sábado, 31 de Maio de 2008
quarta-feira, 28 de Maio de 2008
"Almost Lover"
Your fingertips across my skin
The palm trees swaying in the wind
Images
You sang me Spanish lullabies
The sweetest sadness in your eyes
Clever trick
I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
I should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
We walked along a crowded street
You took my hand and danced with me
Images
And when you left you kissed my lips
You told me you'd never ever forget these images, no
I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
I should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
I cannot go to the ocean
I cannot drive the streets at night
I cannot wake up in the morning
Without you on my mind
So you're gone and I'm haunted
And I bet you are just fine
Did I make it that easy
To walk right in and out of my life?
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
I should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
domingo, 25 de Maio de 2008
S. / H.
Eu sou uma deplorável amiga, porque a maior parte das vezes não sei o que dizer – fico parada com o tormento de lágrimas a cair pela tua cara, e não faço nada – porque não sei o que fazer ou dizer – tu sempre foste a mais ousada, tu sempre foste a mais corajosa, tu sempre foste a mais atrevida, tu sempre foste a mais forte. Eu não consigo ser forte – consegui uma vez e não gostei da parte em que as palavras «mentira», «arrogância» e «estupidez» entravam… Admiro-te por isso, por conseguires ser forte e não cederes; por estares visivelmente despedaçada, mas não cederes; por o mundo se estar a desmoronar a teus pés, mas não cedes - Admiro-te S.
É isso! Tive orgulho em ti porque não cedeste. Ficaste na tua e isso só te trouxe benefícios. Orgulho-me de ti por ser tão forte – por o teu pequenino corpo aguentar tanto; por dizeres sempre as coisas certas, como se fosses uma distinta actriz que representa bem o seu papel. Consegues sempre ser a mais forte. E eu… eu gosto cada vez mais de ti pela tua força.
Amor de Melhor Amiga,
sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Toca-te.
Estou tão presente em ti como tu estás em mim; mas tens medo – de quê?
Dizes: «vai que eu não vou atrás de ti», mas vens – porque pensas tanto em mim, quanto eu penso em ti; porque me queres, tal e qual como eu te quero a ti; porque te sentes preso, impotente, sem me «poder» ter, e isso está-te a foder o juízo; porque te arrependeste de não ter ido mais longe quando «podias»; porque me queres, porque me queres, porque me queres!
Preferes a cobardia do silêncio – foges, deixas-me sufocar em palavras, uma vez, e outra, e ainda outra... Devia ter falado contigo quando tivemos juntos, mas como? Se eu estava tão concentrada no teu corpo, que as outras quatro almas que nos rodeavam estavam desfocadas – não faziam sentido. Eras tu – eras tu que eu queria abraçar, beijar, tocar… ERAS TU! Continuas a ser tu, vais ser tu… Ficamos tanto tempo com a puta do computador à frente dos olhos que quase me esqueço que existe um corpo – eu esqueço que existe algo material nos poucos momentos em que me fazes sorrir; tu não, tu esqueces-te que existe uma alma, para além das brincadeiras e das conversas de miúda - eu tenho sentimentos; fortes e poderosos sentimentos. Mas tu não queres saber… Tu estás confuso, porque estás habituado a outro beijo, a outro abraço, a outro sentimento… E eu? Eu que me foda, não é? … Fodo-me – FODO-ME POR TI vezes sem conta e continuo a ser eu quem vai falar, continuo a ser eu quem começa as poucas frases em que falamos do «nós». Sou eu que estou a ser a eticamente incorrecta, quando nunca o fui antes… POR TI – pelas TUAS incertezas, pelos TEUS medos, pela TUA insegurança – POR TI P.!
O olhar P., o olhar diz tudo… Ainda tens dúvidas? Então deixa-me olhar para os teus olhos outra vez! Deixa… Deixa-me dizer o que ficou por dizer… PÁRA de fugir de mim – PÁRA de me evitar – PÁRA de fingir… Pára…
Estou a ficar cansada… Vais-me corroer a alma.
Já chega, P. … Por favor.
Vem, sê sincero, e fica.
Aconchega-me nos teus braços.
Contorna os meus lábios com os teus.
Diz-me o que quero ouvir – com sentimento.
quinta-feira, 22 de Maio de 2008
Os teus olhos nos meus.
Nem olhei bem para ti, e já estava nos teus braços, não me lembro de pensar em nada – quiçá pensei em tanta coisa ao mesmo tempo que tudo se misturou num sentimento de desejo inconsciente. Ouvi-te a dizer «parabéns» e «estás muito bonita», eu devo ter murmurado um «obrigado» com cara de estúpida, não? – Deixei de ser racional…
Trocámos poucas palavras, mas nada é melhor que o teu olhar a segredar ao meu… Eu sabia o que estavas a pensar – e tu mais facilmente conseguias perceber – queria os teus braços outra vez; queria poder sentar-me contigo e conversar, só conversar, durante horas e horas; queria o teu beijo, onde os meus lábios encontravam os teus, numa conversa muda; queria-te a ti.
Quando nos abraçámos outra vez, quando ficámos sozinhos, eu senti uma pressão na minha pele nua – eram eles, os teus lábios. Nesse momento pensei – foi preciso um extraordinário auto-controle para não te beijar – tu querias, e eu também. O conforto dos teus braços fez-me cair num poço vazio, sem fim – e caia… caia… caia…
Se fosse tudo tão fácil para nós como era o ano passado… Se eu te pudesse beijar, sem nada entre nós… Se eu me pudesse tornar dona e senhora dos teus braços – tê-los para me abraçarem… Aí sim, eu podia dizer: PUTA DE FELICIDADE.
Agora tenho a certeza, porque o teu olhar mo disse – sentes o que eu sinto.
Afinal não és assim tão cabrão e arrogante como queres ser.
Um ano…
:)
«You and I were meant to be» - he said.
«Just let me be yours» - I said.
Outra vez ..
Vi-o a entrar por aquela porta e ser o filho da puta mais (...) !
Vi-o a sair por aquela mesma porta e fiquei estérica !
Senti (...) – Quero!
--
Vi o mundo enevoado por causa das lágrimas, e nem chorei por mim - NA PUTA DO MEU DIA DE ANOS ! Apregoei aos sete ventos o que muito poucos sabiam.. É fudido.. Vi o mundo girar à minha volta, com ela, e não tivemos de fazer um caralho! Sentei-me, ela sentou-se, ficou tudo bem, porque mesmo depois do pior (...) --
Falei com quem não falava há um ano - fiz mal? É fudido.. Não beijei, abracei, não disse coisinhas do diabo.. Fiz mal? Nope.. Eu gosto do rapazinho, damo-nos bem, porque é que não havia de ter a cabeça na perna dele? –
Gente normal, que nunca tinha visto, deram-me «melhor» os parabéns que a puta dos meus «amigos». So what? - «Gente normal» é mais civilizada que gente minha conhecida.
Foi noite boa!
--
Liguei, e ele estava com ela.. Fiz mal? Muito mal -- É fudido! Peço desculpa..
Tu sabes que queres, e se não sabias antes, ontem ficaste a saber! Se gostasses mesmo dela não dizias as cenas que dizes – não fazias as cenas que fazes.
Eu quero-te, e tu? YOU AND I WERE MEANT TO BE… Eu sou melhor que ela. Qual é a tua? Ela não tem nada que eu não tenha… Eu tenho mais que ela! É fudido…
EU é que tenho aquele nome.
EU é que moro aqui.
EU é que te vi primeiro.
EU é que faço anos naquele dia!
EU é que merecia a tua prenda.
YA?
terça-feira, 20 de Maio de 2008
Amanhã, Dezassete !
O tempo passa, qual brisa silenciosa!
Passou um ano. O pior ano - O pior! Mas já passou!
Bora ser feliz para variar? =D
Vai ser um bom ano.
Vai ser um óptimo ano.
Vai ser um soberbo ano.
ESTÉRICA !
segunda-feira, 19 de Maio de 2008
Enough is enough !
Vem e não me chames. Não te quero aqui. Não vou estar aqui. Tu escolheste... E eu, eu vou encontrar o meu Príncipe Encantado com ar de Cavaleiro da Renascença!
Chega de textos para ti.
Chega de sonhos para ti.
Chega de fantasias para ti.
CHEGA!
domingo, 18 de Maio de 2008
A Carta
quarta-feira, 14 de Maio de 2008
A força de um olhar..
É assim a força de um olhar penetrante - enfraquecer, controlar.
É assim a força que tens sobre mim - enfraqueces-me, controlas-me.
Acabaste de me enfraquecer - enchi e esvaziei - encheste-me de esperança, de poder estar mais do que rápidos minutos contigo, encheste-me tão bem, que as minhas costas ficaram mais direitas, o meu sorriso alargou, como se também a minha cara se enchesse de felicidade - e agora – com a força de uma frase – esvaziei mais rápido do que as leis da inútil ciência permitem.
Sinto-me vazia, sem forças, sem motivos, sem objectivos. Roubas-me tudo. Como consegues? Como tens coragem para tal? Não te pesa a alma? Ainda não percebeste, foi? QUERO-TE F. Quero estar contigo, quero poder dizer que gosto de ti… «Está quase a fazer um ano» - eu lembro-me mais vezes, eu sinto mais, porque eu sou a sentimentalista’zinha de merda! Eu é que continuo com sonhos acordados – ridículos, mas que me sabem tão bem. Eu é que continuo a dizer que te quero, a escrever textos – ridículos – que tu não lês. Com que objectivo? Nenhum.
Tu és o olhar, e eu, a alma esquecida no espaço e no tempo, que tu violas, uma e outra vez – ninguém ouve os meus gritos, ninguém me salva – eu podia fugir, mas não quero. Viola-me a alma, arranca-me de mim, faz-te senhor do meu corpo – mas fica comigo.
Como é que eu conseguiria suportar estar contigo se, quando te despedisses, eu ficaria o resto do dia a pensar no que estavas a fazer – tu sabes o que vai acontecer e eu também saberia. «Saber» é uma palavra horrível. Odeio o «saber». Queres-me deixar miserável no mesmo dia, passado um ano, em que me fizeste «sentir» com tão pouco? Queres? Então vem – enfrenta o meu permanente olhar, a violar a tua alma, a deixar escapar segredos escondidos no meu íntimo.
Vem, fica, e vai.
Dá-me minutos, e deixa-me horas, dias…
domingo, 11 de Maio de 2008
What hurts the most
Quando finalmente nos vimos outra vez, estava mais que decidida a fazer-te esquecer(-me)... Fui bruta contigo, quase nem olhei para ti, porque, apesar de pensares o contrário, olhar para a profundidade do teu olhar feria-me a alma - ainda gostava de ti, e ter-te ali, mais próximo que nunca, sem te poder beijar, sem poder sentir o teu calor, sem te poder dizer... Olhava constantemente para as tuas mãos, tão caracteristicamente enfiadas dentro dos bolsos das calças, talvez com vontade de te puxar para mim, mas não, não podia - estava decidida. Fiquei surpreendida comigo, por te conseguido ser tão fria, por ter conseguido representar tão bem - por ter sido um bocadinho como tu.
Virei-te as costas, e aí, com um derradeiro acto de estupidez, perdi-te.
Pensei muito se tinha feito a escolha certa - era óbvio que não - mas com o passar do tempo habituei-me a não beber as tuas palavras que tão bem me sabiam. Sabia que tinhas «partido para outra», razão mais que suficiente para te deixar ir de vez... Esqueci-te.
Fiz o que fiz por razões que agora me parecem insignificantes, o «deixar-te ir» em nada resolveu os meus dilemas, em nada me beneficiou. Continua tudo igual, mas agora, não te tenho a ti para me abrigar. Senti-me sozinha durante muito tempo, até vir alguém para me resgatar do poço onde estava metida.
Durante muito tempo, a única coisa que ouvia sobre a tua pessoa era: "Ele está bem." - Ás vezes falavam-me da tua namorada, mas nunca tal assunto me afectou, até tu vires com conversas sobre «nós». Acordaste tudo o que estava adormecido dentro de mim. Fizeste-me lembrar tudo - lembrei-me do sentimento. Voltei a pensar em ti. Estás tão inconstante como antes, e isso não me agrada. Fazes-me sentir estúpida - mas eu gosto de me sentir estúpida por tua causa.
Agora, quero o passado, mas sem birrinhas estúpidas, sem orgulho macho, e sem distância. Ironia... Eu tinha medo, agora, parece que és tu que tens medo de arriscar - no dia em que te telefonar para vires ter comigo, vais dizer que não... (?) Se vieres, ambos sabemos o que vai acontecer.
sábado, 10 de Maio de 2008
Se me olhasses assim outra vez..
Ele murmurou:
- Por mais que eu fizesse, ficaria bem pago de tudo se me olhasse outra vez assim.
Uma onda de sangue cobriu toda a face de Maria Eduarda.
- Não diga isso…
- E que necessidade há que eu lho diga? Pois não sabe perfeitamente que a adoro, que a adoro, que a adoro!
Ela ergueu-se bruscamente, ele também – e assim ficaram, mudos, cheios de ansiedade, trespassando-se com os olhos, como se se tivesse feito uma grande alteração no Universo, e ele esperassem, suspensos, o desfecho supremo dos seus destinos… E foi ela que falou, a custo, quase desfalecida, estendendo para ele, como se o quisesse afastar, as mãos inquietas e trémulas:
- Escute! Sabe bem o que eu sinto por si, mas escute… Antes que seja tarde, há uma coisa que lhe quero dizer…
Carlos via-a assim tremer, via-a toda pálida… E nem a escutara, nem a compreendera. Sentia apenas, num deslumbramento, que o amor comprimido até aí no seu coração irrompera por fim, triunfante, e embatendo no coração dela, através do aparente mármore do seu peito, fizera de lá ressaltar uma chama igual… Só via que ela tremia, só via que ela o amava… E, com a gravidade forte de um acto de posse, tomou-lhe lentamente as mãos, que ela lhe abandonou submissa de repente, já sem forças, e vencida. E beijava-lhas ora uma, ora outra, e as palmas, e dos dedos, devagar, murmurando apenas:
- Meu amor! Meu amor! Meu amor!
Maria Eduarda caíra pouco a pouco sobre a cadeira; e, sem tirar as mãos, erguendo para ele os olhos cheios de paixão, enevoados de lágrimas, balbuciou ainda, debilmente, numa derradeira suplicação:
- Há uma coisa que eu lhe queria dizer!...
Carlos estava já ajoelhado aos seus pés.
- Eu sei o que é! – exclamou, ardentemente, junto do rosto dela, sem a deixar falar mais, certo de que adivinhara o seu pensamento. – Escusa de dizer, sei perfeitamente. É o que eu tenho pensado tantas vezes! É que um amor como o nosso não pode viver nas condições em que vivem outros amores vulgares… É que desde que eu lhe digo que a amo, é como lhe pedisse para ser minha esposa diante de Deus…
Ela recuava o rosto, olhando-o angustiosamente, e como se não compreendesse. E Carlos continuava mais baixo, com as mão dela presas, penetrando-a toda da emoção que o fazia tremer:
(…) Depois houvera um olhar; e agora deviam fugir ambos, e ela tornara-se o cuidado supremo da sua vida, a esposa secreta do seu coração. (…) Ela então atravessou a sala, veio para Carlos, que a esperava no sofá, com os braços estendidos. E era como se obedecesse só ao impulso da sua ternura, calmadas já todas as incertezas. Mas hesitou de novo diante daquela paixão, tão pronta a apoderar-se de todo o seu ser, e murmurou, quase triste:
- Mas conhece-me tão pouco!... Conhece-me pouco, para irmos assim ambos, quebrando por tudo, criar um destino que é irreparável…
Carlos tomou-lhe as mãos, fazendo-a sentar ao seu lado, brandamente:
- O bastante para a adorar acima de tudo, e sem querer mais nada na vida!
Um instante Maria Eduarda ficou pensativa, como recolhida no fundo do seu coração, escutando-lhe as derradeiras agitações. Depois soltou um longo suspiro.
- Pois seja assim! Seja assim… Havia uma coisa que eu lhe queria dizer, mas não importa… É melhor assim!...
E que outra coisa podiam fazer? – perguntava Carlos, radiante. Era a única solução digna, séria… E nada os podia embaraçar; amavam-se, confiavam absolutamente um no outro; ele era rico, o mundo era largo…
E ela repetia, mais firma agora, já decidida, e como se aquela resolução a casa momento se cravasse mais fundo na sua alma, penetrando-a toda e para sempre:
- Pois seja assim! É melhor assim!
Um momento ficaram calados, olhando-se arrebatadamente.
- Diz-me ao menos que és feliz – murmurou Carlos.
Ela lançou-lhe os braços ao pescoço: e os seus lábios uniram-se num beijo profundo, infinito, quase imaterial, pelo seu êxtase.
sexta-feira, 9 de Maio de 2008
Saudade
Agora, que os segundos durante os quais os meus olhos vão penetrar os teus se estão a aproximar e a vontade de te beijar vai ser ainda mais forte que há um ano, a saudade ataca com força de leão, e tu invades a minha cabeça uma e outra vez, sem dó nem piedade da minha sanidade mental.
Ainda me lembro de te imaginar, quando ainda nunca te tinha visto, e agora que penso nisso, ainda não te vi muita vezes, pois não? E mesmo assim, o que senti por ti foi... diferente! Aquela frase ficou-me na cabeça "Nunca deste um beijo com tanta história"... Afinal não fui a única que senti. Tu sentias o mesmo que eu, e eu, que fui a mais parva, deixei-te ir. Perdi-te, e tu esqueceste... Esqueceste?
Com tudo o que me disseste a primeira vez que falámos passado tanto tempo, pensei que não tinhas esquecido. Pensei que tinhas saudades, que continuavas a saber o que era sentir o que eu (e tu?) senti naquela altura...
Deixas-me confusa, mas no dia em que conseguir, vou-te dizer tudo o que te quero dizer... Sem um computador à frente. E nesse dia, vou perceber o porquê...
Missing you P.
segunda-feira, 5 de Maio de 2008
Make you mine..
Eu consigo ser a melhor amiga de sempre, porque é que não havia de conseguir ser a melhor namorada? Eu gosto de surpreender, gosto de romance, gosto de paixões escaldantes e de encontros secretamente proibidos. Eu sei falar, ouvir, aconchegar, animar, brincar, mimar, amar. Eu sei amar... Queres que te ensine?
Pensas que estás bem, por isso não dás a menor importância ao que eu sinto. Afinal de contas, eu sou só mais uma rapariga com quem falas quando não tens mais nada para fazer... Mas eu sei que te ia Amar... Ia-te amar mais do que te amaram ou amam - porque tu, tu és O rapazinho.
Tu e o teu amor. O teu «Amo-te», o teu toque, o teu beijo, a tua alma.
Se eu pudesse, tornava-os meus, meus, só meus.
Quero-te meu - Quero-me tua - Quero-nos.
domingo, 4 de Maio de 2008
Quero(te)?
Perguntas o que é uma relação sem a parte física. Eu digo que é a outra parte, a que ninguém te fez conhecer. O sentir, o sentir falta de uma presença quente ao teu lado, o sentir saudade passado um segundo e meio, o sentir paixão através de um olhar, o sentir segurança só por estares junto dela, o sentir excitação porque a vais ver, o sentir felicidade porque ela sorriu, o sentir, sentir a sério, sentir amor.
Tu, a tua faceta bruta e mete-nojo, diria que estou a ser uma sentimentalista de merda. Eu, a minha faceta arrogante, diria que tu, tu mesmo, tu tens sentimentos. Não os mostras porque não queres, por medo, ou por vergonha? Consegues ser o rapazinho mais adorável do mundo, mas preferes ser bruto e tentar convencer tudo e todos (incluindo tu) que nada te afecta, que TU mandas, TU decides, TU sabes, TU, TU e TU.
Preferia não ter feito o que (te) fiz.
Preferia ter escolhido o caminho mais difícil.
Arrependi-me de ter dito não (ou de não ter dito nada).
Arrependi-me de não ter lutado um bocadinho mais para te ter.
Quanto a ti, deixei de (te) perceber. De perceber o que pensas, o que sentes (sim, tu sentes), o que queres… Deixas-me confusa. Não sei o que pensar cada vez que falo (falava) contigo. Sempre conseguiste ir do 8 ao 80.
Se estás bem assim, deixa-te estar. Não evoluías, pára no tempo, não percebas.
Eu tenho sentimentos. E tu, com as frasezinhas da treta, fizeste-me lembrar tudo o que aconteceu. O problema é que desta vez não podíamos fazer tudo como no passado, e, apesar de o saber melhor que eu, fizeste-me esquecer esse pequeno grande pormenor com uma facilidade arrepiante.
Quero, penso que quero, (ou) queria?
Talvez um dia tu me dês certezas.

