domingo, 19 de abril de 2009

Cath's Update





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sábado, 18 de abril de 2009

Sou completamente louca por ti.
I love you.

sábado, 4 de abril de 2009

Bom dia



Agarra. Agarra a minha mão comforça. Agarra a minha mão com muita força para que não existam espaços entre nós. Agarra a minha mão com muita força para que não exista vazio, distância e silêncio.
Agora, dá-me um beijo na testa, e dá o primeiro passo. Dá o primeiro passo para a caminhada que temos de fazer. Mas nunca, nunca me largues.
Adoro-te. Bom dia :)

sexta-feira, 27 de março de 2009

V.F.B.



BARCELONA


quarta-feira, 25 de março de 2009

Pela 777777ª vez

O silêncio não faz sentido. A bola dos problemas de comunicação que criticavas tanto quando era eu a jogar agora está do teu lado do campo. Eu não falava, nado dizia, não mostrava, mas escrevia, e tu sabias e sabes mais do que devias aquilo que espero de ti, o que quero (que és tu), o quão bom e superior eu te acho em relação a tudo e todos, e tu meu grandessíssimo parolo pensas que tens de te guiar por cenas que te deviam ficar de fora, no raio com milhas de chá e cultura que te separa do outro mundo.

Mundo – és uma imensidão de pessoas, edifícios, ideias, palavras e personalidades: afinal o que é que tu és? Sempre, sem fases? Eu ainda não percebi se és o que és para mim, se és o que és para a tua família, se és o que és para os teus amigos ou se és para o público. És o quê?

Não quero que mudes por mim, não quero que sejas o que não és – porque afinal, foi por ti que me apaixonei, não pelo meu ideal do sexo masculino; só queria, do fundo do meu saquinho de desejos mais precisos, que fosses constante… que fosses sempre como és quando és amoroso, quando me tocas porque sim, quando me dás beijinhos paniscas na mão, quando me apareces à porta aos sábados e domingos à tarde, quando não tenho de puxar por ti para seres meu namorado…

Lembras-te daquele dia em que choveu e nós estávamos no nosso sítio de resolução de problemas e eu me fui abaixo? Lembras-te do que me disseste? Lembras-te de como te sentiste? Lembras-te de como eu me sentia? Agora sinto-me assim. Sinto que voltaste a ser a mesma coisa do que eras – lembras-te? Não te esqueças, apesar de não gostares de te sentir assim, é mesmo assim que te deves sentir – tudo o que me disseste – porque me estás a magoar outra vez.

Não preciso de desprezo, nem de te ouvir a dizer todos os meus defeitos, eu sei quais são, e garanto-te que tenho mudado muita coisa por ti, para te fazer um bocadinho mais feliz, para arranjar maneiras de te perceber melhor, as neste estado, não consigo.

Não é drama, não são lamentações.
Isto não passa de um desabafo, para ver se metes na cabeça duma vez por todas que quando estás assim, não tens razão em nada – só me fazes pensar em coisas estúpidas, fantasiar sete mil hipóteses que justificassem, mas nada justifica... nada de nada – não agora, que já estamos tão longe da partida. Não agora que eu ando a fazer decisões para ir para onde tu fores, não agora que já te tenho cá dentro.

Ouve-me.

P.s. – Não sei o que te vai na cabeça, mas garanto-te que até a tua vida me podias confiar. Se sei guardar segredos delas, muito melhor sei guardar os teus… não me entra na cabeça que ainda não sintas isto.
What the fuck ?!

sábado, 21 de março de 2009

9


domingo, 15 de março de 2009

Too much reading

VAMPIRE INSTINCT

sexta-feira, 13 de março de 2009

Ironic

Guess I'm right 'bout every little detail, am I wrong?
No, I'm so not wrong - never had and never will.

Free

"Half Alive" by Secondhand Serenade

It's four AM, I'm waking up to your perfume
Don't get up, I'll get through on my own
I don't know if I'm home
Or if I lost the way into your room
I'm spiraling into my doom
I'm feeling half alive but I know one day
You and I will be free,

To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.

I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.

Well excuse me while I get killed softly,
Heart slows down and I can hardly tell you I'm okay
At least 'til yesterday,
You know you got me off my highest guard,
Believe me when I say it's hard.
We'll get through this tonight
And I know one day you and I will be free

To live and die by our own rules,
Free..
Despite the fact that men are fools.

I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.

And you touch my hand ever so slightly
(Girl we're not ready for this yet)
And the deadly look she cast upon me
I won't regret, I won't regret
I won't regret. I won't regret...

And I was trying to disappear,
But you got me wrapped around you
I can hardly breathe without you
I was trying to disappear
But I got lost in your eyes now,
You brought me down to size now.

I'm almost alive
And I need you to try and save me.
It's okay that we're dying
But I need to survive tonight, tonight
Tonight...

I'm almost alive, and I need you to try
And save me.
It's okay that we're dying,
But I need to survive tonight, tonight.
I need to survive tonight, tonight

sexta-feira, 6 de março de 2009

Ana Catarina Monteiro Alves

Nunca escrevi um texto sobre a tua importância. Sempre te disse o quão ligada me sinto a ti na nossa correspondência, mas sinto que tenho de dizer quem tu és.

O motivo da nossa correspondência começou por ser o Harry Potter – lembras-te? Depois tornou-se numa mistura de fantasia com realidade – de fictício e verdadeiro – de leitura e de vida. Ficámos amigas.

Ainda te lembras da primeira carta que me enviaste? Não sabias muito bem o que dizer, o que é perfeitamente normal, senti-te hesitante e fechada, mas nada que achasse menos natural. Respondi-te, talvez com palavras mais abertas que as tuas, mas isso mudou logo na segunda carta. Foi fantástica – adorei-a! Era tudo o que eu queria, tudo o que eu ansiava conhecer de ti – tu, um ser do sexo feminino tão semelhante a mim, tão “sem forma”, sem rosto, mas com tanta, tanta paixão. Senti, e continuo a sentir as tuas emoções enquanto escreves (ou parece-me sentir que sinto, mas gosto de acreditar que sim).

É verdade que nunca nos vimos. É verdade que não nos conhecemos fisicamente. É verdade que ainda há muito por descobrir. É verdade que podem pensar que somos doidas por revelarmos tanto uma da outra. Mas… não é igualmente que eu confio tanto em ti quanto possível?

Acredito-te!



Acredito no teu coração.



Acredito nas tuas crenças.


Acredito nos teus desejos.


Acredito na tua alma.


Acredito na tua raiva.


Acredito na tua frustração.


Acredito na tua lealdade.


Acredito no teu amor.


Acredito na tua amizade.



Acredito-te!



Não é TÃO verdade que te confio muito mais do que a todas as minhas outras amigas? As minhas amigas físicas, que me limpam as lágrimas? É verdade! Confio-te Catarina! Confio muito na nossa amizade. Acredito muito no nosso encontro. Anseio muito o dia em que vou poder olhar para a imensidade dos teus lindos olhos verdes – vou fixá-los durante muito tempo – o tempo todo que conseguir – vou olhá-los e descobrir tudo o que falta descobrir; vamos falar sem parar, mesmo que já tenhamos falado desse assunto nas cartas.

As cartas! Oh! Adoro as tuas cartas – Oh! Como Elas me fazem sentir leve e compreendida! Adoro, adoro! Adoro quando tenho uma encomenda de Guimarães à minha espera, a saltar de excitação para que eu lhe rasgue o corpo até lhe penetrar a alma – a alma, que é o que está por detrás de tudo o que me dizes: a confiança, a amizade, a cumplicidade, a lealdade! Não consigo acreditar, nem por um segundo, que alguém percebe a nossa ligação como eu e tu a sentimos!


Adoro. Adoro. Adoro.

Para a MINHA Catherine of Aragon !!!



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Dia 5

Oito da manhã – toca o despertador, abro os olhos e a primeira coisa que vejo é a Minnie. Lembro-me. Lembro-me que hoje não te vou chamar. Fecho os olhos outra vez. Não tenho vontade de me levantar e deixo-me estar. Não, não quero estar parada. Levanto-me e ligo o computador. Vou-me preparar e, quando volto ao quarto mando-te uma mensagem. Desligo o computador, calço os ténis e vou saio de casa.

Oito e quase meia da manhã - O caminho parece muito mais longo e triste por saber que não tinha a minha luzinha a meio caminho da escola. Atravesso a estrada, sem esperar muito; percorro a floresta e chego à tua casa. Parei um bocadinho para olhar para ela: estava fechada e estranha, via-se que estava vazia, o carro do teu pai estava na rampa, o que também me pareceu estranho, apesar de já ter pensado que estaria… Desejei ficar uma eternidade à espera de ouvir o som da tua porta a abrir, de te ver… desejei muito que me deixasses à espera, coisa que eu odeio em ti… não apareceste. Não me deste um beijo.

Por volta das oito e meia da manhã – Horrível. A escola parece mil vezes pior sem a tua mão para agarrar/sem saber que vais lá estar comigo. Acho que este ano ainda não tinha olhado para o que nos rodeia todos os dias com atenção. É tudo escuro e pobre. Cheira a não-lavado. Não gosto. Não gosto mesmo nada.

Na aula de Física o barulho não era tão intenso sem ti, faltavas tu. Faltavas tu para eu me pendurar. Faltava a tua boca para me dar um beijo. Faltavas tu para eu fazer cara feia porque o Henrique continua a embirrar comigo! Marquei dois golos no futebol, mas golos a sério, e mesmo assim ele reclamou comigo. Fui com elas para o balneário: estava irritada por causa do ‘Stor, olhei para o telemóvel e não estava lá nenhuma janelinha a dizer “Paquico Mio @”, deu-me uma quebra. Senti a garganta a apertar, um estranho calor à volta do nariz e olhei para cima…

Porra! Aula de Psicologia! Não estavas lá também. Passou-se melhor. Temos mais um trabalho, ficamos no mesmo grupo (:, o nosso tema são as emoções. A Lurdes esteve a falar connosco. Claro que falou em ti, mas depois lá me distraiu… passou-se.

Cada vez que via uma mulher loira, via a tua mãe com a pasta numa mão, a ir para o bloco dela. Mas não era. Não havia Isabel, não havia Francisco, não havia beijo. Parece que todos se lembraram de falar em ti. Até a professora de Inglês me disse: “Tira essa cara. Está quase a voltar”; mas ela disse outra coisa que é verdade: assim percebo a tua importância na minha vida; assim percebo a falta que me fazes; assim percebo o quanto gosto de ti.

Não imaginas o que é, ao fim de oito meses, ter de me separar de ti desta maneira… Mas agora vou passar o tempo todo no site do Live Cam para te ver!

Amanhã de manhãzinha vou para o Algarve… Não devo escrever no blog, não sei se lá vou ter net ou não…
Sei, sim, que me vou sentir ainda mais longe de ti, impotente e sozinha.
Não adianta rodear-me de pessoas, ninguém me completa como tu.
És tu amor, és tu a minha outra metade: sempre achei esta frase a coisa mais pirosa, ridícula e absurda para se dizer, mas é verdade! És a minha outra metade. Pertenço-te. E quero pertencer-te.




Adoro-te muito José Francisco da Silva Bastos Gonçalinho Gomes.
Adoro-te muito.
Adoro-te.




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Dia 4

Acordei tarde, com a sensação de uma noitada de Verão. Mas não, nada disso, andei às voltas a noite toda com mais sete pessoas à procura de um sítio aberto! A Minnie hoje foi ao chão, mas depois cuidei bem dela, a sério, não fiques preocupado.

Como sabes voltei à rotina da explicação. Amanhã vêm as aulas, e aquela ficha de Matemática para a qual não estudei a ponta de um corno, mas não interessa.
Passei a tarde toda à espera que aparecesses, mas nada. Fiz panquecas do amor com gelado e esperei mais um bocadinho. Tantanana! Francisco Gomes entra no MSN, finalmente!

Hoje vou para a cama contente. Hoje vou sonhar contigo e vou ver tudo a cor-de-rosa e branco. Hoje vou-me agarrar à Minnie como se me tivesse a agarrar a ti.


Adoro-te muito meu amor.
Bons sonhos (:


P.s. – Acabei de escrever “Dia 4” – quatro? Como é que só pode ser o quarto dia sem te tocar? Impossível! Parece que te foste embora o Verão passado e ainda não voltaste. Poça meda!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Dia 3

Mandar-te um e-mail. Arrumar o quarto. Visita de família. Banho para despertar. Almoço inesperado de família. Esperar pela Sílvia. Ir para Alhos Vedros. Encontrar com o Caldeira, João e David, mais tarde, Ana. Ver o corso. Ver a Luísa. Encontrar a Catarina, Bergonço, Rui e André. Ficar com Catarina, Bergonço, Rui e André. Levar um grupo para ao pé do outro. Ver outra vez o corso. Levar com balões de água. Voltar para casa. Jantar.

Agora estou à espera que seja horas para ir para a Velhinha. A energia que a confusão de cores e coreografias que ninguém percebe (que é o Carnaval) e a conversa contigo ontem me deu, está-se a evaporar. Hoje andei melhorzinha, mais distraída, mas nada consegue preencher o vazio que me deixaste.

A Minnie dá-me miminhos, hoje dormi no ombro dela, com o meu nariz junto à bochecha dela. Hoje dorme comigo outra vez, apesar de a Ana vir cá dormir, dorme comigo à mesma.

Adoro-te F. (L)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Dia 2

Foi tão bom acordar com uma mensagem tua. Tão, tão inesperado e agradável.

Foi um dia preguiçoso e sorna, mesmo enquanto estive com a minha fonte de energia, a Sílvia. A luz do sol queimou-me os olhos e bloqueou-me a alma. Não tinha vontade de andar, de estar sentada ou de falar… mas tinha vontade de correr e estar confortavelmente sentada a ter uma conversa de Homogémea.


Já tiveste a sensação de querer sair e, quando estás na rua, quereres voltar para a nostalgia do teu quarto escuro que te trás recordações e liberdade para pensar?

Já tiveste o desejo infinito de falar com alguém sobre tudo menos nada e, quando finalmente abres a boca, preferias estar no silêncio quebrado pelas vozes da televisão ou pelo suave som do computador?


Exacto!
Apetece-me tudo e não me apetece nada.


Hoje, que devias ter escrito novidades sem parar, contaste-me duas ou três porque eram demasiadas para te lembrares de uma em especial. Animei-me tanto com a mensagem do Caldeira: «Teu Homem está à tua espera na net», uma força qualquer que exerces sobre mim deu-me energia, enquanto já estava a ligar avidamente o computador, rezando para que a rede pública estivesse a funcionar. Funcionou! Consegui falar contigo e fiquei logo mais alegre. Depois fui sair com os meus progenitores e desabou tudo outra vez. Estragaram a felicidade toda que tinha! Queriam-me tirar o computador, vê lá. Como é que eu matava saudades e ganhava força e motivação sem computador para falar contigo??? Não conseguia. Morria triste e sozinha, monótona e sem interesse!

Disseram-me para não ligar ao facto de não estares cá; para me divertir e ser feliz. Mas eu prefiro pensar no que estás a fazer, e no que vamos fazer quando voltares… e prefiro ficar na minha a pensar na melhor hipótese da nossa viagem a Barcelona.

Adoro-te meu Mickey.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Dia 1

Que venham todos os casais que passam por mim de mão dada, com as gargalhadinhas irritantes das meninas apaixonadas, com os sons peganhentos das trocas de saliva e os melodiosos olhares, numa sinfonia perfeitamente ensaiada de monotonia.

Que cantem os passarinhos num concerto sedutor e desesperado, que as flores nasçam no meio de todo um verde, que corram os brilhantes rios ao sol, que se veja o céu mais azul e puro.

Que venham as manhãs sem companhia, sem espera, sem má disposição matinal, sem mimos e sem beijos.
Que venham os meios-dias sem abraços, sem vícios, sem brincadeiras, sem mimos e sem beijos.
Que venham as tardes sem esperar, sem café, sem Coca-Cola, sem mimos e sem beijos.
Que venham as noites sem mensagens, sem brincar ao 10º ano, sem declarações, sem mimos e sem beijos.
Que venham as meias-noites sem esperar pela mensagem do “Já estou em casa.”, sem adormecer a escrever uma mensagem, sem fantasias do Algarve e da Covilhã, sem mimos e sem beijos.

Que venham os dias tristes e vazios (tão, tão vazios). Que venha o aperto na garganta e as lágrimas silenciosas, pesadas e ridículas. Que venha a vontade de te dar a mão, de olhar para ti, de discutir contigo, de me enervares e de te enervar. Que venha o desejo de te ter, de te beijar, de te apertar com tanta, tanta força contra mim. Que venham os e-mails, por favor.

É tudo tão desinteressante e tão monótono sem ti.
Quem me dera ter bebido 30 cafés para não ter adormecido. Desculpa, desculpa, desculpa.
Não estou, nem quero estar, habituada a não te ter.


Adoro-te Francisco.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

If I was a Boy

If I were a boy
Even just for a day
I’d roll outta bed in the morning
And throw on what I wanted then go
Drink beer with the guys
And chase after girls
I’d kick it with who I wanted
And I’d never get confronted for it.
Cause they’d stick up for me.

If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted
Cause he’s taken you for granted
And everything you had got destroyed

If I were a boy
I would turn off my phone
Tell everyone it’s broken
So they’d think that I was sleepin’ alone
I’d put myself first
And make the rules as I go
Cause I know that she’d be faithful
Waitin’ for me to come home (to come home)

If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I’d be a better man.
I’d listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted (wanted)
Cause he’s taken you for granted (granted)
And everything you had got destroyed

It’s a little too late for you to come back
Say its just a mistake
Think I’d forgive you like that
If you thought I would wait for you
You thought wrong

But you’re just a boy
You don’t understand
Yeah you don’t understand
How it feels to love a girl someday
You wish you were a better man
You don’t listen to her
You don’t care how it hurts
Until you lose the one you wanted
Cause you’ve taken her for granted
And everything you have got destroyed
But you’re just a boy

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Sweetheart




I love you.

















domingo, 11 de janeiro de 2009


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Homo, Homo, Homo !

Sílvia de Santa Bárbara Narciso Martins.
Tenho dito!