sábado, 26 de Julho de 2008

Ausente



Férias.


quarta-feira, 23 de Julho de 2008

Sílvia,

tu sabes, eu sei, eles sabem - todos sabem - que nunca nos demos bem. Houve sempre rivalidade (talvez isto já veio dos tempos dos nossos irmãos), sempre fomos comparádas, sempre nos comparámos - sempre quiseste ser melhor que eu; e eu sempre quis ser melhor que tu. Sabes o que é que eu acho agora? O que tu tens de «mau», tenho eu de «bom». E o que tu tens de «bom», tenho eu de «mau». E sabes que mais? É por isso que te dei O título - MELHOR AMIGA - queres mais? Nunca tive uma Melhor Amiga a sério - tinham sempre defeitos que não podiam ser desprezados - ou não sabiam ouvir, ou não sabiam falar. Ou eram frias, ou demasiado melosas. Ou eram diferentes de mais, ou demasiado parecidas. Tu não! Tu és a minha «outra metade» feminina. Contigo sinto. SINTO, SINTO, SINTO! Sinto que confio. Sinto que Amo. Sinto que sim. Sinto que ouves. Sinto que falas. Sinto que sinto e PONTO (.)
Querias uma declaração de amor? Aqui tens. Estás feliz?
Tu afastaste-te. Tu puzeste as culpas em cima Dele, dizendo que EU me afastei. Não, não me afastei, por isso deixa-te de merdas e fica normal. Sê a Melhor Amiga que tens sido e PÁRA de pôr as culpas em cima de mim!
Estás confortavél agora? Não estejas... Eu também preciso de declarações de Amor de Amiga. Eu também espero que mandes messagens durante um dia inteiro. Não, eu não me afastei. Vê se falas comigo. A CULPA NÃO FOI MINHA.
O que é que eu SUPOSTAMENTE devia fazer?
Em que aspecto é que tenho de abrir os olhos ?
Melhor Amiga.




terça-feira, 22 de Julho de 2008

I want this to last.

segunda-feira, 21 de Julho de 2008

#1

Conversámos. Lembraste? Lembras-te da minha cabeça na tua perna esquerda, da minha voz (que me soava tão distante) a contar-te tudo – tudo o que havia para saber sobre o ano que tinha passado sem nos falarmos? Lembraste de termos ficado tão próximos que chegaste a pensar que ia acontecer qualquer coisa naquela noite? Lembro-me de ter ficado com a cabeça junto da tua. Lembro-me de não perceber o porquê de estar ao pé de ti (logo de ti), a falar de coisas que me parecem tão insignificantes agora, mas não me importei. Ouvia-te longe, mas ouvi-te, ouvi-te e bebi cada palavra que disseste... Lembro-me de sentir a minha mão agarrada à tua, outro acontecimento estranho, mas continuei a não querer saber. Lembro-me, lembro-me.

Passou um mês. Um mês teu. Um mês de café. Um mês de incertezas. Um mês de dúvidas. Passei tanto tempo perto de ti, sem perceber, sem te ler… Mas estavas desfocado – tão desfocado. E eu, eu estava numa luta interna, a lutar contra o que sentia (ainda bem que não a ganhei): pensava que não gostavas de mim, que passavas tanto tempo comigo por alguma razão que não fosse a que eu desejava (ainda bem que me enganei). Passou um mês inteirinho, um mês em que esqueci; esqueci o que não me fazia falta ter. Foste o meu salvador, e agradeço-te tanto por isso!


Beijámo-nos. Do que antecedeu essa noite, lembro-me de ter pensado «não passa de hoje», mas acho que não pensei a sério. Não sabia o que querias, nem se querias alguma coisa. Passei a noite encostada a ti, involuntariamente, mas passei. Já tinha acontecido tanta coisa entre terceiros, que deixei de pensar, mas aconteceu. Nós e os banquinhos, os banquinhos e nós. Beijaste-me, beijei-te, beijámo-nos. Foi um bom começo de Verão; um óptimo começo de Verão. Mas no dia a seguir ainda não sabia o que querias… Isso são histórias do íris. Lembras-te?

Desde isso, passou mais um mês. E que mês… Já aconteceu tanta coisa, que por vezes me parece muito mais que um mês; mas tem passado tão depressa, que das outras vezes me parece muito menos que um mês.

Estás C R E S C I D I N H O. Às vezes (muito de vez em quando) sinto-te mais maduro que eu, com mais cabecinha, com opiniões mais definidas que as minhas, com atitude. E agora, que me fizeste acreditar, sinto-te como te quero, sinto-te como o melhor de ti deve ser, porque não te consigo ver melhor do que estás agora. [Meu puto :$] Envolves-me em ti. Vicias-me em ti. Tu, tu, tu. Gosto! Gosto até do teu jeitinho de bruto-querido com a mania que manda. :$ Adoro-te!

PRESENTE. Já percebi Amor !
Confio, sim.


Sinto-me!

Tens-me feito bem - muito bem. Estás-me a fazer evoluir, estás-me a fazer crescer.
Já não me sinto insegura. Já não tenho dúvidas… E já não vou dizer que não.
Quero tempo, quero muito tempo contigo.
Quero-te, quero-te, quero-te.
É PAIXÃO !





Adoro-te F r a n c i s c o.

domingo, 20 de Julho de 2008

Conversas sem assunto





01:59:59 + 01:59:59 + 00:21:20 = 4:21:18 h.








- São elas que te fazem falar.
-Fica..








Tanto, tanto, tanto!
Mesmo, mesmo,mesmo!

quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Declarações de Amor

Sim?
Não digas que não..

terça-feira, 15 de Julho de 2008

BlaBlaBla

Blablabla – é o que eu oiço vindo da tua boca, por onde saem gritos sem sentido: gritos de frustração, gritos de ódio, gritos de amargura, gritos de criança – sim, porque tu tens corpo de mulher, idade de mulher, vida de mulher, mas e a cabeça? A cabeça que devias ter ganho perdeu-se no meio de tanta fraqueza; gritos de fraqueza – és fraca, choras, choras, choras; adianta? As lágrimas que te caem sem cessar pela cara abaixo resolvem todos os teus problemas, proporcionando-te um mundo perfeitamente cor-de-rosa? Não! Não, não, não!!! És fraca, o que me fortalece (discussões, conflitos, gritos incessantes, torturas psicológicas, etc., etc. ...), a ti enfraquece. Deixas-te consumir por tudo o que devias ignorar, dás tanta importância a coisinhas mesquinhas (sim, namorados – O meu namorado), que te esqueces do que devias fazer – tratar da tua família, do teu marido, dos teus pais, da tua casa – não estou a falar de limpezas, alimentação e vestuário, estou a falar de carinho, amor e atenção. Quando é que cresces? Quando é que me deixas ser feliz? Queres o quê? Que eu seja como tu?


NÃO vou fazer o que tu pensas ser melhor para mim!
NÃO vou passar a vida fechada em casa!
NÃO me vou resumir ao teu mundinho!
NÃO vou passar a vida a chorar!
NÃO vou ser como tu!


Estou tão fartinha de assistir à tua queda – tão, tão farta. Precisas de um abanão, precisas de sair, precisas que te abram os olhos. TU existes, mas é como se não existisses. Vives fechada num aquário de aberrações – tu és a atracção da «Estupidez». Tu e a tua mentalidade retrógrada, que vem muito antes dos teus pais serem projecto.

O teu refugio são os gritos, gritas, gritas e gritas. Adianta? Não. Então pára! Deixa-me viver, eu sei que a maior parte das vezes tens razão, se não sempre, mas eu gosto de errar, gosto de levar bofetadas da vida, gosto de ser FORTE. Tu e o outro enriqueceram-me a alma, sofri tanto nestas sombrias quatro paredes, que agora – agora – aguento quase tudo.

Gosto de ti, gosto dele, mas vocês não me percebem, e eu cansei de responder, de gritar, de discutir, de explicar. Queria poder falar, mas não me deixam. Gostava de poder conversar, mas não me deixam. Adorava poder ser vossa amiga, mas não me deixam.

DESISTO!

É provável que caia, e então? Eu caio, mas levanto-me. E tu??? - Tu cais e ficas lá, a lamuriar e a rastejar na merda. Depois cais num sonho cheio de floreados e cor-de-rosa, onde o mundo é perfeito e tu és uma criancinha a brincar com o que conseguiste na vida… E então?

ACORDA !

Amigas e Açucar

O açúcar é doce - com efeito relaxante - é bonito e delicado, leve e rugoso. Desfaz-se na boca, ou parte-se entre os dentes. O açúcar, transportado dentro de pacotinhos rectangulares, ou naqueles fininhos, mergulha para dentro do café quente, dando-lhe sabor, tirando-lhe a amargura, conferindo-lhe doçura. Mexido por uma colher ou um pauzinho de canela – não há melhor café do que o café com as amigas.


As Amigas são doces, delicadas. Estão sempre do meu lado, mas sabem dar chapadas psicológicas tão fortes quando precisamos – eu quero que a minha chapada psicológica se sinta, quero que se sinta com muita força, para deixar marcas. Quero que acredites que tudo o que nós te dizemos é para teu bem, para o teu bem-estar; quero que as conversas que temos não sejam «à toa», quero que me ligues, quero que me oiças e que, por uma vez que seja, me dês razão.

Resiste.
Despreza.
Finge.

segunda-feira, 14 de Julho de 2008

Sentir

Sinto que não sentes.
Sinto que não me sentes.

domingo, 13 de Julho de 2008

Coração




Tens-me! Tens-me! Tens-me!


I'm so fuckin'YOURS





Francisco


sábado, 12 de Julho de 2008

Íris


Foi lá, no Íris, que passei tardes e mais tardes, tardes inteirinhas a especular sobre ti; esperava um sinal, um gesto, um olhar, um toque que me dissesse que querias o mesmo que eu, que sentias o mesmo que eu.

Foi lá, no Íris, que me deste a mão, deste-me um «sim» … Estava tão nervosa antes de ir ter contigo nesse dia, no dia vinte e um de Junho, tinha um medo miudinho de que pudesses dizer que não devia ter acontecido nada…

Foi lá, no Íris, que hoje tivemos uma conversa que me soube tão bem ter… É por isso que gosto de ti – porque conversas comigo, roubas-me tantas palavras quando estamos juntos, que chego aqui com uma bruta vontade de escrever um bruto texto, e não tenho palavras porque tu já as ouviste todas… Não faz sentido repeti-las, pois mais ninguém precisa de as saber sem ser eu e tu…




Ps: Imagina o que vou escrever quando o título for: «Barreiro» :x







Gosto-te tanto
Meu FRANCISCO @

quinta-feira, 10 de Julho de 2008

Ciúme

... por insegurança?
... por gostar tanto de ti?

Sei que não quero que acabe.
Sei que estou demasiado habituada a ti.
Sei que não me sinto bem quando não estás comigo.
Sei que te quero, quero-te muito - mesmo muito.
Sei que, desta vez, gosto mesmo de ti.
~
~
~
Tenho ciúmes, mas é um «ciúme» saudável.
Tenho ciúmes, sim, mas isso é bom sinal, não é?
Não quero ficar sem ti outra vez.... Não quero mesmo!
Do que depender de mim, não, não nos vai acontecer o mesmo.
Sê meu, sê meu.
* FRANCISCO

terça-feira, 8 de Julho de 2008

O tempo..

Tivemos um Passado,


temos um Presente...
teremos um Futuro!?


Eu gostava de ter um Futuro contigo,
desta vez não me ouves a dizer "não quero nada sério".


Gosto de ti, Francisco Gomes.

sábado, 5 de Julho de 2008

Meu F.

NAMORADO
:$






Lalala

Francisco @

sexta-feira, 4 de Julho de 2008

Impaciência

Hoje atacou-me com força mas, felizmente - felizmente - já passou. Fiquei impaciente porque pensei de mais. Quero tanto de ti, preciso de tanto de ti, que fico impaciente, à espera que o dia chegue. Odeio a parte que diz «ainda é cedo», mas a verdade é que ainda é cedo - quero que deixe de ser cedo e quero poder dizer A palavra... Fico impaciente porque te quero, porque quero gostar de ti, porque, como já te disse, te quero amar. Desta vez, quero dar passos de bebé - para que tudo seja como «deve de ser».