segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

Homo, Homo, Homo !

Sílvia de Santa Bárbara Narciso Martins.
Tenho dito!

terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Don't!

Don’t! Não me digas que já não te vês sem mim. Don’t! Não me digas que não me mentes. Don’t! Não me digas que me adoras. Don’t! Não me digas que eu sou a mimada. Don’t! Não me digas que sou eu que amuo. Don’t! Não me digas que sou difícil. Don’t! Não me faças acreditar em mentiras. Don’t! Não me prometas coisas que não queres. Don’t! Não me venhas com histórias do «não sabes falar em ser por sms\blog». Don’t! Não me dês tangas. Don’t! Não me voltes a prometer que mudas. Don’t! Não me faças passar por idiota. Don’t! Não me tomes como o teu último recurso para as horas livres. Don’t! Não penses que estás a agir bem. Don’t!


Don’t! Because I love you.
Don’t! Because I’m trusting you.
Don’t! Because it is a bunch f lies.
Don’t! Because you know I believed.
Don’t! Because I can’t take this for much longer.
Don’t. Because you’re hurting me much more than you can imagine.
Don’t! Because I am “unconditionally and irrevocably in love with” you.



Não, não tenho vida. Entreguei-a a ti de boa vontade, mas tu não a queres. Ou queres, quando não tens mais nada para fazer. Se gostasses tanto de mim, como às vezes te dá para dizer, não fazias o que eu odeio que faças. Mas não queres saber. És dono e senhor do teu nariz, e não te interessa uma letra do que eu digo. Não percebo o que é que te passa pela cabeça. Azar, não é? Problema meu, porque tu continuas a viver a tua vidinha como queres, sem problemas… Azar o meu. Muito azar, porque, por uma questão de acaso, eu adoro-te.

Tu não deves ter noção do quanto eu te adoro, e do quanto me afeiçoei a ti, e do quando preciso de ti. Na sexta, fui ter contigo, mesmo depois daquele dia de merda que tivemos. Tive um problema, foi a ti que liguei. És a pessoa em quem mais confio, mas mesmo assim não confio, porque sei que inventas desculpas estúpidas, para coisas ainda mais estúpidas. És a pessoa em quem mais confio para contar o que não quero que os outros saibam. É em ti que vejo o Melhor Amigo, o Companheiro, o Confidente. Tu conheces-me, tanto que falaste do Twilight porque sabias que me ia animar… Não percebo. Não te percebo. Tu não me percebes?

As conversas são sempre as mesmas, as respostas nunca mudam… e o prazo de validade das nossas conversas termina sempre contigo. Eu não digo que não gostas de mim… só digo que não sabes o quanto gostas, e que não tens noção do que eu vejo em ti.

O que eu não consigo perceber, é como é que podes ser tão perfeito, e tão diabolicamente idiota dia sim, dia não. Não sei como é que consegues, mas tão depressa te adoro, como odeio.
Sabes o que me passou pela cabeça? (Ah, a minha cabeça, cheia de filmes realizados por ti. Ups) – Talvez estejas mesmo a fazer de propósito para eu me fartar de ti, porque és fraco de mais para acabar comigo. Azar. Arranja coragem. Não percebo como é que me podes responder tão mal, e depois ser tão cordeirinho para os outros. Também não é para perceber, não é? Também odeio quando não sabes dizer não. És estúpido como o caraças quando não sabes dizer não. Mostras o teu lado fraco.

Nunca percebi o que nos passa pela cabeça para gostarmos mais das pessoas que nos fazem mal, e desprezarmos a que nos fazem bem. Também não é para perceber, porque se fosse, já existiriam montes de livros sobre isso.

Andas a gozar comigo, ou então não queres que eu pense que te tenho. Eu não gosto deste jogo. Não sou boa a jogá-lo, por isso, não gosto. E o que é que isto te interessa? Nada. Estás-te completamente nas tintas, porque sabes que me tens. E tens, tens-me muito. Quero-te, no teu pólo positivo, que me fez ficar tão apaixonada por ti.

Adoro-te.




P.S. – Eu tentei falar contigo, mas não deixaste. A culpa não é minha Bichinho. Tinha de ser hoje, porque amanhã, a tua polaridade seria positiva, e eu recalcava tudo…

quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

Stephanie Meyer


Twilight.




Just READ it!
You got to be insane not to LOVE it.

sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Gostaria de

Gostava muito de te escrever um texto bonito, mas não tenho nada para dizer.
Gostava muito de te dar um beijinho (muito inho), mas não estás aqui.
Gostava de te poder dizer que te adoro, mas não ias ouvir.
Por isso, digo daqui nada.