terça-feira, 6 de outubro de 2009
FPCE - UL
sábado, 3 de outubro de 2009
Means Nothing
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Profecy #1
domingo, 27 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
UpDate do DGES
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Divulgação dos resultado da 1ª fase
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
F
Candidatura
0706 – Universidade de Lisboa – Faculdade de Psicologia
9555 – Psicologia
2ª Opção: 159,6 valores
0507 – Universidade de Coimbra – Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
9555 – Psicologia
3ª Opção: 141,6 valores
1000 – Universidade do Minho
9555 – Psicologia
4ª Opção: 159,0 valores
1109 – Universidade do Porto – Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
9555 – Psicologia
5ª Opção: 143,5 valores
0804 - Universidade Técnica de Lisboa – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
9023 – Ciências da Comunicação
6ª Opção: 159,6 valores
1000 – Universidade do Minho
9023 – Ciências da Comunicação
terça-feira, 28 de julho de 2009
Criaturas
Se nós temos de aceitar o facto de não sermos a principal coisa na vossa preenchidíssima agenda de eventos sociais, porque é que vocês não conseguem compreender que tudo o que nós precisamos – note-se que é o que precisamos, não futilmente o que queremos – é um bom bocadinho de conto de fadas, com aquelas coisinhas todas amorosas que não vos custam um car**** a fazer! Mas não! Não, não, não. Não nos podem mimar, porque ficamos mal habituadas e isso jamais pode acontecer.
O que é que isto leva as criaturas do sexo feminino a fazer? Umas mandam-vos, queridas criaturas do sexo masculino, ir passear, assim, sem se chatearem mais, outras aguentam e vão aguentando e ainda existem outras que se fazem muito apaixonadas e perfeitas mas que depois vos embelezam a testa e vos enchem de mentiras e traições… Eu cá acho que a primeira namorada de todas as criaturas do sexo masculino devia ser do tipo que engana e mente. Porquê? Assim eles davam-nos, criaturas do sexo feminino perfeitamente transparentes, o devido valor que nos devia ser atribuído e, ainda mais importante, o respeito exigido pela nossa condição.
Não deviam as que aguentam levar com um grande balde de água para acordarem? Não deviam as que aguentam levar uma vacina que as fizesse ser umas perfeitas cabras para os rapazes que as massacram? Obviamente que não, pois assim deixariam de ser decentes…
Vos aguentar tudo o que fizeres, até tu não me quiseres. Gostaria imenso que tornasses a minha tarefa um bocadinho menos pesada e que me fizesses uma menina feliz. Não quero que sejas perfeito, só quero que me acompanhes.
sábado, 25 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Paper Gangsta
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
20 de Junho de 2009
Tu deste-me um beijo.
Vamos beber sete shots amanhã e jogar ao jogo da verdade?
Sentas-te comigo no banco, precisamente à uma da manhã?
terça-feira, 16 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Alergiaaaa
Pegas no teu telemóvel, vais ao Menu, entras nas Mensagens, carregas no botão para ir aos Itens gravados, escolhes os Modelos e vais encontrar um “Também de amo.”.
terça-feira, 5 de maio de 2009
You can't possibly think that 'bout me
Não me compares.
Continua a pensar que sou diferente, porque sou.
domingo, 3 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Bom dia

sexta-feira, 27 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Pela 777777ª vez
Mundo – és uma imensidão de pessoas, edifícios, ideias, palavras e personalidades: afinal o que é que tu és? Sempre, sem fases? Eu ainda não percebi se és o que és para mim, se és o que és para a tua família, se és o que és para os teus amigos ou se és para o público. És o quê?
Não quero que mudes por mim, não quero que sejas o que não és – porque afinal, foi por ti que me apaixonei, não pelo meu ideal do sexo masculino; só queria, do fundo do meu saquinho de desejos mais precisos, que fosses constante… que fosses sempre como és quando és amoroso, quando me tocas porque sim, quando me dás beijinhos paniscas na mão, quando me apareces à porta aos sábados e domingos à tarde, quando não tenho de puxar por ti para seres meu namorado…
Lembras-te daquele dia em que choveu e nós estávamos no nosso sítio de resolução de problemas e eu me fui abaixo? Lembras-te do que me disseste? Lembras-te de como te sentiste? Lembras-te de como eu me sentia? Agora sinto-me assim. Sinto que voltaste a ser a mesma coisa do que eras – lembras-te? Não te esqueças, apesar de não gostares de te sentir assim, é mesmo assim que te deves sentir – tudo o que me disseste – porque me estás a magoar outra vez.
Não preciso de desprezo, nem de te ouvir a dizer todos os meus defeitos, eu sei quais são, e garanto-te que tenho mudado muita coisa por ti, para te fazer um bocadinho mais feliz, para arranjar maneiras de te perceber melhor, as neste estado, não consigo.
Não é drama, não são lamentações.
Isto não passa de um desabafo, para ver se metes na cabeça duma vez por todas que quando estás assim, não tens razão em nada – só me fazes pensar em coisas estúpidas, fantasiar sete mil hipóteses que justificassem, mas nada justifica... nada de nada – não agora, que já estamos tão longe da partida. Não agora que eu ando a fazer decisões para ir para onde tu fores, não agora que já te tenho cá dentro.
Ouve-me.
P.s. – Não sei o que te vai na cabeça, mas garanto-te que até a tua vida me podias confiar. Se sei guardar segredos delas, muito melhor sei guardar os teus… não me entra na cabeça que ainda não sintas isto.
sábado, 21 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Ironic
Free
"Half Alive" by Secondhand Serenade
It's four AM, I'm waking up to your perfume
Don't get up, I'll get through on my own
I don't know if I'm home
Or if I lost the way into your room
I'm spiraling into my doom
I'm feeling half alive but I know one day
You and I will be free,
To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.
I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.
Well excuse me while I get killed softly,
Heart slows down and I can hardly tell you I'm okay
At least 'til yesterday,
You know you got me off my highest guard,
Believe me when I say it's hard.
We'll get through this tonight
And I know one day you and I will be free
To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.
I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.
And you touch my hand ever so slightly
(Girl we're not ready for this yet)
And the deadly look she cast upon me
I won't regret, I won't regret
I won't regret. I won't regret...
And I was trying to disappear,
But you got me wrapped around you
I can hardly breathe without you
I was trying to disappear
But I got lost in your eyes now,
You brought me down to size now.
I'm almost alive
And I need you to try and save me.
It's okay that we're dying
But I need to survive tonight, tonight
Tonight...
I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.
I need to survive tonight, tonight
sexta-feira, 6 de março de 2009
Ana Catarina Monteiro Alves
Nunca escrevi um texto sobre a tua importância. Sempre te disse o quão ligada me sinto a ti na nossa correspondência, mas sinto que tenho de dizer quem tu és.
O motivo da nossa correspondência começou por ser o Harry Potter – lembras-te? Depois tornou-se numa mistura de fantasia com realidade – de fictício e verdadeiro – de leitura e de vida. Ficámos amigas.
Ainda te lembras da primeira carta que me enviaste? Não sabias muito bem o que dizer, o que é perfeitamente normal, senti-te hesitante e fechada, mas nada que achasse menos natural. Respondi-te, talvez com palavras mais abertas que as tuas, mas isso mudou logo na segunda carta. Foi fantástica – adorei-a! Era tudo o que eu queria, tudo o que eu ansiava conhecer de ti – tu, um ser do sexo feminino tão semelhante a mim, tão “sem forma”, sem rosto, mas com tanta, tanta paixão. Senti, e continuo a sentir as tuas emoções enquanto escreves (ou parece-me sentir que sinto, mas gosto de acreditar que sim).
É verdade que nunca nos vimos. É verdade que não nos conhecemos fisicamente. É verdade que ainda há muito por descobrir. É verdade que podem pensar que somos doidas por revelarmos tanto uma da outra. Mas… não é igualmente que eu confio tanto em ti quanto possível?
Acredito-te!
Acredito no teu coração.
Acredito nas tuas crenças.
Acredito nos teus desejos.
Acredito na tua alma.
Acredito na tua raiva.
Acredito na tua frustração.
Acredito na tua lealdade.
Acredito no teu amor.
Acredito na tua amizade.
Acredito-te!
Não é TÃO verdade que te confio muito mais do que a todas as minhas outras amigas? As minhas amigas físicas, que me limpam as lágrimas? É verdade! Confio-te Catarina! Confio muito na nossa amizade. Acredito muito no nosso encontro. Anseio muito o dia em que vou poder olhar para a imensidade dos teus lindos olhos verdes – vou fixá-los durante muito tempo – o tempo todo que conseguir – vou olhá-los e descobrir tudo o que falta descobrir; vamos falar sem parar, mesmo que já tenhamos falado desse assunto nas cartas.
As cartas! Oh! Adoro as tuas cartas – Oh! Como Elas me fazem sentir leve e compreendida! Adoro, adoro! Adoro quando tenho uma encomenda de Guimarães à minha espera, a saltar de excitação para que eu lhe rasgue o corpo até lhe penetrar a alma – a alma, que é o que está por detrás de tudo o que me dizes: a confiança, a amizade, a cumplicidade, a lealdade! Não consigo acreditar, nem por um segundo, que alguém percebe a nossa ligação como eu e tu a sentimos!
Adoro. Adoro. Adoro.
Para a MINHA Catherine of Aragon !!!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Dia 5
Oito e quase meia da manhã - O caminho parece muito mais longo e triste por saber que não tinha a minha luzinha a meio caminho da escola. Atravesso a estrada, sem esperar muito; percorro a floresta e chego à tua casa. Parei um bocadinho para olhar para ela: estava fechada e estranha, via-se que estava vazia, o carro do teu pai estava na rampa, o que também me pareceu estranho, apesar de já ter pensado que estaria… Desejei ficar uma eternidade à espera de ouvir o som da tua porta a abrir, de te ver… desejei muito que me deixasses à espera, coisa que eu odeio em ti… não apareceste. Não me deste um beijo.
Por volta das oito e meia da manhã – Horrível. A escola parece mil vezes pior sem a tua mão para agarrar/sem saber que vais lá estar comigo. Acho que este ano ainda não tinha olhado para o que nos rodeia todos os dias com atenção. É tudo escuro e pobre. Cheira a não-lavado. Não gosto. Não gosto mesmo nada.
Na aula de Física o barulho não era tão intenso sem ti, faltavas tu. Faltavas tu para eu me pendurar. Faltava a tua boca para me dar um beijo. Faltavas tu para eu fazer cara feia porque o Henrique continua a embirrar comigo! Marquei dois golos no futebol, mas golos a sério, e mesmo assim ele reclamou comigo. Fui com elas para o balneário: estava irritada por causa do ‘Stor, olhei para o telemóvel e não estava lá nenhuma janelinha a dizer “Paquico Mio @”, deu-me uma quebra. Senti a garganta a apertar, um estranho calor à volta do nariz e olhei para cima…
Porra! Aula de Psicologia! Não estavas lá também. Passou-se melhor. Temos mais um trabalho, ficamos no mesmo grupo (:, o nosso tema são as emoções. A Lurdes esteve a falar connosco. Claro que falou em ti, mas depois lá me distraiu… passou-se.
Cada vez que via uma mulher loira, via a tua mãe com a pasta numa mão, a ir para o bloco dela. Mas não era. Não havia Isabel, não havia Francisco, não havia beijo. Parece que todos se lembraram de falar em ti. Até a professora de Inglês me disse: “Tira essa cara. Está quase a voltar”; mas ela disse outra coisa que é verdade: assim percebo a tua importância na minha vida; assim percebo a falta que me fazes; assim percebo o quanto gosto de ti.
Não imaginas o que é, ao fim de oito meses, ter de me separar de ti desta maneira… Mas agora vou passar o tempo todo no site do Live Cam para te ver!
Amanhã de manhãzinha vou para o Algarve… Não devo escrever no blog, não sei se lá vou ter net ou não…
Sei, sim, que me vou sentir ainda mais longe de ti, impotente e sozinha.
Não adianta rodear-me de pessoas, ninguém me completa como tu.
És tu amor, és tu a minha outra metade: sempre achei esta frase a coisa mais pirosa, ridícula e absurda para se dizer, mas é verdade! És a minha outra metade. Pertenço-te. E quero pertencer-te.
Adoro-te muito José Francisco da Silva Bastos Gonçalinho Gomes.
Adoro-te.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Dia 4
Como sabes voltei à rotina da explicação. Amanhã vêm as aulas, e aquela ficha de Matemática para a qual não estudei a ponta de um corno, mas não interessa.
Passei a tarde toda à espera que aparecesses, mas nada. Fiz panquecas do amor com gelado e esperei mais um bocadinho. Tantanana! Francisco Gomes entra no MSN, finalmente!
Hoje vou para a cama contente. Hoje vou sonhar contigo e vou ver tudo a cor-de-rosa e branco. Hoje vou-me agarrar à Minnie como se me tivesse a agarrar a ti.
Adoro-te muito meu amor.
Bons sonhos (:
P.s. – Acabei de escrever “Dia 4” – quatro? Como é que só pode ser o quarto dia sem te tocar? Impossível! Parece que te foste embora o Verão passado e ainda não voltaste. Poça meda!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Dia 3
Agora estou à espera que seja horas para ir para a Velhinha. A energia que a confusão de cores e coreografias que ninguém percebe (que é o Carnaval) e a conversa contigo ontem me deu, está-se a evaporar. Hoje andei melhorzinha, mais distraída, mas nada consegue preencher o vazio que me deixaste.
A Minnie dá-me miminhos, hoje dormi no ombro dela, com o meu nariz junto à bochecha dela. Hoje dorme comigo outra vez, apesar de a Ana vir cá dormir, dorme comigo à mesma.
Adoro-te F. (L)
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Dia 2
Foi um dia preguiçoso e sorna, mesmo enquanto estive com a minha fonte de energia, a Sílvia. A luz do sol queimou-me os olhos e bloqueou-me a alma. Não tinha vontade de andar, de estar sentada ou de falar… mas tinha vontade de correr e estar confortavelmente sentada a ter uma conversa de Homogémea.
Já tiveste a sensação de querer sair e, quando estás na rua, quereres voltar para a nostalgia do teu quarto escuro que te trás recordações e liberdade para pensar?
Já tiveste o desejo infinito de falar com alguém sobre tudo menos nada e, quando finalmente abres a boca, preferias estar no silêncio quebrado pelas vozes da televisão ou pelo suave som do computador?
Exacto!
Apetece-me tudo e não me apetece nada.
Hoje, que devias ter escrito novidades sem parar, contaste-me duas ou três porque eram demasiadas para te lembrares de uma em especial. Animei-me tanto com a mensagem do Caldeira: «Teu Homem está à tua espera na net», uma força qualquer que exerces sobre mim deu-me energia, enquanto já estava a ligar avidamente o computador, rezando para que a rede pública estivesse a funcionar. Funcionou! Consegui falar contigo e fiquei logo mais alegre. Depois fui sair com os meus progenitores e desabou tudo outra vez. Estragaram a felicidade toda que tinha! Queriam-me tirar o computador, vê lá. Como é que eu matava saudades e ganhava força e motivação sem computador para falar contigo??? Não conseguia. Morria triste e sozinha, monótona e sem interesse!
Disseram-me para não ligar ao facto de não estares cá; para me divertir e ser feliz. Mas eu prefiro pensar no que estás a fazer, e no que vamos fazer quando voltares… e prefiro ficar na minha a pensar na melhor hipótese da nossa viagem a Barcelona.
Adoro-te meu Mickey.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Dia 1
Que cantem os passarinhos num concerto sedutor e desesperado, que as flores nasçam no meio de todo um verde, que corram os brilhantes rios ao sol, que se veja o céu mais azul e puro.
Que venham as manhãs sem companhia, sem espera, sem má disposição matinal, sem mimos e sem beijos.
Que venham os meios-dias sem abraços, sem vícios, sem brincadeiras, sem mimos e sem beijos.
Que venham as tardes sem esperar, sem café, sem Coca-Cola, sem mimos e sem beijos.
Que venham as noites sem mensagens, sem brincar ao 10º ano, sem declarações, sem mimos e sem beijos.
Que venham as meias-noites sem esperar pela mensagem do “Já estou em casa.”, sem adormecer a escrever uma mensagem, sem fantasias do Algarve e da Covilhã, sem mimos e sem beijos.
Que venham os dias tristes e vazios (tão, tão vazios). Que venha o aperto na garganta e as lágrimas silenciosas, pesadas e ridículas. Que venha a vontade de te dar a mão, de olhar para ti, de discutir contigo, de me enervares e de te enervar. Que venha o desejo de te ter, de te beijar, de te apertar com tanta, tanta força contra mim. Que venham os e-mails, por favor.
É tudo tão desinteressante e tão monótono sem ti.
Quem me dera ter bebido 30 cafés para não ter adormecido. Desculpa, desculpa, desculpa.
Não estou, nem quero estar, habituada a não te ter.
Adoro-te Francisco.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
If I was a Boy
Even just for a day
I’d roll outta bed in the morning
And throw on what I wanted then go
Drink beer with the guys
And chase after girls
I’d kick it with who I wanted
And I’d never get confronted for it.
Cause they’d stick up for me.
If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted
Cause he’s taken you for granted
And everything you had got destroyed
If I were a boy
I would turn off my phone
Tell everyone it’s broken
So they’d think that I was sleepin’ alone
I’d put myself first
And make the rules as I go
Cause I know that she’d be faithful
Waitin’ for me to come home (to come home)
If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted (wanted)
Cause he’s taken you for granted (granted)
And everything you had got destroyed
It’s a little too late for you to come back
Say its just a mistake
Think I’d forgive you like that
If you thought I would wait for you
You thought wrong
But you’re just a boy
You don’t understand
Yeah you don’t understand
How it feels to love a girl someday
You wish you were a better man
You don’t listen to her
You don’t care how it hurts
Until you lose the one you wanted
Cause you’ve taken her for granted
And everything you have got destroyed
But you’re just a boy
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Homo, Homo, Homo !
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Don't!
Don’t! Because I love you.
Don’t! Because I’m trusting you.
Don’t! Because it is a bunch f lies.
Don’t! Because you know I believed.
Don’t! Because I can’t take this for much longer.
Don’t. Because you’re hurting me much more than you can imagine.
Don’t! Because I am “unconditionally and irrevocably in love with” you.
Não, não tenho vida. Entreguei-a a ti de boa vontade, mas tu não a queres. Ou queres, quando não tens mais nada para fazer. Se gostasses tanto de mim, como às vezes te dá para dizer, não fazias o que eu odeio que faças. Mas não queres saber. És dono e senhor do teu nariz, e não te interessa uma letra do que eu digo. Não percebo o que é que te passa pela cabeça. Azar, não é? Problema meu, porque tu continuas a viver a tua vidinha como queres, sem problemas… Azar o meu. Muito azar, porque, por uma questão de acaso, eu adoro-te.
Tu não deves ter noção do quanto eu te adoro, e do quanto me afeiçoei a ti, e do quando preciso de ti. Na sexta, fui ter contigo, mesmo depois daquele dia de merda que tivemos. Tive um problema, foi a ti que liguei. És a pessoa em quem mais confio, mas mesmo assim não confio, porque sei que inventas desculpas estúpidas, para coisas ainda mais estúpidas. És a pessoa em quem mais confio para contar o que não quero que os outros saibam. É em ti que vejo o Melhor Amigo, o Companheiro, o Confidente. Tu conheces-me, tanto que falaste do Twilight porque sabias que me ia animar… Não percebo. Não te percebo. Tu não me percebes?
As conversas são sempre as mesmas, as respostas nunca mudam… e o prazo de validade das nossas conversas termina sempre contigo. Eu não digo que não gostas de mim… só digo que não sabes o quanto gostas, e que não tens noção do que eu vejo em ti.
O que eu não consigo perceber, é como é que podes ser tão perfeito, e tão diabolicamente idiota dia sim, dia não. Não sei como é que consegues, mas tão depressa te adoro, como odeio.
Sabes o que me passou pela cabeça? (Ah, a minha cabeça, cheia de filmes realizados por ti. Ups) – Talvez estejas mesmo a fazer de propósito para eu me fartar de ti, porque és fraco de mais para acabar comigo. Azar. Arranja coragem. Não percebo como é que me podes responder tão mal, e depois ser tão cordeirinho para os outros. Também não é para perceber, não é? Também odeio quando não sabes dizer não. És estúpido como o caraças quando não sabes dizer não. Mostras o teu lado fraco.
Nunca percebi o que nos passa pela cabeça para gostarmos mais das pessoas que nos fazem mal, e desprezarmos a que nos fazem bem. Também não é para perceber, porque se fosse, já existiriam montes de livros sobre isso.
Andas a gozar comigo, ou então não queres que eu pense que te tenho. Eu não gosto deste jogo. Não sou boa a jogá-lo, por isso, não gosto. E o que é que isto te interessa? Nada. Estás-te completamente nas tintas, porque sabes que me tens. E tens, tens-me muito. Quero-te, no teu pólo positivo, que me fez ficar tão apaixonada por ti.
Adoro-te.
P.S. – Eu tentei falar contigo, mas não deixaste. A culpa não é minha Bichinho. Tinha de ser hoje, porque amanhã, a tua polaridade seria positiva, e eu recalcava tudo…
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Gostaria de
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
T-U-D-O. Tudo.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
7 things I hate about You
But at times I get so scared
When I think about the previous
Relationship we've shared
It was awesome but we lost it
It's not possible for me not to care
Now we're standing in the rain
But nothing's ever gonna change until you hear, my dear
The 7 things I hate about you (oh you)
You're vain, your games, you're insecure
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you
It's awkward and it's silent
As I wait for you to say
What I need to hear now
Your sincere apology
And when you mean it, I'll believe it
If you text it, I'll delete it
Let's be clear
Oh I'm not coming back
You're taking 7 steps here
The 7 things I hate about you
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you
And compared to all the great things
That would take too long to write
I probably should mention
The 7 that I like
The 7 things I like about you
Your hair, your eyes, your old Levi's
And when we kiss, I'm hypnotized
You make me laugh, you make me cry
But I guess that's both I'll have to buy
Your hand in mine
When we're intertwined everything's alright
I want to be
With the one I know
And the 7th thing I like the most that you do
You make me love you
You do (oh)
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Cartas de Amor (Fernando Pessoa)
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser,
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente,
Ridículas.)
terça-feira, 28 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Yupi ! Yupi ! Yupi ! :D
Sílvia. Francisco.
Francisco. Sílvia.
Sou feliz. Sou feliz porque vos tenho.
Devo ser a pessoa mais sortuda do mundo.
São vocês. Tu e tu. Vocês!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Puro Sorriso.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008
É medo.
É medo! Afinal é tudo medo.
Tenho medo de te dizer o que escrevo.
É mais fácil quando não tenho de olhar para ti.
Talvez seja um bocadinho de receio que te comeces a rir outra vez.
Tenho medo de deixar de acreditar no (nosso) futuro.
Já não acredito (ou não quero acreditar) que vai um para cada lado.
Não quero ter de sair de onde estou - Gosto do conforto das tuas palavras.
Tenho medo de não ser suficiente.
Quero dar-te tudo o que mereces e queres.
Gostava de te poder fazer feliz – feliz a sério, todos os dias.
Tenho medo que seja mentira.
Tenho muito, muito medo que não gostes de mim.
Tenho tanto medo que não gostes de mim, mesmo que penses que sim…
Tenho medo que sejas «mais um».
Gostava tanto que fosses «O».
Tenho medo de te desiludir.
Tenho ainda mais medo que me magoes e que eu fique mal contigo.
Tenho medo de chegar a um ponto em que não arranjemos uma «solução para tudo»
No fundo, é só medo que nunca mo digas.
No fundo, é só medo que me magoes.
No fundo, é só por te querer tanto.

(Não te conseguia dizer isto. Desculpa, sou fraca. Mas acabas por saber de uma maneira ou de outra. Eu não – tu não escreves.)
domingo, 12 de outubro de 2008
1/2 do nosso (meu) Amor
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Fairy Tale
Sonhos realizados.
Flores e chocolates.
Olhares apaixonados.
Promessa cumpridas.
Telepatia de sentimentos.
Abraços que doem só de pensar.
Amores completamente correspondidos.
Estas coisas não existem… ou já não existem. Miguel Esteves Cardoso tem razão, já não há casais como antigamente. Contam-se os minutos até sermos expulsos pela força do poder dos pais. Já ninguém corre o risco de chegar tardíssimo só por mais um beijo. Já não há príncipes, ou nunca houve - daqueles que se vêm nos filmes em cima de um cavalo branco. Já não há histórias de Amor. Mandam-se frases para o ar, que acabam por cair no chão. As promessas acabam por não ser cumpridas. Já não se fazem esforços.

Existem, sim, momentos – pouquíssimos – em que algo parecido a uma página de um romance acontece: o antes da hora. O brincar às escondidas. O dizer mentirinhas. A meia hora de atraso. O abraço mais forte. As mãos debaixo da mesa. Os verdadeiros «Adoro-te» (quando sentimos que sim). O corpo a corpo. Os segredos. As palavras bonitas. O sentir. O apetecer dizer “Gosto de ti”. O amar. O querer. O beijo que arrepia.
Existem demasiados rapazes com o superego elevado. Depois dizem que é feitio. Mentira. Tudo tretas. Se sentem, querem dizer, não é? Não consigo compreender como é que alguém gosta de uma pessoa sem querer estar sempre a dizer – estupidez a minha? Capaz…
Há casamentos porque tem de ser. Casamentos por interesse. Casamentos de meses. Casamentos de infidelidade. Mas também há de amor, fidelidade, que chegam às bodas de ouro, não há? Por favor, digam-me que sim. (P.S. – Eu quero, sim.).
Já não há surpresas. Já não há paciência. Já não há compreensão. Já não há motivação. Já não há esforço. Mas eu vou continuar a tentar… (Who cares? I do.)
Já ninguém diz, pelo menos, adoro-te, durante um “bom momento”? Já ninguém oferece flores com o único motivo do: «Porque gosto de ti.»? Eu sou a única que diz “gosto de ti” só por sim? (estúpida). E, pelo amor da santa, já ninguém faz o que devia? Ai, mundo. Mundo estúpido. Vai-te f****.
Habituei-me, mas não gosto deste hábito.
Já chega. Fim.
(Adoro-te. Adoro-te tanto que dói. Dói quando temos um dia menos óptimo. Adoro-te. Adoro-te tanto que não largo o Fluvi durante a noite, só porque o meu inconsciente o deve associar a ti. Adoro-te. Adoro-te tanto que já nem me importo de ceder – mas deixa-me insegura. Adoro-te. Adoro-te tanto que me habituei aos teus «quero lá saber». Adoro-te. Adoro-te tanto que podia ser tua. Sim, hoje, amanhã e sempre. Adoro-te. Adoro-te tanto que tenho escrito em papeis que acabam queimados. Adoro-te. Adoro-te tanto que fico choninhas e escrevo textos mete-nojo. Adoro-te Francisco. Adoro-te tanto...)
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Escrita Inconsciente.
Escrever é sentir. Escrever é exprimir. Escrever é perceber. Escrever é explorar. Escrever é amar. Escrever é sonhar. Escrever é querer. Escrever é chorar. Escrever é rir. Escrever é conquistar. Escrever é falar. Escrever é pensar. Escrever é admitir. Escrever é uma viagem ao inconsciente.
Estava eu sentada na terceira mesa à frente da secretária da Professora Maria de Lurdes Paixão, a beber cada palavra que ela dizia sobre o inconsciente, os sonhos, o recalcamento e a psicanálise. Foi a primeira aula de psicologia que achei realmente interessante, já que as outras não passaram de ouvir colegas a falar uma língua semelhante com o «Português».
Eu não sabia que todos os sonhos faziam sentido, tinham uma razão… Mesmo aqueles que não têm sentido absolutamente nenhum – para o nosso consciente, claro. Mas têm. O nosso inconsciente é o nosso verdadeiro «Eu». Existe uma coisa com o nome absurdo: Superego. Esta coisa não nos deixa dizer tudo, tudo, tudo o que pensamos/sentimos, exactamente porque nos faz pensar. Pensamos que não fica bem dizer isto ou aquilo, porque a pessoa a quem nos estivéssemos a dirigir não iria gostar. Pensamos em frases não-pronunciadas, porque nos parecem ridículas, sem sentido. Pensamos que não podemos desrespeitar este ou aquele, porque a boa ética o diz. Pensamos que não podemos esbofetear um amigo, mesmo que seja a ser a pessoa mais imbecil, porque o código da amizade perfeita e «para sempre» o diz. Tretas. São tudo tretas, estas coisas do politicamente correcto. Mas voltando aos sonhos: quando estamos a dormir, o nosso consciente está «desligado», portanto, se sonhamos, é o nosso inconsciente a trabalhar, por outro lado, se fosse apenas uma manifestação do inconsciente, sonhávamos com o que tínhamos tentado recalcar. Estes sonhos não se podem confundir com o que chamamos de «sonhar acordado», pois nessas situações controlamos o nosso pensamento, não vem do inconsciente porque reprimimos o que não queremos ter/mostrar/sentir.

Cá para mim, na minha descoberta estupidamente consciente. Eu desconfio que encontro o meu inconsciente sempre que bebo um bocadito mais que a conta. Ou talvez não… digo o que quero dizer, sim, mas também recalco muitas coisinhas feias.
Outra coisa que me lembrei agora: actos falhados. Para quem não sabe, na psicanálise, es
ta é a designação para situações em que queremos dizer uma coisa, e dizemos outra. (“Podia-me dar uma queca?” – quando se quer dizer: “Podia-me dar um queque?”. A senhora que disse isto tinha o marido fora há três meses); é o mesmo que querer pedir um «Nestea de Limão» e pedir «Um Nestea de Ice Tea»;
Outra coisa que a aula confirmou, foi a minha resposta ao «porquê» escrever. Sei que respondi qualquer coisa do género: escrever ajuda a perceber o que sentes. E não é verdade? Se eu tivesse de escolher textos meus seriam aqueles que escrevo quando estou triste, chateada, revoltada, ou extremamente feliz – porque esses são os que fazem sentido para mim: ajudam-me a perceber-me. Falou-se ainda nos livros de J.K. Rowling. É, ou não é verdade que quem os leu não se encontrou lá? Quando se segue uma saga tão inteligente como aquela, entra-se num mundo nosso – com imagens diferentes de todos os outros leitores. É igualmente verdade que ela conseguiu pôr milhares e milhares de crianças a ler – crianças de uma geração tecnologia, sem interesse por livros.
Deixa-me praticar psicanálise em ti, por favor.
domingo, 21 de setembro de 2008
Três.
Podia dizer a típica frase do “eu até gosto (…)”, mas era mentira. Não gosto. Não gosto mesmo nada que não me percebas, e que sejas assim – insensível - comigo. Também não gosto de ser eu a ceder, a fazer um esforço, a tentar perceber… Odeio as tuas saídas de indiferença e odeio que gozes comigo... E és um puto mimado, sim. E é agora que entra a típica frase do “o que vale é que eu gosto de ti.”... Pois é Francisquinho, gosto tanto de ti... Gosto quando me abraças com força (sem estalar), e quando tens conversas inteligentes. Também gosto de me rir histericamente contigo por motivo nenhum e daquela coisinha que fazes aos cantos da boca quando eu digo “Francisco, fica sério!”, gosto das nossas discussões a brincar, e gosto de poder dizer: “O Francisco é meu amigo.” – até gosto mais ou menos do péssimo hábito que te incuti. Ah, e gosto quando me chamas a palavra começada por B. Outra típica frase (para fazer as três): “Gosto de gostar de ti”.
sábado, 20 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Soltas. Palavras.
Volta. Depressa. Mim. Bancos. Beijo. Conversa. Abraço. Forte. Solta. Declaração. Apetece. Não. Ele. Olhar. Palavras. Gestos. Apaixonada. Muito. Ficar. Sim. Dois. Adorar. Querer. Amar. Muito. Sempre. Lutar. Sentir. Mostrar. Mudar.

Alivio. Peso. Passou. Acabou. Adoro-te. Sabia. Passou. Maior. Adoro-te. Feliz. Ele. Adoro-o. Quero. (Quase) Perfeito. Anos. Muitos. Adoro-te. Sente-me. Fica. Orgulho. Ahah.
Palavra A.
No presente, o meu Amo-te, o único Amo-te que sai da minha boca, é para ti. É todo para ti, minha Melhor Amiga, minha Irmã de Coração, minha Discordante Amiga, minha Ex-Odiada. Amo-te. Amo-te Sílvia.
Odeio quando dizes que ele te roubou a amiga… Ele não te roubou a amiga, minha estúpida, está só a torná-la melhor, para ti. Acredites ou não, ele faz-me ver o quão bom é falar contigo… Ele também não percebe que o faz, mas eu sinto que sim. Ninguém me rouba de ti, meu Abrigo, ninguém nos vai, jamais, separar. Vamos realizar os nossos sonhos de ter um café, de morar juntas, de ter filhos com as mesmas idades, de as nossas meninas serem as Melhores Amigas, dos jantares em que vamos juntar as nossas famílias. São sonhos, mas são sonhos possíveis, e eu quero realizá-los.
Peço-te, por favor, diz-me quando não te sentires bem. Não tens de usar a tua super carapaça comigo. Esse sorrisinho brilhante não me engana a mim. Amo-te. Diz-me. Amo-te. Confia-me. Amo-te. Sente-me. Amo-te. Abraça-me. Amo-te. Olha-me. Amo-te. Sorri-me. Amo-te. Ama-me. Amo-te. Sonha-me. Amo-te. Concretiza-me. Amo-te. Cresce-me. Amo-te.


























