domingo, 27 de maio de 2012

amigas-lindas-que-eu-tenho



Muito obrigada minhas meninas, fecharam as comemorações dos meus 21 da melhor maneira possível, foi muito bonito, a vossa amiga mais linda ADOROU (litrali) e ficou muito feliz. Aqueceram-me o coração, assim vale a pena ganhar rugas :) Um beijinho muito, muito especial (e cheio de classe Chanel) para vocês, Amigas. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

histórias de encantar

O problemas das histórias é que foram feitas para serem contadas. 

Todas as histórias têm de ter um fim, se não deixam de ter significado. O problema é que, quando acabam mal, tendem a não terem acabado. O problema de não terem acabado, é que por muito que quem as viveu as queira contar, contar dói. O problema de doer, é que mesmo que doa, as histórias têm de ser contadas e quem as viveu é que as sabe contar, como elas merecem ser contadas, e então contam. O problema de quem as viveu contar é que, ao contá-las, voltam a viver tudo outra vez. O problema de viver tudo outra vez é que dói. O segundo problema de doer é que, com a dor, vem a vontade de deixar de doer, e costuma deixar de doer se quem as viveu se comece a lembrar do bom e ponha o mau num cantinho muito pequenino e insignificante. O problema de pôr o mau num cantinho muito pequenino e insignificante, é que passa a raiva e o ressentimento. O problema de passar a raiva e o ressentimento, é que vem a saudade. O problema de vir a saudade, é que com ela vem a vontade. O problema de vir a vontade... - esse sim, é um enorme problema.  

A parte boa disto tudo é que esta nostalgia de quem viveu as histórias que valem a pena serem contadas passa. Passa tão depressa como veio... não passa? Já passou, agora voltou, por isso vai passar outra vez. Porque é que as histórias não passam de mal-resolvidas para resolvidissimas? Porque quem viveu estas histórias, no fim, joga jogos de poder. Do que é que serve? Nada. Então porque é que não se resolvem? Porque as grandes histórias nunca são simples. 

O problema das histórias é que foram feitas para serem contadas. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

hoje é um daqueles dias em que podia escrever tudo, mas escolho não escrever nada.

sábado, 21 de janeiro de 2012

o livro

"Sou como um livro. Há quem me interprete pela capa. Há quem me ame apenas por ela. Há quem viaje em mim. Há quem viaje comigo. Há quem não me entende. Há quem nunca tentou. Há quem sempre quis ler-me. Há quem nunca se interessou. Há quem leu e não gostou. Há quem leu e se apaixonou. Há quem apenas busca em mim palavras de consolo. Há quem só perceba teoria e objectividade.

- Autor desconhecido. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

assim vale a pena

Nesta área, que tem muito mais a ver com as pessoas que todas as outras, é muito mais gratificante aprender com um professor que inspira do que com um professor que ensina o que posso encontrar em livros. É depois de ouvir/ler professores assim que subo mais um degrau da infinita escada que sou eu, enquanto pessoa e enquanto futura psicóloga. Nada é melhor do que, depois de dois dias e 307 páginas, sentir que a leitura me fez evoluir e perceber melhor. Digam o que disserem, muito especificamente neste curso, estes professores são indispensáveis porque nos fazem pensar e reflectir sobre o que somos e, como aprendi, sem saber o que somos e como funcionamos, nunca vamos saber como funcionam os outros e, consequentemente, não os vamos conseguir ajudar, pelo menos ao nível que, penso eu, todos queremos atingir. Assim vale a pena ouvir falar de mil assuntos que vão todos de encontro ao mesmo, assim vale a pena ficar sentada numa cadeira desconfortável duas horas seguidas. Assim vale muito a pena andar a estudar para ser Psicóloga, porque de vez em quando, lá aparecem os professores dos quais me vou lembrar como os que ajudaram a construir a profissional que vou ser, e não os que davam longos discursos sobre teorias que, no fundo, vão ser o que menos interessam em intervenção. Assim vale a pena, mesmo muito a pena!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

time

Gostava de ter vontade. Vontade para escrever, para mimar, para surpreender, para inventar, para criar. Gostava de ter vontade, a vontade que um dia tive. Sinto-me que ma roubaram, como se quisessem a exclusividade do que eu um dia fui e hoje deixei de ser. Antes pensava que era falta de tempo, mas não é. Tenho imenso tempo para investir no amor e nas amizades, mas não me apetece... Não me apetece fazer prendinhas bonitas para ninguém, nem fazer mil planos para nos juntarmos. Tiraram-me a vontade. Já nem para escrever tenho vontade... Antes tinha tanta... A vontade é a paixão que se foi. Era apaixonada por tudo, e agora estou cada vez menos. Se calhar é por saber que não vale a pena, ou então por ter medo que não valha a pena. Estou estragada. Estragaram-me e eu acho que nunca mais me volto a arranjar. Estou feliz, muito feliz, mas gostava de ser como um dia fui. Não é falta de tempo. O tempo foi passando e eu deixei de acreditar... Preciso da minha inocência de volta, mas essa ninguém ma pode devolver... 

domingo, 13 de novembro de 2011

Foi assim *




E eu gostei muito.

domingo, 30 de outubro de 2011

when you least expect it..

Entraste. Reparei. Gostaste. Gostei. Ficaste. Fiquei.

:)

sábado, 8 de outubro de 2011

tu

Tu eras fácil. Era fácil falar contigo, estar contigo, discutir contigo, fazer as pazes contigo, ser contigo... Era fácil pertencer-te, mesmo que não tenha sido no mais puro sentido da palavra. Sempre disse que eu e tu éramos mais amigos que outra coisa e, apesar do que nós fomos, isto que somos agora só me prova que afinal eras mesmo meu amigo. Tinhas muitos benefícios em ser meu amigo naquela altura, mas agora, nem por isso... e mesmo assim continuas a estar quando te chamo. Porquê? Preocupas-te, queres saber, interessas-te, mas agora não ganhas realmente nada "palpável" com isso, acho que afinal gostaste mesmo de mim! Antes estávamos tão sintonizados, foram histórias tão semelhantes... hoje estamos completamente em (des)sintonia, foi um péssimo timing. Que merda! «Sinto a tua falta». Senti sempre que as coisas se complicavam - antes não era falta de ti, era falta do que nós tínhamos, da (des)complicação... Agora sinto falta de ti. 

Claro que não te vou dizer nada disto, acho que não tenho direito nenhum para tal, mas por aqui posso dizer, até porque isto tudo pode não ser para ti. 

sábado, 24 de setembro de 2011

vazio - cheio

Tanta coisa para fazer, tanta coisa para pensar, tanta vez a acordar a meio da noite, tanta falta. Tanta ocupação, mas a primeira coisa... Tanta falta, tanta raiva, tanto nojo. Tanto amor, tanta vontade de conseguir. Tanta emoção. Tanta atenção, tanto sentido, tanta paixão. Tanta palavra, tanto silêncio, tanta ignorância. Tanta confusão, tanta dúvida, tanta incerteza. Tanta merda. Tanta felicidade, tanta tristeza. Tanto coração. Tanto medo, tanta coragem, tanta alma. Tanto tudo e tanto nada... 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

menos dez quilogramas

E finalmente pude falar e defender-me. Pude "acabar" com mal-entendidos e com calunias. Pude-me defender e pude sair disto em paz e sossego. Sinto-me livre. Lamento não ter tido a oportunidade de me defender e de dizer verdades a quem realmente as precisava de ouvir, mas não fui eu que perdi. Sinto-me leve, muito leve.

Obrigada R por me teres vindo ouvir e por teres sido sincero comigo. 

Obrigada, meninas, por terem estado sempre, sempre lá, como eu nunca vi ninguém estar.
Obrigada meninas, por me deixarem ser quem sou ao pé de vocês.
Obrigadas meninas, por serem assim. Com defeitos assumidos.
Obrigada meninas. J, A, C, AC, AM, S, L. :)

sábado, 10 de setembro de 2011

Estás louco.

Força é fazer teatro para as pessoas que te viram a chorar por minha causa? É fingires que vens falar porque tem de ser em frente a pessoas que tiveram de te aturar uma noite inteira a ouvir-te dizer que ainda gostavas de mim e a ouvir infinitas perguntas que diziam todas o mesmo: "Achas que ela ainda gosta de mim?" Quem é que tu achas que enganas? Enganas-te a ti? Achas que esta atitude te vai levar a algum lado? Andas a arranjar maneira de eu perder a calma toda. Não entendo, essa cabecinha deve estar quase em papa... Para te armares em forte? A sério? Nós depois falamos sobre isto, lol, dá piada. Tão, tão fraco. Tão, tão enganado. Tão, tão infantil... Estás louco, completamente louco!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Resposta: não sei

Parece que o não sei tem mais sentido do que eu ou tu imaginámos. Eu também não sei, mas vou saber depois de conversar contigo, vai-me tirar as duvidas todas e acho que vai acontecer o mesmo contigo. A falar é que as pessoas se entendem, e tu já devias ter entendido isso... Da última vez foi tanta distorção, tanta passagem de informação que nos manteve separados tanto tempo. Como é que voltas ao mesmo erro? Conversa comigo para sair este peso. Não sei... 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Sufoco

A espera está a dar cabo de mim. Tenho duas ideias muito definidas do que vai acontecer. Não há meios-termos. Ou é ou não é. Estou decidida, mas a vontade não muda.. Ficar. Quero ficar, apesar de não acreditar em mudanças. Quero-te a ti, apesar... Quero mas também posso não querer. Quero, mas não assim. Depende tudo de ti, isso irrita-me. Só que que chegues, sentar-me contigo em qualquer lado e dizer tudo, sem paninhos mansos e sem dramas, sem discussões. Precisamos de conversar, quero tanto conversar, mas esta espera.. esta espera dá cabo de mim, tu dás cabo de mim. Sinto-me pesada como nunca, não sei o que se passa desse lado, e é uma frustração enorme. Tenho medo que não venhas e não queiras, mas eu não quero saber de ti agora, só preciso de conversar para me livrar disto tudo. Colabora. Isto está-me a sufocar, não gosto.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Fran

Não quero nada que acabe. Não quero desistir outra vez. Não quero ficar sem ti outra vez. Não te esforças, não mostras o mínimo interesse mas eu continuo a "saber" que gostas de mim. Não sei se vale a pena continuar a insistir, não sei até que ponto consigo aguentar e muito menos sei se isto tudo vale a pena, eu só sei que não quero ficar sem ti. Erro muito, eu sei que sim. Critico-te muito, demais... só queria que tu também que criticasses a mim, que mostrasses que te preocupas... Que te importas connosco... Se calhar estou enganada e nada disto continua a ser verdade...

Dê no que isto der, só sei que te amo e quero ficar contigo. Faz-me feliz, faz-me sentir bem, faz-me ser tua namorada outra vez. Adoro-te - muito, tanto, é difícil... Não nos entendemos de maneira nenhuma, mas eu quero muito, muito ficar contigo. Vou ter muita pena se desistires, mas não te vou tentar puxar mais para mim... Quero tanto que nos deixes tentar, que tu tentes... Quando eu fui dormir contigo a primeira vez em L disseste-me que também querias muito que desse certo, então faz dar certo Francisco. Essa noite foi tão boa, foste tão meu namorado, senti tanto que gostavas de mim... Nós juntos somos... :)

Têm acontecido coisas que me têm deixado feliz e gostava tanto que tu fizesses parte da fase boa que está a passar por aqui... Não me sinto chateada contigo, fico irritada, depois passa. É amor.. Vem falar comigo, vem..

Gosto de você, como macaco gosta de banana.
Não entendo...

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Leave my life to me.

Vê, inventam, baralham e difamam. Não sabem, mas querem saber. Preenchem a história à sua maneira, para ter mais piada, para dar mais gozo. Gozam, falam e esquecem-se deles mesmos. Não pensam que magoa, que dói, que altera e ás vezes estraga vidas. Brincam, mudam rumos, cabeças... Sentem-se com poder para mexer na vida dos outros. Sentem-se suficientemente bons para julgar as atitudes dos outros. Acham-se tanto, que pensam que conhecem os outros. Não conseguem ter, querem estragar o que os outros têm e muitas vezes procuram o dos outros. Não conseguem andar para a frente, e param os que andam, os coitados que se deixam parar, por ingenuidade. Aproveitam-se, abusam e molestam. Não sabem parar? Vingam-se. Fica o rancor. Não sabem pensar nos outros, na felicidade que estragam. Não sabem ser humildes, ter sentido de oportunidade. Só sabem estragar o que os outros andam a construir, com tanto esforço, com tanta lágrima, com tanto custo pessoal. Estragam a imagem das pessoas, sem quererem saber a verdade - não lhes interessa. Quando conseguem alguma coisa, é tudo para eles. Não partilham, são egoístas, são excessivamente protectores, têm medo de perder. Não sabem ser. Os motivos? Todos temos motivos para ser más pessoas. As escolhas? Todos podemos fazer escolhas entre o que está certo e o que está errado. Não há respeito, nem pelos que lhes estão mais perto, nem pelos que lhes estão mais longe. Não respeitam, não mostram uma mãe amiga, nunca - quando pensamos que estão a mostrar, acabamos sempre por descobrir que havia uma intenção terrivelmente demente. Demencia, paragem cerebral, falta de carácter, de amor-próprio, de dignidade. Aproveitam-se da bondade dos outros, usam e abusam até que um dia deixam de precisar, e depois... Seguem o que gostavam de ser, mas invejam, estragam, dificultam...


Leave my life alone, and get your own.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

póixe..

Passado pouco mais de um mês, continuo sem saber. Sabes-me bem, mas também me cais tão mal... Eu estou a cumprir, ai se estou a cumprir!!! Mas e tu?

sábado, 11 de junho de 2011

Obstáculos

Parece que melhorei. Hoje, dia em que me aventuro mais no estudo para o exame de PDCA, sinto-me melhor. Melhor no estudo, melhor na dedicação - esta ainda precisa de muito trabalho, não tanto no sentido de ter vontade, mas mais no sentido de não desistir aos primeiros obstáculos. Penso que é tudo uma questão de medo, de falhar, de me esforçar até não poder mais e esse esforço ter "sido em vão" - sei que nada é em vão, que tudo serve como aprendizagem e esses blá-blá-blás do costume, mas também sei que eu não sou perfeita.

A Psicologia é o que me fascina, o curso em si, nem tanto.. mas o que tem de ser, tem muita força. Gosto muito, mesmo muito, mas queria mais prática, queria que as teorias passassem da teoria, no fundo, queria começar. O voluntariado. Eu sei... Veio-me um cair nas mãos, mas... o obstáculo. Não sou uma menina de livros, artigos, o que for... Não sou! Adoro certas aulas, aprendo, mas quando chega à hora de estudar, ... eh!

Parece que dos poucos obstáculos que consigo ultrapassar com gosto são os nossos. Continuo sem ter a certeza de nada, mas cheira-me que vales a pena. Cheira-me que precisas de uns abanões de vez em quando... mas quem é que não precisa? Cheira-me que um dia nos vamos rir destas parvoices todas. Cheira-me que um dia vamos perceber que o nosso objectivo tem de ser trabalhado - e falo aqui no plural, porque apesar de eu o trabalhar, sei que também nisto não sou perfeita e que tenho muita coisa para melhorar. Mais tens tu, com toda a certeza, mas temos tempo. Sei, com toda a certeza do mundo, que gosto de ti. Sei que tu também gostas de mim, e é por isso que continuo. Se já devia ter desistido? Talvez, mas a verdade é que vai tudo melhorando... Tudo. E eu, como te disse, não me sinto preparada para outra separação. Se fosses perfeito, era de desconfiar!


Sei hoje, dia em que me estou a dedicar a isto, dia em que me estou a tentar abstrair de ti, que sou melhor. Hoje sou melhor, não só por ter mudado, mas principalmente por conseguir reconhecer essa mudança. Espero, do fundo do meu coração, que tu, Psicologia e que tu, Mickey sejam meus, apesar de todas as dificuldades que me trazem - espero que sejam meus enquanto eu vos quiser agarrar.



quinta-feira, 2 de junho de 2011

A.E.

Vamos lá a ver. Tu, a escola e eles.
Coisas estranhas. Vamos lá a ver..

Modo: Apatia Extrema

domingo, 15 de maio de 2011

Estaca zero. Lá vou eu outra vez. O sinto de segurança é fácil de cortar. É preciso? pff, fazes de mim pior pessoa, quando devia ser ao contrário, mas na boa!