sábado, 8 de novembro de 2008

T-U-D-O. Tudo.

És-me. És-me muito, amor. És-me tudo, meu amor.
Não gosto de estar sem ti. Custa. Custa muito não te poder ter sempre que quero, não te poder abraçar, não poder dizer.
Custa tanto não olhar para ti. És-me.
És-me Francisco.
Tudo.
És tudo.
És tudo o que eu quero.
Tens tudo o que eu quero.
Quero o teu amor.
Quero o teu olhar.
Quero o teu abraço.
Quero tudo.
Sempre...
Um sempre muito grande.
Num para sempre que não acaba.
Adoro-te. Adoro-te muito.
Francisco.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

7 things I hate about You

I probably shouldn't say this
But at times I get so scared
When I think about the previous
Relationship we've shared



It was awesome but we lost it
It's not possible for me not to care
Now we're standing in the rain
But nothing's ever gonna change until you hear, my dear



The 7 things I hate about you


The 7 things I hate about you (oh you)
You're vain, your games, you're insecure
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you



It's awkward and it's silent
As I wait for you to say
What I need to hear now
Your sincere apology
And when you mean it, I'll believe it
If you text it, I'll delete it
Let's be clear
Oh I'm not coming back
You're taking 7 steps here



The 7 things I hate about you


You're vain, your games, you're insecure
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you


And compared to all the great things
That would take too long to write
I probably should mention
The 7 that I like



The 7 things I like about you
Your hair, your eyes, your old Levi's
And when we kiss, I'm hypnotized
You make me laugh, you make me cry
But I guess that's both I'll have to buy
Your hand in mine
When we're intertwined everything's alright
I want to be
With the one I know
And the 7th thing I like the most that you do
You make me love you
You do (oh)








quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Cartas de Amor (Fernando Pessoa)

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser,
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente,
Ridículas.)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Caga.

Não, não cagues.
És mulher, não podes cagar.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Yupi ! Yupi ! Yupi ! :D



Sílvia. Francisco.
Francisco. Sílvia.



Sou feliz. Sou feliz porque vos tenho.
Devo ser a pessoa mais sortuda do mundo.
São vocês. Tu e tu. Vocês!


terça-feira, 21 de outubro de 2008

Puro Sorriso.




Adoro-te Francisco.
Juro que ÉS tu.
Hoje, amanhã e sempre.






(Foste a bestinha mais querida. Obrigada amor.)






Quatro.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

É medo.


É medo! Afinal é tudo medo.



Tenho medo de te dizer o que escrevo.
É mais fácil quando não tenho de olhar para ti.
Talvez seja um bocadinho de receio que te comeces a rir outra vez.

Tenho medo de deixar de acreditar no (nosso) futuro.
Já não acredito (ou não quero acreditar) que vai um para cada lado.
Não quero ter de sair de onde estou - Gosto do conforto das tuas palavras.

Tenho medo de não ser suficiente.
Quero dar-te tudo o que mereces e queres.
Gostava de te poder fazer feliz – feliz a sério, todos os dias.

Tenho medo que seja mentira.
Tenho muito, muito medo que não gostes de mim.
Tenho tanto medo que não gostes de mim, mesmo que penses que sim…

Tenho medo que sejas «mais um».
Gostava tanto que fosses «O»
.

Tenho medo de te desiludir.
Tenho ainda mais medo que me magoes e que eu fique mal contigo.
Tenho medo de chegar a um ponto em que não arranjemos uma «solução para tudo»




No fundo, é só medo que nunca mo digas.
No fundo, é só medo que me magoes.
No fundo, é só por te querer tanto.









(Não te conseguia dizer isto. Desculpa, sou fraca. Mas acabas por saber de uma maneira ou de outra. Eu não – tu não escreves.)







domingo, 12 de outubro de 2008

1/2 do nosso (meu) Amor

Quando te fiz aquela pergunta estava à espera de uma resposta. Tu, que me julgas tanto por não saber falar, por só dizer as coisas por mensagens e por guardar tudo o que devia dizer logo, não me soubeste responder. Disseste qualquer coisa a ver com «mimada». Será possível que ainda não tenhas percebido que fico assim quando fazes o que eu gostava que tu mudasses? Não, não percebes porque nem pensas nisso – duvido que penses que a culpa é tua quando temos algum problema (ao menos não é isso que mostras), porque na tua cabecinha eu sou a mimada, eu é que arranjo problemas, eu é que amuo, eu é que sou a pita. Estás tão seguro de ti que é completamente inconcebível pensares que andas a fazer alguma coisa mal. Não fazes. É isso que fazes mal: não fazes. Não me mandaste uma mensagem porque não estava lá e depois não te deu jeito. Não me foste buscar porque era longe e estavas confortavelmente sentado a fumar um cigarro, e porque não apeteceu. Não vieste ter comigo porque estavas no café. E hoje nem me disseste nada porque estavas ocupado. És um amor, mas não para mim. Quando eu te perguntei se era a sério riste-te. E eu, feita estúpida, continuei agarrada a ti. Palerma sim, mesmo palerma. Não vejo onde é que está a inteligência em gostar de alguém que não nos dá o que queremos, que se está completamente a cagar - estas-te a cagar, sim. A verdade é que és tudo o que eu não queria que fosses, e porque é que gosto de ti? Não sei, mas já nem é «gostar» – tu? Tu gostas de mim como eu gosto de vestidos, sapatos e malas, e de ir beber um cafezinho (faz-te lembrar alguma coisa?) – é fodido. O Amor é mesmo fodido. Mas quem o fode somos nós. Sabes quando é que o amor é mesmo fodido? Quando só há 1/2 d'Amor, que é o que acontece connosco. Dizes que não é medo, mas é. Se calhar és assim porque tens medo de sofrer outra vez – pelo que sei, da outra vez não te passou depressa. Tenho de pagar por isso durante quanto tempo? … Estou farta de ser sempre eu. (Não, hoje já nem era para mandares mensagem, só queria que me tivesses dito para irmos sair, mas não, palermice a minha, tens uma vida tão ocupada, mas não por minha causa.) Penso. Penso muitas, muitas vezes o que é que posso fazer para nos melhorar, e tenho conseguido, mas não me deixas continuar, fazes sempre qualquer coisa que me deixa com o pé atrás. Pormenores. Tem tudo a ver com pequeninos pormenores que te passam ao lado. Passa-se alguma coisa? Não, nada. Estou a fazer um esforço para ser como tu. A diferença é que me custa fazer isto e a ti não. Esqueceste-te das promessas que fazes. E já nem deves dar importância quando eu digo que te adoro – digo-o demais. Gostava que gostasses de mim. Gostava de sentir que gostavas de mim sem ser «às vezes», mas tu não deixas. Ou porque não gostas, ou porque não percebes o que fazes (porque eu nunca to fiz), ou porque te queres defender. Mas defender de quê? – Tudo o que te disse – tudo – era a sério, mesmo quando me rir, e quando brinquei – quis dizer todas as palavras que te disse. Mas não importa, pelo menos para ti. O pior disto tudo, é que já não me vejo sem ti. Aquela quarta-feira custou-me, enquanto que tu estavas na boa, sem querer saber. Ao princípio podia perceber o porquê de te afastares, mas agora? Agora não. Depois do que já me disseste, não. Ou és um grande actor ou puseste a tua protecção de lado uns minutos. És frio comigo. És péssimo para mim. Digo-te a brincar, mas é verdade. Queres que não tenha medo? Tenho sim, morro de medo, mas com motivos. Ao contrário de ti, que te pavoneavas ao dizer que não deixavas que os teus medos atrapalhassem a nossa relação. Mais uma treta. Nunca te dei motivos para teres medo de nada. Desde o principio que te dei tudo o que queria que me desses a mim, mas nunca percebeste. Tudo o que há entre nós és tu que metes – medos, pessoas, duvidas, inseguranças. Tudo tu. Eu tento ser compreensiva. Eu até de pergunto se queres ir ter com eles em vez de estar comigo, arranja lá uma namorada que faça isso e que goste de ti como eu gosto. Eu até deixei de pôr o que escrevo aqui – por ti, só porque não gostavas. Tão palerma… É amor, é tudo culpa do amor que sinto por ti, se não estava-me a cagar para as tuas mensagens, para a tua companhia, basicamente para ti... Não gozes comigo José Francisco, vê se ganhas juízo e começas a reparar em mim.
(Vês? Não dá... Não dá porque não queres.)

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Fairy Tale

Príncipes.
Sonhos realizados.
Flores e chocolates.
Olhares apaixonados.
Promessa cumpridas.
Telepatia de sentimentos.
Abraços que doem só de pensar.
Amores completamente correspondidos.



Estas coisas não existem… ou já não existem. Miguel Esteves Cardoso tem razão, já não há casais como antigamente. Contam-se os minutos até sermos expulsos pela força do poder dos pais. Já ninguém corre o risco de chegar tardíssimo só por mais um beijo. Já não há príncipes, ou nunca houve - daqueles que se vêm nos filmes em cima de um cavalo branco. Já não há histórias de Amor. Mandam-se frases para o ar, que acabam por cair no chão. As promessas acabam por não ser cumpridas. Já não se fazem esforços.


Existem, sim, momentos – pouquíssimos – em que algo parecido a uma página de um romance acontece: o antes da hora. O brincar às escondidas. O dizer mentirinhas. A meia hora de atraso. O abraço mais forte. As mãos debaixo da mesa. Os verdadeiros «Adoro-te» (quando sentimos que sim). O corpo a corpo. Os segredos. As palavras bonitas. O sentir. O apetecer dizer “Gosto de ti”. O amar. O querer. O beijo que arrepia.

Existem demasiados rapazes com o superego elevado. Depois dizem que é feitio. Mentira. Tudo tretas. Se sentem, querem dizer, não é? Não consigo compreender como é que alguém gosta de uma pessoa sem querer estar sempre a dizer – estupidez a minha? Capaz…

Há casamentos porque tem de ser. Casamentos por interesse. Casamentos de meses. Casamentos de infidelidade. Mas também há de amor, fidelidade, que chegam às bodas de ouro, não há? Por favor, digam-me que sim. (P.S. – Eu quero, sim.).

Já não há surpresas. Já não há paciência. Já não há compreensão. Já não há motivação. Já não há esforço. Mas eu vou continuar a tentar… (Who cares? I do.)


Já ninguém diz, pelo menos, adoro-te, durante um “bom momento”? Já ninguém oferece flores com o único motivo do: «Porque gosto de ti.»? Eu sou a única que diz “gosto de ti” só por sim? (estúpida). E, pelo amor da santa, já ninguém faz o que devia? Ai, mundo. Mundo estúpido. Vai-te f****.

Habituei-me, mas não gosto deste hábito.

Já chega. Fim.









(Adoro-te. Adoro-te tanto que dói. Dói quando temos um dia menos óptimo. Adoro-te. Adoro-te tanto que não largo o Fluvi durante a noite, só porque o meu inconsciente o deve associar a ti. Adoro-te. Adoro-te tanto que já nem me importo de ceder – mas deixa-me insegura. Adoro-te. Adoro-te tanto que me habituei aos teus «quero lá saber». Adoro-te. Adoro-te tanto que podia ser tua. Sim, hoje, amanhã e sempre. Adoro-te. Adoro-te tanto que tenho escrito em papeis que acabam queimados. Adoro-te. Adoro-te tanto que fico choninhas e escrevo textos mete-nojo. Adoro-te Francisco. Adoro-te tanto...)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Escrita Inconsciente.

Escrever é sentir. Escrever é exprimir. Escrever é perceber. Escrever é explorar. Escrever é amar. Escrever é sonhar. Escrever é querer. Escrever é chorar. Escrever é rir. Escrever é conquistar. Escrever é falar. Escrever é pensar. Escrever é admitir. Escrever é uma viagem ao inconsciente.


Estava eu sentada na terceira mesa à frente da secretária da Professora Maria de Lurdes Paixão, a beber cada palavra que ela dizia sobre o inconsciente, os sonhos, o recalcamento e a psicanálise. Foi a primeira aula de psicologia que achei realmente interessante, já que as outras não passaram de ouvir colegas a falar uma língua semelhante com o «Português».


Eu não sabia que todos os sonhos faziam sentido, tinham uma razão… Mesmo aqueles que não têm sentido absolutamente nenhum – para o nosso consciente, claro. Mas têm. O nosso inconsciente é o nosso verdadeiro «Eu». Existe uma coisa com o nome absurdo: Superego. Esta coisa não nos deixa dizer tudo, tudo, tudo o que pensamos/sentimos, exactamente porque nos faz pensar. Pensamos que não fica bem dizer isto ou aquilo, porque a pessoa a quem nos estivéssemos a dirigir não iria gostar. Pensamos em frases não-pronunciadas, porque nos parecem ridículas, sem sentido. Pensamos que não podemos desrespeitar este ou aquele, porque a boa ética o diz. Pensamos que não podemos esbofetear um amigo, mesmo que seja a ser a pessoa mais imbecil, porque o código da amizade perfeita e «para sempre» o diz. Tretas. São tudo tretas, estas coisas do politicamente correcto. Mas voltando aos sonhos: quando estamos a dormir, o nosso consciente está «desligado», portanto, se sonhamos, é o nosso inconsciente a trabalhar, por outro lado, se fosse apenas uma manifestação do inconsciente, sonhávamos com o que tínhamos tentado recalcar. Estes sonhos não se podem confundir com o que chamamos de «sonhar acordado», pois nessas situações controlamos o nosso pensamento, não vem do inconsciente porque reprimimos o que não queremos ter/mostrar/sentir.




Cá para mim, na minha descoberta estupidamente consciente. Eu desconfio que encontro o meu inconsciente sempre que bebo um bocadito mais que a conta. Ou talvez não… digo o que quero dizer, sim, mas também recalco muitas coisinhas feias.



Outra coisa que me lembrei agora: actos falhados. Para quem não sabe, na psicanálise, esta é a designação para situações em que queremos dizer uma coisa, e dizemos outra. (“Podia-me dar uma queca?” – quando se quer dizer: “Podia-me dar um queque?”. A senhora que disse isto tinha o marido fora há três meses); é o mesmo que querer pedir um «Nestea de Limão» e pedir «Um Nestea de Ice Tea»;


Outra coisa que a aula confirmou, foi a minha resposta ao «porquê» escrever. Sei que respondi qualquer coisa do género: escrever ajuda a perceber o que sentes. E não é verdade? Se eu tivesse de escolher textos meus seriam aqueles que escrevo quando estou triste, chateada, revoltada, ou extremamente feliz – porque esses são os que fazem sentido para mim: ajudam-me a perceber-me. Falou-se ainda nos livros de J.K. Rowling. É, ou não é verdade que quem os leu não se encontrou lá? Quando se segue uma saga tão inteligente como aquela, entra-se num mundo nosso – com imagens diferentes de todos os outros leitores. É igualmente verdade que ela conseguiu pôr milhares e milhares de crianças a ler – crianças de uma geração tecnologia, sem interesse por livros.






Deixa-me praticar psicanálise em ti, por favor.


domingo, 5 de outubro de 2008



ésoj ocsicnarf ad avlis sotsab ohnilaçnog semog


sábado, 27 de setembro de 2008







Esta é mais uma história do «Era uma vez». Era uma vez (…)






































(…) Fim.


quarta-feira, 24 de setembro de 2008




Prometa-me.









Prometa-me.















Prometa-me.


domingo, 21 de setembro de 2008

Três.



Podia dizer a típica frase do “eu até gosto (…)”, mas era mentira. Não gosto. Não gosto mesmo nada que não me percebas, e que sejas assim – insensível - comigo. Também não gosto de ser eu a ceder, a fazer um esforço, a tentar perceber… Odeio as tuas saídas de indiferença e odeio que gozes comigo... E és um puto mimado, sim. E é agora que entra a típica frase do “o que vale é que eu gosto de ti.”... Pois é Francisquinho, gosto tanto de ti... Gosto quando me abraças com força (sem estalar), e quando tens conversas inteligentes. Também gosto de me rir histericamente contigo por motivo nenhum e daquela coisinha que fazes aos cantos da boca quando eu digo “Francisco, fica sério!”, gosto das nossas discussões a brincar, e gosto de poder dizer: “O Francisco é meu amigo.” – até gosto mais ou menos do péssimo hábito que te incuti. Ah, e gosto quando me chamas a palavra começada por B. Outra típica frase (para fazer as três): “Gosto de gostar de ti”.



Adoro-te.

sábado, 20 de setembro de 2008

J.F,











adoro-te…






quarta-feira, 17 de setembro de 2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008















Make me feel your rare sweet words.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

hum...

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Soltas. Palavras.





Distância. Odeio-te Distância. Medo. Odeio-te Medo. Imprevisto. Odeio-te Imprevisto. Tempo. Odeio-te Tempo. Silêncio. Odeio-te Silêncio. Dúvida. Odeio-te Dúvida. Escuro. Odeio-te Escuro. Altura. Odeio-te Altura. Queda. Odeio-te Queda. Minutos. Odeio-te Minutos. Contar. Odeio-te Contar.




Volta. Depressa. Mim. Bancos. Beijo. Conversa. Abraço. Forte. Solta. Declaração. Apetece. Não. Ele. Olhar. Palavras. Gestos. Apaixonada. Muito. Ficar. Sim. Dois. Adorar. Querer. Amar. Muito. Sempre. Lutar. Sentir. Mostrar. Mudar.





Alivio. Peso. Passou. Acabou. Adoro-te. Sabia. Passou. Maior. Adoro-te. Feliz. Ele. Adoro-o. Quero. (Quase) Perfeito. Anos. Muitos. Adoro-te. Sente-me. Fica. Orgulho. Ahah.











Palavra A.

Nunca me pareceste fraca, nem demente, nem triste, sempre foste a louca, a extrovertida, a maluca dos cornos. Não consigo lidar contigo quando vejo que estás mal, porque não estou habituada. Lembras-te quando te vi a chorar? Fiquei feita estúpida encostada a uma caixa daquelas cinzentas da electricidade, nem fui ao pé de ti… Tive medo de ver as lágrimas mais perto – como é que iria aguentar? Ver as tuas costas a mexer, de cima para baixo, com o impulso do choro partiu-me o coração. É essa a verdade – não suporto ver-te a chorar, levas um bocadinho de mim. Não consigo estar feliz, completamente feliz, quando te vejo mal – não, desculpa, não preciso de ver que estás mal… às vezes percebo-o, mas tu não mo dizes. Tens medo? Eu prometo, prometo mesmo, que vou tentar ser uma melhor Melhor Amiga.
No presente, o meu Amo-te, o único Amo-te que sai da minha boca, é para ti. É todo para ti, minha Melhor Amiga, minha Irmã de Coração, minha Discordante Amiga, minha Ex-Odiada. Amo-te. Amo-te Sílvia.
Odeio quando dizes que ele te roubou a amiga… Ele não te roubou a amiga, minha estúpida, está só a torná-la melhor, para ti. Acredites ou não, ele faz-me ver o quão bom é falar contigo… Ele também não percebe que o faz, mas eu sinto que sim. Ninguém me rouba de ti, meu Abrigo, ninguém nos vai, jamais, separar. Vamos realizar os nossos sonhos de ter um café, de morar juntas, de ter filhos com as mesmas idades, de as nossas meninas serem as Melhores Amigas, dos jantares em que vamos juntar as nossas famílias. São sonhos, mas são sonhos possíveis, e eu quero realizá-los.
Peço-te, por favor, diz-me quando não te sentires bem. Não tens de usar a tua super carapaça comigo. Esse sorrisinho brilhante não me engana a mim. Amo-te. Diz-me. Amo-te. Confia-me. Amo-te. Sente-me. Amo-te. Abraça-me. Amo-te. Olha-me. Amo-te. Sorri-me. Amo-te. Ama-me. Amo-te. Sonha-me. Amo-te. Concretiza-me. Amo-te. Cresce-me. Amo-te.





Amo-te.
Amo-te amizade.
Amo-te Melhor Amiga.

sábado, 6 de setembro de 2008

"Lembras-te(...)?"








Não, quase nunca me lembro;
Mas não me esqueci, só preciso de uma ajudinha tua…








:)


sexta-feira, 5 de setembro de 2008

:)




















Daqui a uns anos...

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Desabafo.


Já não me sinto bem. Prefiro conversas incessantemente inteligentes, mais maduras. Prefiro outro ambiente. Talvez por ser novidade, mas não acho que seja isso. Filosofando: cresço um bocadinho todos os Verões. Fim – este ano foi diferente, costumo notar a diferença quando vou para a escola, este ano não, foi um bocadinho mais cedo… Levaram-me para outro ambiente, e eu adorei. Adorei o acolhimento e a simpatia. Adorei os anos a mais. Identifico-me mais com eles, acho-os mais parecidos comigo. Só me falta o que chamam de «requinte universitário», mas não lhes importa, gostam de mim na mesma - e eu - eu… Adorei-os.


Até já, Adoro-te.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

O amor ?

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.

Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banancides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.

Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".

Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra.

A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.

Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

O amor é fodido - Miguel Esteves Cardoso

domingo, 24 de agosto de 2008

Voltar.



terça-feira, 19 de agosto de 2008

Eu, Rita.

O meu nome é Rita, tenho dezassete anos e quase três meses. Sonho com o dia em que vou fazer dezoito: com a minha festa perfeita, recheada de amigos perfeitos, num sitio de cortar a respiração, com vestidos e fatos, com a família perfeita, com as prendas que eu sempre quis. Ora aí um defeito meu – o pior – FANTASIA. Eu fantasio, eu sonho, eu sou menina de contos de fadas e histórias de amor como se vê nos filmes; há quem diga que não existem, mas eu acredito que sim. Acredito tanto em coisas perfeitas, que quero sempre mais, e mais. Isto é um defeito? Ambição nunca fez mal a ninguém. Pelo menos, as minhas fúteis ambições, a que posso chamar «desejos». Os meus desejos são todos relacionados com o Amor – desejo estar sempre bem com os meus pais, mas não consigo; desejo ter um namorado, um namorado que mereça o meu “Amo-te,(…)”; desejo nunca me separar das minhas três maiores amigas; desejo ter a casa com que sempre sonhei; desejo ter três filhos e dois cães; desejo ser feliz. – Tudo isto depende de mim, mas também depende dos pais, do namorado, das amigas. É por isto que todos me acham tão imperfeita: por pensar. Mas é normal. Desde pequenina… Sempre foi o meu instinto. Eu casava as minhas Barbies, hora a hora. Eu cuidava dos meus bebés e tinha muito cuidado para eles não cairem do carrinho quando os levava a passear com os avós pelo passeio. Eu fazia comida de plasticina e brincava às donas de casa com a minha amiga Margarida. Eu limpava a minha tendinha com um trapinho húmido, porque era a minha casa. Mais tarde, ainda eu não sabia o que isso era, dizia que, quando fosse grande, queria ter um namorado mais velho que eu, para ele cuidar de mim. Há um ano atrás, ainda dizia «Amo-te» sem amar. Há um ano atrás, ganhei coragem e libertei-me, pensava eu. Continuo uma criancinha, mas a comida já não é de plasticina, o namorado já não é só uma ideia, a limpeza já é feita numa casa a sério. Sou uma mulher, mas tenho necessidades de menina. Sim, eu, Rita, preciso de tudo o que precisava quando tinha menos 10 anos, mas agora, que já percebo o que isso implica, passo-me com tudo, e com nada. Não faz mal. Eu nunca desisti de nada - só da maior parte dos desportos que pratiquei, mas aí era tudo fácil, eu pedia, e faziam-me as vontades - e não vou desistir agora. Eu, Rita, vou ter tudo o que quero – melhor ou pior, com ou sem esforço, mas vou! Eu não vou mudar a minha maneira de pensar porque a Sílvia me diz frases com que concordo, eu não vou deixar de fantasiar porque o Francisco me tem feito chorar, eu não vou deixar de pensar em Amor porque me dizem que não há amor. Há amor, pelo menos para mim. – Depois de escrever sinto sempre um vazio, porque me exponho para quem vier aqui parar e «me» ler, porque não tem mais nada que fazer. Mas e depois? Aposto que não sou a única a sentir o que sinto. Aposto que não sou única. Aposto que há mais como eu. Se não houver, vê a sorte que tenho, e o que andam a perder por não viver tão intensamente como eu. Sim, eu, Rita, agarro-me a tudo o que venha ter comigo, custa-me largar, mas também consigo, se quiser. No teu caso, Francisco, não quero. E não te vou deixar sem tentar perceber o que vai dentro de ti, do que vai para além da cara de mau e das respostas tortas. Há quem me ache estúpida por me preocupar tanto, mas eu não quero saber. Há quem diga que sou paranóica, mas eu não quero saber. Há quem diga que sou falsa, mas continuo a não querer saber. Não sou estúpida ao ponto de me ficar, não sou paranóica ao ponto de cometer crime. Quando à falsidade… Tenho a capacidade de me adaptar ao que quero… Tu não consegues? Tenho pena meu amigo, não tens noção do que ganho por me dar com pessoas tão diferentes. Essas pessoas vão-me dando qualquer coisa. Quando tiver de contar a historia das minhas rugas, quero poder ocupar tardes e tardes com palavras bebidas por quem me quiser ouvir. Não quero saber se alguém lê isto. Só o quero ter aqui, porque tudo o que escrevo no papel, acaba por ir para ao lixo num impulso estúpido.

Inveja-me.
Eu já sei o que é odiar.
Eu já sei o que é amar.
Eu já sei o que é a vida.
Eu já sei o que é a morte.
Eu sei o que é rir com vontade.
Eu sei o que é levar uma chapada da vida.
Inveja-me!


P.s. – ups, estou atrasada :x

Orgulho macho... talvez.

Não és só tu. Não há um rapaz diferente de ti, e tu, não és diferente dos outros. São todos a mesma merdinha orgulhosa que não cede numa discussão, que tem sempre mais um ponto a acrescentar às estúpidas reticências das raparigas apaixonadas, que cedem, que engolem o orgulho e correm atrás dos namorados/(?), com palavras de «justificação» que não deviam sair da boca delas, com olhos grandes e brilhantes que, acima do orgulho, só os querem de volta. Não percebem, ou, na minha mísera opinião, fingem não perceber – é tão mais fácil «sair por cima» - mas descansa, não és só tu. Não percebem, ou fingem não perceber, que as raparigas gostam de atenção, de romance, de surpresas, de provas de amor. Há os que nem se esforçam por nos satisfazer os caprichos, e há os que o fazem por saber que nós, as raparigas apaixonadas, lhes vamos agradecer como eles querem. Não, não generalizo. Há os que Gostam, e esses, percebi eu ontem, fazem tudo - tudo - por elas: não importa amigos, família. Eu tenho um irmão, tenho um irmão que Gostou de poucas raparigas, que me choca com as coisas que diz, que me mostra o que os rapazes são, quando não Gostam. POR FAVOR, salvem-me!

Quando um rapaz Gosta de uma rapariga, ela sente. Sente, e mesmo que o tecto lhe caia em cima da cabeça, ela continua a sorrir. É daquelas comodidades da vida, tão simples, que não vêm com o vento. Demora tempo, muito mais tempo, para um rapaz gostar de uma rapariga. Mas os rapazes são sim, tão retardados em relação a nós, as raparigas.

Não estive cá três semanas. E depois? Hoje vou-me embora outra vez e quando voltar, estas tu fora. São 5 semanas longe. Mas a culpa não é da distancia. A culpa é minha, a culpa é tua, a culpa é nossa. Tens tanta culpa como eu, a única diferença é que eu cedo, dou-te toda a razão só para conseguir um abraço. Desnecessário, tão desnecessário. Já meti na cabeça que gostas de mim, mas tu teimas em tentar arrancar o que eu alcancei psicologicamente. Dizes que são «blablablas desnecessários», as minha acusações de «não te importas comigo» mas é verdade; não queres saber quando eu tenho problemas, se calhar porque não sabes o que isso é, se calhar por seres rapaz, não tens regras como eu tenho, não ouves o que eu oiço. És rapaz… Não percebes porque é que penso tanto no futuro, não consegues perceber a razão que me leva pensar antes de agir. Eu chamo-lhe responsabilidade e auto-respeito.

Não sei o que aconteceu connosco, mas a culpa não é da distancia. Eu não preciso de te ver para continuar a gostar de ti. Já me disseram que era muito pouco física, bem… eu digo que sou sentimentalista. Há duas noites atrás tinha tantas certezas… Roubaste-mas, outra vez.

É o teu orgulho macho a falar mais alto que o «gosto de ti»? – não digas que não podes fazer nada para mudar a maneira como penso, porque isso não é verdade. Não digas que estás na mesma onda que eu, porque se tivesses, davas-me mais. Não quer isto dizer que não gostes de mim, quer apenas dizer que te tinha dito isto tudo hoje, mas, mais uma vez, a nossa sorte deu sinais de vida.

Não tens de andar a correr de um lado para o outro.

Não tens de aturar as minhas medinhas.

Não tens de ler os meus textos.

Não tens de gostar de mim.

Tu não tens de nada.




Vale a pena? Já não sei outra vez.




segunda-feira, 18 de agosto de 2008

sábado, 26 de julho de 2008

Ausente



Férias.


quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sílvia,

tu sabes, eu sei, eles sabem - todos sabem - que nunca nos demos bem. Houve sempre rivalidade (talvez isto já veio dos tempos dos nossos irmãos), sempre fomos comparádas, sempre nos comparámos - sempre quiseste ser melhor que eu; e eu sempre quis ser melhor que tu. Sabes o que é que eu acho agora? O que tu tens de «mau», tenho eu de «bom». E o que tu tens de «bom», tenho eu de «mau». E sabes que mais? É por isso que te dei O título - MELHOR AMIGA - queres mais? Nunca tive uma Melhor Amiga a sério - tinham sempre defeitos que não podiam ser desprezados - ou não sabiam ouvir, ou não sabiam falar. Ou eram frias, ou demasiado melosas. Ou eram diferentes de mais, ou demasiado parecidas. Tu não! Tu és a minha «outra metade» feminina. Contigo sinto. SINTO, SINTO, SINTO! Sinto que confio. Sinto que Amo. Sinto que sim. Sinto que ouves. Sinto que falas. Sinto que sinto e PONTO (.)
Querias uma declaração de amor? Aqui tens. Estás feliz?
Tu afastaste-te. Tu puzeste as culpas em cima Dele, dizendo que EU me afastei. Não, não me afastei, por isso deixa-te de merdas e fica normal. Sê a Melhor Amiga que tens sido e PÁRA de pôr as culpas em cima de mim!
Estás confortavél agora? Não estejas... Eu também preciso de declarações de Amor de Amiga. Eu também espero que mandes messagens durante um dia inteiro. Não, eu não me afastei. Vê se falas comigo. A CULPA NÃO FOI MINHA.
O que é que eu SUPOSTAMENTE devia fazer?
Em que aspecto é que tenho de abrir os olhos ?
Melhor Amiga.




terça-feira, 22 de julho de 2008

segunda-feira, 21 de julho de 2008

#1

Conversámos. Lembraste? Lembras-te da minha cabeça na tua perna esquerda, da minha voz (que me soava tão distante) a contar-te tudo – tudo o que havia para saber sobre o ano que tinha passado sem nos falarmos? Lembraste de termos ficado tão próximos que chegaste a pensar que ia acontecer qualquer coisa naquela noite? Lembro-me de ter ficado com a cabeça junto da tua. Lembro-me de não perceber o porquê de estar ao pé de ti (logo de ti), a falar de coisas que me parecem tão insignificantes agora, mas não me importei. Ouvia-te longe, mas ouvi-te, ouvi-te e bebi cada palavra que disseste... Lembro-me de sentir a minha mão agarrada à tua, outro acontecimento estranho, mas continuei a não querer saber. Lembro-me, lembro-me.

Passou um mês. Um mês teu. Um mês de café. Um mês de incertezas. Um mês de dúvidas. Passei tanto tempo perto de ti, sem perceber, sem te ler… Mas estavas desfocado – tão desfocado. E eu, eu estava numa luta interna, a lutar contra o que sentia (ainda bem que não a ganhei): pensava que não gostavas de mim, que passavas tanto tempo comigo por alguma razão que não fosse a que eu desejava (ainda bem que me enganei). Passou um mês inteirinho, um mês em que esqueci; esqueci o que não me fazia falta ter. Foste o meu salvador, e agradeço-te tanto por isso!


Beijámo-nos. Do que antecedeu essa noite, lembro-me de ter pensado «não passa de hoje», mas acho que não pensei a sério. Não sabia o que querias, nem se querias alguma coisa. Passei a noite encostada a ti, involuntariamente, mas passei. Já tinha acontecido tanta coisa entre terceiros, que deixei de pensar, mas aconteceu. Nós e os banquinhos, os banquinhos e nós. Beijaste-me, beijei-te, beijámo-nos. Foi um bom começo de Verão; um óptimo começo de Verão. Mas no dia a seguir ainda não sabia o que querias… Isso são histórias do íris. Lembras-te?

Desde isso, passou mais um mês. E que mês… Já aconteceu tanta coisa, que por vezes me parece muito mais que um mês; mas tem passado tão depressa, que das outras vezes me parece muito menos que um mês.

Estás C R E S C I D I N H O. Às vezes (muito de vez em quando) sinto-te mais maduro que eu, com mais cabecinha, com opiniões mais definidas que as minhas, com atitude. E agora, que me fizeste acreditar, sinto-te como te quero, sinto-te como o melhor de ti deve ser, porque não te consigo ver melhor do que estás agora. [Meu puto :$] Envolves-me em ti. Vicias-me em ti. Tu, tu, tu. Gosto! Gosto até do teu jeitinho de bruto-querido com a mania que manda. :$ Adoro-te!

PRESENTE. Já percebi Amor !
Confio, sim.


Sinto-me!

Tens-me feito bem - muito bem. Estás-me a fazer evoluir, estás-me a fazer crescer.
Já não me sinto insegura. Já não tenho dúvidas… E já não vou dizer que não.
Quero tempo, quero muito tempo contigo.
Quero-te, quero-te, quero-te.
É PAIXÃO !





Adoro-te F r a n c i s c o.

domingo, 20 de julho de 2008

Conversas sem assunto





01:59:59 + 01:59:59 + 00:21:20 = 4:21:18 h.








- São elas que te fazem falar.
-Fica..








Tanto, tanto, tanto!
Mesmo, mesmo,mesmo!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Declarações de Amor

Sim?
Não digas que não..

terça-feira, 15 de julho de 2008

BlaBlaBla

Blablabla – é o que eu oiço vindo da tua boca, por onde saem gritos sem sentido: gritos de frustração, gritos de ódio, gritos de amargura, gritos de criança – sim, porque tu tens corpo de mulher, idade de mulher, vida de mulher, mas e a cabeça? A cabeça que devias ter ganho perdeu-se no meio de tanta fraqueza; gritos de fraqueza – és fraca, choras, choras, choras; adianta? As lágrimas que te caem sem cessar pela cara abaixo resolvem todos os teus problemas, proporcionando-te um mundo perfeitamente cor-de-rosa? Não! Não, não, não!!! És fraca, o que me fortalece (discussões, conflitos, gritos incessantes, torturas psicológicas, etc., etc. ...), a ti enfraquece. Deixas-te consumir por tudo o que devias ignorar, dás tanta importância a coisinhas mesquinhas (sim, namorados – O meu namorado), que te esqueces do que devias fazer – tratar da tua família, do teu marido, dos teus pais, da tua casa – não estou a falar de limpezas, alimentação e vestuário, estou a falar de carinho, amor e atenção. Quando é que cresces? Quando é que me deixas ser feliz? Queres o quê? Que eu seja como tu?


NÃO vou fazer o que tu pensas ser melhor para mim!
NÃO vou passar a vida fechada em casa!
NÃO me vou resumir ao teu mundinho!
NÃO vou passar a vida a chorar!
NÃO vou ser como tu!


Estou tão fartinha de assistir à tua queda – tão, tão farta. Precisas de um abanão, precisas de sair, precisas que te abram os olhos. TU existes, mas é como se não existisses. Vives fechada num aquário de aberrações – tu és a atracção da «Estupidez». Tu e a tua mentalidade retrógrada, que vem muito antes dos teus pais serem projecto.

O teu refugio são os gritos, gritas, gritas e gritas. Adianta? Não. Então pára! Deixa-me viver, eu sei que a maior parte das vezes tens razão, se não sempre, mas eu gosto de errar, gosto de levar bofetadas da vida, gosto de ser FORTE. Tu e o outro enriqueceram-me a alma, sofri tanto nestas sombrias quatro paredes, que agora – agora – aguento quase tudo.

Gosto de ti, gosto dele, mas vocês não me percebem, e eu cansei de responder, de gritar, de discutir, de explicar. Queria poder falar, mas não me deixam. Gostava de poder conversar, mas não me deixam. Adorava poder ser vossa amiga, mas não me deixam.

DESISTO!

É provável que caia, e então? Eu caio, mas levanto-me. E tu??? - Tu cais e ficas lá, a lamuriar e a rastejar na merda. Depois cais num sonho cheio de floreados e cor-de-rosa, onde o mundo é perfeito e tu és uma criancinha a brincar com o que conseguiste na vida… E então?

ACORDA !

Amigas e Açucar

O açúcar é doce - com efeito relaxante - é bonito e delicado, leve e rugoso. Desfaz-se na boca, ou parte-se entre os dentes. O açúcar, transportado dentro de pacotinhos rectangulares, ou naqueles fininhos, mergulha para dentro do café quente, dando-lhe sabor, tirando-lhe a amargura, conferindo-lhe doçura. Mexido por uma colher ou um pauzinho de canela – não há melhor café do que o café com as amigas.


As Amigas são doces, delicadas. Estão sempre do meu lado, mas sabem dar chapadas psicológicas tão fortes quando precisamos – eu quero que a minha chapada psicológica se sinta, quero que se sinta com muita força, para deixar marcas. Quero que acredites que tudo o que nós te dizemos é para teu bem, para o teu bem-estar; quero que as conversas que temos não sejam «à toa», quero que me ligues, quero que me oiças e que, por uma vez que seja, me dês razão.

Resiste.
Despreza.
Finge.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Sentir

Sinto que não sentes.
Sinto que não me sentes.

domingo, 13 de julho de 2008

Coração




Tens-me! Tens-me! Tens-me!


I'm so fuckin'YOURS





Francisco


sábado, 12 de julho de 2008

Íris


Foi lá, no Íris, que passei tardes e mais tardes, tardes inteirinhas a especular sobre ti; esperava um sinal, um gesto, um olhar, um toque que me dissesse que querias o mesmo que eu, que sentias o mesmo que eu.

Foi lá, no Íris, que me deste a mão, deste-me um «sim» … Estava tão nervosa antes de ir ter contigo nesse dia, no dia vinte e um de Junho, tinha um medo miudinho de que pudesses dizer que não devia ter acontecido nada…

Foi lá, no Íris, que hoje tivemos uma conversa que me soube tão bem ter… É por isso que gosto de ti – porque conversas comigo, roubas-me tantas palavras quando estamos juntos, que chego aqui com uma bruta vontade de escrever um bruto texto, e não tenho palavras porque tu já as ouviste todas… Não faz sentido repeti-las, pois mais ninguém precisa de as saber sem ser eu e tu…




Ps: Imagina o que vou escrever quando o título for: «Barreiro» :x







Gosto-te tanto
Meu FRANCISCO @

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Ciúme

... por insegurança?
... por gostar tanto de ti?

Sei que não quero que acabe.
Sei que estou demasiado habituada a ti.
Sei que não me sinto bem quando não estás comigo.
Sei que te quero, quero-te muito - mesmo muito.
Sei que, desta vez, gosto mesmo de ti.
~
~
~
Tenho ciúmes, mas é um «ciúme» saudável.
Tenho ciúmes, sim, mas isso é bom sinal, não é?
Não quero ficar sem ti outra vez.... Não quero mesmo!
Do que depender de mim, não, não nos vai acontecer o mesmo.
Sê meu, sê meu.
* FRANCISCO

terça-feira, 8 de julho de 2008

O tempo..

Tivemos um Passado,


temos um Presente...
teremos um Futuro!?


Eu gostava de ter um Futuro contigo,
desta vez não me ouves a dizer "não quero nada sério".


Gosto de ti, Francisco Gomes.

sábado, 5 de julho de 2008

Meu F.

NAMORADO
:$






Lalala

Francisco @

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Impaciência

Hoje atacou-me com força mas, felizmente - felizmente - já passou. Fiquei impaciente porque pensei de mais. Quero tanto de ti, preciso de tanto de ti, que fico impaciente, à espera que o dia chegue. Odeio a parte que diz «ainda é cedo», mas a verdade é que ainda é cedo - quero que deixe de ser cedo e quero poder dizer A palavra... Fico impaciente porque te quero, porque quero gostar de ti, porque, como já te disse, te quero amar. Desta vez, quero dar passos de bebé - para que tudo seja como «deve de ser».