 2008

T-U-D-O. Tudo.

És-me. És-me muito, amor. És-me tudo, meu amor.
Não gosto de estar sem ti. Custa. Custa muito não te poder ter sempre que quero, não te poder abraçar, não poder dizer.
Custa tanto não olhar para ti. És-me.
És-me Francisco.
Tudo.
És tudo.
És tudo o que eu quero.
Tens tudo o que eu quero.
Quero o teu amor.
Quero o teu olhar.
Quero o teu abraço.
Quero tudo.
Sempre...
Um sempre muito grande.
Num para sempre que não acaba.
Adoro-te. Adoro-te muito.
Francisco.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

7 things I hate about You

I probably shouldn't say this
But at times I get so scared
When I think about the previous
Relationship we've shared



It was awesome but we lost it
It's not possible for me not to care
Now we're standing in the rain
But nothing's ever gonna change until you hear, my dear



The 7 things I hate about you


The 7 things I hate about you (oh you)
You're vain, your games, you're insecure
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you



It's awkward and it's silent
As I wait for you to say
What I need to hear now
Your sincere apology
And when you mean it, I'll believe it
If you text it, I'll delete it
Let's be clear
Oh I'm not coming back
You're taking 7 steps here



The 7 things I hate about you


You're vain, your games, you're insecure
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you


And compared to all the great things
That would take too long to write
I probably should mention
The 7 that I like



The 7 things I like about you
Your hair, your eyes, your old Levi's
And when we kiss, I'm hypnotized
You make me laugh, you make me cry
But I guess that's both I'll have to buy
Your hand in mine
When we're intertwined everything's alright
I want to be
With the one I know
And the 7th thing I like the most that you do
You make me love you
You do (oh)








quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Cartas de Amor (Fernando Pessoa)

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser,
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente,
Ridículas.)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Caga.

Não, não cagues.
És mulher, não podes cagar.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Yupi ! Yupi ! Yupi ! :D



Sílvia. Francisco.
Francisco. Sílvia.



Sou feliz. Sou feliz porque vos tenho.
Devo ser a pessoa mais sortuda do mundo.
São vocês. Tu e tu. Vocês!


terça-feira, 21 de outubro de 2008

Puro Sorriso.




Adoro-te Francisco.
Juro que ÉS tu.
Hoje, amanhã e sempre.






(Foste a bestinha mais querida. Obrigada amor.)






Quatro.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

É medo.


É medo! Afinal é tudo medo.



Tenho medo de te dizer o que escrevo.
É mais fácil quando não tenho de olhar para ti.
Talvez seja um bocadinho de receio que te comeces a rir outra vez.

Tenho medo de deixar de acreditar no (nosso) futuro.
Já não acredito (ou não quero acreditar) que vai um para cada lado.
Não quero ter de sair de onde estou - Gosto do conforto das tuas palavras.

Tenho medo de não ser suficiente.
Quero dar-te tudo o que mereces e queres.
Gostava de te poder fazer feliz – feliz a sério, todos os dias.

Tenho medo que seja mentira.
Tenho muito, muito medo que não gostes de mim.
Tenho tanto medo que não gostes de mim, mesmo que penses que sim…

Tenho medo que sejas «mais um».
Gostava tanto que fosses «O»
.

Tenho medo de te desiludir.
Tenho ainda mais medo que me magoes e que eu fique mal contigo.
Tenho medo de chegar a um ponto em que não arranjemos uma «solução para tudo»




No fundo, é só medo que nunca mo digas.
No fundo, é só medo que me magoes.
No fundo, é só por te querer tanto.









(Não te conseguia dizer isto. Desculpa, sou fraca. Mas acabas por saber de uma maneira ou de outra. Eu não – tu não escreves.)







domingo, 12 de outubro de 2008

1/2 do nosso (meu) Amor

Quando te fiz aquela pergunta estava à espera de uma resposta. Tu, que me julgas tanto por não saber falar, por só dizer as coisas por mensagens e por guardar tudo o que devia dizer logo, não me soubeste responder. Disseste qualquer coisa a ver com «mimada». Será possível que ainda não tenhas percebido que fico assim quando fazes o que eu gostava que tu mudasses? Não, não percebes porque nem pensas nisso – duvido que penses que a culpa é tua quando temos algum problema (ao menos não é isso que mostras), porque na tua cabecinha eu sou a mimada, eu é que arranjo problemas, eu é que amuo, eu é que sou a pita. Estás tão seguro de ti que é completamente inconcebível pensares que andas a fazer alguma coisa mal. Não fazes. É isso que fazes mal: não fazes. Não me mandaste uma mensagem porque não estava lá e depois não te deu jeito. Não me foste buscar porque era longe e estavas confortavelmente sentado a fumar um cigarro, e porque não apeteceu. Não vieste ter comigo porque estavas no café. E hoje nem me disseste nada porque estavas ocupado. És um amor, mas não para mim. Quando eu te perguntei se era a sério riste-te. E eu, feita estúpida, continuei agarrada a ti. Palerma sim, mesmo palerma. Não vejo onde é que está a inteligência em gostar de alguém que não nos dá o que queremos, que se está completamente a cagar - estas-te a cagar, sim. A verdade é que és tudo o que eu não queria que fosses, e porque é que gosto de ti? Não sei, mas já nem é «gostar» – tu? Tu gostas de mim como eu gosto de vestidos, sapatos e malas, e de ir beber um cafezinho (faz-te lembrar alguma coisa?) – é fodido. O Amor é mesmo fodido. Mas quem o fode somos nós. Sabes quando é que o amor é mesmo fodido? Quando só há 1/2 d'Amor, que é o que acontece connosco. Dizes que não é medo, mas é. Se calhar és assim porque tens medo de sofrer outra vez – pelo que sei, da outra vez não te passou depressa. Tenho de pagar por isso durante quanto tempo? … Estou farta de ser sempre eu. (Não, hoje já nem era para mandares mensagem, só queria que me tivesses dito para irmos sair, mas não, palermice a minha, tens uma vida tão ocupada, mas não por minha causa.) Penso. Penso muitas, muitas vezes o que é que posso fazer para nos melhorar, e tenho conseguido, mas não me deixas continuar, fazes sempre qualquer coisa que me deixa com o pé atrás. Pormenores. Tem tudo a ver com pequeninos pormenores que te passam ao lado. Passa-se alguma coisa? Não, nada. Estou a fazer um esforço para ser como tu. A diferença é que me custa fazer isto e a ti não. Esqueceste-te das promessas que fazes. E já nem deves dar importância quando eu digo que te adoro – digo-o demais. Gostava que gostasses de mim. Gostava de sentir que gostavas de mim sem ser «às vezes», mas tu não deixas. Ou porque não gostas, ou porque não percebes o que fazes (porque eu nunca to fiz), ou porque te queres defender. Mas defender de quê? – Tudo o que te disse – tudo – era a sério, mesmo quando me rir, e quando brinquei – quis dizer todas as palavras que te disse. Mas não importa, pelo menos para ti. O pior disto tudo, é que já não me vejo sem ti. Aquela quarta-feira custou-me, enquanto que tu estavas na boa, sem querer saber. Ao princípio podia perceber o porquê de te afastares, mas agora? Agora não. Depois do que já me disseste, não. Ou és um grande actor ou puseste a tua protecção de lado uns minutos. És frio comigo. És péssimo para mim. Digo-te a brincar, mas é verdade. Queres que não tenha medo? Tenho sim, morro de medo, mas com motivos. Ao contrário de ti, que te pavoneavas ao dizer que não deixavas que os teus medos atrapalhassem a nossa relação. Mais uma treta. Nunca te dei motivos para teres medo de nada. Desde o principio que te dei tudo o que queria que me desses a mim, mas nunca percebeste. Tudo o que há entre nós és tu que metes – medos, pessoas, duvidas, inseguranças. Tudo tu. Eu tento ser compreensiva. Eu até de pergunto se queres ir ter com eles em vez de estar comigo, arranja lá uma namorada que faça isso e que goste de ti como eu gosto. Eu até deixei de pôr o que escrevo aqui – por ti, só porque não gostavas. Tão palerma… É amor, é tudo culpa do amor que sinto por ti, se não estava-me a cagar para as tuas mensagens, para a tua companhia, basicamente para ti... Não gozes comigo José Francisco, vê se ganhas juízo e começas a reparar em mim.
(Vês? Não dá... Não dá porque não queres.)

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Fairy Tale

Príncipes.
Sonhos realizados.
Flores e chocolates.
Olhares apaixonados.
Promessa cumpridas.
Telepatia de sentimentos.
Abraços que doem só de pensar.
Amores completamente correspondidos.



Estas coisas não existem… ou já não existem. Miguel Esteves Cardoso tem razão, já não há casais como antigamente. Contam-se os minutos até sermos expulsos pela força do poder dos pais. Já ninguém corre o risco de chegar tardíssimo só por mais um beijo. Já não há príncipes, ou nunca houve - daqueles que se vêm nos filmes em cima de um cavalo branco. Já não há histórias de Amor. Mandam-se frases para o ar, que acabam por cair no chão. As promessas acabam por não ser cumpridas. Já não se fazem esforços.


Existem, sim, momentos – pouquíssimos – em que algo parecido a uma página de um romance acontece: o antes da hora. O brincar às escondidas. O dizer mentirinhas. A meia hora de atraso. O abraço mais forte. As mãos debaixo da mesa. Os verdadeiros «Adoro-te» (quando sentimos que sim). O corpo a corpo. Os segredos. As palavras bonitas. O sentir. O apetecer dizer “Gosto de ti”. O amar. O querer. O beijo que arrepia.

Existem demasiados rapazes com o superego elevado. Depois dizem que é feitio. Mentira. Tudo tretas. Se sentem, querem dizer, não é? Não consigo compreender como é que alguém gosta de uma pessoa sem querer estar sempre a dizer – estupidez a minha? Capaz…

Há casamentos porque tem de ser. Casamentos por interesse. Casamentos de meses. Casamentos de infidelidade. Mas também há de amor, fidelidade, que chegam às bodas de ouro, não há? Por favor, digam-me que sim. (P.S. – Eu quero, sim.).

Já não há surpresas. Já não há paciência. Já não há compreensão. Já não há motivação. Já não há esforço. Mas eu vou continuar a tentar… (Who cares? I do.)


Já ninguém diz, pelo menos, adoro-te, durante um “bom momento”? Já ninguém oferece flores com o único motivo do: «Porque gosto de ti.»? Eu sou a única que diz “gosto de ti” só por sim? (estúpida). E, pelo amor da santa, já ninguém faz o que devia? Ai, mundo. Mundo estúpido. Vai-te f****.

Habituei-me, mas não gosto deste hábito.

Já chega. Fim.









(Adoro-te. Adoro-te tanto que dói. Dói quando temos um dia menos óptimo. Adoro-te. Adoro-te tanto que não largo o Fluvi durante a noite, só porque o meu inconsciente o deve associar a ti. Adoro-te. Adoro-te tanto que já nem me importo de ceder – mas deixa-me insegura. Adoro-te. Adoro-te tanto que me habituei aos teus «quero lá saber». Adoro-te. Adoro-te tanto que podia ser tua. Sim, hoje, amanhã e sempre. Adoro-te. Adoro-te tanto que tenho escrito em papeis que acabam queimados. Adoro-te. Adoro-te tanto que fico choninhas e escrevo textos mete-nojo. Adoro-te Francisco. Adoro-te tanto...)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Escrita Inconsciente.

Escrever é sentir. Escrever é exprimir. Escrever é perceber. Escrever é explorar. Escrever é amar. Escrever é sonhar. Escrever é querer. Escrever é chorar. Escrever é rir. Escrever é conquistar. Escrever é falar. Escrever é pensar. Escrever é admitir. Escrever é uma viagem ao inconsciente.


Estava eu sentada na terceira mesa à frente da secretária da Professora Maria de Lurdes Paixão, a beber cada palavra que ela dizia sobre o inconsciente, os sonhos, o recalcamento e a psicanálise. Foi a primeira aula de psicologia que achei realmente interessante, já que as outras não passaram de ouvir colegas a falar uma língua semelhante com o «Português».


Eu não sabia que todos os sonhos faziam sentido, tinham uma razão… Mesmo aqueles que não têm sentido absolutamente nenhum – para o nosso consciente, claro. Mas têm. O nosso inconsciente é o nosso verdadeiro «Eu». Existe uma coisa com o nome absurdo: Superego. Esta coisa não nos deixa dizer tudo, tudo, tudo o que pensamos/sentimos, exactamente porque nos faz pensar. Pensamos que não fica bem dizer isto ou aquilo, porque a pessoa a quem nos estivéssemos a dirigir não iria gostar. Pensamos em frases não-pronunciadas, porque nos parecem ridículas, sem sentido. Pensamos que não podemos desrespeitar este ou aquele, porque a boa ética o diz. Pensamos que não podemos esbofetear um amigo, mesmo que seja a ser a pessoa mais imbecil, porque o código da amizade perfeita e «para sempre» o diz. Tretas. São tudo tretas, estas coisas do politicamente correcto. Mas voltando aos sonhos: quando estamos a dormir, o nosso consciente está «desligado», portanto, se sonhamos, é o nosso inconsciente a trabalhar, por outro lado, se fosse apenas uma manifestação do inconsciente, sonhávamos com o que tínhamos tentado recalcar. Estes sonhos não se podem confundir com o que chamamos de «sonhar acordado», pois nessas situações controlamos o nosso pensamento, não vem do inconsciente porque reprimimos o que não queremos ter/mostrar/sentir.




Cá para mim, na minha descoberta estupidamente consciente. Eu desconfio que encontro o meu inconsciente sempre que bebo um bocadito mais que a conta. Ou talvez não… digo o que quero dizer, sim, mas também recalco muitas coisinhas feias.



Outra coisa que me lembrei agora: actos falhados. Para quem não sabe, na psicanálise, esta é a designação para situações em que queremos dizer uma coisa, e dizemos outra. (“Podia-me dar uma queca?” – quando se quer dizer: “Podia-me dar um queque?”. A senhora que disse isto tinha o marido fora há três meses); é o mesmo que querer pedir um «Nestea de Limão» e pedir «Um Nestea de Ice Tea»;


Outra coisa que a aula confirmou, foi a minha resposta ao «porquê» escrever. Sei que respondi qualquer coisa do género: escrever ajuda a perceber o que sentes. E não é verdade? Se eu tivesse de escolher textos meus seriam aqueles que escrevo quando estou triste, chateada, revoltada, ou extremamente feliz – porque esses são os que fazem sentido para mim: ajudam-me a perceber-me. Falou-se ainda nos livros de J.K. Rowling. É, ou não é verdade que quem os leu não se encontrou lá? Quando se segue uma saga tão inteligente como aquela, entra-se num mundo nosso – com imagens diferentes de todos os outros leitores. É igualmente verdade que ela conseguiu pôr milhares e milhares de crianças a ler – crianças de uma geração tecnologia, sem interesse por livros.






Deixa-me praticar psicanálise em ti, por favor.


domingo, 5 de outubro de 2008



ésoj ocsicnarf ad avlis sotsab ohnilaçnog semog