«You should been rapping to the beat of my song Mr. California, PAPER GANGSTA and I’m lookin’ for love, not an empty page full of stuff that means nothing but “you’ve been played”»
sexta-feira, 26 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
20 de Junho de 2009
Eu dei-te a mão.
Tu deste-me um beijo.
Vamos beber sete shots amanhã e jogar ao jogo da verdade?
Sentas-te comigo no banco, precisamente à uma da manhã?
Tu deste-me um beijo.
Vamos beber sete shots amanhã e jogar ao jogo da verdade?
Sentas-te comigo no banco, precisamente à uma da manhã?
terça-feira, 16 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Alergiaaaa
Isto está-me a fazer comichão desde que comprei o telemóvel.
Pegas no teu telemóvel, vais ao Menu, entras nas Mensagens, carregas no botão para ir aos Itens gravados, escolhes os Modelos e vais encontrar um “Também de amo.”.
Fácil, rápido e sem custos adicionais para quem usufrui de mensagens grátis.
Que amor é este o do século XXI?
terça-feira, 5 de maio de 2009
You can't possibly think that 'bout me
Minto por ti, por nós, o que seja, nunca a ti.
Não me compares.
Continua a pensar que sou diferente, porque sou.
Tenho segredos contigo, não para ti.
Falo contigo, não de ti.
Não me compares.
Continua a pensar que sou diferente, porque sou.
Não te esqueças que tu já me mentiste.
Eu não, sou um livro aberto para tu leres.
Estás a ser R I D I C U L O!
Nem em ti encontras alguém tão "clear as water".
domingo, 3 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Bom dia

Agarra. Agarra a minha mão comforça. Agarra a minha mão com muita força para que não existam espaços entre nós. Agarra a minha mão com muita força para que não exista vazio, distância e silêncio.
Agora, dá-me um beijo na testa, e dá o primeiro passo. Dá o primeiro passo para a caminhada que temos de fazer. Mas nunca, nunca me largues.
Adoro-te. Bom dia :)
sexta-feira, 27 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Pela 777777ª vez
O silêncio não faz sentido. A bola dos problemas de comunicação que criticavas tanto quando era eu a jogar agora está do teu lado do campo. Eu não falava, nado dizia, não mostrava, mas escrevia, e tu sabias e sabes mais do que devias aquilo que espero de ti, o que quero (que és tu), o quão bom e superior eu te acho em relação a tudo e todos, e tu meu grandessíssimo parolo pensas que tens de te guiar por cenas que te deviam ficar de fora, no raio com milhas de chá e cultura que te separa do outro mundo.
Mundo – és uma imensidão de pessoas, edifícios, ideias, palavras e personalidades: afinal o que é que tu és? Sempre, sem fases? Eu ainda não percebi se és o que és para mim, se és o que és para a tua família, se és o que és para os teus amigos ou se és para o público. És o quê?
Não quero que mudes por mim, não quero que sejas o que não és – porque afinal, foi por ti que me apaixonei, não pelo meu ideal do sexo masculino; só queria, do fundo do meu saquinho de desejos mais precisos, que fosses constante… que fosses sempre como és quando és amoroso, quando me tocas porque sim, quando me dás beijinhos paniscas na mão, quando me apareces à porta aos sábados e domingos à tarde, quando não tenho de puxar por ti para seres meu namorado…
Lembras-te daquele dia em que choveu e nós estávamos no nosso sítio de resolução de problemas e eu me fui abaixo? Lembras-te do que me disseste? Lembras-te de como te sentiste? Lembras-te de como eu me sentia? Agora sinto-me assim. Sinto que voltaste a ser a mesma coisa do que eras – lembras-te? Não te esqueças, apesar de não gostares de te sentir assim, é mesmo assim que te deves sentir – tudo o que me disseste – porque me estás a magoar outra vez.
Não preciso de desprezo, nem de te ouvir a dizer todos os meus defeitos, eu sei quais são, e garanto-te que tenho mudado muita coisa por ti, para te fazer um bocadinho mais feliz, para arranjar maneiras de te perceber melhor, as neste estado, não consigo.
Não é drama, não são lamentações.
Isto não passa de um desabafo, para ver se metes na cabeça duma vez por todas que quando estás assim, não tens razão em nada – só me fazes pensar em coisas estúpidas, fantasiar sete mil hipóteses que justificassem, mas nada justifica... nada de nada – não agora, que já estamos tão longe da partida. Não agora que eu ando a fazer decisões para ir para onde tu fores, não agora que já te tenho cá dentro.
Ouve-me.
P.s. – Não sei o que te vai na cabeça, mas garanto-te que até a tua vida me podias confiar. Se sei guardar segredos delas, muito melhor sei guardar os teus… não me entra na cabeça que ainda não sintas isto.
Mundo – és uma imensidão de pessoas, edifícios, ideias, palavras e personalidades: afinal o que é que tu és? Sempre, sem fases? Eu ainda não percebi se és o que és para mim, se és o que és para a tua família, se és o que és para os teus amigos ou se és para o público. És o quê?
Não quero que mudes por mim, não quero que sejas o que não és – porque afinal, foi por ti que me apaixonei, não pelo meu ideal do sexo masculino; só queria, do fundo do meu saquinho de desejos mais precisos, que fosses constante… que fosses sempre como és quando és amoroso, quando me tocas porque sim, quando me dás beijinhos paniscas na mão, quando me apareces à porta aos sábados e domingos à tarde, quando não tenho de puxar por ti para seres meu namorado…
Lembras-te daquele dia em que choveu e nós estávamos no nosso sítio de resolução de problemas e eu me fui abaixo? Lembras-te do que me disseste? Lembras-te de como te sentiste? Lembras-te de como eu me sentia? Agora sinto-me assim. Sinto que voltaste a ser a mesma coisa do que eras – lembras-te? Não te esqueças, apesar de não gostares de te sentir assim, é mesmo assim que te deves sentir – tudo o que me disseste – porque me estás a magoar outra vez.
Não preciso de desprezo, nem de te ouvir a dizer todos os meus defeitos, eu sei quais são, e garanto-te que tenho mudado muita coisa por ti, para te fazer um bocadinho mais feliz, para arranjar maneiras de te perceber melhor, as neste estado, não consigo.
Não é drama, não são lamentações.
Isto não passa de um desabafo, para ver se metes na cabeça duma vez por todas que quando estás assim, não tens razão em nada – só me fazes pensar em coisas estúpidas, fantasiar sete mil hipóteses que justificassem, mas nada justifica... nada de nada – não agora, que já estamos tão longe da partida. Não agora que eu ando a fazer decisões para ir para onde tu fores, não agora que já te tenho cá dentro.
Ouve-me.
P.s. – Não sei o que te vai na cabeça, mas garanto-te que até a tua vida me podias confiar. Se sei guardar segredos delas, muito melhor sei guardar os teus… não me entra na cabeça que ainda não sintas isto.
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