sábado, 8 de novembro de 2008
T-U-D-O. Tudo.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
7 things I hate about You
But at times I get so scared
When I think about the previous
Relationship we've shared
It was awesome but we lost it
It's not possible for me not to care
Now we're standing in the rain
But nothing's ever gonna change until you hear, my dear
The 7 things I hate about you (oh you)
You're vain, your games, you're insecure
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you
It's awkward and it's silent
As I wait for you to say
What I need to hear now
Your sincere apology
And when you mean it, I'll believe it
If you text it, I'll delete it
Let's be clear
Oh I'm not coming back
You're taking 7 steps here
The 7 things I hate about you
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you
And compared to all the great things
That would take too long to write
I probably should mention
The 7 that I like
The 7 things I like about you
Your hair, your eyes, your old Levi's
And when we kiss, I'm hypnotized
You make me laugh, you make me cry
But I guess that's both I'll have to buy
Your hand in mine
When we're intertwined everything's alright
I want to be
With the one I know
And the 7th thing I like the most that you do
You make me love you
You do (oh)
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Cartas de Amor (Fernando Pessoa)
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser,
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente,
Ridículas.)
terça-feira, 28 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Yupi ! Yupi ! Yupi ! :D
Sílvia. Francisco.
Francisco. Sílvia.
Sou feliz. Sou feliz porque vos tenho.
Devo ser a pessoa mais sortuda do mundo.
São vocês. Tu e tu. Vocês!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Puro Sorriso.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008
É medo.
É medo! Afinal é tudo medo.
Tenho medo de te dizer o que escrevo.
É mais fácil quando não tenho de olhar para ti.
Talvez seja um bocadinho de receio que te comeces a rir outra vez.
Tenho medo de deixar de acreditar no (nosso) futuro.
Já não acredito (ou não quero acreditar) que vai um para cada lado.
Não quero ter de sair de onde estou - Gosto do conforto das tuas palavras.
Tenho medo de não ser suficiente.
Quero dar-te tudo o que mereces e queres.
Gostava de te poder fazer feliz – feliz a sério, todos os dias.
Tenho medo que seja mentira.
Tenho muito, muito medo que não gostes de mim.
Tenho tanto medo que não gostes de mim, mesmo que penses que sim…
Tenho medo que sejas «mais um».
Gostava tanto que fosses «O».
Tenho medo de te desiludir.
Tenho ainda mais medo que me magoes e que eu fique mal contigo.
Tenho medo de chegar a um ponto em que não arranjemos uma «solução para tudo»
No fundo, é só medo que nunca mo digas.
No fundo, é só medo que me magoes.
No fundo, é só por te querer tanto.

(Não te conseguia dizer isto. Desculpa, sou fraca. Mas acabas por saber de uma maneira ou de outra. Eu não – tu não escreves.)
domingo, 12 de outubro de 2008
1/2 do nosso (meu) Amor
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Fairy Tale
Sonhos realizados.
Flores e chocolates.
Olhares apaixonados.
Promessa cumpridas.
Telepatia de sentimentos.
Abraços que doem só de pensar.
Amores completamente correspondidos.
Estas coisas não existem… ou já não existem. Miguel Esteves Cardoso tem razão, já não há casais como antigamente. Contam-se os minutos até sermos expulsos pela força do poder dos pais. Já ninguém corre o risco de chegar tardíssimo só por mais um beijo. Já não há príncipes, ou nunca houve - daqueles que se vêm nos filmes em cima de um cavalo branco. Já não há histórias de Amor. Mandam-se frases para o ar, que acabam por cair no chão. As promessas acabam por não ser cumpridas. Já não se fazem esforços.

Existem, sim, momentos – pouquíssimos – em que algo parecido a uma página de um romance acontece: o antes da hora. O brincar às escondidas. O dizer mentirinhas. A meia hora de atraso. O abraço mais forte. As mãos debaixo da mesa. Os verdadeiros «Adoro-te» (quando sentimos que sim). O corpo a corpo. Os segredos. As palavras bonitas. O sentir. O apetecer dizer “Gosto de ti”. O amar. O querer. O beijo que arrepia.
Existem demasiados rapazes com o superego elevado. Depois dizem que é feitio. Mentira. Tudo tretas. Se sentem, querem dizer, não é? Não consigo compreender como é que alguém gosta de uma pessoa sem querer estar sempre a dizer – estupidez a minha? Capaz…
Há casamentos porque tem de ser. Casamentos por interesse. Casamentos de meses. Casamentos de infidelidade. Mas também há de amor, fidelidade, que chegam às bodas de ouro, não há? Por favor, digam-me que sim. (P.S. – Eu quero, sim.).
Já não há surpresas. Já não há paciência. Já não há compreensão. Já não há motivação. Já não há esforço. Mas eu vou continuar a tentar… (Who cares? I do.)
Já ninguém diz, pelo menos, adoro-te, durante um “bom momento”? Já ninguém oferece flores com o único motivo do: «Porque gosto de ti.»? Eu sou a única que diz “gosto de ti” só por sim? (estúpida). E, pelo amor da santa, já ninguém faz o que devia? Ai, mundo. Mundo estúpido. Vai-te f****.
Habituei-me, mas não gosto deste hábito.
Já chega. Fim.
(Adoro-te. Adoro-te tanto que dói. Dói quando temos um dia menos óptimo. Adoro-te. Adoro-te tanto que não largo o Fluvi durante a noite, só porque o meu inconsciente o deve associar a ti. Adoro-te. Adoro-te tanto que já nem me importo de ceder – mas deixa-me insegura. Adoro-te. Adoro-te tanto que me habituei aos teus «quero lá saber». Adoro-te. Adoro-te tanto que podia ser tua. Sim, hoje, amanhã e sempre. Adoro-te. Adoro-te tanto que tenho escrito em papeis que acabam queimados. Adoro-te. Adoro-te tanto que fico choninhas e escrevo textos mete-nojo. Adoro-te Francisco. Adoro-te tanto...)
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Escrita Inconsciente.
Escrever é sentir. Escrever é exprimir. Escrever é perceber. Escrever é explorar. Escrever é amar. Escrever é sonhar. Escrever é querer. Escrever é chorar. Escrever é rir. Escrever é conquistar. Escrever é falar. Escrever é pensar. Escrever é admitir. Escrever é uma viagem ao inconsciente.
Estava eu sentada na terceira mesa à frente da secretária da Professora Maria de Lurdes Paixão, a beber cada palavra que ela dizia sobre o inconsciente, os sonhos, o recalcamento e a psicanálise. Foi a primeira aula de psicologia que achei realmente interessante, já que as outras não passaram de ouvir colegas a falar uma língua semelhante com o «Português».
Eu não sabia que todos os sonhos faziam sentido, tinham uma razão… Mesmo aqueles que não têm sentido absolutamente nenhum – para o nosso consciente, claro. Mas têm. O nosso inconsciente é o nosso verdadeiro «Eu». Existe uma coisa com o nome absurdo: Superego. Esta coisa não nos deixa dizer tudo, tudo, tudo o que pensamos/sentimos, exactamente porque nos faz pensar. Pensamos que não fica bem dizer isto ou aquilo, porque a pessoa a quem nos estivéssemos a dirigir não iria gostar. Pensamos em frases não-pronunciadas, porque nos parecem ridículas, sem sentido. Pensamos que não podemos desrespeitar este ou aquele, porque a boa ética o diz. Pensamos que não podemos esbofetear um amigo, mesmo que seja a ser a pessoa mais imbecil, porque o código da amizade perfeita e «para sempre» o diz. Tretas. São tudo tretas, estas coisas do politicamente correcto. Mas voltando aos sonhos: quando estamos a dormir, o nosso consciente está «desligado», portanto, se sonhamos, é o nosso inconsciente a trabalhar, por outro lado, se fosse apenas uma manifestação do inconsciente, sonhávamos com o que tínhamos tentado recalcar. Estes sonhos não se podem confundir com o que chamamos de «sonhar acordado», pois nessas situações controlamos o nosso pensamento, não vem do inconsciente porque reprimimos o que não queremos ter/mostrar/sentir.

Cá para mim, na minha descoberta estupidamente consciente. Eu desconfio que encontro o meu inconsciente sempre que bebo um bocadito mais que a conta. Ou talvez não… digo o que quero dizer, sim, mas também recalco muitas coisinhas feias.
Outra coisa que me lembrei agora: actos falhados. Para quem não sabe, na psicanálise, es
ta é a designação para situações em que queremos dizer uma coisa, e dizemos outra. (“Podia-me dar uma queca?” – quando se quer dizer: “Podia-me dar um queque?”. A senhora que disse isto tinha o marido fora há três meses); é o mesmo que querer pedir um «Nestea de Limão» e pedir «Um Nestea de Ice Tea»;
Outra coisa que a aula confirmou, foi a minha resposta ao «porquê» escrever. Sei que respondi qualquer coisa do género: escrever ajuda a perceber o que sentes. E não é verdade? Se eu tivesse de escolher textos meus seriam aqueles que escrevo quando estou triste, chateada, revoltada, ou extremamente feliz – porque esses são os que fazem sentido para mim: ajudam-me a perceber-me. Falou-se ainda nos livros de J.K. Rowling. É, ou não é verdade que quem os leu não se encontrou lá? Quando se segue uma saga tão inteligente como aquela, entra-se num mundo nosso – com imagens diferentes de todos os outros leitores. É igualmente verdade que ela conseguiu pôr milhares e milhares de crianças a ler – crianças de uma geração tecnologia, sem interesse por livros.
Deixa-me praticar psicanálise em ti, por favor.
domingo, 21 de setembro de 2008
Três.
Podia dizer a típica frase do “eu até gosto (…)”, mas era mentira. Não gosto. Não gosto mesmo nada que não me percebas, e que sejas assim – insensível - comigo. Também não gosto de ser eu a ceder, a fazer um esforço, a tentar perceber… Odeio as tuas saídas de indiferença e odeio que gozes comigo... E és um puto mimado, sim. E é agora que entra a típica frase do “o que vale é que eu gosto de ti.”... Pois é Francisquinho, gosto tanto de ti... Gosto quando me abraças com força (sem estalar), e quando tens conversas inteligentes. Também gosto de me rir histericamente contigo por motivo nenhum e daquela coisinha que fazes aos cantos da boca quando eu digo “Francisco, fica sério!”, gosto das nossas discussões a brincar, e gosto de poder dizer: “O Francisco é meu amigo.” – até gosto mais ou menos do péssimo hábito que te incuti. Ah, e gosto quando me chamas a palavra começada por B. Outra típica frase (para fazer as três): “Gosto de gostar de ti”.
sábado, 20 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Soltas. Palavras.
Volta. Depressa. Mim. Bancos. Beijo. Conversa. Abraço. Forte. Solta. Declaração. Apetece. Não. Ele. Olhar. Palavras. Gestos. Apaixonada. Muito. Ficar. Sim. Dois. Adorar. Querer. Amar. Muito. Sempre. Lutar. Sentir. Mostrar. Mudar.

Alivio. Peso. Passou. Acabou. Adoro-te. Sabia. Passou. Maior. Adoro-te. Feliz. Ele. Adoro-o. Quero. (Quase) Perfeito. Anos. Muitos. Adoro-te. Sente-me. Fica. Orgulho. Ahah.
Palavra A.
No presente, o meu Amo-te, o único Amo-te que sai da minha boca, é para ti. É todo para ti, minha Melhor Amiga, minha Irmã de Coração, minha Discordante Amiga, minha Ex-Odiada. Amo-te. Amo-te Sílvia.
Odeio quando dizes que ele te roubou a amiga… Ele não te roubou a amiga, minha estúpida, está só a torná-la melhor, para ti. Acredites ou não, ele faz-me ver o quão bom é falar contigo… Ele também não percebe que o faz, mas eu sinto que sim. Ninguém me rouba de ti, meu Abrigo, ninguém nos vai, jamais, separar. Vamos realizar os nossos sonhos de ter um café, de morar juntas, de ter filhos com as mesmas idades, de as nossas meninas serem as Melhores Amigas, dos jantares em que vamos juntar as nossas famílias. São sonhos, mas são sonhos possíveis, e eu quero realizá-los.
Peço-te, por favor, diz-me quando não te sentires bem. Não tens de usar a tua super carapaça comigo. Esse sorrisinho brilhante não me engana a mim. Amo-te. Diz-me. Amo-te. Confia-me. Amo-te. Sente-me. Amo-te. Abraça-me. Amo-te. Olha-me. Amo-te. Sorri-me. Amo-te. Ama-me. Amo-te. Sonha-me. Amo-te. Concretiza-me. Amo-te. Cresce-me. Amo-te.
sábado, 6 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Desabafo.
Já não me sinto bem. Prefiro conversas incessantemente inteligentes, mais maduras. Prefiro outro ambiente. Talvez por ser novidade, mas não acho que seja isso. Filosofando: cresço um bocadinho todos os Verões. Fim – este ano foi diferente, costumo notar a diferença quando vou para a escola, este ano não, foi um bocadinho mais cedo… Levaram-me para outro ambiente, e eu adorei. Adorei o acolhimento e a simpatia. Adorei os anos a mais. Identifico-me mais com eles, acho-os mais parecidos comigo. Só me falta o que chamam de «requinte universitário», mas não lhes importa, gostam de mim na mesma - e eu - eu… Adorei-os.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
O amor ?
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banancides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."
O amor é fodido - Miguel Esteves Cardoso
domingo, 24 de agosto de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Eu, Rita.
Inveja-me.
Eu já sei o que é odiar.
Eu já sei o que é amar.
Eu já sei o que é a vida.
Eu já sei o que é a morte.
Eu sei o que é rir com vontade.
Eu sei o que é levar uma chapada da vida.
Inveja-me!
P.s. – ups, estou atrasada :x
Orgulho macho... talvez.
Quando um rapaz Gosta de uma rapariga, ela sente. Sente, e mesmo que o tecto lhe caia em cima da cabeça, ela continua a sorrir. É daquelas comodidades da vida, tão simples, que não vêm com o vento. Demora tempo, muito mais tempo, para um rapaz gostar de uma rapariga. Mas os rapazes são sim, tão retardados em relação a nós, as raparigas.
Não estive cá três semanas. E depois? Hoje vou-me embora outra vez e quando voltar, estas tu fora. São 5 semanas longe. Mas a culpa não é da distancia. A culpa é minha, a culpa é tua, a culpa é nossa. Tens tanta culpa como eu, a única diferença é que eu cedo, dou-te toda a razão só para conseguir um abraço. Desnecessário, tão desnecessário. Já meti na cabeça que gostas de mim, mas tu teimas em tentar arrancar o que eu alcancei psicologicamente. Dizes que são «blablablas desnecessários», as minha acusações de «não te importas comigo» mas é verdade; não queres saber quando eu tenho problemas, se calhar porque não sabes o que isso é, se calhar por seres rapaz, não tens regras como eu tenho, não ouves o que eu oiço. És rapaz… Não percebes porque é que penso tanto no futuro, não consegues perceber a razão que me leva pensar antes de agir. Eu chamo-lhe responsabilidade e auto-respeito.
Não sei o que aconteceu connosco, mas a culpa não é da distancia. Eu não preciso de te ver para continuar a gostar de ti. Já me disseram que era muito pouco física, bem… eu digo que sou sentimentalista. Há duas noites atrás tinha tantas certezas… Roubaste-mas, outra vez.
É o teu orgulho macho a falar mais alto que o «gosto de ti»? – não digas que não podes fazer nada para mudar a maneira como penso, porque isso não é verdade. Não digas que estás na mesma onda que eu, porque se tivesses, davas-me mais. Não quer isto dizer que não gostes de mim, quer apenas dizer que te tinha dito isto tudo hoje, mas, mais uma vez, a nossa sorte deu sinais de vida.
Não tens de andar a correr de um lado para o outro.
Não tens de aturar as minhas medinhas.
Não tens de ler os meus textos.
Não tens de gostar de mim.
Tu não tens de nada.
Vale a pena? Já não sei outra vez.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Homogenizando
sábado, 26 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Sílvia,
terça-feira, 22 de julho de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
#1
Passou um mês. Um mês teu. Um mês de café. Um mês de incertezas. Um mês de dúvidas. Passei tanto tempo perto de ti, sem perceber, sem te ler… Mas estavas desfocado – tão desfocado. E eu, eu estava numa luta interna, a lutar contra o que sentia (ainda bem que não a ganhei): pensava que não gostavas de mim, que passavas tanto tempo comigo por alguma razão que não fosse a que eu desejava (ainda bem que me enganei). Passou um mês inteirinho, um mês em que esqueci; esqueci o que não me fazia falta ter. Foste o meu salvador, e agradeço-te tanto por isso!
Beijámo-nos. Do que antecedeu essa noite, lembro-me de ter pensado «não passa de hoje», mas acho que não pensei a sério. Não sabia o que querias, nem se querias alguma coisa. Passei a noite encostada a ti, involuntariamente, mas passei. Já tinha acontecido tanta coisa entre terceiros, que deixei de pensar, mas aconteceu. Nós e os banquinhos, os banquinhos e nós. Beijaste-me, beijei-te, beijámo-nos. Foi um bom começo de Verão; um óptimo começo de Verão. Mas no dia a seguir ainda não sabia o que querias… Isso são histórias do íris. Lembras-te?
Desde isso, passou mais um mês. E que mês… Já aconteceu tanta coisa, que por vezes me parece muito mais que um mês; mas tem passado tão depressa, que das outras vezes me parece muito menos que um mês.
Estás C R E S C I D I N H O. Às vezes (muito de vez em quando) sinto-te mais maduro que eu, com mais cabecinha, com opiniões mais definidas que as minhas, com atitude. E agora, que me fizeste acreditar, sinto-te como te quero, sinto-te como o melhor de ti deve ser, porque não te consigo ver melhor do que estás agora. [Meu puto :$] Envolves-me em ti. Vicias-me em ti. Tu, tu, tu. Gosto! Gosto até do teu jeitinho de bruto-querido com a mania que manda. :$ Adoro-te!
PRESENTE. Já percebi Amor !
Confio, sim.
Sinto-me!
Tens-me feito bem - muito bem. Estás-me a fazer evoluir, estás-me a fazer crescer.
Já não me sinto insegura. Já não tenho dúvidas… E já não vou dizer que não.
Quero tempo, quero muito tempo contigo.
Quero-te, quero-te, quero-te.
Adoro-te F r a n c i s c o.
domingo, 20 de julho de 2008
Conversas sem assunto
Tanto, tanto, tanto!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
BlaBlaBla
NÃO vou fazer o que tu pensas ser melhor para mim!
NÃO vou passar a vida fechada em casa!
NÃO me vou resumir ao teu mundinho!
NÃO vou passar a vida a chorar!
NÃO vou ser como tu!
Estou tão fartinha de assistir à tua queda – tão, tão farta. Precisas de um abanão, precisas de sair, precisas que te abram os olhos. TU existes, mas é como se não existisses. Vives fechada num aquário de aberrações – tu és a atracção da «Estupidez». Tu e a tua mentalidade retrógrada, que vem muito antes dos teus pais serem projecto.
O teu refugio são os gritos, gritas, gritas e gritas. Adianta? Não. Então pára! Deixa-me viver, eu sei que a maior parte das vezes tens razão, se não sempre, mas eu gosto de errar, gosto de levar bofetadas da vida, gosto de ser FORTE. Tu e o outro enriqueceram-me a alma, sofri tanto nestas sombrias quatro paredes, que agora – agora – aguento quase tudo.
Gosto de ti, gosto dele, mas vocês não me percebem, e eu cansei de responder, de gritar, de discutir, de explicar. Queria poder falar, mas não me deixam. Gostava de poder conversar, mas não me deixam. Adorava poder ser vossa amiga, mas não me deixam.
DESISTO!
É provável que caia, e então? Eu caio, mas levanto-me. E tu??? - Tu cais e ficas lá, a lamuriar e a rastejar na merda. Depois cais num sonho cheio de floreados e cor-de-rosa, onde o mundo é perfeito e tu és uma criancinha a brincar com o que conseguiste na vida… E então?
ACORDA !
Amigas e Açucar
As Amigas são doces, delicadas. Estão sempre do meu lado, mas sabem dar chapadas psicológicas tão fortes quando precisamos – eu quero que a minha chapada psicológica se sinta, quero que se sinta com muita força, para deixar marcas. Quero que acredites que tudo o que nós te dizemos é para teu bem, para o teu bem-estar; quero que as conversas que temos não sejam «à toa», quero que me ligues, quero que me oiças e que, por uma vez que seja, me dês razão.
Resiste.
Despreza.
Finge.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
sábado, 12 de julho de 2008
Íris
Foi lá, no Íris, que me deste a mão, deste-me um «sim» … Estava tão nervosa antes de ir ter contigo nesse dia, no dia vinte e um de Junho, tinha um medo miudinho de que pudesses dizer que não devia ter acontecido nada…
Foi lá, no Íris, que hoje tivemos uma conversa que me soube tão bem ter… É por isso que gosto de ti – porque conversas comigo, roubas-me tantas palavras quando estamos juntos, que chego aqui com uma bruta vontade de escrever um bruto texto, e não tenho palavras porque tu já as ouviste todas… Não faz sentido repeti-las, pois mais ninguém precisa de as saber sem ser eu e tu…
Ps: Imagina o que vou escrever quando o título for: «Barreiro» :x
Gosto-te tanto
Meu FRANCISCO @
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Ciúme
... por gostar tanto de ti?
terça-feira, 8 de julho de 2008
O tempo..
Eu gostava de ter um Futuro contigo,
desta vez não me ouves a dizer "não quero nada sério".
Gosto de ti, Francisco Gomes.










