sábado, 2 de maio de 2009

Promise you won't leave me behind


I love you.

domingo, 19 de abril de 2009

Cath's Update





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sábado, 18 de abril de 2009

Sou completamente louca por ti.
I love you.

sábado, 4 de abril de 2009

Bom dia



Agarra. Agarra a minha mão comforça. Agarra a minha mão com muita força para que não existam espaços entre nós. Agarra a minha mão com muita força para que não exista vazio, distância e silêncio.
Agora, dá-me um beijo na testa, e dá o primeiro passo. Dá o primeiro passo para a caminhada que temos de fazer. Mas nunca, nunca me largues.
Adoro-te. Bom dia :)

sexta-feira, 27 de março de 2009

V.F.B.



BARCELONA


quarta-feira, 25 de março de 2009

Pela 777777ª vez

O silêncio não faz sentido. A bola dos problemas de comunicação que criticavas tanto quando era eu a jogar agora está do teu lado do campo. Eu não falava, nado dizia, não mostrava, mas escrevia, e tu sabias e sabes mais do que devias aquilo que espero de ti, o que quero (que és tu), o quão bom e superior eu te acho em relação a tudo e todos, e tu meu grandessíssimo parolo pensas que tens de te guiar por cenas que te deviam ficar de fora, no raio com milhas de chá e cultura que te separa do outro mundo.

Mundo – és uma imensidão de pessoas, edifícios, ideias, palavras e personalidades: afinal o que é que tu és? Sempre, sem fases? Eu ainda não percebi se és o que és para mim, se és o que és para a tua família, se és o que és para os teus amigos ou se és para o público. És o quê?

Não quero que mudes por mim, não quero que sejas o que não és – porque afinal, foi por ti que me apaixonei, não pelo meu ideal do sexo masculino; só queria, do fundo do meu saquinho de desejos mais precisos, que fosses constante… que fosses sempre como és quando és amoroso, quando me tocas porque sim, quando me dás beijinhos paniscas na mão, quando me apareces à porta aos sábados e domingos à tarde, quando não tenho de puxar por ti para seres meu namorado…

Lembras-te daquele dia em que choveu e nós estávamos no nosso sítio de resolução de problemas e eu me fui abaixo? Lembras-te do que me disseste? Lembras-te de como te sentiste? Lembras-te de como eu me sentia? Agora sinto-me assim. Sinto que voltaste a ser a mesma coisa do que eras – lembras-te? Não te esqueças, apesar de não gostares de te sentir assim, é mesmo assim que te deves sentir – tudo o que me disseste – porque me estás a magoar outra vez.

Não preciso de desprezo, nem de te ouvir a dizer todos os meus defeitos, eu sei quais são, e garanto-te que tenho mudado muita coisa por ti, para te fazer um bocadinho mais feliz, para arranjar maneiras de te perceber melhor, as neste estado, não consigo.

Não é drama, não são lamentações.
Isto não passa de um desabafo, para ver se metes na cabeça duma vez por todas que quando estás assim, não tens razão em nada – só me fazes pensar em coisas estúpidas, fantasiar sete mil hipóteses que justificassem, mas nada justifica... nada de nada – não agora, que já estamos tão longe da partida. Não agora que eu ando a fazer decisões para ir para onde tu fores, não agora que já te tenho cá dentro.

Ouve-me.

P.s. – Não sei o que te vai na cabeça, mas garanto-te que até a tua vida me podias confiar. Se sei guardar segredos delas, muito melhor sei guardar os teus… não me entra na cabeça que ainda não sintas isto.
What the fuck ?!

sábado, 21 de março de 2009

9


domingo, 15 de março de 2009

Too much reading

VAMPIRE INSTINCT

sexta-feira, 13 de março de 2009

Ironic

Guess I'm right 'bout every little detail, am I wrong?
No, I'm so not wrong - never had and never will.

Free

"Half Alive" by Secondhand Serenade

It's four AM, I'm waking up to your perfume
Don't get up, I'll get through on my own
I don't know if I'm home
Or if I lost the way into your room
I'm spiraling into my doom
I'm feeling half alive but I know one day
You and I will be free,

To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.

I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.

Well excuse me while I get killed softly,
Heart slows down and I can hardly tell you I'm okay
At least 'til yesterday,
You know you got me off my highest guard,
Believe me when I say it's hard.
We'll get through this tonight
And I know one day you and I will be free

To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.

I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.

And you touch my hand ever so slightly
(Girl we're not ready for this yet)
And the deadly look she cast upon me
I won't regret, I won't regret
I won't regret. I won't regret...

And I was trying to disappear,
But you got me wrapped around you
I can hardly breathe without you
I was trying to disappear
But I got lost in your eyes now,
You brought me down to size now.

I'm almost alive
And I need you to try and save me.
It's okay that we're dying
But I need to survive tonight, tonight
Tonight...

I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.
I need to survive tonight, tonight

sexta-feira, 6 de março de 2009

Ana Catarina Monteiro Alves

Nunca escrevi um texto sobre a tua importância. Sempre te disse o quão ligada me sinto a ti na nossa correspondência, mas sinto que tenho de dizer quem tu és.

O motivo da nossa correspondência começou por ser o Harry Potter – lembras-te? Depois tornou-se numa mistura de fantasia com realidade – de fictício e verdadeiro – de leitura e de vida. Ficámos amigas.

Ainda te lembras da primeira carta que me enviaste? Não sabias muito bem o que dizer, o que é perfeitamente normal, senti-te hesitante e fechada, mas nada que achasse menos natural. Respondi-te, talvez com palavras mais abertas que as tuas, mas isso mudou logo na segunda carta. Foi fantástica – adorei-a! Era tudo o que eu queria, tudo o que eu ansiava conhecer de ti – tu, um ser do sexo feminino tão semelhante a mim, tão “sem forma”, sem rosto, mas com tanta, tanta paixão. Senti, e continuo a sentir as tuas emoções enquanto escreves (ou parece-me sentir que sinto, mas gosto de acreditar que sim).

É verdade que nunca nos vimos. É verdade que não nos conhecemos fisicamente. É verdade que ainda há muito por descobrir. É verdade que podem pensar que somos doidas por revelarmos tanto uma da outra. Mas… não é igualmente que eu confio tanto em ti quanto possível?

Acredito-te!



Acredito no teu coração.



Acredito nas tuas crenças.


Acredito nos teus desejos.


Acredito na tua alma.


Acredito na tua raiva.


Acredito na tua frustração.


Acredito na tua lealdade.


Acredito no teu amor.


Acredito na tua amizade.



Acredito-te!



Não é TÃO verdade que te confio muito mais do que a todas as minhas outras amigas? As minhas amigas físicas, que me limpam as lágrimas? É verdade! Confio-te Catarina! Confio muito na nossa amizade. Acredito muito no nosso encontro. Anseio muito o dia em que vou poder olhar para a imensidade dos teus lindos olhos verdes – vou fixá-los durante muito tempo – o tempo todo que conseguir – vou olhá-los e descobrir tudo o que falta descobrir; vamos falar sem parar, mesmo que já tenhamos falado desse assunto nas cartas.

As cartas! Oh! Adoro as tuas cartas – Oh! Como Elas me fazem sentir leve e compreendida! Adoro, adoro! Adoro quando tenho uma encomenda de Guimarães à minha espera, a saltar de excitação para que eu lhe rasgue o corpo até lhe penetrar a alma – a alma, que é o que está por detrás de tudo o que me dizes: a confiança, a amizade, a cumplicidade, a lealdade! Não consigo acreditar, nem por um segundo, que alguém percebe a nossa ligação como eu e tu a sentimos!


Adoro. Adoro. Adoro.

Para a MINHA Catherine of Aragon !!!



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Dia 5

Oito da manhã – toca o despertador, abro os olhos e a primeira coisa que vejo é a Minnie. Lembro-me. Lembro-me que hoje não te vou chamar. Fecho os olhos outra vez. Não tenho vontade de me levantar e deixo-me estar. Não, não quero estar parada. Levanto-me e ligo o computador. Vou-me preparar e, quando volto ao quarto mando-te uma mensagem. Desligo o computador, calço os ténis e vou saio de casa.

Oito e quase meia da manhã - O caminho parece muito mais longo e triste por saber que não tinha a minha luzinha a meio caminho da escola. Atravesso a estrada, sem esperar muito; percorro a floresta e chego à tua casa. Parei um bocadinho para olhar para ela: estava fechada e estranha, via-se que estava vazia, o carro do teu pai estava na rampa, o que também me pareceu estranho, apesar de já ter pensado que estaria… Desejei ficar uma eternidade à espera de ouvir o som da tua porta a abrir, de te ver… desejei muito que me deixasses à espera, coisa que eu odeio em ti… não apareceste. Não me deste um beijo.

Por volta das oito e meia da manhã – Horrível. A escola parece mil vezes pior sem a tua mão para agarrar/sem saber que vais lá estar comigo. Acho que este ano ainda não tinha olhado para o que nos rodeia todos os dias com atenção. É tudo escuro e pobre. Cheira a não-lavado. Não gosto. Não gosto mesmo nada.

Na aula de Física o barulho não era tão intenso sem ti, faltavas tu. Faltavas tu para eu me pendurar. Faltava a tua boca para me dar um beijo. Faltavas tu para eu fazer cara feia porque o Henrique continua a embirrar comigo! Marquei dois golos no futebol, mas golos a sério, e mesmo assim ele reclamou comigo. Fui com elas para o balneário: estava irritada por causa do ‘Stor, olhei para o telemóvel e não estava lá nenhuma janelinha a dizer “Paquico Mio @”, deu-me uma quebra. Senti a garganta a apertar, um estranho calor à volta do nariz e olhei para cima…

Porra! Aula de Psicologia! Não estavas lá também. Passou-se melhor. Temos mais um trabalho, ficamos no mesmo grupo (:, o nosso tema são as emoções. A Lurdes esteve a falar connosco. Claro que falou em ti, mas depois lá me distraiu… passou-se.

Cada vez que via uma mulher loira, via a tua mãe com a pasta numa mão, a ir para o bloco dela. Mas não era. Não havia Isabel, não havia Francisco, não havia beijo. Parece que todos se lembraram de falar em ti. Até a professora de Inglês me disse: “Tira essa cara. Está quase a voltar”; mas ela disse outra coisa que é verdade: assim percebo a tua importância na minha vida; assim percebo a falta que me fazes; assim percebo o quanto gosto de ti.

Não imaginas o que é, ao fim de oito meses, ter de me separar de ti desta maneira… Mas agora vou passar o tempo todo no site do Live Cam para te ver!

Amanhã de manhãzinha vou para o Algarve… Não devo escrever no blog, não sei se lá vou ter net ou não…
Sei, sim, que me vou sentir ainda mais longe de ti, impotente e sozinha.
Não adianta rodear-me de pessoas, ninguém me completa como tu.
És tu amor, és tu a minha outra metade: sempre achei esta frase a coisa mais pirosa, ridícula e absurda para se dizer, mas é verdade! És a minha outra metade. Pertenço-te. E quero pertencer-te.




Adoro-te muito José Francisco da Silva Bastos Gonçalinho Gomes.
Adoro-te muito.
Adoro-te.




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Dia 4

Acordei tarde, com a sensação de uma noitada de Verão. Mas não, nada disso, andei às voltas a noite toda com mais sete pessoas à procura de um sítio aberto! A Minnie hoje foi ao chão, mas depois cuidei bem dela, a sério, não fiques preocupado.

Como sabes voltei à rotina da explicação. Amanhã vêm as aulas, e aquela ficha de Matemática para a qual não estudei a ponta de um corno, mas não interessa.
Passei a tarde toda à espera que aparecesses, mas nada. Fiz panquecas do amor com gelado e esperei mais um bocadinho. Tantanana! Francisco Gomes entra no MSN, finalmente!

Hoje vou para a cama contente. Hoje vou sonhar contigo e vou ver tudo a cor-de-rosa e branco. Hoje vou-me agarrar à Minnie como se me tivesse a agarrar a ti.


Adoro-te muito meu amor.
Bons sonhos (:


P.s. – Acabei de escrever “Dia 4” – quatro? Como é que só pode ser o quarto dia sem te tocar? Impossível! Parece que te foste embora o Verão passado e ainda não voltaste. Poça meda!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Dia 3

Mandar-te um e-mail. Arrumar o quarto. Visita de família. Banho para despertar. Almoço inesperado de família. Esperar pela Sílvia. Ir para Alhos Vedros. Encontrar com o Caldeira, João e David, mais tarde, Ana. Ver o corso. Ver a Luísa. Encontrar a Catarina, Bergonço, Rui e André. Ficar com Catarina, Bergonço, Rui e André. Levar um grupo para ao pé do outro. Ver outra vez o corso. Levar com balões de água. Voltar para casa. Jantar.

Agora estou à espera que seja horas para ir para a Velhinha. A energia que a confusão de cores e coreografias que ninguém percebe (que é o Carnaval) e a conversa contigo ontem me deu, está-se a evaporar. Hoje andei melhorzinha, mais distraída, mas nada consegue preencher o vazio que me deixaste.

A Minnie dá-me miminhos, hoje dormi no ombro dela, com o meu nariz junto à bochecha dela. Hoje dorme comigo outra vez, apesar de a Ana vir cá dormir, dorme comigo à mesma.

Adoro-te F. (L)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Dia 2

Foi tão bom acordar com uma mensagem tua. Tão, tão inesperado e agradável.

Foi um dia preguiçoso e sorna, mesmo enquanto estive com a minha fonte de energia, a Sílvia. A luz do sol queimou-me os olhos e bloqueou-me a alma. Não tinha vontade de andar, de estar sentada ou de falar… mas tinha vontade de correr e estar confortavelmente sentada a ter uma conversa de Homogémea.


Já tiveste a sensação de querer sair e, quando estás na rua, quereres voltar para a nostalgia do teu quarto escuro que te trás recordações e liberdade para pensar?

Já tiveste o desejo infinito de falar com alguém sobre tudo menos nada e, quando finalmente abres a boca, preferias estar no silêncio quebrado pelas vozes da televisão ou pelo suave som do computador?


Exacto!
Apetece-me tudo e não me apetece nada.


Hoje, que devias ter escrito novidades sem parar, contaste-me duas ou três porque eram demasiadas para te lembrares de uma em especial. Animei-me tanto com a mensagem do Caldeira: «Teu Homem está à tua espera na net», uma força qualquer que exerces sobre mim deu-me energia, enquanto já estava a ligar avidamente o computador, rezando para que a rede pública estivesse a funcionar. Funcionou! Consegui falar contigo e fiquei logo mais alegre. Depois fui sair com os meus progenitores e desabou tudo outra vez. Estragaram a felicidade toda que tinha! Queriam-me tirar o computador, vê lá. Como é que eu matava saudades e ganhava força e motivação sem computador para falar contigo??? Não conseguia. Morria triste e sozinha, monótona e sem interesse!

Disseram-me para não ligar ao facto de não estares cá; para me divertir e ser feliz. Mas eu prefiro pensar no que estás a fazer, e no que vamos fazer quando voltares… e prefiro ficar na minha a pensar na melhor hipótese da nossa viagem a Barcelona.

Adoro-te meu Mickey.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Dia 1

Que venham todos os casais que passam por mim de mão dada, com as gargalhadinhas irritantes das meninas apaixonadas, com os sons peganhentos das trocas de saliva e os melodiosos olhares, numa sinfonia perfeitamente ensaiada de monotonia.

Que cantem os passarinhos num concerto sedutor e desesperado, que as flores nasçam no meio de todo um verde, que corram os brilhantes rios ao sol, que se veja o céu mais azul e puro.

Que venham as manhãs sem companhia, sem espera, sem má disposição matinal, sem mimos e sem beijos.
Que venham os meios-dias sem abraços, sem vícios, sem brincadeiras, sem mimos e sem beijos.
Que venham as tardes sem esperar, sem café, sem Coca-Cola, sem mimos e sem beijos.
Que venham as noites sem mensagens, sem brincar ao 10º ano, sem declarações, sem mimos e sem beijos.
Que venham as meias-noites sem esperar pela mensagem do “Já estou em casa.”, sem adormecer a escrever uma mensagem, sem fantasias do Algarve e da Covilhã, sem mimos e sem beijos.

Que venham os dias tristes e vazios (tão, tão vazios). Que venha o aperto na garganta e as lágrimas silenciosas, pesadas e ridículas. Que venha a vontade de te dar a mão, de olhar para ti, de discutir contigo, de me enervares e de te enervar. Que venha o desejo de te ter, de te beijar, de te apertar com tanta, tanta força contra mim. Que venham os e-mails, por favor.

É tudo tão desinteressante e tão monótono sem ti.
Quem me dera ter bebido 30 cafés para não ter adormecido. Desculpa, desculpa, desculpa.
Não estou, nem quero estar, habituada a não te ter.


Adoro-te Francisco.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

If I was a Boy

If I were a boy
Even just for a day
I’d roll outta bed in the morning
And throw on what I wanted then go
Drink beer with the guys
And chase after girls
I’d kick it with who I wanted
And I’d never get confronted for it.
Cause they’d stick up for me.

If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted
Cause he’s taken you for granted
And everything you had got destroyed

If I were a boy
I would turn off my phone
Tell everyone it’s broken
So they’d think that I was sleepin’ alone
I’d put myself first
And make the rules as I go
Cause I know that she’d be faithful
Waitin’ for me to come home (to come home)

If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted (wanted)
Cause he’s taken you for granted (granted)
And everything you had got destroyed

It’s a little too late for you to come back
Say its just a mistake
Think I’d forgive you like that
If you thought I would wait for you
You thought wrong

But you’re just a boy
You don’t understand
Yeah you don’t understand
How it feels to love a girl someday
You wish you were a better man
You don’t listen to her
You don’t care how it hurts
Until you lose the one you wanted
Cause you’ve taken her for granted
And everything you have got destroyed
But you’re just a boy

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Sweetheart




I love you.

















domingo, 11 de janeiro de 2009


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Homo, Homo, Homo !

Sílvia de Santa Bárbara Narciso Martins.
Tenho dito!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Don't!

Don’t! Não me digas que já não te vês sem mim. Don’t! Não me digas que não me mentes. Don’t! Não me digas que me adoras. Don’t! Não me digas que eu sou a mimada. Don’t! Não me digas que sou eu que amuo. Don’t! Não me digas que sou difícil. Don’t! Não me faças acreditar em mentiras. Don’t! Não me prometas coisas que não queres. Don’t! Não me venhas com histórias do «não sabes falar em ser por sms\blog». Don’t! Não me dês tangas. Don’t! Não me voltes a prometer que mudas. Don’t! Não me faças passar por idiota. Don’t! Não me tomes como o teu último recurso para as horas livres. Don’t! Não penses que estás a agir bem. Don’t!


Don’t! Because I love you.
Don’t! Because I’m trusting you.
Don’t! Because it is a bunch f lies.
Don’t! Because you know I believed.
Don’t! Because I can’t take this for much longer.
Don’t. Because you’re hurting me much more than you can imagine.
Don’t! Because I am “unconditionally and irrevocably in love with” you.



Não, não tenho vida. Entreguei-a a ti de boa vontade, mas tu não a queres. Ou queres, quando não tens mais nada para fazer. Se gostasses tanto de mim, como às vezes te dá para dizer, não fazias o que eu odeio que faças. Mas não queres saber. És dono e senhor do teu nariz, e não te interessa uma letra do que eu digo. Não percebo o que é que te passa pela cabeça. Azar, não é? Problema meu, porque tu continuas a viver a tua vidinha como queres, sem problemas… Azar o meu. Muito azar, porque, por uma questão de acaso, eu adoro-te.

Tu não deves ter noção do quanto eu te adoro, e do quanto me afeiçoei a ti, e do quando preciso de ti. Na sexta, fui ter contigo, mesmo depois daquele dia de merda que tivemos. Tive um problema, foi a ti que liguei. És a pessoa em quem mais confio, mas mesmo assim não confio, porque sei que inventas desculpas estúpidas, para coisas ainda mais estúpidas. És a pessoa em quem mais confio para contar o que não quero que os outros saibam. É em ti que vejo o Melhor Amigo, o Companheiro, o Confidente. Tu conheces-me, tanto que falaste do Twilight porque sabias que me ia animar… Não percebo. Não te percebo. Tu não me percebes?

As conversas são sempre as mesmas, as respostas nunca mudam… e o prazo de validade das nossas conversas termina sempre contigo. Eu não digo que não gostas de mim… só digo que não sabes o quanto gostas, e que não tens noção do que eu vejo em ti.

O que eu não consigo perceber, é como é que podes ser tão perfeito, e tão diabolicamente idiota dia sim, dia não. Não sei como é que consegues, mas tão depressa te adoro, como odeio.
Sabes o que me passou pela cabeça? (Ah, a minha cabeça, cheia de filmes realizados por ti. Ups) – Talvez estejas mesmo a fazer de propósito para eu me fartar de ti, porque és fraco de mais para acabar comigo. Azar. Arranja coragem. Não percebo como é que me podes responder tão mal, e depois ser tão cordeirinho para os outros. Também não é para perceber, não é? Também odeio quando não sabes dizer não. És estúpido como o caraças quando não sabes dizer não. Mostras o teu lado fraco.

Nunca percebi o que nos passa pela cabeça para gostarmos mais das pessoas que nos fazem mal, e desprezarmos a que nos fazem bem. Também não é para perceber, porque se fosse, já existiriam montes de livros sobre isso.

Andas a gozar comigo, ou então não queres que eu pense que te tenho. Eu não gosto deste jogo. Não sou boa a jogá-lo, por isso, não gosto. E o que é que isto te interessa? Nada. Estás-te completamente nas tintas, porque sabes que me tens. E tens, tens-me muito. Quero-te, no teu pólo positivo, que me fez ficar tão apaixonada por ti.

Adoro-te.




P.S. – Eu tentei falar contigo, mas não deixaste. A culpa não é minha Bichinho. Tinha de ser hoje, porque amanhã, a tua polaridade seria positiva, e eu recalcava tudo…

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Stephanie Meyer


Twilight.




Just READ it!
You got to be insane not to LOVE it.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Gostaria de

Gostava muito de te escrever um texto bonito, mas não tenho nada para dizer.
Gostava muito de te dar um beijinho (muito inho), mas não estás aqui.
Gostava de te poder dizer que te adoro, mas não ias ouvir.
Por isso, digo daqui nada.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

sábado, 22 de novembro de 2008

Cinco, meu Zicco @


Gosto muito de ti :)

sábado, 8 de novembro de 2008

T-U-D-O. Tudo.

És-me. És-me muito, amor. És-me tudo, meu amor.
Não gosto de estar sem ti. Custa. Custa muito não te poder ter sempre que quero, não te poder abraçar, não poder dizer.
Custa tanto não olhar para ti. És-me.
És-me Francisco.
Tudo.
És tudo.
És tudo o que eu quero.
Tens tudo o que eu quero.
Quero o teu amor.
Quero o teu olhar.
Quero o teu abraço.
Quero tudo.
Sempre...
Um sempre muito grande.
Num para sempre que não acaba.
Adoro-te. Adoro-te muito.
Francisco.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

7 things I hate about You

I probably shouldn't say this
But at times I get so scared
When I think about the previous
Relationship we've shared



It was awesome but we lost it
It's not possible for me not to care
Now we're standing in the rain
But nothing's ever gonna change until you hear, my dear



The 7 things I hate about you


The 7 things I hate about you (oh you)
You're vain, your games, you're insecure
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you



It's awkward and it's silent
As I wait for you to say
What I need to hear now
Your sincere apology
And when you mean it, I'll believe it
If you text it, I'll delete it
Let's be clear
Oh I'm not coming back
You're taking 7 steps here



The 7 things I hate about you


You're vain, your games, you're insecure
You love me, you like her
You make me laugh, you make me cry
I don't know which side to buy
Your friends they're jerks
When you act like them, just know it hurts
I wanna be with the one I know
And the 7th thing I hate the most that you do
You make me love you


And compared to all the great things
That would take too long to write
I probably should mention
The 7 that I like



The 7 things I like about you
Your hair, your eyes, your old Levi's
And when we kiss, I'm hypnotized
You make me laugh, you make me cry
But I guess that's both I'll have to buy
Your hand in mine
When we're intertwined everything's alright
I want to be
With the one I know
And the 7th thing I like the most that you do
You make me love you
You do (oh)








quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Cartas de Amor (Fernando Pessoa)

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser,
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente,
Ridículas.)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Caga.

Não, não cagues.
És mulher, não podes cagar.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Yupi ! Yupi ! Yupi ! :D



Sílvia. Francisco.
Francisco. Sílvia.



Sou feliz. Sou feliz porque vos tenho.
Devo ser a pessoa mais sortuda do mundo.
São vocês. Tu e tu. Vocês!


terça-feira, 21 de outubro de 2008

Puro Sorriso.




Adoro-te Francisco.
Juro que ÉS tu.
Hoje, amanhã e sempre.






(Foste a bestinha mais querida. Obrigada amor.)






Quatro.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

É medo.


É medo! Afinal é tudo medo.



Tenho medo de te dizer o que escrevo.
É mais fácil quando não tenho de olhar para ti.
Talvez seja um bocadinho de receio que te comeces a rir outra vez.

Tenho medo de deixar de acreditar no (nosso) futuro.
Já não acredito (ou não quero acreditar) que vai um para cada lado.
Não quero ter de sair de onde estou - Gosto do conforto das tuas palavras.

Tenho medo de não ser suficiente.
Quero dar-te tudo o que mereces e queres.
Gostava de te poder fazer feliz – feliz a sério, todos os dias.

Tenho medo que seja mentira.
Tenho muito, muito medo que não gostes de mim.
Tenho tanto medo que não gostes de mim, mesmo que penses que sim…

Tenho medo que sejas «mais um».
Gostava tanto que fosses «O»
.

Tenho medo de te desiludir.
Tenho ainda mais medo que me magoes e que eu fique mal contigo.
Tenho medo de chegar a um ponto em que não arranjemos uma «solução para tudo»




No fundo, é só medo que nunca mo digas.
No fundo, é só medo que me magoes.
No fundo, é só por te querer tanto.









(Não te conseguia dizer isto. Desculpa, sou fraca. Mas acabas por saber de uma maneira ou de outra. Eu não – tu não escreves.)







domingo, 12 de outubro de 2008

1/2 do nosso (meu) Amor

Quando te fiz aquela pergunta estava à espera de uma resposta. Tu, que me julgas tanto por não saber falar, por só dizer as coisas por mensagens e por guardar tudo o que devia dizer logo, não me soubeste responder. Disseste qualquer coisa a ver com «mimada». Será possível que ainda não tenhas percebido que fico assim quando fazes o que eu gostava que tu mudasses? Não, não percebes porque nem pensas nisso – duvido que penses que a culpa é tua quando temos algum problema (ao menos não é isso que mostras), porque na tua cabecinha eu sou a mimada, eu é que arranjo problemas, eu é que amuo, eu é que sou a pita. Estás tão seguro de ti que é completamente inconcebível pensares que andas a fazer alguma coisa mal. Não fazes. É isso que fazes mal: não fazes. Não me mandaste uma mensagem porque não estava lá e depois não te deu jeito. Não me foste buscar porque era longe e estavas confortavelmente sentado a fumar um cigarro, e porque não apeteceu. Não vieste ter comigo porque estavas no café. E hoje nem me disseste nada porque estavas ocupado. És um amor, mas não para mim. Quando eu te perguntei se era a sério riste-te. E eu, feita estúpida, continuei agarrada a ti. Palerma sim, mesmo palerma. Não vejo onde é que está a inteligência em gostar de alguém que não nos dá o que queremos, que se está completamente a cagar - estas-te a cagar, sim. A verdade é que és tudo o que eu não queria que fosses, e porque é que gosto de ti? Não sei, mas já nem é «gostar» – tu? Tu gostas de mim como eu gosto de vestidos, sapatos e malas, e de ir beber um cafezinho (faz-te lembrar alguma coisa?) – é fodido. O Amor é mesmo fodido. Mas quem o fode somos nós. Sabes quando é que o amor é mesmo fodido? Quando só há 1/2 d'Amor, que é o que acontece connosco. Dizes que não é medo, mas é. Se calhar és assim porque tens medo de sofrer outra vez – pelo que sei, da outra vez não te passou depressa. Tenho de pagar por isso durante quanto tempo? … Estou farta de ser sempre eu. (Não, hoje já nem era para mandares mensagem, só queria que me tivesses dito para irmos sair, mas não, palermice a minha, tens uma vida tão ocupada, mas não por minha causa.) Penso. Penso muitas, muitas vezes o que é que posso fazer para nos melhorar, e tenho conseguido, mas não me deixas continuar, fazes sempre qualquer coisa que me deixa com o pé atrás. Pormenores. Tem tudo a ver com pequeninos pormenores que te passam ao lado. Passa-se alguma coisa? Não, nada. Estou a fazer um esforço para ser como tu. A diferença é que me custa fazer isto e a ti não. Esqueceste-te das promessas que fazes. E já nem deves dar importância quando eu digo que te adoro – digo-o demais. Gostava que gostasses de mim. Gostava de sentir que gostavas de mim sem ser «às vezes», mas tu não deixas. Ou porque não gostas, ou porque não percebes o que fazes (porque eu nunca to fiz), ou porque te queres defender. Mas defender de quê? – Tudo o que te disse – tudo – era a sério, mesmo quando me rir, e quando brinquei – quis dizer todas as palavras que te disse. Mas não importa, pelo menos para ti. O pior disto tudo, é que já não me vejo sem ti. Aquela quarta-feira custou-me, enquanto que tu estavas na boa, sem querer saber. Ao princípio podia perceber o porquê de te afastares, mas agora? Agora não. Depois do que já me disseste, não. Ou és um grande actor ou puseste a tua protecção de lado uns minutos. És frio comigo. És péssimo para mim. Digo-te a brincar, mas é verdade. Queres que não tenha medo? Tenho sim, morro de medo, mas com motivos. Ao contrário de ti, que te pavoneavas ao dizer que não deixavas que os teus medos atrapalhassem a nossa relação. Mais uma treta. Nunca te dei motivos para teres medo de nada. Desde o principio que te dei tudo o que queria que me desses a mim, mas nunca percebeste. Tudo o que há entre nós és tu que metes – medos, pessoas, duvidas, inseguranças. Tudo tu. Eu tento ser compreensiva. Eu até de pergunto se queres ir ter com eles em vez de estar comigo, arranja lá uma namorada que faça isso e que goste de ti como eu gosto. Eu até deixei de pôr o que escrevo aqui – por ti, só porque não gostavas. Tão palerma… É amor, é tudo culpa do amor que sinto por ti, se não estava-me a cagar para as tuas mensagens, para a tua companhia, basicamente para ti... Não gozes comigo José Francisco, vê se ganhas juízo e começas a reparar em mim.
(Vês? Não dá... Não dá porque não queres.)

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Fairy Tale

Príncipes.
Sonhos realizados.
Flores e chocolates.
Olhares apaixonados.
Promessa cumpridas.
Telepatia de sentimentos.
Abraços que doem só de pensar.
Amores completamente correspondidos.



Estas coisas não existem… ou já não existem. Miguel Esteves Cardoso tem razão, já não há casais como antigamente. Contam-se os minutos até sermos expulsos pela força do poder dos pais. Já ninguém corre o risco de chegar tardíssimo só por mais um beijo. Já não há príncipes, ou nunca houve - daqueles que se vêm nos filmes em cima de um cavalo branco. Já não há histórias de Amor. Mandam-se frases para o ar, que acabam por cair no chão. As promessas acabam por não ser cumpridas. Já não se fazem esforços.


Existem, sim, momentos – pouquíssimos – em que algo parecido a uma página de um romance acontece: o antes da hora. O brincar às escondidas. O dizer mentirinhas. A meia hora de atraso. O abraço mais forte. As mãos debaixo da mesa. Os verdadeiros «Adoro-te» (quando sentimos que sim). O corpo a corpo. Os segredos. As palavras bonitas. O sentir. O apetecer dizer “Gosto de ti”. O amar. O querer. O beijo que arrepia.

Existem demasiados rapazes com o superego elevado. Depois dizem que é feitio. Mentira. Tudo tretas. Se sentem, querem dizer, não é? Não consigo compreender como é que alguém gosta de uma pessoa sem querer estar sempre a dizer – estupidez a minha? Capaz…

Há casamentos porque tem de ser. Casamentos por interesse. Casamentos de meses. Casamentos de infidelidade. Mas também há de amor, fidelidade, que chegam às bodas de ouro, não há? Por favor, digam-me que sim. (P.S. – Eu quero, sim.).

Já não há surpresas. Já não há paciência. Já não há compreensão. Já não há motivação. Já não há esforço. Mas eu vou continuar a tentar… (Who cares? I do.)


Já ninguém diz, pelo menos, adoro-te, durante um “bom momento”? Já ninguém oferece flores com o único motivo do: «Porque gosto de ti.»? Eu sou a única que diz “gosto de ti” só por sim? (estúpida). E, pelo amor da santa, já ninguém faz o que devia? Ai, mundo. Mundo estúpido. Vai-te f****.

Habituei-me, mas não gosto deste hábito.

Já chega. Fim.









(Adoro-te. Adoro-te tanto que dói. Dói quando temos um dia menos óptimo. Adoro-te. Adoro-te tanto que não largo o Fluvi durante a noite, só porque o meu inconsciente o deve associar a ti. Adoro-te. Adoro-te tanto que já nem me importo de ceder – mas deixa-me insegura. Adoro-te. Adoro-te tanto que me habituei aos teus «quero lá saber». Adoro-te. Adoro-te tanto que podia ser tua. Sim, hoje, amanhã e sempre. Adoro-te. Adoro-te tanto que tenho escrito em papeis que acabam queimados. Adoro-te. Adoro-te tanto que fico choninhas e escrevo textos mete-nojo. Adoro-te Francisco. Adoro-te tanto...)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Escrita Inconsciente.

Escrever é sentir. Escrever é exprimir. Escrever é perceber. Escrever é explorar. Escrever é amar. Escrever é sonhar. Escrever é querer. Escrever é chorar. Escrever é rir. Escrever é conquistar. Escrever é falar. Escrever é pensar. Escrever é admitir. Escrever é uma viagem ao inconsciente.


Estava eu sentada na terceira mesa à frente da secretária da Professora Maria de Lurdes Paixão, a beber cada palavra que ela dizia sobre o inconsciente, os sonhos, o recalcamento e a psicanálise. Foi a primeira aula de psicologia que achei realmente interessante, já que as outras não passaram de ouvir colegas a falar uma língua semelhante com o «Português».


Eu não sabia que todos os sonhos faziam sentido, tinham uma razão… Mesmo aqueles que não têm sentido absolutamente nenhum – para o nosso consciente, claro. Mas têm. O nosso inconsciente é o nosso verdadeiro «Eu». Existe uma coisa com o nome absurdo: Superego. Esta coisa não nos deixa dizer tudo, tudo, tudo o que pensamos/sentimos, exactamente porque nos faz pensar. Pensamos que não fica bem dizer isto ou aquilo, porque a pessoa a quem nos estivéssemos a dirigir não iria gostar. Pensamos em frases não-pronunciadas, porque nos parecem ridículas, sem sentido. Pensamos que não podemos desrespeitar este ou aquele, porque a boa ética o diz. Pensamos que não podemos esbofetear um amigo, mesmo que seja a ser a pessoa mais imbecil, porque o código da amizade perfeita e «para sempre» o diz. Tretas. São tudo tretas, estas coisas do politicamente correcto. Mas voltando aos sonhos: quando estamos a dormir, o nosso consciente está «desligado», portanto, se sonhamos, é o nosso inconsciente a trabalhar, por outro lado, se fosse apenas uma manifestação do inconsciente, sonhávamos com o que tínhamos tentado recalcar. Estes sonhos não se podem confundir com o que chamamos de «sonhar acordado», pois nessas situações controlamos o nosso pensamento, não vem do inconsciente porque reprimimos o que não queremos ter/mostrar/sentir.




Cá para mim, na minha descoberta estupidamente consciente. Eu desconfio que encontro o meu inconsciente sempre que bebo um bocadito mais que a conta. Ou talvez não… digo o que quero dizer, sim, mas também recalco muitas coisinhas feias.



Outra coisa que me lembrei agora: actos falhados. Para quem não sabe, na psicanálise, esta é a designação para situações em que queremos dizer uma coisa, e dizemos outra. (“Podia-me dar uma queca?” – quando se quer dizer: “Podia-me dar um queque?”. A senhora que disse isto tinha o marido fora há três meses); é o mesmo que querer pedir um «Nestea de Limão» e pedir «Um Nestea de Ice Tea»;


Outra coisa que a aula confirmou, foi a minha resposta ao «porquê» escrever. Sei que respondi qualquer coisa do género: escrever ajuda a perceber o que sentes. E não é verdade? Se eu tivesse de escolher textos meus seriam aqueles que escrevo quando estou triste, chateada, revoltada, ou extremamente feliz – porque esses são os que fazem sentido para mim: ajudam-me a perceber-me. Falou-se ainda nos livros de J.K. Rowling. É, ou não é verdade que quem os leu não se encontrou lá? Quando se segue uma saga tão inteligente como aquela, entra-se num mundo nosso – com imagens diferentes de todos os outros leitores. É igualmente verdade que ela conseguiu pôr milhares e milhares de crianças a ler – crianças de uma geração tecnologia, sem interesse por livros.






Deixa-me praticar psicanálise em ti, por favor.


domingo, 5 de outubro de 2008



ésoj ocsicnarf ad avlis sotsab ohnilaçnog semog


sábado, 27 de setembro de 2008







Esta é mais uma história do «Era uma vez». Era uma vez (…)






































(…) Fim.


quarta-feira, 24 de setembro de 2008




Prometa-me.









Prometa-me.















Prometa-me.


domingo, 21 de setembro de 2008

Três.



Podia dizer a típica frase do “eu até gosto (…)”, mas era mentira. Não gosto. Não gosto mesmo nada que não me percebas, e que sejas assim – insensível - comigo. Também não gosto de ser eu a ceder, a fazer um esforço, a tentar perceber… Odeio as tuas saídas de indiferença e odeio que gozes comigo... E és um puto mimado, sim. E é agora que entra a típica frase do “o que vale é que eu gosto de ti.”... Pois é Francisquinho, gosto tanto de ti... Gosto quando me abraças com força (sem estalar), e quando tens conversas inteligentes. Também gosto de me rir histericamente contigo por motivo nenhum e daquela coisinha que fazes aos cantos da boca quando eu digo “Francisco, fica sério!”, gosto das nossas discussões a brincar, e gosto de poder dizer: “O Francisco é meu amigo.” – até gosto mais ou menos do péssimo hábito que te incuti. Ah, e gosto quando me chamas a palavra começada por B. Outra típica frase (para fazer as três): “Gosto de gostar de ti”.



Adoro-te.

sábado, 20 de setembro de 2008

J.F,











adoro-te…






quarta-feira, 17 de setembro de 2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008















Make me feel your rare sweet words.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

hum...

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Soltas. Palavras.





Distância. Odeio-te Distância. Medo. Odeio-te Medo. Imprevisto. Odeio-te Imprevisto. Tempo. Odeio-te Tempo. Silêncio. Odeio-te Silêncio. Dúvida. Odeio-te Dúvida. Escuro. Odeio-te Escuro. Altura. Odeio-te Altura. Queda. Odeio-te Queda. Minutos. Odeio-te Minutos. Contar. Odeio-te Contar.




Volta. Depressa. Mim. Bancos. Beijo. Conversa. Abraço. Forte. Solta. Declaração. Apetece. Não. Ele. Olhar. Palavras. Gestos. Apaixonada. Muito. Ficar. Sim. Dois. Adorar. Querer. Amar. Muito. Sempre. Lutar. Sentir. Mostrar. Mudar.





Alivio. Peso. Passou. Acabou. Adoro-te. Sabia. Passou. Maior. Adoro-te. Feliz. Ele. Adoro-o. Quero. (Quase) Perfeito. Anos. Muitos. Adoro-te. Sente-me. Fica. Orgulho. Ahah.











Palavra A.

Nunca me pareceste fraca, nem demente, nem triste, sempre foste a louca, a extrovertida, a maluca dos cornos. Não consigo lidar contigo quando vejo que estás mal, porque não estou habituada. Lembras-te quando te vi a chorar? Fiquei feita estúpida encostada a uma caixa daquelas cinzentas da electricidade, nem fui ao pé de ti… Tive medo de ver as lágrimas mais perto – como é que iria aguentar? Ver as tuas costas a mexer, de cima para baixo, com o impulso do choro partiu-me o coração. É essa a verdade – não suporto ver-te a chorar, levas um bocadinho de mim. Não consigo estar feliz, completamente feliz, quando te vejo mal – não, desculpa, não preciso de ver que estás mal… às vezes percebo-o, mas tu não mo dizes. Tens medo? Eu prometo, prometo mesmo, que vou tentar ser uma melhor Melhor Amiga.
No presente, o meu Amo-te, o único Amo-te que sai da minha boca, é para ti. É todo para ti, minha Melhor Amiga, minha Irmã de Coração, minha Discordante Amiga, minha Ex-Odiada. Amo-te. Amo-te Sílvia.
Odeio quando dizes que ele te roubou a amiga… Ele não te roubou a amiga, minha estúpida, está só a torná-la melhor, para ti. Acredites ou não, ele faz-me ver o quão bom é falar contigo… Ele também não percebe que o faz, mas eu sinto que sim. Ninguém me rouba de ti, meu Abrigo, ninguém nos vai, jamais, separar. Vamos realizar os nossos sonhos de ter um café, de morar juntas, de ter filhos com as mesmas idades, de as nossas meninas serem as Melhores Amigas, dos jantares em que vamos juntar as nossas famílias. São sonhos, mas são sonhos possíveis, e eu quero realizá-los.
Peço-te, por favor, diz-me quando não te sentires bem. Não tens de usar a tua super carapaça comigo. Esse sorrisinho brilhante não me engana a mim. Amo-te. Diz-me. Amo-te. Confia-me. Amo-te. Sente-me. Amo-te. Abraça-me. Amo-te. Olha-me. Amo-te. Sorri-me. Amo-te. Ama-me. Amo-te. Sonha-me. Amo-te. Concretiza-me. Amo-te. Cresce-me. Amo-te.





Amo-te.
Amo-te amizade.
Amo-te Melhor Amiga.

sábado, 6 de setembro de 2008

"Lembras-te(...)?"








Não, quase nunca me lembro;
Mas não me esqueci, só preciso de uma ajudinha tua…








:)


sexta-feira, 5 de setembro de 2008

:)




















Daqui a uns anos...

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Desabafo.


Já não me sinto bem. Prefiro conversas incessantemente inteligentes, mais maduras. Prefiro outro ambiente. Talvez por ser novidade, mas não acho que seja isso. Filosofando: cresço um bocadinho todos os Verões. Fim – este ano foi diferente, costumo notar a diferença quando vou para a escola, este ano não, foi um bocadinho mais cedo… Levaram-me para outro ambiente, e eu adorei. Adorei o acolhimento e a simpatia. Adorei os anos a mais. Identifico-me mais com eles, acho-os mais parecidos comigo. Só me falta o que chamam de «requinte universitário», mas não lhes importa, gostam de mim na mesma - e eu - eu… Adorei-os.


Até já, Adoro-te.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

O amor ?

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.

Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banancides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.

Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".

Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra.

A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.

Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

O amor é fodido - Miguel Esteves Cardoso

domingo, 24 de agosto de 2008

Voltar.



terça-feira, 19 de agosto de 2008

Eu, Rita.

O meu nome é Rita, tenho dezassete anos e quase três meses. Sonho com o dia em que vou fazer dezoito: com a minha festa perfeita, recheada de amigos perfeitos, num sitio de cortar a respiração, com vestidos e fatos, com a família perfeita, com as prendas que eu sempre quis. Ora aí um defeito meu – o pior – FANTASIA. Eu fantasio, eu sonho, eu sou menina de contos de fadas e histórias de amor como se vê nos filmes; há quem diga que não existem, mas eu acredito que sim. Acredito tanto em coisas perfeitas, que quero sempre mais, e mais. Isto é um defeito? Ambição nunca fez mal a ninguém. Pelo menos, as minhas fúteis ambições, a que posso chamar «desejos». Os meus desejos são todos relacionados com o Amor – desejo estar sempre bem com os meus pais, mas não consigo; desejo ter um namorado, um namorado que mereça o meu “Amo-te,(…)”; desejo nunca me separar das minhas três maiores amigas; desejo ter a casa com que sempre sonhei; desejo ter três filhos e dois cães; desejo ser feliz. – Tudo isto depende de mim, mas também depende dos pais, do namorado, das amigas. É por isto que todos me acham tão imperfeita: por pensar. Mas é normal. Desde pequenina… Sempre foi o meu instinto. Eu casava as minhas Barbies, hora a hora. Eu cuidava dos meus bebés e tinha muito cuidado para eles não cairem do carrinho quando os levava a passear com os avós pelo passeio. Eu fazia comida de plasticina e brincava às donas de casa com a minha amiga Margarida. Eu limpava a minha tendinha com um trapinho húmido, porque era a minha casa. Mais tarde, ainda eu não sabia o que isso era, dizia que, quando fosse grande, queria ter um namorado mais velho que eu, para ele cuidar de mim. Há um ano atrás, ainda dizia «Amo-te» sem amar. Há um ano atrás, ganhei coragem e libertei-me, pensava eu. Continuo uma criancinha, mas a comida já não é de plasticina, o namorado já não é só uma ideia, a limpeza já é feita numa casa a sério. Sou uma mulher, mas tenho necessidades de menina. Sim, eu, Rita, preciso de tudo o que precisava quando tinha menos 10 anos, mas agora, que já percebo o que isso implica, passo-me com tudo, e com nada. Não faz mal. Eu nunca desisti de nada - só da maior parte dos desportos que pratiquei, mas aí era tudo fácil, eu pedia, e faziam-me as vontades - e não vou desistir agora. Eu, Rita, vou ter tudo o que quero – melhor ou pior, com ou sem esforço, mas vou! Eu não vou mudar a minha maneira de pensar porque a Sílvia me diz frases com que concordo, eu não vou deixar de fantasiar porque o Francisco me tem feito chorar, eu não vou deixar de pensar em Amor porque me dizem que não há amor. Há amor, pelo menos para mim. – Depois de escrever sinto sempre um vazio, porque me exponho para quem vier aqui parar e «me» ler, porque não tem mais nada que fazer. Mas e depois? Aposto que não sou a única a sentir o que sinto. Aposto que não sou única. Aposto que há mais como eu. Se não houver, vê a sorte que tenho, e o que andam a perder por não viver tão intensamente como eu. Sim, eu, Rita, agarro-me a tudo o que venha ter comigo, custa-me largar, mas também consigo, se quiser. No teu caso, Francisco, não quero. E não te vou deixar sem tentar perceber o que vai dentro de ti, do que vai para além da cara de mau e das respostas tortas. Há quem me ache estúpida por me preocupar tanto, mas eu não quero saber. Há quem diga que sou paranóica, mas eu não quero saber. Há quem diga que sou falsa, mas continuo a não querer saber. Não sou estúpida ao ponto de me ficar, não sou paranóica ao ponto de cometer crime. Quando à falsidade… Tenho a capacidade de me adaptar ao que quero… Tu não consegues? Tenho pena meu amigo, não tens noção do que ganho por me dar com pessoas tão diferentes. Essas pessoas vão-me dando qualquer coisa. Quando tiver de contar a historia das minhas rugas, quero poder ocupar tardes e tardes com palavras bebidas por quem me quiser ouvir. Não quero saber se alguém lê isto. Só o quero ter aqui, porque tudo o que escrevo no papel, acaba por ir para ao lixo num impulso estúpido.

Inveja-me.
Eu já sei o que é odiar.
Eu já sei o que é amar.
Eu já sei o que é a vida.
Eu já sei o que é a morte.
Eu sei o que é rir com vontade.
Eu sei o que é levar uma chapada da vida.
Inveja-me!


P.s. – ups, estou atrasada :x

Orgulho macho... talvez.

Não és só tu. Não há um rapaz diferente de ti, e tu, não és diferente dos outros. São todos a mesma merdinha orgulhosa que não cede numa discussão, que tem sempre mais um ponto a acrescentar às estúpidas reticências das raparigas apaixonadas, que cedem, que engolem o orgulho e correm atrás dos namorados/(?), com palavras de «justificação» que não deviam sair da boca delas, com olhos grandes e brilhantes que, acima do orgulho, só os querem de volta. Não percebem, ou, na minha mísera opinião, fingem não perceber – é tão mais fácil «sair por cima» - mas descansa, não és só tu. Não percebem, ou fingem não perceber, que as raparigas gostam de atenção, de romance, de surpresas, de provas de amor. Há os que nem se esforçam por nos satisfazer os caprichos, e há os que o fazem por saber que nós, as raparigas apaixonadas, lhes vamos agradecer como eles querem. Não, não generalizo. Há os que Gostam, e esses, percebi eu ontem, fazem tudo - tudo - por elas: não importa amigos, família. Eu tenho um irmão, tenho um irmão que Gostou de poucas raparigas, que me choca com as coisas que diz, que me mostra o que os rapazes são, quando não Gostam. POR FAVOR, salvem-me!

Quando um rapaz Gosta de uma rapariga, ela sente. Sente, e mesmo que o tecto lhe caia em cima da cabeça, ela continua a sorrir. É daquelas comodidades da vida, tão simples, que não vêm com o vento. Demora tempo, muito mais tempo, para um rapaz gostar de uma rapariga. Mas os rapazes são sim, tão retardados em relação a nós, as raparigas.

Não estive cá três semanas. E depois? Hoje vou-me embora outra vez e quando voltar, estas tu fora. São 5 semanas longe. Mas a culpa não é da distancia. A culpa é minha, a culpa é tua, a culpa é nossa. Tens tanta culpa como eu, a única diferença é que eu cedo, dou-te toda a razão só para conseguir um abraço. Desnecessário, tão desnecessário. Já meti na cabeça que gostas de mim, mas tu teimas em tentar arrancar o que eu alcancei psicologicamente. Dizes que são «blablablas desnecessários», as minha acusações de «não te importas comigo» mas é verdade; não queres saber quando eu tenho problemas, se calhar porque não sabes o que isso é, se calhar por seres rapaz, não tens regras como eu tenho, não ouves o que eu oiço. És rapaz… Não percebes porque é que penso tanto no futuro, não consegues perceber a razão que me leva pensar antes de agir. Eu chamo-lhe responsabilidade e auto-respeito.

Não sei o que aconteceu connosco, mas a culpa não é da distancia. Eu não preciso de te ver para continuar a gostar de ti. Já me disseram que era muito pouco física, bem… eu digo que sou sentimentalista. Há duas noites atrás tinha tantas certezas… Roubaste-mas, outra vez.

É o teu orgulho macho a falar mais alto que o «gosto de ti»? – não digas que não podes fazer nada para mudar a maneira como penso, porque isso não é verdade. Não digas que estás na mesma onda que eu, porque se tivesses, davas-me mais. Não quer isto dizer que não gostes de mim, quer apenas dizer que te tinha dito isto tudo hoje, mas, mais uma vez, a nossa sorte deu sinais de vida.

Não tens de andar a correr de um lado para o outro.

Não tens de aturar as minhas medinhas.

Não tens de ler os meus textos.

Não tens de gostar de mim.

Tu não tens de nada.




Vale a pena? Já não sei outra vez.




segunda-feira, 18 de agosto de 2008